10/05/2020
Quem nunca sentiu um pouco de ciúme?
O post de hoje vai trazer o ciúme em sua forma excessiva, ou seja, patológico.
Se fossemos colocar o ciúme em forma de metáfora, seria exatamente um vírus, que quando manifestado causa sofrimento e traumas psicológicos.
“Amar não é crime, mas amar outra pessoa sem antes se amar é” – (Augusto Cury).
Sentimentos como insegurança e possessividade estão relacionados diretamente ao que chamamos de ciúme patológico. Quando essa junção é feita, os relacionamentos se desgastam e o término é algo possível.
Uma das principais características do ciúme patológico é a sua tendência de fazer interpretações errôneas sobre os acontecimentos ou fatos. Em geral, os pensamentos giram em torno do medo de que exista alguma infidelidade do companheiro(a).
Existe algum tratamento ou forma de lidar com o ciúme patológico?
Sim. A terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a reduzir o sofrimento através de algumas das técnicas. Veja abaixo:
1. Questione seus pensamentos com base em evidências reais;
2. De forma gradual, se exponha a situações que possam despertar o ciúme e, ao mesmo tempo, deixe de executar os comportamentos, reduzindo assim a ansiedade. Exemplo: Não mexer nas redes sociais do companheiro, não checar bolsos e mensagens;
3. Utilize técnicas de relaxamento muscular e respiração, isso diminuirá sua ansiedade e aumentará sua estabilidade;
4. Como o ciúme patológico tende a gerar raiva e explosões, treine para controlar estes sentimentos;
5. Aprenda a se relacionar de forma assertiva, sem ser agressivo e nem passivo, encontrando o equilíbrio;
6. Busque melhorar a comunicação e a interação do casal.
Acredite, o ciúme patológico tem tratamento. Pode parecer difícil, mas com dedicação você pode aprender a lidar e até mesmo supera-lo.
REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA
” CARVALHO, M. R.; MALAGRIS L. E. N.; RANGÉ B. P. Pisicoeducação em Terapia Cognitivo-Comportamental: ed. Sinopsys, 2019. 303pg