Fisioterapia Oncológica

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Este é um ambiente idealizado para fisioterapeuta e estudantes de fisioterapia, tem como objetivo oferecer conhecimento de qualidade em oncologia para ajudar na formação de profissionais competentes e melhorar o atendimento aos pacientes com câncer.

As desigualdades no câncer são persistentes e se manifestam desde a investigação inicial até o final do tratamento. Elas...
30/01/2026

As desigualdades no câncer são persistentes e se manifestam desde a investigação inicial até o final do tratamento. Elas geram lacunas evitáveis na qualidade de vida, evidenciando que pacientes com maiores necessidades nem sempre recebem o suporte necessário para superar barreiras sociais e econômicas.

Metodologia 🔍
Esta análise revisou 57 intervenções avaliadas em experimentos controlados entre 2005 e 2024, com foco em tumores sólidos em adultos residentes em países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

Contexto Geográfico 📍
A maioria das pesquisas (84,2%) foi realizada nos Estados Unidos, além de estudos conduzidos na União Europeia, Oceania e América Central e do Sul. Ressalta-se que desigualdades no acesso ao cuidado ideal persistem mesmo em países com sistemas de saúde públicos e universais.

Resultados Expandidos 📊
A análise revelou que 89,5% das ações concentram-se no rastreio, com pouco investimento nas etapas de diagnóstico e tratamento. Quase todas as intervenções (98,2%) abordam apenas três tipos de câncer: colorretal, mama e colo do útero. As disparidades mais frequentemente enfrentadas relacionam-se à etnia (64,9%) e a fatores econômicos (38,6%), havendo poucas ações voltadas à idade ou orientação sexual. Embora 68,4% das iniciativas tenham apresentado benefícios, estratégias comunitárias mostraram maior eficácia (76,9%) em comparação às intervenções focadas apenas no indivíduo. Além disso, a maioria das ações busca modificar comportamento e conhecimento do paciente por meio de oficinas e materiais impressos, sem enfrentar barreiras estruturais na oferta dos serviços de saúde.

Conclusão 💡
Há uma clara limitação na diversidade das abordagens. Futuras estratégias devem priorizar a entrega equitativa dos serviços e a ampliação dos cuidados paliativos, reduzindo o ônus individual e promovendo mudanças estruturais no sistema de saúde.

Referência:
Safari, Wende C et al. Characteristics of interventions aimed at reducing inequalities along the cancer continuum: A scoping review. International Journal of Cancer, 157(6), 1043–1054, 2025. doi:10.1002/ijc.35478

O tratamento contra o câncer desafia médicos e pacientes a equilibrar a intensidade das terapias com a manutenção da qua...
28/01/2026

O tratamento contra o câncer desafia médicos e pacientes a equilibrar a intensidade das terapias com a manutenção da qualidade de vida. A prática regular de exercícios físicos traz benefícios reais para a saúde mental, o sono e o funcionamento do coração. Mais do que isso, a atividade física moderada pode atuar diretamente no fortalecimento do sistema de defesa do corpo durante esse período. 🏃‍♀️✨

🔬 Metodologia
Para investigar esse impacto, pesquisadores acompanharam 49 pacientes com tumores sólidos em tratamento quimioterápico. Um grupo participou de um programa de exercícios monitorados online, realizado três vezes por semana durante uma hora, com supervisão profissional e treinos aeróbicos adaptados para o ambiente doméstico. O outro grupo seguiu apenas o tratamento médico convencional sem intervenção adicional de atividade física. 💻🏡

📊 Resultados Relevantes
Embora a quimioterapia reduza drasticamente as células de defesa, o exercício fez uma diferença significativa. O grupo que se exercitou manteve níveis estáveis de linfócitos, enquanto o grupo que não treinou sofreu uma queda de 23% nessas células. Além disso, houve um aumento significativamente maior de linfócitos do tipo B, responsáveis pela produção de anticorpos, especificamente nos pacientes que mantiveram a rotina ativa. 📉🚫➡️📈✅

💡 Conclui-se que a atividade física controlada ajuda a estabilizar e proteger células vitais do sistema imunológico durante a quimioterapia. Essa prática demonstra ser uma estratégia promissora para ser integrada aos protocolos oficiais de tratamento, favorecendo a recuperação e o bem-estar dos pacientes. 🌟🏥

Referência: Michal, Rihacek et al. “The impact of supervised and home exercise activity intervention on circulating immune cell numbers in cancer patients.” Heliyon vol. 10,20 e39320. 12 Oct. 2024, doi:10.1016/j.heliyon.2024.e39320

Uma revisão sistemática publicada na revista Cancer Epidemiology analisou evidências científicas sobre a relação entre f...
23/01/2026

Uma revisão sistemática publicada na revista Cancer Epidemiology analisou evidências científicas sobre a relação entre frequência e padrão de consumo de álcool e o risco de câncer em adultos nos Estados Unidos.

🔬 Metodologia
Foi realizada uma revisão sistemática seguindo protocolos reconhecidos (Arksey & O’Malley e recomendações do Joanna Briggs Institute). Foram analisados 62 estudos observacionais, principalmente estudos de coorte e caso-controle, que avaliaram diferentes padrões de consumo alcoólico ao longo do tempo e a incidência de câncer.

Os estudos incluídos compararam não consumidores, bebedores ocasionais (“sociais”), consumo moderado e consumo elevado, considerando ajustes para fatores de confusão como idade, tabagismo, índice de massa corporal e comorbidades. A análise buscou identificar padrões consistentes e relações dose-resposta, ou seja, se o risco aumenta conforme a frequência ou a quantidade de álcool consumida.

📊 Principais achados
• O consumo de álcool esteve associado a maior risco de vários tipos de câncer, incluindo mama, colorretal, fígado e tumores do trato aerodigestivo superior.
• Mesmo níveis baixos ou moderados de consumo, frequentemente considerados “seguros”, mostraram associação com aumento de risco quando comparados a não consumidores.
• Muitos estudos observaram relação dose-resposta, indicando que o risco cresce conforme aumenta a frequência ou a quantidade ingerida.
• Fatores como obesidade, tabagismo e condições socioeconômicas podem intensificar os efeitos do álcool na carcinogênese.

🧠 Mensagem central
O estudo reforça que não existe consumo de álcool totalmente isento de risco para câncer. Reduzir ou evitar o consumo deve ser considerado uma estratégia relevante de prevenção oncológica, inclusive para pessoas que bebem apenas “socialmente”.

Referência: Abraham I, et al. A systematic review on the risk of developing cancer and frequency of alcohol consumption behaviors in US adults. Cancer Epidemiol. 2025;99:102956. doi:10.1016/j.canep.2025.102956.

O câncer em estágio avançado frequentemente reduz a capacidade funcional e a mobilidade do indivíduo, dificultando a rea...
20/01/2026

O câncer em estágio avançado frequentemente reduz a capacidade funcional e a mobilidade do indivíduo, dificultando a realização de atividades básicas do cotidiano. Essa perda de independência pode gerar um ciclo vicioso de dor, fadiga e sofrimento emocional para o paciente e sua família. Por isso, o uso de intervenções que não dependem de medicamentos tem ganhado destaque na reabilitação oncológica.

🔬 Metodologia: Para entender o que realmente funciona, os pesquisadores realizaram uma revisão sistemática de 38 estudos que envolveram 2.464 adultos com câncer avançado. Foram analisadas diversas abordagens, com foco principal em exercícios físicos e técnicas de eletroterapia para melhorar a capacidade de movimento.

📈 Resultados Relevantes: Os achados mostram que o movimento é um remédio poderoso: ✅ O exercício físico, especialmente quando combina treinos aeróbicos e de resistência, melhorou a mobilidade na maioria dos casos avaliados.

✅ A estimulação elétrica neuromuscular também se mostrou eficaz para aumentar a capacidade de caminhada e a função física.

✅ Intervenções realizadas no domicílio ou por meio de suporte remoto ajudam a superar barreiras como a distância geográfica e dificuldades de transporte até os centros de saúde.

💡 Conclusão: A ciência confirma que o exercício e a estimulação elétrica neuromuscular são fundamentais para otimizar a mobilidade de pacientes com câncer avançado. O desafio para o futuro é tornar esses serviços mais inclusivos, adaptáveis às necessidades individuais e acessíveis a todas as populações.

Referência: Petrasso C, Bayly J, Arculeo S, Bowers M, Costi S, Nottelmann L, Turola E, Vanzulli E, Maddocks M. Non-pharmacological interventions targeting mobility among people with advanced cancer: a systematic review. Support Care Cancer. 2024 Aug 5;32(9):569. doi: 10.1007/s00520-024-08767-x. PMID: 39102127; PMCID: PMC11300630.

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20/01/2026

O upgrade que a sua carreira na Fisioterapia precisava chegou! 🚀

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Pacientes que sobrevivem mais de um ano após o tratamento de metástases cerebrais representam um grupo crescente na onco...
16/01/2026

Pacientes que sobrevivem mais de um ano após o tratamento de metástases cerebrais representam um grupo crescente na oncologia. Com o aumento da sobrevida, torna-se essencial equilibrar controle tumoral, preservação cognitiva e qualidade de vida 🎗️.

Este estudo comparou a Radiocirurgia Estereotáxica (RE) com a Radioterapia de Cérebro Total (RCT) em sobreviventes de longo prazo, avaliando função cognitiva, qualidade de vida e controle da doença.

🔬 Como o estudo foi feito

Trata-se de uma análise secundária de um ensaio clínico randomizado de fase 3, conduzido em 48 centros nos EUA e Canadá. Foram incluídos 54 pacientes com 1 a 4 metástases cerebrais, com pelo menos uma lesão ressecada cirurgicamente. Os participantes receberam RE isolada ou RCT, com seguimento prolongado.

📊 Principais resultados

A Radiocirurgia Estereotáxica esteve associada a menor deterioração cognitiva em todas as avaliações. Entre 37% e 60% dos pacientes do grupo RE apresentaram declínio cognitivo, comparado a 75%–91% no grupo tratado com radioterapia de cérebro total 🧠⬇️.
Além disso, maior perda cognitiva esteve diretamente relacionada a pior qualidade de vida global.

🎯 E o controle tumoral?

A RE também demonstrou melhor controle intracraniano em 12 meses (81,5%), em comparação à RCT (40,7%), evidenciando um equilíbrio favorável entre eficácia oncológica e preservação cognitiva.

💡 Implicações clínicas

A Radiocirurgia Estereotáxica isolada se consolida como estratégia preferencial para sobreviventes de longo prazo, visando preservar cognição e qualidade de vida. A radioterapia de cérebro total poderá ter papel futuro caso seus efeitos tardios sejam reduzidos.

Palmer JD, Klamer BG, Ballman KV, et al. Association of Long-term Outcomes With Stereotactic Radiosurgery vs Whole-Brain Radiotherapy for Resected Brain Metastasis: A Secondary Analysis of The N107C/CEC.3 Randomized Clinical Trial. JAMA Oncol. 2022;8(12):1809–1815. doi:10.1001/jamaoncol.2022.5049

A radioterapia é um tratamento localizado essencial para cerca de metade dos pacientes com câncer, mas pode estar associ...
13/01/2026

A radioterapia é um tratamento localizado essencial para cerca de metade dos pacientes com câncer, mas pode estar associada a sintomas como fadiga, fraqueza e piora da qualidade de vida. Evidências sugerem que a atividade física pode atenuar efeitos colaterais relacionados ao câncer e ao tratamento.

Esta Revisão Sistemática da Cochrane avaliou os benefícios da inclusão de programas de exercício supervisionado ao tratamento padrão para adultos que recebem apenas radioterapia, sem terapias sistêmicas adjuvantes (como quimioterapia). Foram analisados três ensaios clínicos randomizados, totalizando 130 participantes com câncer de mama ou próstata. Os programas de exercício incluíram aquecimento, caminhada em esteira, alongamento e exercícios de fortalecimento.

Benefícios Evidenciados:
Embora a certeza da evidência seja geralmente baixa, os estudos relataram resultados favoráveis aos grupos que praticaram exercícios.

• Fadiga: Os três estudos mostraram redução da fadiga nos grupos de exercício, enquanto os grupos controle apresentaram manutenção ou piora do sintoma 💪.
• Desempenho físico: Dois estudos indicaram possível melhora do desempenho físico, e todos relataram escores de mudança favoráveis ao grupo de exercício.
• Qualidade de vida e bem-estar: Houve melhora nos escores de qualidade de vida e nos aspectos psicossociais, como sintomas depressivos, nos grupos que realizaram exercícios.
• Segurança: Dois estudos monitoraram eventos adversos e não relataram ocorrências associadas ao exercício, sugerindo segurança da intervenção durante a radioterapia ✅.

Conclusão:

Intervenções de exercício são viáveis e podem trazer benefícios físicos e psicológicos, além de reduzir a fadiga em pacientes com câncer de mama e próstata submetidos exclusivamente à radioterapia. No entanto, estudos maiores e de alta qualidade ainda são necessários para fortalecer as evidências e orientar a prática clínica 💡.

Trommer, Maike et al. “Exercise interventions for adults with cancer receiving radiation therapy alone.” The Cochrane database of systematic reviews vol. 3,3 CD013448. 13 Mar. 2023, doi:10.1002/14651858.CD013448.pub2

A radioterapia é fundamental no tratamento do câncer, mas seus efeitos não terminam quando o tratamento acaba 🎗️. Meses ...
09/01/2026

A radioterapia é fundamental no tratamento do câncer, mas seus efeitos não terminam quando o tratamento acaba 🎗️. Meses ou até anos depois, alguns pacientes podem desenvolver sequelas crônicas induzidas pela radiação, que impactam diretamente a qualidade de vida.

Entre essas condições estão a osteonecrose, fibrose cutânea, cistite por radiação e proctite, desafios frequentes na fase de sobrevivência ao câncer ⚠️.

🔬 O que a ciência investigou?

Esta revisão analisou ensaios clínicos randomizados, estudos de coorte e dados da prática clínica para avaliar o papel da oxigenoterapia hiperbárica (OHB) como tratamento complementar dessas lesões tardias.

🧬 Como a oxigenoterapia hiperbárica atua?

A OHB aumenta a oferta de oxigênio aos tecidos lesionados, estimulando a angiogênese (formação de novos vasos) e a remodelação tecidual, combatendo a hipóxia típica das lesões por radiação.

📊 Principais achados:

• Em cistite por radiação, ensaios randomizados mostraram melhora significativa e sustentada dos sintomas urinários, com benefícios mantidos por até 5 anos.
• O número necessário para tratar foi de apenas 3 pacientes, indicando alta eficácia 🎯.
• Em casos de proctite por radiação refratária, houve melhora significativa das respostas de cura.
• A OHB também se destaca como terapia adjuvante na osteonecrose da mandíbula.

💡 Conclusão:

A oxigenoterapia hiperbárica se diferencia por modificar o curso da doença, e não apenas aliviar sintomas. As evidências atuais sustentam seu uso principalmente em cistite e proctite por radiação, com potencial benefício em outras sequelas, desde que integrada a um cuidado individualizado e multidisciplinar 🧑‍⚕️.

Dejonckheere, Cas Stefaan et al. “Hyperbaric oxygen therapy for chronic radiotherapy-related adverse effects: A clinically focused review.” CA: a cancer journal for clinicians vol. 76,1 (2026): e70058. doi:10.3322/caac.70058

O Comprometimento Cognitivo Pós-Câncer, que inclui déficits de memória, atenção e função executiva, é uma sequela do tra...
06/01/2026

O Comprometimento Cognitivo Pós-Câncer, que inclui déficits de memória, atenção e função executiva, é uma sequela do tratamento oncológico que pode persistir por até 2 anos após a terapia 😥. Esta Revisão Abrangente analisou 28 revisões sistemáticas e confirmou o exercício como a principal abordagem não farmacológica para o manejo dessa condição.

Resultados e Exercícios Chave 🎯:
1. Exercício Aeróbico (EA) 🏃‍♀️: Evidências de alta qualidade demonstram melhora significativa no desempenho em te**es neuropsicológicos objetivos.
◦ Efeitos: Melhora da memória (Teste de Aprendizagem Verbal de Hopkins, SMD = 0.65) e da velocidade de processamento (Teste de Trilha Parte A, SMD = −0.61).
◦ Mecanismo: Aumento da neuroplasticidade hipocampal.
◦ Protocolo típico: 3 a 5 sessões/semana, 30 minutos, intensidade moderada (60%–80% da reserva da frequência cardíaca).

2. Exercícios Mente-Corpo (Yoga, Tai Chi, Qigong) 🧘: Destacam-se na redução de queixas cognitivas subjetivas, com melhora na Avaliação Funcional da Terapia do Câncer – Função Cognitiva (SMD = 0.82), associada à regulação do eixo de estresse.

3. Treinamento Combinado (EA + Resistência) 🔥: Evidências preliminares sugerem efeitos sinérgicos na função cognitiva global (SMD = 0.45), com sessões entre 60 e 90 minutos.

4. Treinamento de Resistência (TR) 💪: Apresenta tendência de melhora da função executiva, porém ainda carece de evidências robustas para domínios cognitivos objetivos específicos.

Conclusão ✨: O exercício é componente essencial da reabilitação oncológica. Para otimizar os benefícios cognitivos, recomenda-se seguir as diretrizes do ACSM: 150 minutos semanais de EA moderado ou 75 minutos de alta intensidade, associados ao treinamento de resistência pelo menos duas vezes por semana. Pesquisas futuras devem focar no desenvolvimento de protocolos personalizados conforme o tipo de câncer e a fase do tratamento.

Hu, Chen et al. “Exercise Interventions in Cancer-Related Cognitive Impairment: An Umbrella Review.” American journal of physical medicine & rehabilitation vol. 104,12 (2025): 1162-1176. doi:10.1097/PHM.0000000000002848

✨ Um novo ano começa, e com ele a oportunidade de reconhecer o caminho percorrido. 🚀Cada conquista profissional nasce de...
01/01/2026

✨ Um novo ano começa, e com ele a oportunidade de reconhecer o caminho percorrido. 🚀
Cada conquista profissional nasce de estudo, dedicação e coragem para seguir mesmo quando os resultados ainda estão em construção. 📚💪

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🎆 Feliz Ano Novo! ✨🔬💻

Programas de exercício supervisionado são importantes no cuidado oncológico, mas barreiras como custo, tempo e deslocame...
30/12/2025

Programas de exercício supervisionado são importantes no cuidado oncológico, mas barreiras como custo, tempo e deslocamento limitam a participação dos pacientes 😥🏥.

O estudo investigou uma alternativa de baixo limiar: o automonitoramento da Atividade Física no Tempo Livre (LTPA) por 12 semanas, utilizando o aplicativo RunKeeper 📱🏃‍♀️, combinado com coaching remoto por fisioterapeutas 📞🧑‍⚕️em um ensaio clínico randomizado que incluiu 63 pacientes com ou após o câncer.

Resultados-chave:

A intervenção não resultou em melhora significativa da LTPA (desfecho primário) quando comparada ao cuidado usual. No entanto, foram observados efeitos positivos significativos em desfechos secundários autorrelatados:

• Função Emocional 🥳: Foi observada uma diferença significativa em favor do grupo de automonitoramento na função emocional após 12 semanas (P = 0,044).
• Insônia 😴: A intervenção mostrou um efeito positivo significativo na insônia após 12 semanas (P = 0,029).
• Autoeficácia 💪: No acompanhamento de 26 semanas, encontrou-se uma diferença significativa na autoeficácia a favor do grupo de intervenção (P = 0,040).

O automonitoramento e o coaching remoto podem ter contribuído para aumentar a autoconfiança dos pacientes na gestão do seu comportamento de atividade física.

Embora não tenha aumentado de forma significativa os níveis de atividade física, a combinação do uso de um aplicativo amplamente difundido para monitoramento da LTPA com o coaching telefônico por fisioterapeutas mostrou impacto positivo na qualidade de vida, no funcionamento emocional e no sono dos sobreviventes de câncer 🌱.

O eHealth (saúde digital) surge como uma solução promissora para apoiar comportamentos saudáveis em ambiente domiciliar supervisionado 🏠💻, reduzindo custos e eliminando a necessidade de deslocamento.

Ormel, Harm L et al. “Effects of self-monitoring physical activity with a smartphone application combined with physiotherapy coaching in patients with cancer: a randomised controlled trial (SMART-COACH trial).” Journal of Cancer Survivorship: Research and Practice. 15 Jul. 2025. doi:10.1007/s11764-025-01862-w

🎄 O Natal é tempo de encontros, abraços e mesas cheias. 🤍É quando sentimos, com mais intensidade, o valor de estar junto...
25/12/2025

🎄 O Natal é tempo de encontros, abraços e mesas cheias. 🤍

É quando sentimos, com mais intensidade, o valor de estar junto. ✨

Na oncologia, o cuidado acontece todos os dias para que esses momentos não sejam interrompidos. Cada atendimento especializado, cada plano terapêutico individualizado e cada decisão tomada em equipe têm um propósito comum: preservar a vida, promover qualidade e oferecer esperança a pacientes e suas famílias. 🩺💙

Falar de oncologia é falar de pessoas. É reconhecer histórias que continuam sendo escritas, vínculos que merecem permanecer e lugares que não podem ficar vazios à mesa. 🍽️🤝 É compreender que o tratamento vai além da doença, envolvendo acolhimento, escuta, técnica e humanidade.

Que neste Natal possamos celebrar a vida, valorizar o cuidado especializado em oncologia e renovar a esperança de que uma assistência qualificada continue transformando medo em confiança, fragilidade em amparo e ausência em presença. 🌟

🎄 Feliz Natal. Que o cuidado em oncologia siga ajudando a manter famílias juntas. ✨🤍

Endereço

R. Getulio Vargas, 409
Muriaé, MG
36884004

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