Comunidade Terapêutica Recomeçar

Comunidade Terapêutica Recomeçar Comunidade Terapêutica Feminina. Somos referência no tratamento para álcool, outras dr**as e vícios comportamentais, como jogos e apostas.

Desde 2010, acolhendo mulheres e transformando vidas, com responsabilidade e compromisso com a recuperação!

03/04/2026
31/03/2026

A Páscoa, tradicionalmente associada à renovação, esperança e recomeço, possui um significado especialmente relevante no contexto da Dependência Química e do processo terapêutico.

Trata-se de um período simbólico que dialoga diretamente com a proposta de reconstrução de vida vivenciada pelas acolhidas.

No campo clínico, a recuperação da dependência química envolve mais do que a interrupção do uso de substâncias. É um processo profundo de ressignificação emocional, fortalecimento de vínculos e reconstrução da autonomia. Nesse sentido, a Páscoa representa, de forma concreta e simbólica, a possibilidade de um novo ciclo, marcado por escolhas mais saudáveis, maior consciência e responsabilidade sobre si.

Dentro da Comunidade Terapêutica Recomeçar, atividades como o planejamento e a confecção das próprias cestas de Páscoa pelas acolhidas possuem um papel terapêutico significativo. Essa prática não é meramente recreativa, mas estruturada com objetivos claros:

•Estimular o planejamento e a organização, habilidades frequentemente comprometidas pelo uso de substâncias;
•Promover senso de responsabilidade e protagonismo, fundamentais no processo de recuperação;
•Fortalecer a autoestima por meio da realização de uma atividade produtiva e significativa;
•Trabalhar a tolerância à frustração, cooperação e convivência em grupo;
•Resgatar valores simbólicos ligados ao cuidado, afeto e construção de vínculos saudáveis.

Além disso, ao participarem ativamente da criação de suas próprias cestas, as acolhidas vivenciam um movimento oposto ao padrão da dependência, que é marcado pela busca imediata de prazer e pela passividade. Aqui, elas constroem, aguardam, se envolvem e atribuem significado ao processo, o que é essencial para a reabilitação emocional e comportamental.

Para as famílias, compreender essas práticas é fundamental. Cada atividade proposta dentro da Comunidade Terapêutica possui intencionalidade clínica e faz parte de um plano terapêutico estruturado, voltado à reintegração social e ao desenvolvimento integral das acolhidas.

Por Lidiane Jardim

Recaída não é fracasso. É parte do processo, e precisa ser tratada com ciência, não julgamento.Na dependência química fe...
25/03/2026

Recaída não é fracasso. É parte do processo, e precisa ser tratada com ciência, não julgamento.

Na dependência química feminina, recaídas estão muito mais ligadas à dor emocional do que à busca de prazer.

Entender isso muda tudo no tratamento.

Fases da Recuperação Representadas pelas Cores de CordõesA troca de cordões, quando fundamentada em critérios técnicos, ...
02/03/2026

Fases da Recuperação Representadas pelas Cores de Cordões

A troca de cordões, quando fundamentada em critérios técnicos, é um instrumento psicoterapêutico de marcação de fases. Não é adereço nem premiação. É um marcador simbólico de estágio dentro do programa terapêutico, vinculado a comportamentos observáveis e mensuráveis.

A progressão ocorre da seguinte forma:

❤️ Cordão Vermelho
Corresponde à fase inicial de ingresso, geralmente marcada por abstinência recente, sintomas físicos e psíquicos intensos, ambivalência quanto ao tratamento, baixa tolerância à frustração e resistência às regras.

Critérios para evolução ao amarelo:
– Permanência no programa sem evasão;
– Adesão básica às normas;
– Redução de comportamentos opositores;
– Participação mínima nos grupos;
– Ausência de intercorrências disciplinares graves.

💛 Cordão Amarelo
Características:
– Maior previsibilidade comportamental;
– Participação mais ativa nos grupos;
– Início de reconhecimento de padrões de uso;
– Redução da impulsividade.

Critérios para evolução ao verde:
– Participação espontânea nas atividades;
– Cumprimento consistente de tarefas;
– Postura colaborativa com equipe e pares;
– Demonstração de insight inicial sobre sua trajetória.

💚 Cordão Verde
A recuperação ultrapassa a abstinência e passa a envolver reconstrução identitária.

Características:
– Consciência mais clara de gatilhos;
– Aceitação de feedback;
– Maior estabilidade na autorregulação emocional;
– Envolvimento construtivo na dinâmica grupal.

Critérios para evolução ao azul:
– Estabilidade comportamental sustentada;
– Liderança positiva entre as acolhidas;
– Capacidade de mediação de conflitos;
– Coerência entre discurso e prática;
– Compromisso consistente com o plano terapêutico.

💙 Cordão Azul

Características:
– Elevado nível de responsabilização;
– Autonomia supervisionada consolidada;
– Capacidade de orientar acolhidas em fases iniciais;
– Planejamento estruturado para a vida pós-alta.

Importante: azul não significa cura.
Trata-se de estabilização avançada e maior prontidão para reintegração social, sem excluir risco de recaída.

A progressão depende de critérios objetivos. Se a cor muda sem mudança comportamental mensurável, o símbolo perde sua função terapêutica. Da mesma forma, pode haver regressão de fase quando há comprometimento dos critérios anteriormente alcançados.

Por Lidiane Jardim

Março se aproxima e, com ele, a temporada oficial de flores, hashtags e discursos inflamados que duram exatos trinta dia...
26/02/2026

Março se aproxima e, com ele, a temporada oficial de flores, hashtags e discursos inflamados que duram exatos trinta dias. Depois, instala-se o silêncio institucional estratégico.

O Dia Internacional da Mulher surgiu das lutas por direitos trabalhistas, dignidade, igualdade jurídica e proteção social. Foi reconhecido internacionalmente pela ONU como marco de reivindicação por equidade de gênero e transformação estrutural. ESTRUTURAL, NÃO ESTÉTICA.

Muitas organizações da sociedade civil e associações têm se afastado de sua finalidade estatutária, que é enfrentar de forma concreta os problemas vividos por mulheres em situação de vulnerabilidade social. Substitui-se a incidência em políticas públicas vinculantes por performatividade midiática. Fotos geram engajamento. Mas sem política pública formalizada, sem previsão orçamentária, sem metas, sem indicadores e sem mecanismos de responsabilização, não há transformação.

Discurso sem PPA é retórica. Retórica não financia equipe técnica, não garante leito, não assegura acompanhamento psicossocial continuado.

Enquanto isso, nós, mulheres que atuamos em Comunidades Terapêuticas sérias lidamos diariamente com dependência química, violência doméstica, abandono, transtornos mentais não tratados, insegurança alimentar e filhos sob medida protetiva. E ainda precisamos disputar espaço institucional para sermos ouvidas pelo poder público municipal, estadual e federal. Mas seguimos executando o possível dentro das limitações estruturais existentes.

Mulheres em situação de vulnerabilidade precisam de financiamento estável e transparente; integração efetiva entre SUS, SUAS e sistema de Justiça; proteção concreta contra violência; acesso a renda, moradia e qualificação profissional; cuidado em saúde mental baseado em evidências científicas. NÃO PRECISAM DE PALCO. PRECISAM DE ESTRUTURA.

Existe diferença entre militância simbólica e governança pública. Uma produz aplausos. A outra produz impacto mensurável. A primeira é confortável. A segunda exige planejamento, orçamento, fiscalização e enfrentamento político consistente.

O nosso cansaço não é emocional. É técnico. É o desgaste de quem atua na ponta e constata diariamente a distância entre narrativa institucional e realidade social.

Se março será marcado por mobilizações, que seja com transparência de dados municipais sobre violência e dependência química feminina; divulgação detalhada do orçamento destinado às políticas para mulheres; pactuação de metas intersetoriais; definição de indicadores de monitoramento; e cronograma público de ações permanentes. O restante é marketing social.

E nós mulheres que sustentamos serviços terapêuticos sérios não buscamos homenagens. Exigimos coerência institucional...

Por Lidiane Jardim

Cada dia sem tratamento não é neutro.É progressão da doença, mais dano cognitivo, mais risco social, mais recaídas.Aqui ...
24/02/2026

Cada dia sem tratamento não é neutro.
É progressão da doença, mais dano cognitivo, mais risco social, mais recaídas.

Aqui você encontra acolhimento terapêutico completo, com metodologia, equipe técnica e valores ajustados à sua realidade.

Contato imediato:
(51) 99565-2811 | (51) 99567-9275

Esperar não é estratégia. É estatística.

Por que o álcool ainda é uma droga lícita?O álcool é uma droga psicoativa com alto potencial de dano individual e social...
19/02/2026

Por que o álcool ainda é uma droga lícita?

O álcool é uma droga psicoativa com alto potencial de dano individual e social – isso é consenso científico. Mesmo assim, ele permanece legal por uma combinação histórica, cultural, econômica e política.

O álcool acompanha a humanidade há milênios. Fermentação de frutas e grãos existe desde antes da escrita. Em muitas culturas: O vinho era considerado sagrado; Cerveja fazia parte da alimentação básica; Destilados eram usados em rituais e medicina... Ou seja, o álcool foi normalizado antes mesmo do conceito moderno de “droga”.

Quando tentaram proibir (Lei Seca nos EUA, 1920–1933): Aumentou o crime organizado; Surgiram máfias (Al Capone, etc.); O consumo não acabou, só foi para a clandestinidade; Houve violência e corrupção policial...

O resultado político foi: “É melhor regular e taxar do que proibir e perder controle.” E esse argumento ainda sustenta a legalidade.

O álcool é uma das maiores indústrias do mundo: Bilhões em impostos; Milhões de empregos; Grandes multinacionais (Ambev, Diageo, Heineken, Pernod Ricard, etc.); Cadeia gigantesca: agricultura, transporte, publicidade, bares, turismo... Governos dependem dessa arrecadação. Proibir álcool significaria uma crise econômica e política.

Sobre o 'glamour'... A indústria associou álcool a: Sucesso; Liberdade; Maturidade; Masculinidade/Feminilidade; Celebração; Pertencimento social... Você não compra uma bebida. Você compra uma identidade simbólica.

Filmes, séries, músicas e novelas: Romantizam o porre; Mostram o álcool como ritual social obrigatório...

O alcoolismo aparece como “boemia”, “estilo de vida”, “fase”. Raramente como doença devastadora.

Normalização social e coerção simbólica:
A pessoa que não bebe precisa se justificar. A que bebe demais, muitas vezes é celebrada. Isso não acontece com nenhuma outra droga!

A influência empresarial na política antidr**as: Aqui entra a parte mais sensível - a política antidr**as não é neutra, ela é politicamente construída.

Lobby da indústria do álcool: Financiam campanhas políticas; Fazem lobby em parlamentos; Influenciam leis de publicidade; Patrocinam eventos esportivos e culturais; Produzem “pesquisas” minimizando danos...

Resultado: Regulamentações mais brandas que para outras dr**as.

Enquanto o álcool mata: No trânsito; Violência doméstica; Suicídios; Cirrose; Câncer; Acidentes de trabalho... Outras dr**as, muitas vezes menos danosas socialmente, são criminalizadas com rigor máximo.

Isso não é científico. É político e econômico.

A “guerra às dr**as” foi construída para:
•Controlar populações pobres e racializadas;
•Legitimar encarceramento em massa;
•Manter dr**as “de elite” legais e “dr**as de pobres” ilegais...

A ciência é clara: O álcool está entre as dr**as mais danosas para o indivíduo e para a sociedade Não existe dose totalmente segura para câncer... É neurotóxico, hepatotóxico e cardiotóxico.

Mas ele segue lícito porque a política de dr**as nunca foi baseada na ciência. Ela é baseada em: Poder econômico; Cultura dominante; Interesses industriais; Controle social...

O glamour vende: Taça bonita; Festa; Riso; Status...

Enquanto a realidade clínica entrega: Dependência química; Vergonha; Estigma; Violência familiar; Internações; Perda de vínculos; Morte precoce...

E quando o álcool atinge mulheres, mães, famílias, comunidades terapêuticas, o discurso muda: deixa de ser “brinde” e vira “vergonha moral”! Isso revela o caráter machista, moralista e seletivo do discurso social sobre dr**as.

Por Lidiane Jardim

Hoje, no Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, falar sobre o TABU DO ALCOOLISMO FEMININO é, sobretudo, um ato político,...
18/02/2026

Hoje, no Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, falar sobre o TABU DO ALCOOLISMO FEMININO é, sobretudo, um ato político, científico e profundamente humano.

Por décadas, o alcoolismo foi retratado como um problema "masculino". Quando a mulher alcoolista aparecia, não era vista como paciente, mas como falha moral:
"mãe irresponsável";
"mulher fraca";
"vergonha da família".

Essa narrativa não é apenas cruel - ela impede o acesso ao tratamento, mata em silêncio e reforça a exclusão social.

Do ponto de vista científico e clínico, o alcoolismo em mulheres apresenta características específicas. Evidências mostram que mulheres metabolizam o álcool mais lentamente, possuem maior proporção de gordura corporal, o que aumenta a toxicidade, e desenvolvem danos hepáticos, cardíacos e neurológicos mais rapidamente que homens. Sem falar que muitas bebem em silêncio, dentro de casa, em contextos atravessados por trauma, violência, sobrecarga materna e exaustão emocional. A vergonha e a culpa intensificam o ocultamento e retardam a busca por ajuda.

A mulher alcoolista não é julgada apenas como usuária de substância - é julgada como mulher, mãe, esposa, cuidadora.

Cria-se, então, um paradoxo cruel: quanto mais ela sofre, mais se esconde; quanto mais se esconde, mais adoece.

Historicamente, políticas públicas sobre álcool e outras dr**as foram desenhadas a partir de um modelo masculino de uso e tratamento. Poucas estratégias consideram mulheres com filhos, mulheres vítimas de violência, mulheres em situação de vulnerabilidade social, ou mulheres em Comunidades Terapêuticas sem estrutura sensível ao gênero.

Isso configura uma forma de violência estrutural por omissão.

Por isso, romper o tabu é uma obrigação ética e social.

Alcoolismo é doença, não falha moral. Cuidado sem julgamento é empatia. A construção de espaços terapêuticos com perspectiva de gênero é política social necessária.

E, sobretudo, dar voz às mulheres em recuperação é romper o silêncio que mata. Porque falar sobre alcoolismo feminino é falar de dignidade!

Que esse texto seja visto como um gesto de reparação histórica. Nós, mulheres que trabalhamos na Comunidade Terapêutica Recomeçar, estamos fazendo aquilo que muitas instituições não fizeram: nomear o sofrimento, legitimar a mulher, politizar o cuidado.

Se alguém ler isso e se reconhecer, que saiba: não há vergonha em adoecer; há coragem em buscar ajuda e há revolução em uma mulher que decide contar a própria história.

Por Lidiane Jardim.

Festas também curam.Na Comunidade Terapêutica Recomeçar , as festas não são só música, risadas e dança. Elas são ensaio ...
18/02/2026

Festas também curam.

Na Comunidade Terapêutica Recomeçar , as festas não são só música, risadas e dança. Elas são ensaio de vida. São laboratório de liberdade. São prova viva de que é possível sentir alegria sem anestesiar a alma.

Cada detalhe é pensado, cada gesto é cuidado, cada momento é terapêutico. Porque aqui, diversão não é fuga:

É presença.
É reconstrução.
É aprendizado de que o prazer pode ser limpo, inteiro e verdadeiro.

⚠️Mesmo assim, o cérebro, sábio e poderoso, às vezes recria sensações antigas. O chamado “porre seco”: sem álcool, sem dr**as, mas com memórias, gatilhos e emoções intensas.

O corpo lembra da festa.
O cérebro bebe memórias.
E a alma acorda de ressaca de algo que NÃO aconteceu.

E a recuperação acontece exatamente aí: quando aprendemos a sentir sem nos perder.

Viver em recuperação é descobrir paz, liberdade, amor, alegria... É perceber que a vida sem dr**as não é vazia: ela é cheia e pulsante!

A vida sem dr**as é bonita.
É bonita.
E é bonita... VIVER!

Por Lidiane Jardim

(Des)Controle: memória, gatilhos e o milagre do “só por hoje”Hoje, 16 de fevereiro de 2026, fui ao cinema assistir ao fi...
16/02/2026

(Des)Controle: memória, gatilhos e o milagre do “só por hoje”

Hoje, 16 de fevereiro de 2026, fui ao cinema assistir ao filme (Des)Controle acompanhada do meu filho, Gabriel. A temática gira em torno da dependência química relacionada ao álcool, o alcoolismo - uma das dr**as mais devastadora que existe.

O filme, de certa forma, pega leve com a realidade de uma mulher alcoolista. Digo isso por experiência própria. Em vários momentos, percebi uma romantização da problemática, uma superficialização da dor, das perdas e da complexidade da doença. Ainda assim, reconheço: um filme como esse já representa um passo importante para que o tema seja discutido em âmbito nacional. Falar de alcoolismo feminino ainda é falar de um tabu.

Durante o filme, meu filho chorou algumas vezes. E eu chorei também. Chorei lembrando das inúmeras vezes que fiz ele sofrer - pelo sentimento de abandono, pela vergonha, pelas ausências que não eram apenas físicas, mas emocionais. Cada cena parecia abrir um capítulo da minha própria história, como se o roteiro tivesse sido escrito com fragmentos da minha memória. Muitos gatilhos foram despertados. Muitas imagens internas voltaram.

Mas, ao final, veio um alívio profundo. Apesar das semelhanças com a vida real, aquilo era ficção. Eu não estou mais lá. Eu não sou mais aquela mulher. O passado existe, marca, dói - mas não me define por inteiro.

SÓ POR HOJE ESTOU HÁ 5 ANOS 4 MESES E 27 DIAS LIMPA!

Essa frase carrega uma filosofia inteira de sobrevivência. O “só por hoje” não é minimização do tempo, é compromisso diário com a vida. É lembrar que a dependência é uma doença crônica, mas a recuperação também é um processo contínuo, construído todos os dias, com escolhas pequenas, mas decisivas.

Assistir ao filme ao lado do meu filho, chorar junto, lembrar e ao mesmo tempo perceber o quanto avançamos, foi uma experiência paradoxal: dolorosa e libertadora. Ali, no escuro da sala de cinema, percebi que minha história não é apenas sobre queda. É sobre reconstrução. Sobre vínculos refeitos. Sobre a possibilidade real de reescrever a própria trajetória.

O filme termina. A vida continua. E eu sigo, só por hoje, escolhendo estar presente.

**A cena em que a protagonista desperta na praia após uma 'bebedeira', observando no céu pipas ou pandorgas no formato que remetem a “mãe d’água” ou vespa-do-mar (Chironex), pode ser interpretada como uma metáfora visual da ambivalência do álcool: esteticamente sedutor, etéreo e socialmente romantizado, mas biologicamente tóxico e potencialmente letal. (Entendedores entenderão).
Por Lidiane Jardim
(Lika Jardim)

Endereço

Avenida Do Passito, 746, Califórnia Ll
Nova Santa Rita, RS
92480000

Telefone

+51995679275

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