30/01/2026
Você já parou pra pensar que, em um shopping, academia, estádio ou aeroporto, o extintor está na parede, mas o DEA quase nunca está?
O DEA é o equipamento que pode ser decisivo quando ocorre uma parada cardíaca fora do hospital — e ele foi feito para orientar o uso com segurança (comandos simples), desde que exista plano + pessoas designadas e treinadas.
Por que isso importa em lugares públicos?
Emergências cardíacas acontecem em locais comuns: trabalho, rua, eventos, centros comerciais. O que muda o desfecho é ter resposta imediata no próprio local, antes da chegada do socorro.
Já existem leis municipais e estaduais exigindo DEA em locais de grande circulação. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a Lei nº 13.945/2005 trata da obrigatoriedade do DEA em locais com grande concentração/circulação média diária de pessoas. E no Congresso seguem movimentações para ampliar/padronizar essa exigência, como o PL 2.994/2023, que propõe DEA obrigatório em locais, eventos e veículos específicos.
O que dá pra fazer (na prática) — e começar a mudar hoje:
✋Verif**ar a legislação da sua cidade/estado (muita gente nem sabe que já existe).
✋Pedir ao local (academia/condomínio/empresa) um plano de resposta: quem chama o socorro, quem inicia RCP, onde f**a o DEA.
✋Cobrar sinalização visível, checagem periódica e treinamento da equipe (não adianta ter o equipamento “guardado”).
✋Se você atua em SST, C**A ou gestão: colocar o DEA no mapa de risco e transformar isso em política de prevenção.
💬Se esse tema faz sentido pra você, compartilhe com alguém que frequenta academia, trabalha em lugares com grande circulação ou administra espaços públicos. A cultura de prevenção começa com uma conversa.