Consultório Dra Fernanda Pércope

Consultório Dra Fernanda Pércope Dra Fernanda Pércope é especialista em Pediatria e Gastroenterologia Pediátrica. Página dedicada

Dra Fernanda Pércope (CRM: 52822710) é Médica, formada pela Universidade Federal Fluminense em Niterói (2006), Especialista em Pediatria (CQE: 132679) e Gastroenterologia Pediátrica (CQE: 133814) pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Pediatria. Atuou como Professora Substituta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2013-2015) e, atualmente, é Membro do Comitê de Gastroenterologia Pediátrica da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro. Dra Fernanda tem se destacado no cenário médico em Niterói e no Estado do Rio de Janeiro, ministrando cursos e consultorias em Gastropediatria, além de inúmeras publicações em revistas e livros científicos. Mantém um Blog, espaço para informação e interação com o público em geral, com alcance nacional importante.

VOCÊ SABIA?Quando a criança começa a alfabetização, o cérebro trabalha dobrado.Novas conexões, novas demandas de atenção...
31/03/2026

VOCÊ SABIA?

Quando a criança começa a alfabetização, o cérebro trabalha dobrado.

Novas conexões, novas demandas de atenção, processamento visual intensif**ado…é literalmente um período de gasto energético maior.

Estudos de neuroimagem mostram que tarefas de leitura ativam áreas do córtex que aumentam o consumo de glicose e modulam hormônios relacionados à fome. Ou seja: durante esse período, é normal a criança sentir mais fome, procurar alimentos mais energéticos ou pedir lanches extras.

O cérebro do(a) seu filho(a) vai pedir mais combustível, é normal. Oferecer opções nutritivas nesse momento ajuda no foco, na memória e na calma.

Engolir comprimidos não é só questão de idade, é questão de maturidade neuromuscular e segurança emocional. Muitas crian...
28/03/2026

Engolir comprimidos não é só questão de idade, é questão de maturidade neuromuscular e segurança emocional. Muitas crianças conseguem entre 4 e 6 anos, mas o treino pode começar bem antes, de forma lúdica.

A ciência mostra que treinamentos graduais com alimentos pequenos (como confeitos sem açúcar), mudando lentamente o tamanho, ajudam a criança a desenvolver coordenação entre língua e garganta. Pesquisas do JAMA Pediatrics mostram que a prática reduz medo e aumenta a aceitação de medicamentos orais.

Mas o principal é não apressar, lembre-se que engolir comprimidos exige confiança. E ela nasce de experiência positiva, não de pressão.

Se seu filho ainda não está pronto, tudo bem.Cada corpo tem seu tempo!



Referências:
• JAMA Pediatrics – Behavioral Training for Pill-Swallowing in Children, 2015

VOCÊ SABIA?O desenho infantil reflete mais do que imaginação, ele revela percepção corporal, emoções e até desconfortos ...
26/03/2026

VOCÊ SABIA?

O desenho infantil reflete mais do que imaginação, ele revela percepção corporal, emoções e até desconfortos físicos.

Pesquisas recentes em Child Psychiatry & Human Development (2023) mostraram que crianças com dor abdominal funcional, constipação ou desconforto crônico tendem a desenhar figuras humanas com formas desproporcionais na região abdominal, cores mais intensas ou traços mais rígidos.

A criança nem sempre sabe dizer “minha barriga dói”, mas mostra.

A forma como ela desenha o próprio corpo pode indicar tensão, desconforto, medo, insegurança ou até dificuldade em reconhecer seus próprios sinais internos (interocepção).

Desenho não fecha diagnóstico, mas acende luz. Esse é um convite para olhar além do papel e entender o que o corpo dela está tentando comunicar.

Enquanto assiste a telas, o cérebro infantil f**a focado no que vê — não no que sente. E comer distraído reduz a capacid...
24/03/2026

Enquanto assiste a telas, o cérebro infantil f**a focado no que vê — não no que sente. E comer distraído reduz a capacidade de perceber fome e saciedade.

Pesquisas mostram que crianças que comem em frente à TV, celular ou tablet têm maior risco de comer além do necessário, aceitar menos alimentos naturais e formar uma relação desconectada com o corpo. O American Journal of Clinical Nutrition demonstrou que a atenção plena durante a refeição melhora autorregulação alimentar desde cedo.

O problema não é a tecnologia em si. É a distração. Ela impede o corpo de avisar quando já deu.

Comer é um ato sensorial e emocional. E corpo nenhum funciona direito no piloto automático. Não deixe que isso aconteça com seu filho(a).

Ser a voz do seu filho é, muitas vezes, ser a barreira.É dizer “não” quando alguém minimiza.É questionar quando algo mud...
21/03/2026

Ser a voz do seu filho é, muitas vezes, ser a barreira.

É dizer “não” quando alguém minimiza.
É questionar quando algo muda sem explicação.
É proteger de brincadeiras que machucam, de limites ultrapassados, de situações constrangedoras que o corpo e o emocional ainda não sabem sustentar.

Criança nem sempre consegue explicar dor, medo ou desconforto.
Mas sente e sente tudo.

Ser a voz do seu filho é observar, perguntar, confirmar.
É não ter vergonha de parecer exagerada.
É lembrar que cuidado não é excesso, é responsabilidade.

Aqui, a escuta começa pela mãe.
Porque quando você fala por ele, você está protegendo.

Se você sente que algo precisa ser olhado com mais atenção,
a consulta é um espaço seguro para isso.

Agendamentos pelo link da bio.

A proteína do leite aparece mais escondida do que parece. E isso confunde muitas famílias.Caseína, caseinato, soro, lact...
19/03/2026

A proteína do leite aparece mais escondida do que parece. E isso confunde muitas famílias.

Caseína, caseinato, soro, lactoalbumina, lactoglobulina, aroma lácteo… tudo isso é proteína do leite, mesmo que o rótulo não diga claramente “leite”. Responsáveis por crianças com APLV precisam de atenção redobrada, porque traços mínimos já podem causar reação. E o grande erro é focar apenas em “zero lactose”.

Lactose não é proteína e quem tem alergia não reage ao açúcar, reage à proteína.

Ler rótulo é parte do tratamento. E aprender os nomes escondidos é tão importante quanto cortar o leite em si.

Salve esse conteúdo para sempre checar! ;)



Fonte principal:
– Food Chemistry (2023), estudo sobre proteínas lácteas ocultas em produtos industrializados.

O paladar da criança é mais plástico do que parece.A ciência mostra que até os 5 anos o cérebro está no auge da formação...
17/03/2026

O paladar da criança é mais plástico do que parece.

A ciência mostra que até os 5 anos o cérebro está no auge da formação da “memória do sabor”, registrando preferências e rejeições que tendem a acompanhar a vida adulta.

Isso signif**a que a exposição precoce e repetida a alimentos naturais, temperos suaves e variedade sensorial ajuda a construir um futuro alimentar muito mais equilibrado. Uma meta-análise do Food Quality and Preference destacou que a repetição, mesmo quando a criança rejeita no início, é um dos maiores fatores para aceitar novos sabores no futuro.

Cada apresentação conta, cada experiência deixa marcas e seu filho está construindo agora o paladar que vai carregar pra vida.

Esses relatos não são sobre notas.São sobre escuta, tempo e cuidado de verdade.Cada mensagem dessas veio de responsáveis...
14/03/2026

Esses relatos não são sobre notas.
São sobre escuta, tempo e cuidado de verdade.

Cada mensagem dessas veio de responsáveis que sentaram aqui, contaram suas histórias, suas angústias e suas dúvidas e foram acolhidas sem pressa, sem julgamento e sem respostas prontas.

A consulta vai além do sintoma.
Ela olha para a criança como um todo, para a família, para a rotina, para aquilo que muitas vezes não aparece em exames, mas aparece no dia a dia.

Quando a mãe se sente ouvida, a criança se sente segura. E isso faz diferença no tratamento, no vínculo e nos resultados.

Se você sente que seu filho precisa de um olhar mais completo e atento,
a consulta pode ser o primeiro passo.

Agendamentos pelo link da bio.

(arraste para o lado e leia os relatos)

Recusa não é falta de educação alimentar. Em muitos casos, a neurociência explica.Pesquisas do American Journal of Occup...
13/03/2026

Recusa não é falta de educação alimentar. Em muitos casos, a neurociência explica.

Pesquisas do American Journal of Occupational Therapy (2020) mostram que cerca de 30% das crianças apresentam algum grau de sensibilidade sensorial, principalmente relacionada a textura, cheiro, crocância e temperatura.
O problema não é “não gostar do gosto” e sim o cérebro interpretar aquele alimento como ameaçador. Por isso, forçar a comer só aumenta a aversão e reforça o medo. O caminho real é exposição gentil, repetida, variada e sem pressão.

Tocar o alimento, cheirar, ajudar a cortar, olhar outras pessoas comendo… tudo isso ensina o cérebro que aquilo é seguro. Familiaridade reduz rejeição.

É ciência. Não é teimosia.

Com acompanhamento é possível estudar estratégias para a melhor alimentação do seu filho. Vamos conversar? Agende uma consulta pelo (21) 2038-3282 ou acesse o link na bio.

É comum chegar ao consultório uma mãe dizendo: “Dra, fiz exame de tudo e está tudo normal… mas meu filho não está bem.” ...
12/03/2026

É comum chegar ao consultório uma mãe dizendo: “Dra, fiz exame de tudo e está tudo normal… mas meu filho não está bem.” E ela está certa em se preocupar. O Journal of Pediatric Psychology (2021) mostrou que alterações emocionais e comportamentais costumam aparecer semanas antes de mudanças físicas ou resultados laboratoriais.

Quando há desconforto intestinal, ansiedade, sobrecarga sensorial ou dificuldade alimentar, o corpo da criança fala através do comportamento: irritabilidade, quebra de rotina, diminuição do apetite, seletividade repentina, dificuldade para dormir, agressividade leve ou queixas vagas de dor.

Exame normal não é sinônimo de corpo em equilíbrio. A clínica, o que a criança mostra no dia a dia, segue sendo uma das ferramentas mais importantes para entender o que está acontecendo.

O olhar atento dos pais não substitui diagnóstico médico, mas é o primeiro alerta para que a gente investigue com precisão.

Precisa de um gastropediatra para o seu(a) filho(a)? Agende uma consulta pelo (21) 2038-3282 ou acesse o link na bio.

Quando a gente fala de “alimentação da família”, não é sobre ter a mesa perfeita.É sobre ambiente, rotina e presença.É s...
05/03/2026

Quando a gente fala de “alimentação da família”, não é sobre ter a mesa perfeita.

É sobre ambiente, rotina e presença.
É sobre o que acontece entre uma garfada e outra.

E, na prática do consultório, sempre vejo os mesmos 5 hábitos mudarem TUDO na relação das crianças com a comida:

1. Comer juntos, sem telas:
Porque a criança aprende por espelho. Se ela vê, ela repete. Estudos mostram que refeições em família aumentam a aceitação alimentar e reduzem comportamentos seletivos.

2. Oferecer os mesmos alimentos para todos...:..respeitando (claro!) a idade de cada um ☺️… muito pequenos não devem consumir sal, por exemplo! Nada de “prato infantil” separado. Rotina igual cria repertório igual. O famoso “come isso, mas eu não como” nunca funciona.

3. Respeitar sinais de fome e saciedade:
Não force, não negocie, não barganhe. Corpo que aprende a se ouvir, come melhor a longo prazo.

4. Transformar a cozinha em um lugar seguro:
Chame para participar, tocar, cheirar, mexer. Criança envolvida é criança curiosa e curiosidade abre caminhos para novos sabores.

5. Fazer da alimentação um momento de vínculo:
Conversa, olho no olho, nada de pressa. A relação com a comida nasce da relação com quem está à mesa.

No fim das contas, não é sobre o prato é sobre a família que se senta em volta dele.

O cérebro infantil funciona por modelagem e esse é um dos pilares mais fortes da educação alimentar.Antes de aceitar o a...
03/03/2026

O cérebro infantil funciona por modelagem e esse é um dos pilares mais fortes da educação alimentar.

Antes de aceitar o alimento, a criança observa. Antes de provar, ela analisa. Quando a criança vê os pais comendo frutas, verduras e proteínas variadas, o cérebro dela registra aquilo como seguro e familiar. Pesquisas em neurodesenvolvimento mostram que o sistema de neurônios-espelho é ativado durante as refeições, facilitando aprendizado alimentar.

É por isso que comer junto importa. O método “come isso, mas eu não como” não funciona, porque no fim de contas, a presença vale mais do que qualquer receita.

Crianças aprendem a comer com os olhos antes de aprender com o paladar.

Endereço

Rua Coronel Moreira César 229/1811
Niterói, RJ
24220121

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00

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