03/04/2026
Sexta-feira Santa.
A cruz.
Um símbolo de DOR, sim.
Mas, principalmente, de PROPÓSITO.
E eu penso muito nisso na minha vida.
Porque, todos os dias, eu vejo a dor de perto.
Vejo no olhar de quem acabou de receber um diagnóstico difícil.
Vejo no silêncio de quem ainda está tentando entender o que vem pela frente.
Vejo no medo, às vezes dito, às vezes escondido, da cirurgia, das mudanças, das possíveis marcas.
A de quem não se reconhece mais.
A de quem busca, na cirurgia facial, não apenas estética… mas reconexão.
Reconexão com a própria identidade.
Com a própria leveza.
Com a própria paz.
E, no fundo, sabe o que une todas essas histórias?
A VULNERABILIDADE.
A coragem de se entregar.
Porque confiar em alguém para cuidar do seu rosto… da sua saúde… da sua história…
não é pequeno.
É um ato de fé.
E é nesse ponto que medicina e fé se encontram.
Porque existem momentos em que o paciente precisa acreditar que, diante de cada risco, cada detalhe delicado, cada incerteza…
EU ESTAREI ALI.
Inteira.
Com técnica, sim.
Mas também com presença.
Com verdade.
Com respeito profundo pela história que está diante de mim.
A Sexta-feira Santa me lembra disso.
Que a dor não é o fim.
Que a cicatriz não é o ponto final.
Que aquilo que hoje assusta… pode, sim, carregar um propósito que ainda não é visível.
Nenhuma cicatriz define uma história.
Nenhum medo é maior do que a esperança.
Nenhuma sequela é capaz de apagar quem você é.
Se você está atravessando um momento difícil agora, um diagnóstico, uma cirurgia, uma mudança que te assusta — eu quero te lembrar de algo simples:
Você não precisa passar por isso sozinho.
Existe cuidado.
Existe caminho.
Existe recomeço.
E, às vezes…
é justamente na travessia mais difícil que a gente encontra uma nova forma de viver, de se ver e de seguir.
Que essa Sexta-feira Santa te traga serenidade para o agora,
coragem para o que vem pela frente
e fé para confiar no processo.
Porque, mesmo na dor… ainda existe propósito. ✨🙏🏻