Psicóloga Michelle Bacini

Psicóloga Michelle Bacini Psicoterapia de Orientação Psicanalítica

Nesse Natal o sentimento que predomina em minha mente é gratidão. Atravessar as turbulências do ano acompanhada da minha...
24/12/2025

Nesse Natal o sentimento que predomina em minha mente é gratidão.

Atravessar as turbulências do ano acompanhada da minha família, amigos e também de minha analista me fortaleceu para continuar as diversas travessias.

Em meu trabalho, ser companhia viva para meus pacientes em seus percursos analíticos, também me fortaleceu. Da mesma maneira, também sou muito grata por acompanhar minhas supervisionandas no solo sagrado de suas clínicas. Aprendo muito com vocês!

Que nesse natal possamos relembrar de nossa eterna condição de aprendiz e que o viver se enriquece aos pares.

“Quando se ajuda alguém, o ajudado é você. Que a gente viva o Natal todo ano, o ano inteiro” Bráulio Bessa

Feliz natal! Abraço carinhoso 🎄❤️

Nesse Natal o sentimento que predomina em minha mente é gratidão. Atravessar as turbulências do ano acompanhada da minha...
24/12/2025

Nesse Natal o sentimento que predomina em minha mente é gratidão.

Atravessar as turbulências do ano acompanhada da minha família, amigos e também de minha analista me fortaleceu para continuar as diversas travessias.

Em meu trabalho, ser companhia viva para meus pacientes em seus percursos analíticos, também me fortaleceu. Da mesma maneira, também sou muito grata por acompanhar minhas supervisionandas no solo sagrado de suas clínicas. Aprendo muito com vocês!

Que nesse natal possamos relembrar de nossa eterna condição de aprendiz e que o viver se enriquece aos pares.

“Quando se ajuda alguém, o ajudado é você. Que a gente viva o Natal todo ano, o ano inteiro” Bráulio Bessa

Feliz natal! Abraço carinhoso ❤️

Nesse Natal o sentimento que predomina em minha mente é gratidão. Atravessar as turbulências do ano acompanhada da minha...
24/12/2025

Nesse Natal o sentimento que predomina em minha mente é gratidão. Atravessar as turbulências do ano acompanhada da minha família, amigos e também de minha analista me fortaleceu para continuar as diversas travessias.

Em meu trabalho, ser companhia viva para meus pacientes em seus percursos analíticos, também me fortaleceu. Da mesma maneira, também sou muito grata por acompanhar minhas supervisionandas no solo sagrado de suas clínicas. Aprendo muito com vocês!

Que nesse natal possamos relembrar de nossa eterna condição de aprendiz e que o viver se enriquece aos pares.

“Quando se ajuda alguém, o ajudado é você. Que a gente viva o Natal todo ano, o ano inteiro” Bráulio Bessa

Feliz natal! Abraço carinhoso

Férias são um período de pausa nas atividades rotineiras, momento em que geralmente descansamos, realizamos aquilo que n...
12/12/2025

Férias são um período de pausa nas atividades rotineiras, momento em que geralmente descansamos, realizamos aquilo que não conseguimos fazer no dia a dia e deixamos de lado os deveres.

Porém, para muitas pessoas, esse período pode ser difícil e despertar angústia em vez de alívio. A interrupção da atividade produtiva, que muitas vezes organiza a vida, pode colocá-las diante de seus vazios internos.

Vivemos em uma sociedade de consumo que valoriza a produtividade e a exaustão, como se o valor do indivíduo dependesse exclusivamente do quanto trabalha e produz. Essa lógica contribui para a angústia que surge justamente quando chega o tempo de parar.

Há, contudo, camadas mais profundas. Pessoas cuja história exigiu amadurecimento precoce e que aprenderam a se desenvolver mais pelo “fazer” do que pelo “ser” podem vivenciar as férias como um momento desorganizador.

A pausa pode ameaçar o modo de existir que precisaram construir para sobreviver, o que pode gerar sofrimento. Na psicanálise, buscamos compreender o sentido singular de cada experiência, evitando generalizações simplistas. Acolher a ambivalência presente nas vivências emocionais é essencial na relação analítica. “O fator relacional se apresenta como fator curativo prioritário” (p. 338).

O verso poética de Manoel de Barros,
“Para abrir portas sem trinco, parafusos de veludo” se mostra infinitamente belo e adequado para pensarmos a clínica em suas diversas. nuances: “Essa aproximação delicada que deve se dar entre analista e paciente. Serve para tanto tão lindas palavras: para todo encontro humano. Essa aproximação cuidadosa entre gentes, que requer passos ora tímidos, ora de urgência, mas sempre atentos para o não derrubar selvagem das defesas do outro, de seus sonhos, medos, penunbras que precisam ser respeitadas enquanto os olhos se preparam para abrir as cortinas, para o acolhimento do sol que, se chega inundando o ‘quarto próprio’ antes do tempo necessário da hibernação nos dias de névoa e recolhimento, é capaz de cegar, de assustar olhos sombrios, de arrancar da cama quem ainda necessita da experiência – esta também humana – de imobilidade” (p. 339)

04/12/2025

Ao longo de meu percurso na clínica pude constatar o efeito potente do cuidado, tanto através da minha própria análise pessoal, quanto acompanhando meus pacientes em suas transformações.
 
Muitas pessoas que iniciam um processo analítico podem trazer marcas da falta de cuidado ao longo da vida, os efeitos dessa falta podem ser diversos, desde a reatividade defensiva, ou a exposição constante a perigos e relações abusivas.

Existem muitas outras formas desses efeitos se expressarem, mas observo que há um desejo comum no bojo dessas expressões, que é o desejo de encontro com o cuidado, mas comumente esse não vem, repetimos os desencontros, na ânsia pelos encontros.
 
Geralmente é dentro de uma relação que adoecemos, mas é também na relação onde há o potencial de cura, elaboração, cicatrização. Vivo isso na análise, vivo isso com meus pacientes.

O cuidado é persistente, resiste aos momentos de turbulência e deserto. O cuidado é uma trama que as vezes precisa ser tricotada internamente e isso vai acontecendo nas experiências emocionais de cuidado vividas na relação entre paciente e analista. Cada experiência fortalece o ponto, que fortalece a trama, que constrói um “eu”.
 
“Primeiro, como diz Anna Freud, constrói-se a casa, primeiro como diz Klein, introjeta-se o seio bom; primeiro, como diz Bion, é necessário ter um continente adequado; primeiro, como diz Bowlb, deve-se ter uma base segura” (Alvarez, 2021, p. 192)
 
“Vida que recebe cuidado,
cresce e amplia.
Vida que recebe cuidado,
floresce lindamente”
 
É muito bom ver os efeitos do cuidado florescerem ao longo do percurso analítico ❤️🌹🌸

Encerramento das atividades de 2026 do grupo de estudos psicanalíticos ENTRELaços._Muito obrigada amigas queridas pela c...
29/11/2025

Encerramento das atividades de 2026 do grupo de estudos psicanalíticos ENTRELaços.
_
Muito obrigada amigas queridas pela companhia em mais esse ano. Vocês são um presente em minha vida. É muito boa a liberdade e intimidade que recheiam nossos encontros que tanto me abastecem.
_
Vida longa à ENTRElaços❤️❤️❤️❤️❤️
Compartilho com vocês os versos de Milton Nascimento que ganhamos de presente da .angelicacalaresi

“Se você quiser transformar
O Ribeirão em braço de mar
Você vai ter que encontrar
Aonde nasce a fonte do ser”

Quem sabe isso quer dizer amor - Milton Nascimento
angelicacalaresi


Recentemente, acompanhei minha filha mais nova, de 10 anos, no Campeonato Paranaense de Ginástica Rítmica. Posso dizer q...
10/09/2025

Recentemente, acompanhei minha filha mais nova, de 10 anos, no Campeonato Paranaense de Ginástica Rítmica. Posso dizer que foi uma experiência de muito aprendizado para mim. Imagino que, para minha filha, para as outras ginastas e para as mães também tenha sido.



Mas quero falar um pouco sobre esse lugar de apoio, de plateia, que ocupei nesses dias e que penso ser muito importante para o desenvolvimento de um filho. Refiro-me à importância da entrada de outras pessoas na vida de nossos filhos, nesse espaço secundário que os pais vão ocupando à medida que eles crescem.



Nessa viagem, a referência principal para os combinados e regras vinha da técnica: horário de saída, onde comer, o que as crianças podiam ou não comer. Eu e as outras mães apenas acompanhávamos. Inclusive, não ficávamos com nossas filhas nos quartos do hotel.



Isso me fez pensar no quanto é importante abrir mão desse protagonismo na vida dos filhos, permitindo que outras referências de cuidado entrem, que outros vínculos sejam valorizados para além da figura dos pais.



A técnica, com sua sensibilidade, sabia exatamente como falar com cada menina ao pé do tapete, minutos antes da competição: incentivava, dava bronca, carregava no colo, enxugava lágrimas e vibrava de alegria. As amigas de tapete incentivavam-se mutuamente, vibravam com as conquistas e se condoíam diante das dificuldades que presenciavam. E as mães que estavam presentes também se apoiavam entre si: chorávamos de alegria, nos preocupávamos e nos ajudávamos a tolerar o fato de estar na plateia, quando, muitas vezes, a vontade era pegar a filha e sair correndo do ginásio.



Essas vivências reforçam, para mim, a importância de os pais aprenderem a tolerar ficar de fora, permanecer na plateia, para que os filhos possam assumir o protagonismo no palco de suas próprias vidas.



Recomendo a leitura do capítulo 7 (disponível no link da minha bio) do livro A tragicidade do existir – diálogos entre mitos gregos e psicanálise, em que abordo essa questão dos lutos dos pais na adolescência dos filhos.

21/08/2025

Neste vídeo falo sobre a escrita do meu capítulo no livro organizado pelo psicólogo .arndt.psi
Mães psicanalistas - Entrelaçamentos entre a vida e a clínica.

O título do meu capítulo é: Maternidade – uma dança relacional singular
“Falar sobre maternidade para mim é entrar em território de ambivalências e turbulências emocionais. Pensei em começar com algumas perguntas: o que dizer sobre ser mãe? De que lugar posso falar da maternidade? Do lugar de mãe das minhas filhas? Do lugar de filha da minha mãe? Será possível falar de um único lugar? E na clínica, como as questões referentes à maternidade me impactam? Quando a psicanálise me salvou no meu maternar e quando ela me atrapalhou? Não tenho pretensão de responder de maneira fechada essas perguntas, mas pretendo ampliar algumas questões a partir delas” (pag. 35)

Convido vocês a participar do evento de lançamento oficial do livro que será dia 22 de agosto na EPPM Escola de Psicoterapia Psicanalítica de Maringá às 18:30. O evento será presencial, porém haverá transmissão simultânea, então quem é de fora também pode acompanhar.

18:30 Evento de pré-lançamento: “Pensando as funções cuidadoras na paternidade e paternidade”

20:00 Conversa com as autoras sobre seus capítulos, suas experiências e processos de escrita

Será uma alegria contar com a presença de vocês. Até lá.



Endereço

Maringá, PR
87030050

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