30/12/2025
O quanto estamos distante de nós mesmos, imagine do outro. Esses dias ouvi uma conversa entre dois jovens e resolvi escrever esse post, tente ler até o final rs.
Era sobre o quanto as pessoas perderam em algum momento a prática do conversar, do olhar, do paquerar. Hoje para você chegar próximo de alguém, você pesquisa no Instagram, TikTok, ou pede o telefone para conversar no whatsapp.
Estamos cada vez mais conectados — e, paradoxalmente, mais distantes.
Conversamos por telas, reagimos com emojis, nos protegemos atrás de mensagens editadas.
Mas o encontro olho no olho… tem sido evitado.
O contato físico, a presença real, o silêncio compartilhado e até o desconforto do outro revelam algo que as redes não conseguem filtrar: a verdade do vínculo. Vinculo??? Acredito que as pessoas pensam o que é isso? Será que tenho vínculo com as pessoas pela rede social? Algo a se pensar não é mesmo.
Relacionar-se exige risco. Exige ser visto, ouvido, envolvido. Nas redes, é possível desaparecer quando algo incomoda.
Na vida, o outro nos convoca e provoca— e isso assusta e distância. Talvez a dificuldade não esteja em criar vínculos, mas em sustentar a presença. Em permitir que o laço exista para além da tela, com imperfeições, pausas, frustrações, humanidade.
Cuidar da forma como nos relacionamos também é um ato de cuidado consigo. Porque nenhum “like” substitui o calor de um encontro verdadeiro.
F**a a dica: precisamos olhar, sentir, admirar as coisas boas da vida, tente pesquisar quantas horas de tela você está tendo por dia e principalmente o que você anda assistindo nas telas, aí partir daí você irá ver o quanto de tempo muitas vezes está sendo desperdiçado. Fiz isso em sala com meus alunos e o resultado foi surpreendente.