Raniel Xavier Cirurgião

Raniel Xavier Cirurgião Vivendo a medicina na prática há 8 anos
⚕️CRM 9200/RN | RQE 5978

13/02/2026

Quando você passa um dreno de tórax, duas coisas podem acontecer…
E depois… mais duas coisas…
E depois… mais duas coisas…
E de repente você está preso num loop infinito da drenagem torácica 🤯🫁

✔️ Funcionou?
✔️ Não funcionou?
✔️ Está intrapleural?
✔️ Extrapleural?
✔️ Bem posicionado?
✔️ Mal posicionado?
✔️ Redrena?
✔️ Reposiciona?

Se você já se perdeu no meio desse raciocínio no plantão…
bem-vindo à vida real da cirurgia 😅

No fim, o que realmente importa é entender a combinação entre funcionamento e posição do dreno.
Um dreno pode até funcionar, mas estar mal posicionado.
E um dreno bem posicionado pode não estar funcionando como deveria.

É essa leitura conjunta que guia a conduta e evita redrenagens desnecessárias ou atrasos na decisão.

Salva esse post pra lembrar no próximo plantão
(e pra não entrar em looping mental às 3h da manhã).

🎬 Inspirado nos reels de:
🫁👊

11/02/2026

🎥 Dia de aula prática com os alunos do internato de medicina da UFRN!

Trabalhamos a técnica da drenagem de tórax com o Método SAFE DRAIN e eles treinaram no modelo SD, o melhor custo-benefício do mercado para simular a prática de forma realista e eficiente.

Mas se você não é aluno de medicina da UFRN, não precisa f**ar triste. Você também pode aprender drenagem de tórax comigo. É só dar uma olhada no link da minha bio!

28/01/2026

O diagnóstico de apendicite não é mais apenas clínico — e insistir nisso hoje pode ser arriscado.

A avaliação baseada só em anamnese e exame físico pode errar em até 20% dos casos. Mesmo escalas modernas, como a AIR, ainda apresentam taxas de erro relevantes.

A AIR (Acute Inflammatory Response) é uma escala clínica que combina sinais, sintomas e exames laboratoriais — como dor no quadrante inferior direito, defesa abdominal, febre, leucócitos e PCR — para estimar a probabilidade de apendicite. Apesar de útil como ferramenta de estratif**ação de risco, ela ainda erra cerca de 13% dos casos.

Na medicina moderna, a literatura só considera diagnóstico aceitável quando o erro é menor que 5%.

É por isso que a tomografia computadorizada se tornou o padrão-ouro. Com sensibilidade em torno de 97%, a TC confirma o diagnóstico e ainda faz o estadiamento da doença, diferenciando apendicite não complicada de casos com perfuração ou abscesso, o que muda completamente a conduta.

O ultrassom pode ser uma alternativa em cenários específicos, como crianças ou pacientes muito magros, mas é altamente dependente do operador. Já o raio-X de abdômen não tem mais papel no diagnóstico de apendicite.

Antes de dizer “é clínico”, vale a pergunta:
qual taxa de erro você está disposto a aceitar?

Se isso fez sentido pra você, salva esse post e manda pra quem ainda aprende apendicite como se imagem fosse opcional.

21/01/2026

Durante muito tempo, o apêndice foi tratado como um órgão vestigial.
Hoje, a ciência mostra outra história.
O apêndice:
• contém tecido linfoide abundante
• participa da maturação de linfócitos e produção de IgA
• atua como reservatório de bactérias comensais
• ajuda a restaurar a microbiota após diarreias e agressões intestinais
Há evidências de que sua presença está associada a menor gravidade de diarreias e possível vantagem evolutiva.
Embora seja possível viver sem ele, a apendicectomia pode alterar a microbiota intestinal e impactar a resposta imunológica em longo prazo.
Ou seja:
o apêndice não é inútil — ele só não é indispensável.
Se isso foi novo pra você:
👉 salva esse post
👉 envia pra um colega
👉 comenta: você já sabia disso?

16/01/2026

“EU SOU O CAPITÃO SAFE DRAIN.” 🫁🦸‍♂️
E sim… eu sou exigente mesmo. 😤

Minha missão é simples: não deixar dreno mal posicionado passar impune.

Não adianta me colocar torto, dobrado, basilar, fora do espaço pleural
e esperar que eu faça milagre.

📌 O básico bem-feito importa:
✔️ estar realmente no espaço pleural
✔️ boa orientação intrapleural
✔️ evitar dreno dobrado, em fissura ou apoiado no diafragma
✔️ nem profundo demais, nem raso demais

Na vida real, o dreno nem sempre f**a perfeito —
isso acontece com todo mundo.

Mas a diferença está aqui:
👉 saber onde ele deveria estar
👉 saber avaliar no RX
👉 e saber quando observar, ajustar ou intervir

A literatura mostra que mal posicionamento é uma das principais causas de falha da drenagem, aumentando redrenagem, reposicionamento e novos procedimentos.

Antes de perguntar:
“o dreno está funcionando?”
pergunta também:
👉 ele está no lugar certo?

Drenagem de tórax não é só passar o dreno.
É posicionar com técnica, intenção e responsabilidade.

Se o Capitão SAFE DRAIN já te poupou uma redrenagem mental, salva esse post.
E se quiser aprender isso na prática, o caminho está no link da bio. 🫁🔥

12/01/2026

Quer fazer mais procedimentos durante a graduação?
Então entende isso aqui 👇
✔️ Quem passa segurança, faz mais
✔️ Quem treina antes, é lembrado
✔️ Quem escolhe bem o rodízio, tem mais chance
Pouca gente fala, mas é real:
residentes mais experientes (R1 no fim do R1, R2, R3)
tendem a liberar mais procedimentos.
Se puder escolher, rodar na cirurgia mais pro fim do semestre
pode aumentar muito suas oportunidades.
Mas atenção:
ninguém libera procedimento pra quem não treinou antes.
Sutura, nós, instrumentação básica… tudo isso vem ANTES.
Procedimento não começa no paciente.
Começa no preparo.
Manda esse post pro colega que vive reclamando
que “nunca deixam ele fazer nada”.

01/01/2026

2025 foi um ano de aprendizado.
Antes de qualquer coisa, agradeço a Deus por cada oportunidade, proteção e direção ao longo do caminho.

Agradeço à minha família, que esteve presente, apoiando e sustentando mesmo nos dias mais corridos e cansativos.
E a vocês que me acompanham por aqui: obrigado por cada curtida, comentário, mensagem e troca. Nada disso faria sentido sem vocês.

Ainda estou engatinhando nesse mundo das redes sociais, aprendendo, errando, ajustando… mas com a vontade real de evoluir e entregar conteúdo que agregue, ensine e faça diferença.

Que 2026 seja um ano de ainda mais aprendizado, evolução e crescimento — como profissional, como criador e como pessoa.

Seguimos juntos. 🙏

30/12/2025

Esse dia f**ará para história! 🤣

29/12/2025

Seroma é uma das complicações mais comuns após hernioplastia com tela, por exemplo —
e também uma das que mais geram dúvida no pós-operatório.
Resumo prático 👇
• O que é?
Coleção de líquido seroso no leito cirúrgico, muito comum após cirurgias com criação de espaço morto ou uso de tela.
• Como o paciente se apresenta?
Abaulamento flutuante na cicatriz, geralmente sem dor, febre ou sinais sistêmicos.
• Como diagnosticar?
Na maioria das vezes, clinicamente.
USG ou TC ajudam quando há dúvida diagnóstica.
• Como tratar?
Conduta conservadora na maioria dos casos.
Aspiração apenas se for sintomático, persistente ou gerar complicações.
Saber diferenciar seroma de infecção ou hematoma evita intervenções desnecessárias — e problemas maiores depois.
👉 Você costuma observar ou aspirar de rotina?
Comenta aqui embaixo 👇
E salva esse post pra revisar no próximo pós-operatório.


27/12/2025

Hemotórax após cirurgia de revascularização miocárdica não é raro — e pode ser grave se passar despercebido.

As causas mais comuns incluem:
• Lesão de vasos torácicos (mamária interna, intercostais)
• Sangramento de aderências pleurais
• Complicações técnicas das anastomoses
• Coagulopatia no pós-operatório
• Uso de anticoagulantes e antiagregantes

O diagnóstico precoce com imagem e a drenagem torácica no momento certo fazem toda a diferença na evolução do paciente.

Se você atende enfermaria, UTI ou sala vermelha, isso não é detalhe — é conduta que salva paciente.

👉 Quer aprender drenagem torácica de forma prática, estruturada e segura?
Conheça o Curso Drenagem de Tórax para Clínicos (link na bio).

24/12/2025

Pense numa sensação boa! 🤣🤣

Endereço

Natal, RN

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