Dra. Rosana Simões

Dra. Rosana Simões Especialidades clínicas, suporte ao tratamento do câncer, medicina regenerativa clínica, metabologia e emagrecimento. Dra.

Rosana Simões graduada em medicina pela FCMMG, em 1994 onde estudou suas especialidades (Clínica Médica, Gastroenterologia e Terapia Intensiva). Especialista em CTI e graduada em Hepatologia e Transplante de Fígado na França (Hôpital Beaujon -Faculté de Médicine – Paris V).

É membro ativo da A4M (American Academy of Antiaging Mecidicine), da WAAM (World Academy of Antiaging Medicine), da MMI (Metabolic Medical Institute of Medicine) e está sob processo de oficialização do credenciamento para médica americana.

Intestino preso (constipação) é uma das queixas mais comuns no consultório — e muita gente acredita que a solução é apen...
29/01/2026

Intestino preso (constipação) é uma das queixas mais comuns no consultório — e muita gente acredita que a solução é apenas “comer mais fibra”.

Mas a verdade é: intestino preso não é só sobre alimentação.

📌 Além do que você come, vários fatores podem desacelerar o funcionamento intestinal, como:

✅ Pouca água (sem hidratação, a fibra não funciona como deveria)
✅ Estresse e ansiedade (eixo intestino-cérebro influencia diretamente)
✅ Sono ruim (impacta o ritmo do intestino)
✅ Sedentarismo (movimento ajuda o intestino a se mover também)
✅ Hormônios (TPM, menopausa, hipotireoidismo podem interferir)
✅ Uso de medicamentos (ferro, antidepressivos, opioides e outros)
✅ Rotina corrida e segurar vontade (isso piora com o tempo)

⚠️ E atenção: se a constipação é frequente, vem com dor, sangue nas fezes, perda de peso ou alteração recente do hábito intestinal, vale investigar com mais cuidado.

✨ O intestino saudável é resultado de um conjunto: alimentação + hábitos + equilíbrio do corpo.

💬 Você sofre com intestino preso?
Me conta nos comentários: é algo que acontece “de vez em quando” ou é constante?

A menopausa não afeta apenas o ciclo menstrual. 👩‍🦰Ela muda o metabolismo, a distribuição de gordura, o perfil hormonal ...
26/01/2026

A menopausa não afeta apenas o ciclo menstrual. 👩‍🦰
Ela muda o metabolismo, a distribuição de gordura, o perfil hormonal e, principalmente, o risco cardiovascular.

Com a queda do estrogênio, é comum observar aumento da pressão arterial, piora do colesterol, maior resistência à insulina e acúmulo de gordura abdominal — fatores que elevam o risco de infarto e AVC ao longo dos anos.

👉O ponto-chave é entender que isso não é destino.
Menopausa é um convite para um olhar mais estratégico sobre a saúde: alimentação adequada, treino de força, sono de qualidade, controle do estresse e acompanhamento médico individualizado fazem toda a diferença.

Cuidar do coração nessa fase é investir em longevidade, autonomia e qualidade de vida.

💬 Você já fez seus exames com foco nesta fase?
💙 Seu coração agradece.

Não é um dia de alimentação “perfeita”, nem um treino intenso esporádico, que gera adaptação metabólica. O que realmente...
22/01/2026

Não é um dia de alimentação “perfeita”, nem um treino intenso esporádico, que gera adaptação metabólica. O que realmente modula o metabolismo é a exposição repetida a estímulos ao longo do tempo.

Horários minimamente regulares, ingestão adequada de energia e proteínas, movimento diário, sono consistente e manejo do estresse criam sinais claros para o organismo. Esses sinais orientam a eficiência metabólica, a utilização de substratos energéticos e a regulação hormonal.

👉A constância reduz ruído metabólico.
👉O corpo entende o padrão e se ajusta.

Por isso, estratégias simples, sustentáveis e repetíveis têm impacto muito maior do que intervenções extremas e curtas. No metabolismo, o que importa não é a intensidade ocasional, mas a regularidade fisiológica.

E então, vamos lá! 🙋‍♀️
Como anda a sua rotina?
Alimentação equilibrada, atividade física e sono adequado estão presentes no seu dia a dia?

O metabolismo não é um botão que liga e desliga.Muito menos algo que “quebra” ou simplesmente deixa de funcionar.O que p...
20/01/2026

O metabolismo não é um botão que liga e desliga.
Muito menos algo que “quebra” ou simplesmente deixa de funcionar.

O que pode mudar ao longo do tempo é a eficiência metabólica.
Com o passar dos anos, com o sedentarismo, com dietas restritivas, com a perda de massa muscular, com o sono inadequado ou com processos inflamatórios crônicos, o corpo passa a gastar energia de forma diferente — não menos viva, mas mais defensiva.

Quando o organismo percebe ameaça, escassez ou estresse constante, ele se adapta.
Reduz gasto, prioriza sobrevivência, protege reservas.
Isso não é falha: é inteligência biológica.

Por isso, a ideia de que o metabolismo “parou” costuma esconder outra pergunta mais importante:
o que fez o corpo entrar em modo de proteção?

Recuperar o metabolismo não é forçar, punir ou restringir ainda mais.
É restaurar sinais de segurança: alimentação adequada, proteína suficiente, sono reparador, movimento inteligente, cuidado com o estresse e saúde intestinal.

O metabolismo não trava por preguiça.
Ele responde ao ambiente que recebe.

Entender isso muda a forma como cuidamos do corpo — com menos culpa e mais estratégia.

Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

Vivemos um tempo em que o bem-estar virou urgência, quase obrigação!Queremos estar bem o tempo todo, sentir prazer const...
19/01/2026

Vivemos um tempo em que o bem-estar virou urgência, quase obrigação!
Queremos estar bem o tempo todo, sentir prazer constante, eliminar qualquer desconforto — físico ou emocional.

Mas o corpo e a vida não funcionam em linha reta.
Existe cansaço, existe dor, existe silêncio, existe espera.

A felicidade não é ausência de incômodo.
Ela nasce da capacidade de atravessar os dias com sentido, mesmo quando nem tudo está confortável.

Na prática clínica, vejo isso todos os dias:
😩pessoas saudáveis por fora, mas exaustas por dentro.
😲Corpos nutridos, mas mentes em estado de alerta.
🧐Organismos que pedem descanso, enquanto a mente exige desempenho.

O excesso de busca por bem-estar pode se tornar, paradoxalmente, uma fonte de sofrimento.
Quando não aceitamos os ritmos do corpo, transformamos sinais em inimigos e pausas em fracasso.

Saúde não é euforia constante.
️É equilíbrio dinâmico.
É saber quando avançar e quando recolher.
É permitir que o corpo sinta, processe, se reorganize.

Felicidade, muitas vezes, é menos estímulo e mais presença.
Menos controle e mais escuta.
Menos pressa para “f**ar bem” e mais respeito ao processo de estar vivo.

Cuidar da saúde também é aprender a conviver com o que não é imediato, perfeito ou confortável — sem perder a ternura consigo mesmo.

Que tal ouvir seu corpo com mais gentileza hoje?

Aquele abraço!
Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

Para muitas pessoas, a dificuldade de perder peso não está relacionada à falta de esforço, mas a um desequilíbrio metabó...
15/01/2026

Para muitas pessoas, a dificuldade de perder peso não está relacionada à falta de esforço, mas a um desequilíbrio metabólico silencioso. 😒

Nem sempre, COMER MENOS RESOLVE!!

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem a função de permitir que a glicose entre nas células para ser usada como energia. Quando essa comunicação funciona bem, o metabolismo flui.
Quando não funciona, surge a resistência à insulina.

Nesse cenário, as células passam a “ouvir menos” a insulina. Para compensar, o corpo produz cada vez mais desse hormônio. O resultado é um estado de hiperinsulinemia, que favorece o armazenamento de gordura, dificulta o acesso às reservas energéticas e reduz a queima de gordura corporal.

Além disso, níveis elevados de insulina:
– aumentam a fome, especialmente por carboidratos
– dificultam a saciedade
– favorecem inflamação de baixo grau
– alteram o metabolismo lipídico
– tornam o emagrecimento mais lento e frustrante

Quando o metabolismo está desregulado, o corpo entra em modo de defesa.

O emagrecimento saudável começa quando o organismo volta a confiar no ambiente interno:
com alimentação adequada, sono reparador, movimento regular, cuidado com o estresse e, quando necessário, investigação e acompanhamento médico.

Emagrecer não é lutar contra o corpo.
É restaurar o equilíbrio para que ele volte a funcionar a seu favor.

Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

Nova Pirâmide Alimentar (EUA): O que mudou?Os Estados Unidos publicaram, em janeiro de 2026, um conjunto atualizado de d...
14/01/2026

Nova Pirâmide Alimentar (EUA): O que mudou?
Os Estados Unidos publicaram, em janeiro de 2026, um conjunto atualizado de diretrizes alimentares que representa uma das maiores revisões nas recomendações nutricionais da história recente. Esse novo guia altera signif**ativamente a forma como os alimentos são priorizados — e pode inspirar reflexões sobre padrões alimentares ao redor do mundo.

Ao contrário do modelo tradicional — que colocava os carboidratos no base e as proteínas/laticínios no topo — a nova pirâmide foi “invertida” ou reorganizada visualmente.

📌 Principais mudanças e mensagens-chave:
✨ Prioridade para alimentos in natura e minimamente processados — frutas, vegetais, legumes, grãos integrais, carnes magras, ovos, peixes, laticínios e gorduras saudáveis.
✨ Proteínas ocupam posição de destaque, com recomendações baseadas em peso corporal (1,2–1,6 g/kg/dia), enfatizando qualidade de fontes animais e vegetais.
✨ Redução e alerta contra ultraprocessados, açúcares adicionados e carboidratos refinados — a diretriz sinaliza que “nenhuma quantidade” de açúcar adicionado é ideal, e incentiva evitar snacks altamente processados.
✨ Gorduras naturais e saudáveis como azeite, abacate e outras fontes de lipídios benéficos são reconhecidas no guia, com ênfase em qualidade acima de proibição absoluta.
✨ Carboidratos refinados perdem protagonismo na base da pirâmide, sem serem excluídos — o foco é nas escolhas mais nutritivas, como grãos integrais.

Essa atualização reforça uma mensagem que vem ganhando força nas pesquisas: a alimentação saudável está mais relacionada à qualidade dos alimentos e ao padrão alimentar do que à simples contagem de grupos isolados ou calorias.

Procure orientação!

Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

O equilíbrio da glicose no sangue depende de uma comunicação eficiente entre o pâncreas, a insulina e os tecidos perifér...
12/01/2026

O equilíbrio da glicose no sangue depende de uma comunicação eficiente entre o pâncreas, a insulina e os tecidos periféricos.
Quando essa comunicação começa a falhar, o organismo entra em um estado de desregulação metabólica progressiva, muitas vezes silenciosa.

Um dos primeiros sinais é a fadiga persistente, especialmente após as refeições. Mesmo com glicose circulante, as células não conseguem utilizá-la adequadamente, gerando sensação de cansaço e queda de energia. 😩
Esse mesmo mecanismo explica a chamada “neblina mental”, caracterizada por dificuldade de concentração, lentidão cognitiva e sonolência pós-prandial.

A fome frequente, sobretudo o desejo por carboidratos, também é comum. O corpo interpreta a baixa entrada de glicose nas células como um estado de escassez energética, ativando repetidamente os centros de fome, mesmo após refeições completas. 😋

Com o tempo, a insulina cronicamente elevada favorece o acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal, e dificulta o emagrecimento. A insulina é um hormônio anabólico: quando sua ação está desregulada, o armazenamento energético se sobrepõe ao gasto. 😲

Alterações na pele, como escurecimento em áreas de dobra, aumento de oleosidade ou acne em adultos, refletem a ação da hiperinsulinemia sobre os receptores celulares.😫
Oscilações de humor, irritabilidade e ansiedade também podem surgir, resultado da instabilidade glicêmica e de seus efeitos sobre neurotransmissores cerebrais.

Em fases mais avançadas, observa-se maior suscetibilidade a infecções e cicatrização lenta, consequência do impacto da glicose elevada sobre o sistema imunológico e a microcirculação. 😕

Esses sinais não indicam, necessariamente, diabetes, mas revelam que o corpo já está fazendo esforço excessivo para manter a glicose dentro de uma faixa segura.
A resistência à insulina costuma se instalar anos antes do diagnóstico formal — e é justamente nesse intervalo que a prevenção é mais ef**az.

O corpo avisa.
A escuta atenta faz toda a diferença. 👩

Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

Do ponto de vista clínico e laboratorial, sua identif**ação não depende de um único exame, mas da leitura integrada de m...
09/01/2026

Do ponto de vista clínico e laboratorial, sua identif**ação não depende de um único exame, mas da leitura integrada de marcadores metabólicos.

Alguns exames frequentemente utilizados nessa avaliação incluem:
🔹Glicemia de jejum, que avalia o controle basal da glicose
🔹Insulina de jejum, fundamental para detectar hiperinsulinemia
🔹HOMA-IR, um índice calculado que estima resistência insulínica
🔹Hemoglobina glicada (HbA1c), que reflete o comportamento da glicose nos últimos meses
🔹Curva glicêmica e insulinêmica, quando indicada, para avaliar a resposta do organismo após a ingestão de glicose
🔹Perfil lipídico, já que triglicerídeos elevados e HDL baixo costumam acompanhar a resistência à insulina

Mais do que números isolados, o diagnóstico exige contexto clínico, sintomas e histórico do paciente.

Identif**ar cedo é um ato de prevenção. 👩
Cuidar da insulina é cuidar do metabolismo como um todo.

✨ Seu corpo sempre dá sinais. A questão é: você está olhando para eles?

Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

A insulina é um dos hormônios mais importantes do METABOLISMO humano — e, paradoxalmente, um dos mais incompreendidos.Pr...
07/01/2026

A insulina é um dos hormônios mais importantes do METABOLISMO humano — e, paradoxalmente, um dos mais incompreendidos.

Produzida pelas células beta do pâncreas, a insulina tem como função central manter a glicose sanguínea dentro de uma faixa fisiológica, permitindo que esse combustível essencial seja adequadamente utilizado pelas células.

Sem insulina, a glicose permanece no sangue! 🩸
Com insulina em excesso ou com ação inadequada, o metabolismo entra em desequilíbrio.

Do ponto de vista bioquímico, a inulina atua por meio da ativação de receptores específicos na membrana celular, desencadeando uma cascata de sinalização intracelular que permite a translocação dos transportadores de glicose (GLUTs), especialmente o GLUT-4, para a superfície da célula.
Esse processo possibilita a entrada da glicose nos tecidos, principalmente músculo esquelético e tecido adiposo, onde ela será utilizada para produção de energia ou armazenada.

Além do controle glicêmico, a insulina exerce efeitos anabólicos amplos:
🔸 estimula a síntese de glicogênio
🔸favorece a síntese proteica
🔸 inibe a lipólise
🔸 modula processos inflamatórios
🔸 influencia diretamente a saúde vascular e mitocondrial

Quando ocorre resistência à insulina, esse delicado sistema de comunicação falha. As células deixam de responder adequadamente ao sinal hormonal, levando o pâncreas a produzir cada vez mais insulina na tentativa de manter a glicemia normal.

Esse estado de hiperinsulinemia compensatória precede, muitas vezes por anos, o desenvolvimento do diabetes tipo 2 e está associado a inflamação crônica, disfunção endotelial, esteatose hepática e maior risco cardiovascular.

Portanto, falar de insulina não é falar apenas de diabetes. 👩
É falar de metabolismo, longevidade, saúde cardiovascular, função hepática e equilíbrio energético.

Cuidar da insulina é cuidar da base da fisiologia humana.

Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

A Ciência da Gratidão e o Impacto na SaúdeA gratidão não é apenas um sentimento bonito —ela é um estado fisiológico mens...
06/01/2026

A Ciência da Gratidão e o Impacto na Saúde

A gratidão não é apenas um sentimento bonito —
ela é um estado fisiológico mensurável no corpo.

Praticar gratidão ativa áreas cerebrais ligadas ao bem-estar, reduz a liberação de cortisol (hormônio do estresse) e aumenta a produção de neurotransmissores como serotonina e dopamina.
O resultado? Menos inflamação, melhor sono, mais equilíbrio emocional e maior resiliência ao estresse.

No sistema cardiovascular, a gratidão está associada à melhora da variabilidade da frequência cardíaca — um marcador importante de saúde autonômica.
No intestino, emoções positivas influenciam o eixo intestino-cérebro, favorecendo um ambiente menos inflamatório e mais funcional.

Mas talvez o efeito mais profundo seja este:
a gratidão muda o foco do corpo.
👩Ela tira o organismo do modo de defesa constante e o conduz para um estado de segurança, onde a regeneração acontece.

Ser grato não ignora desafios.
Ser grato reorganiza a forma como o corpo responde a eles.

Em um mundo acelerado, onde o estresse virou rotina,
a gratidão é um gesto simples — e biologicamente poderoso — de autocuidado.

Hoje, no Dia da Gratidão, f**a o convite:
pare por alguns segundos, respire fundo e reconheça algo bom.
O seu corpo percebe.
E agradece. 🌿

Que tal escrever aqui uma coisa simples pela qual você é grato(a) hoje? 🌱

Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

O que meu corpo me ensinou este ano?Será que aprendi…Será que aprendi como os alimentos que escolho influenciam minha en...
29/12/2025

O que meu corpo me ensinou este ano?

Será que aprendi…

Será que aprendi como os alimentos que escolho influenciam minha energia, meu humor e meu bem-estar
— ou ainda como no automático?

Será que aprendi a escutar meu corpo quando ele pede movimento, força, alongamento… ou descanso?

Será que aprendi a reconhecer os sinais do estresse antes que eles se transformem em dores, tensões ou sintomas digestivos?

Será que aprendi a confiar na capacidade do meu corpo de se adaptar, se curar e atravessar desafios?

Será que aprendi a olhar para meu corpo com mais respeito, aceitando suas mudanças e tratando-o com mais gentileza?

Talvez o maior aprendizado não seja controlar o corpo,
mas aprender a escutá-lo — com atenção, presença e cuidado. 👩

Você aprendeu? Ou ainda ignora...
Talvez essa resposta seja o começo de um novo cuidado.

Dra. Rosana Simões
Medicina de Precisão

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