Verônica Dieguez - Psicóloga para Pais e Filhos

Verônica Dieguez - Psicóloga para Pais e Filhos Comunidade dedicada a afetividade da família, buscando o equilíbrio e a melhoria da comunicação

Comunidade dedicada a afetividade da família, buscando o equilíbrio, a melhoria da comunicação e a alfabetização emocional de forma leve e saudável.

01/01/2026

Muitas pessoas tentam emagrecer evitando emoções.
Mas o corpo cobra aquilo que não é sentido.

Na psicologia comportamental, emoções não desaparecem quando ignoradas —
elas mudam de forma.

Quando não encontram espaço, podem aparecer no corpo, no comer, no cansaço crônico.
Emagrecer emocionalmente é aprender a reconhecer emoções sem fugir delas.
É criar repertório para lidar com frustração, vazio e ansiedade
sem usar a comida como anestesia.

O peso que mais cansa
não é o do corpo.
É o emocional.

💬 Essa série fez sentido para você?
💾 Salve e acompanhe os próximos posts.





01/01/2026

Que este novo ano não comece com a pressão de “ser alguém melhor”,
mas com o convite gentil de se conhecer melhor.

Talvez 2025 tenha deixado marcas, cansaços, silêncios e aprendizados difíceis.
E está tudo bem. A vida não evolui em linha reta — ela se constrói em processos.

Como psicóloga comportamental, desejo que 2026 seja um ano de consciência,
onde você observe seus pensamentos com mais curiosidade do que julgamento,
suas emoções com mais acolhimento do que culpa,
e seus comportamentos com mais intenção do que automatismo.

Que você aprenda a respeitar seus limites,
a celebrar pequenas mudanças
e a entender que crescer, muitas vezes, é desaprender padrões que já não servem.

Que 2026 seja menos sobre cobrança
e mais sobre escolhas conscientes.
Menos sobre perfeição
e mais sobre coerência com quem você é.

Seguimos juntos. Um passo de cada vez. 🤍

✨ Feliz Ano Novo! ✨

Consciência Terapia AnoNovoComSentido

31/12/2025

Quanto mais rígido o controle, maior a chance de perda de controle depois.
Isso não é falha pessoal.
É efeito rebote comportamental.

Na TCC, entendemos que padrões extremos mantêm ciclos disfuncionais.
Restrição excessiva aumenta a sensibilidade emocional e fisiológica à comida.

O corpo reage ao controle como reage à ameaça:
buscando escapar.

Por isso, emagrecer não é apertar mais.
É flexibilizar com consciência.
Trabalhar o emagrecimento emocional é sair da lógica do tudo ou nada
e construir uma relação mais segura com o próprio corpo.

💬 Você vive entre controle e culpa?
💾 Salve este post para lembrar disso.

#️⃣





autocompaixao

30/12/2025

Para muitas pessoas, a comida não é só alimento.
É pausa.
É silêncio interno.
É o único momento do dia em que não precisam dar conta de tudo.

Na psicologia comportamental, quando uma ação gera alívio consistente, ela tende a se repetir.
E comer, especialmente alimentos altamente palatáveis, cumpre bem essa função.

Se descansar emocionalmente nunca foi permitido,
o corpo cria atalhos.

Por isso, pedir apenas “controle” não funciona.
O que falta não é disciplina — é descanso emocional legítimo.

Enquanto a vida for vivida no modo sobrevivência,
o corpo continuará buscando compensações.

Emagrecer emocionalmente é aprender a descansar sem culpa.

💬 A comida virou seu refúgio?
💾 Salve este post para refletir com mais cuidado.





29/12/2025

Muitas pessoas comem tentando resolver algo que não é físico.
Cansaço emocional.
Solidão.
Tensão acumulada.
Sensação de nunca ser suficiente.

Na psicologia comportamental, a fome emocional é entendida como uma resposta aprendida.
Sempre que comer reduz o desconforto — mesmo que por minutos — o comportamento é reforçado.

Não é falta de força de vontade.
É aprendizado.

Se, ao longo da vida, você precisou se controlar demais, se calar ou se ajustar para pertencer, o corpo pode usar a comida como espaço de compensação.

Por isso, dietas rígidas falham.
Elas tentam eliminar o comportamento sem cuidar da função que ele exerce.

Emagrecer emocionalmente é aprender novas formas de acolher o que dói,
sem usar o corpo como campo de batalha.

💬 Você já percebeu esse tipo de fome?
💾 Salve para observar seus padrões com mais gentileza.





autocuidado

29/12/2025

Quando o corpo vive em estado constante de alerta, ele procura saídas.
Nem sempre conscientes. Nem sempre saudáveis.

Na psicologia comportamental, entendemos que comportamentos de alívio emocional surgem para reduzir desconfortos internos.
Se relaxar não é possível, aliviar vira necessidade.

Comer pode se tornar uma dessas estratégias.
Não por fome física, mas porque a comida oferece algo imediato: pausa, conforto, previsibilidade, sensação de controle.

Para quem passou a vida inteira se adaptando, engolindo emoções ou sustentando tensões invisíveis, o alimento pode virar o único lugar onde o corpo finalmente solta — ainda que por pouco tempo.

O problema não é a comida.
O problema é quando ela se torna a principal forma de regulação emocional.

Enquanto a raiz da tensão não é cuidada, o ciclo se repete:
tensão → comida → alívio → culpa → mais tensão.

Emagrecer, nesses casos, não começa no prato.
Começa na segurança emocional.

💬 Isso faz sentido para você?
💾 Salve para reler quando a vontade de comer vier sem fome.





saudemental

28/12/2025

O corpo aprende antes da mente.
Antes mesmo de você conseguir explicar, ele já sabe onde precisa ficar em alerta.

Na psicologia comportamental, entendemos que nossas respostas emocionais são moldadas pela repetição das experiências.
Se, ao longo da vida, determinados ambientes estiveram associados a críticas, imprevisibilidade emocional, cobranças excessivas ou necessidade constante de agradar, o organismo aprende que ali não é seguro relaxar.

Isso não acontece porque alguém “decidiu” sentir assim.
É um aprendizado silencioso, construído toda vez que o corpo precisou se contrair para evitar dor emocional.

Por isso, mesmo em situações aparentemente tranquilas, surgem reações automáticas:
tensão, respiração curta, necessidade de se explicar, dificuldade de descansar ou sensação de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento.

O corpo não está exagerando.
Ele está sendo coerente com a história que viveu.

Quando esse padrão se mantém por muito tempo, a pessoa pode buscar alívio em estratégias rápidas de regulação emocional — como evitar, controlar excessivamente ou compensar de outras formas o que não consegue relaxar internamente.

Aprender a relaxar, nesse caso, não é simplesmente “se acalmar”.
É construir, aos poucos, novas experiências de segurança emocional.

E isso também é um processo terapêutico.

💬 Você reconhece esse estado de alerta constante?
💾 Salve este post para compreender melhor suas reações.





28/12/2025

Para algumas pessoas, a sensação de alívio não vem da distância em si,
mas da ausência de um padrão emocional que sempre exigiu demais.

Na psicologia comportamental, entendemos que o corpo aprende onde é seguro relaxar.
Se, ao longo da vida, a convivência familiar foi marcada por críticas, cobranças constantes, invalidação emocional ou necessidade de se adaptar o tempo todo, o organismo passa a associar proximidade com tensão.

Por isso, mesmo sem conflitos explícitos, estar perto pode ativar sensações antigas:
aperto no peito, vigilância, medo de decepcionar, vontade de se explicar ou de voltar a caber em versões antigas de si.

O afastamento, nesse contexto, funciona como um comportamento de esquiva.
Não é planejado nem racionalizado.
Ele é reforçado cada vez que a distância traz alívio emocional.

Respirar melhor longe não significa ausência de amor.
Significa que, naquele vínculo, ainda não foi possível existir com leveza.

O que muitas pessoas precisam não é se afastar para sempre,
mas reconstruir a relação em outras bases — com limites, novos acordos e mais segurança emocional.

💬 Essa sensação já foi familiar para você?
💾 Salve este post para entender melhor suas reações.





28/12/2025

Muitas pessoas aprenderam, desde cedo, que dizer “não” ameaça o vínculo.
Que colocar limites machuca, afasta ou faz o outro sofrer.
E, por isso, crescem tentando se adaptar — mesmo quando isso custa demais.

Na psicologia comportamental, entendemos que o medo de rejeitar não surge do nada.
Ele é aprendido em contextos onde o afeto estava condicionado à obediência, à disponibilidade constante ou ao silêncio diante do desconforto.

Quando alguém começa a colocar limites depois de anos se anulando, o corpo reage com culpa.
Não porque o limite é errado, mas porque ele quebra um padrão antigo de funcionamento da relação.

Limites não são punição.
São tentativas de tornar o vínculo mais seguro.

Eles mostram até onde você consegue ir sem se perder.
Protegem sua saúde emocional.
E evitam que o amor se transforme em ressentimento silencioso.

Quando o outro reage ao seu limite como se fosse rejeição, isso diz mais sobre a dificuldade dele em lidar com frustrações do que sobre a sua intenção.

Colocar limites não é afastar por falta de amor.
É se aproximar com mais honestidade.

💬 Você já se sentiu culpada por colocar um limite?
💾 Salve este post para reler quando o medo aparecer




27/12/2025

Muitas pessoas crescem acreditando que amar é se adaptar, engolir o desconforto e silenciar partes de si para manter o vínculo.
E, aos poucos, passam a normalizar relações que doem — não porque querem, mas porque foi assim que aprenderam a amar.

Quando o amor vem acompanhado de medo, tensão constante, culpa ou necessidade de se explicar o tempo todo, algo importante está sendo confundido.
Na psicologia comportamental, entendemos que aquilo que se repete nos ensina o que é “normal”, mesmo quando machuca.

Se, ao longo da vida, o afeto foi condicionado à obediência, ao desempenho ou à ausência de conflito, o corpo aprende que segurança emocional exige esforço excessivo.
E então, relações que exigem menos luta passam a parecer estranhas — quase erradas.

Por isso, algumas pessoas permanecem em vínculos que drenam.
Não por fraqueza, mas porque o amor sempre veio com custo emocional.

Mas amor saudável não exige que você diminua quem é.
Não pede que você viva em alerta.
Não cobra que você abandone seus limites para merecer pertencimento.

Quando amar dói o tempo todo, o problema não é sensibilidade demais.
É a ausência de segurança emocional.

E aprender a reconhecer isso também é um processo terapêutico.

💬 Essa frase fez sentido para você?
💾 Salve para reler quando confundir amor com sofrimento.





saudemental

27/12/2025

Muitas pessoas chegam à vida adulta acreditando que algo nelas está fora do lugar.
Não porque tenham feito algo errado, mas porque mudaram — e a mudança não foi acompanhada pelos vínculos mais antigos.

Quando crescer significou questionar, se posicionar, escolher diferente ou colocar limites, é comum que a culpa apareça.
Ela surge como um resquício de uma história em que agradar, ceder e se adaptar eram formas de manter o vínculo seguro.

Na psicologia comportamental, entendemos que comportamentos são moldados pelo contexto.
Se, por muito tempo, ser aceita exigiu não contrariar, não decepcionar e não se diferenciar, amadurecer passa a ser vivido como ameaça — não como conquista.

Por isso, mesmo decisões saudáveis podem vir acompanhadas de desconforto emocional.
Você sente que cresceu, mas algo dentro ainda pergunta se “poderia ter sido diferente”, se “não foi dura demais”, se “não exagerou”.

Esse conflito não é sinal de erro.
É sinal de transição emocional.

Amadurecer é aprender a sustentar quem você se tornou, mesmo quando isso quebra expectativas antigas.
E isso exige coragem emocional.

💬 Você já se sentiu assim em alguma fase da vida?
💾 Salve este post para reler quando a culpa aparecer.





26/12/2025

Algumas culpas aparecem exatamente quando você começa a mudar.
Quando deixa de ocupar o mesmo lugar, atender às mesmas expectativas ou sustentar papéis antigos.

Essa culpa não pede punição.
Ela pede reflexão.

Crescer emocionalmente envolve tolerar o desconforto de não corresponder mais a tudo o que esperavam de você.
E isso dói — mas também liberta.

Nem toda culpa precisa ser obedecida.
Algumas apenas sinalizam amadurecimento

💾 Salve se esse texto te acolhe.

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