17/12/2025
Você já viveu a sensação de colocar alguém no centro de tudo, como se seu mundo girasse ao redor daquela pessoa? 😌
Quando isso acontece, quase sem perceber, você se encolhe. Ao idealizar o outro, passa a se ver menor, como se o amor viesse de fora para te completar, e não como algo que se constrói em troca. Aos poucos, você se acostuma com pouco, agradece gestos mínimos e chama de sorte aquilo que, no fundo, machuca e desmerece.
O carinho que nasce da dependência costuma carregar mais receio do que afeto. É o medo da ausência, da solidão, de não bastar. E quando o medo assume o comando, a liberdade vai sendo cobrada em parcelas altas. Você deixa de escolher com o coração e passa a pedir, a se adaptar demais, a se calar. Relações assim fazem a gente esquecer que reciprocidade não é privilégio, é base. Que amor saudável não exige provas constantes, nem te fragmenta para caber. Quem ama de verdade acolhe o todo, inclusive as partes difíceis.
A dependência emocional é como um afastamento silencioso de si mesma(o). Você passa a morar no outro e abandona o próprio espaço. Voltar para si leva tempo, causa estranhamento, mas é possível.
Quando você compreende que não é responsabilidade de ninguém te salvar, algo se solta por dentro. Ao perceber que amor não é renúncia de si, o ar volta a circular. E quando entende que pode ser feliz sem precisar ser indispensável para alguém, você começa, enfim, a se permitir existir. Sair da dependência não significa amar menos, mas parar de se perder. Porque quem aprende a ficar bem na própria companhia não aceita mais um amor que custe a própria paz. 🕊️
Desejo, de coração, que essas palavras tenham encontrado um lugar em você. 💖💫
Com carinho.
Por .dias.terapeuta ✍️
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