Fisioterapia

Fisioterapia Resumo das patologias tratáveis na fisioterapia!!!

Se liga nesses hormônios
30/07/2021

Se liga nesses hormônios

A importância do fisioterapeuta no paciente acometido pela Covid-19O fisioterapeuta é um profissional de fundamental imp...
29/09/2020

A importância do fisioterapeuta no paciente acometido pela Covid-19

O fisioterapeuta é um profissional de fundamental importância para o sucesso do tratamento dos pacientes com Covid-19.
Sua atuação contribui para evitar complicações cardiorrespiratória em indivíduos internados, bem como na recuperação da capacidade pulmonar e motora de quem já se curou da doença.
Nas internações, seu principal papel começa na administração de oxigênio, passando pela assistência em intervenções envolvendo intubação, ventilação mecânica e mudança de decúbito, como a posição prona, incluindo ainda procedimentos para a remoção de secreção brônquica e melhora da função respiratória. É papel do fisioterapeuta fazer a extubação, quando o paciente já não precisa do suporte respiratório.
No atendimento pós-hospitalar, ele é responsável por indicar exercícios e procedimentos terapêutico para fortalecer a musculatura respiratória e periferia, tanto de pacientes que saíram da UTI quanto daqueles que se recuperam em casa.
Lembrando, que este conteúdo, é apenas um pequeno resumo das funções que um fisioterapeuta desempenha dentro de uma UTI, cuidando e reabilitando de tantas outras doenças, inclusive graves, que acometem indivíduos de todas as faixa etária.

Fisioterapia na FibromialgiaA fibromialgia é uma síndrome reumática de etiologia desconhecida, que pode ser definida  co...
18/09/2020

Fisioterapia na Fibromialgia

A fibromialgia é uma síndrome reumática de etiologia desconhecida, que pode ser definida como uma síndrome de amplificação dolorosa crônica. É caracterizada por dor difusa musculoesquelética crônica generalizada pelo corpo, com duração maior que três meses.
A fibromialgia afeta negativamente na qualidade de vida dos pacientes por estar relacionada a dor constante e rigidez muscular. Aspectos pessoais, profissionais, familiares e sociais, correlacionam-se fortemente com a intensidade da dor, fadiga e decréscimo da capacidade funcional.
A frequência da fibromialgia é de 1 a 5% na população mundial. Nos hospitalizados, 7,5%. No Brasil, a prevalência chega em torno de 10%.
Frequente no s**o feminino, correspondendo a 80% dos casos. O início da síndrome varia dentre 29 e 37 anos, sendo diagnosticada entre 34 e 57 anos.
Os principais sintomas são: Dor generalizada em todo corpo; Sensibilidade ao toque; Cansaço físico; Fadiga muscular; Rigidez mio-articular; Insônia; Dor de cabeça e tontura; Queimação e formigamento; Problemas de memória e concentração; Alterações intestinais; Alteracões ao humor; Ansiedade; Depressão.
Não existe uma causa definida para o surgimento da fibromialgia.
O diagnóstico da fibromialgia é essencialmente clínico, obtido através dos sinais e sintomas relatados durante a avaliação, e também pelo exame físico.
O diagnóstico é dado quando o paciente apresenta a combinação de dor difusa, com pelo menos três meses de duração associada à presença de pelo menos 11 de 18 pontos dolorosos.
A fisioterapia tem papel fundamental no paciente com fibromialgia, sendo essencial na melhora do controle da dor, no aumento e/ou na manutenção das habilidades funcionais do paciente. Além da fisioterapia convencional, é possível realizar acupuntura, hidroterapia, Pilates e associar à homeopatia.

Ponto GatilhoOs pontos gatilhos são pontos hipersensíveis de dor localizados, nos músculos e no tecido conjuntivo.São nó...
24/06/2020

Ponto Gatilho

Os pontos gatilhos são pontos hipersensíveis de dor localizados, nos músculos e no tecido conjuntivo.
São nódulos palpáveis, onde a dor acontece por pressão digital, ou espontaneamente.
Os pontos gatilhos podem ser dissolvidos com terapia manual.

13/04/2020

Em breve novas publicações!

Fisioterapia na Protusão Discal (Abaulamento Discal)A protusão discal significa protuberância ou proeminência. Na verdad...
12/03/2020

Fisioterapia na Protusão Discal (Abaulamento Discal)

A protusão discal significa protuberância ou proeminência. Na verdade, é uma distensão ou saliência do anel fibroso que envolve os discos intervertebrais devido ao seu achatamento ou abaulamento quando enfraquecido. Para melhor exclarecimento, é preciso lembrar que toda extensão da colina vertebral é formada por uma estrutura fibrosa presente entre as vértebras, chamadas de discos intervertebrais.
Esses discos servem como amortecedores ajudando na absorção de impactos dos movimentos da coluna e assegurando a mobilidade entre cada vértebra. Os discos intervertebrais são formados por anéis fibrosos (anulus) que envolvem um núcleo pulposo que contém uma espécie de gel semi fluido dentro dele compondo de 40% a 60% do disco.
Normalmente, a coluna sofre com uma pressão contínua contra o disco que devido ao envelhecimento natural e desgaste dos movimentos acaba enfraquecendo e perdendo a sua forma e altura.
Assim, esse desgaste do disco acaba enfraquecendo o anel fibroso fazendo com que ele não consiga segurar totalmente o conteúdo do seu núcleo, e deslocando o disco do local de origem e empurrando o anel que envolve toda estrutura causando uma dilatação.
É essa dilatação, na verdade, que forma a protuberância ou abaulamento denominada protusão discal.
Essa protusão discal, por sua vez, é pressionada contra a coluna e atingindo os ligamentos e outras estruturas localizadas ao redor do disco protuberante, como as raízes nervosas.
Os principais sintomas da protusão discal podem variar de acordo com a posição do disco intervertebral na região mais afetada. Mas em todas elas, as queixas são sobre dores locais que aumentam quando o paciente espirra, tosse ou qualquer outro tipo de espasmo que envolve a musculatura das costas.
Durante essas ações, podem ocorrer espasmos da musculatura paravertebral e antalgia da coluna lombar. Além disso, podem haver sintomas de dormência, formigamento (parestesia) e irradiação para membros ou extremidades superiores ou inferiores. Isso porque, quando há pressão das raízes nervosas (no caso do nervo ciático), pode ocorrer enfraquecimento dos membros inferiores com dores que irradiam para as pernas.
As principais causas para da protusão discal, são:Envelhecimento;Carregamento de pesos excessivos, contínuos e frequentes;Sobrecarga na coluna (excesso de exercícios físicos ou peso);Prática de exercícios físicos intensos sem orientação profissional;Má postura ou estática (muito tempo em pé);Exposições a vibrações diretas na coluna por longo prazo;Movimentos repetitivos como inclinar e girar o tronco;Trabalho físico pesado e repetitivo;Algumas profissões, como dirigir por longos períodos, pedreiro, carregador, etc;Acidentes ou traumas;Questões psicológicas ou psicossociais.
O diagnóstico, normalmente, deve ser feito por um médico ortopedista e que através de exames de imagem, como RX, RM e TC, que além de diagnosticar a doença, ajudam a determinar o tipo de abaulamento, definir a proporção da área lesionada e a sua localização (região da coluna).
O tratamento fisioterapêutico na protusão discal é conservador, e tem como objetivo restaurar os espaços existentes entre o disco e as estruturas vizinhas, reforçar os músculos ao redor dá área afetada e liberar pressão exercida sobre os discos e nervos lesionados, evitando, desse modo, uma futura cirurgia.

Fisioterapia na Tendinopatia do SupraespinhalO músculo supraespinhal  está localizado no ombro, mas especificamente na f...
03/03/2020

Fisioterapia na Tendinopatia do Supraespinhal

O músculo supraespinhal está localizado no ombro, mas especificamente na face dorsal superior. Este músculo é componente do grupo de quatro músculos que formam o manguito rotador, responsável pela rotação do ombro.
A tendinopatia do supraespinhal é uma patologia do ombro em que apresenta inflamação ou lesão no tendão que liga o músculo à estrutura óssea. Geralmente quando há lesão, ela ocorre na junção do músculo e do osso.
As causas de tendinite de ombro, pode ser mecânica e vascular. A hipótese mecânica refere-se ao esforço repetitivo, com atrito e compressão. Já a hipótese vascular consiste na possibilidade de que haja deficiência na distribuição sanguínea ao tendão, tornando-o enfraquecido e assim, vulnerável a rompimentos mais facilmente.
Outras causas estão relacionadas ao desencadeamento da patologia, como quedas, artrite reumatóide e sobrecarga unilateral no ombro.
O principal sintoma da tendinopatia do supraespinhal é a dor no ombro. Esta dor é bastante específica, caracterizada pela sensação de repuxamento. A localização da dor é frontal, lateral e atrás do ombro podendo irradiar para o braço.
O diagnóstico é clínico, obtido através de te**es clínicos, histórico do paciente, fatores de melhora ou piora da dor e mais preciso com exames de imagem, como RX, Ultrassom, TC e RM.
O tratamento pode ser medicamentoso e conservador através da fisioterapia, que tem como objetivo diminuir a dor, evitar o rompimento do tendão supra espinhoso e retornar este paciente às atividades de vida diária.

Fisioterapia na Fascite PlantarFascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo que afeta a fáscia plantar ( t...
01/03/2020

Fisioterapia na Fascite Plantar

Fascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo que afeta a fáscia plantar ( também conhecida como aponeurose plantar), uma membrana de tecido conjuntivo fibroso e pouco elástico, que recobre a musculatura da sola do pé, desde o osso calcâneo, até a base dos dedos do pés.
Geralmente, a fascite plantar é um transtorno de bom prognóstico, mas a recuperação é bastante lenta.
Ainda não se conhece a causa exata da fascite plantar, mas na maioria dos casos, a dor forte característica do transtorno é provocada pelo estiramento excessivo da fáscia plantar ou pela repetição de microtraumatismos nessa estrutura. A dor pode estar associada "a uma alteração estrutural mais condizente com processos degenerativos"causados pela prática exagerada de exercícios físicos, sobrepeso ou idade.
A fascite plantar é mais comum em pessoas com idade entre 40 e 60 anos.
O sintoma característico da fascite plantar é uma dor forte, em facada, debaixo do pé, perto do calcanhar. Em geral, essa dor é mais intensa pela manhã, mas alivia durante o dia com o caminhar. No entanto, nada impede que ela surja em qualquer ponto da fáscia depois de longos períodos em pé, depois de subir escadas ou mesmo depois de ter repousado um pouco.
Os sinais mais comum são inchaço (edema) e vermelhidão (eritema) e dificuldade para fazer dorsiflexão.
Os fatores de risco para a fascite plantar são:Pés planos ou chato;Encurtamento do Tendão de Aquiles.
O diagnóstico clínico pode ser obtido através dos sintomas e os fatores de risco, RX e Utrassom.
Sem tratamento, a dor pode se tornar crônica e provocar alterações na marcha, que revertem em lesões no joelho , quadris e coluna.
Para prevenir a fascite plantar, evite ganho de peso rápido, procure alongar os músculos e ligamentos antes e depois de praticar qualquer atividade física, não ande descalço em superfície muito rígida, nem caminhe nas pontas dos pés e evite calçados apertados.
O tratamento fisioterapêutico tem como objetivo reduzir a inflamação, aliviar a dor e habilitar o paciente para assumir suas atividades rotineiras.

Fisioterapia na Artrite Reumatóide A artrite reumatóide é uma doença sistêmica inflamatória crônica, auto imune de etiol...
23/02/2020

Fisioterapia na Artrite Reumatóide

A artrite reumatóide é uma doença sistêmica inflamatória crônica, auto imune de etiologia desconhecida. Se não tratada pode levar a deformidade e destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Tem distribuição mundial. A prevalência varia de 0,2% A 1%, e afeta mulheres duas vezes mais do que homens aumentando sua incidência com a idade.
Com a progressão da doença, os pacientes podem desenvolver incapacidade para realização de suas atividades tanto de vida diária como profissional, com impacto econômico significativo para o paciente e para a sociedade. Não há cura conhecida para a AR.
Na patogênese da AR existe a sobreposição de dois tipos de fenômenos: um que leva à inflamação das articulações mediada por células T e outro que leva à destruição articular, onde vasos recém formados, células sinoviais, fibroblastos e macrófagos, constituem o tecido de granulação que destrói a cartilagem e o osso.
O diagnóstico depende da associação de uma série de sintomas e sinais clínicos, achados laboratoriais e radiográficos.
Os sinais e sintomas mais frequentes são:Rigidez matinal: durando mais ou menos 1 hora;Fadiga, febre, anorexia e perda de peso. Presença de edema articular e periarticular, acumulados durante a noite de descanso. Dor na mobilização ou presença de sensibilidade de uma articulação é um dos critérios diagnósticos que deve estar presente de uma forma contínua por mais de 6 semanas. Edema de partes moles em pelo menos uma articulação. O comprometimento de uma segunda articulação e o comprometimento simétrico devem ser devidamente verificados.
A fisioterapia na AR, tem como objetivo diminuir a dor e o desconforto, melhorar a amplitude de movimentos, prevenir as deformidades articulares, manter ou aumentar a força muscular e garantir a realização das atividades diárias de forma independente.

Temos colegas especializados em reduzir sua dor e incapacidade. Procure-o e comprove!
18/02/2020

Temos colegas especializados em reduzir sua dor e incapacidade. Procure-o e comprove!

Fisioterapia na Bursite de OmbroA bursite de ombro (também conhecida como bursite subacromial) é a inflamação da bursa s...
18/02/2020

Fisioterapia na Bursite de Ombro

A bursite de ombro (também conhecida como bursite subacromial) é a inflamação da bursa subacromial, que é caracterizada por apresentar dor ao realizar movimentos de ombro. Ela pode ser subdividida em:

1- Bursite Aguda: condição extremamente desconfortável, pois ao levantar o ombro a resposta é uma dor intensa e muito restrita, sendo acompanhada por um arco doloroso. A dor da bursite, é geralmente reproduzida com a abdução passiva em 180°, rotação interna passiva e adução horizontal passiva.

2- BursiteCronica Primária: esse tipo de burcite é definida em dois tipos:

I- Causadas pelas mudança degenerativas, especialmente do músculo supraespinhal e da articulação acromioclavicular, o que pode geral um espaço reduzido para a bolsa resultando em uma reação inflamatória.
II-causado por doenças sistêmicas, como a artrite reumatóide.
A dor desse tipo de bursite se desenvolve de forma gradual, geralmente localizada na área do ombro e do deltóide lateral, podendo irradiar para a parte superior do braço.

III-Bursite Crônica Secundária: é mais comum que a primária, resultando de outras patologias do ombro como a ruptura do ligamento coracoumeral medial. É similar a bursite crônica primária, com a dor se desenvolvendo gradualmente no ombro e podendo se irradiar para a parte superior do braço.
É importante saber que a bursite crônica não é uma continuação ou sequela da bursite aguda. A bursite aguda é uma doença inteiramente a parte.
A principal causa da bursite de ombro por ser uma condição inflamatória, são os microtraumas diretos por contusão, indiretos por quedas com apoio palmar, por movimentos repetitivos e por doenças associadas como a artrite reumatóide.
Os sintomas mais comuns, é a manifestação de um quadro de dor aguda, caracterizado por dores intensas ao nível do ombro.
Dependendo do tipo de bursite (crônica primária ou crônica secundária), a dor pode se irradiar para a região cervical, para o braço, antebraço e até dedos.
O quadro clínico pode inclusive ser confundido com uma nevralgia cervico-braquial ou com uma artrite séptica, já que no local pode ocorrer vermelhidão e calor, sinais típicos de inflamação.
A fisioterapia na bursite tem como objetivo principal, a diminuição da dor e estimular a independência e funcionalidade do indivíduo.
O fisioterapeuta analisa as técnicas mais adequadas à condição atual do paciente, respeitando às variáveis do processo de reabilitação e elaborando um programa de exercícios capaz de corrigir déficits e recuperar os movimentos ideais do indivíduo, promovendo saúde, funcionalidade e qualidade de vida.

Fisioterapia na EscolioseA escoliose é definida como uma alteração tridimensional da coluna vertebral, em que ocorre uma...
15/02/2020

Fisioterapia na Escoliose

A escoliose é definida como uma alteração tridimensional da coluna vertebral, em que ocorre uma alteração das curvaturas fisiológicas da coluna e um desvio lateral no plano frontal e lordose no plano sagital, associada ou não à rotação dos corpos vertebrais no plano transverso. Pode se localizar na região cervical (menos comum), torácica, lombar, ou ainda ocupar essas duas últimas, sendo considerada tóraco-lombar. A nomenclatura é realizada de acordo com a convexidade e o posicionamento da curvatura.
Diversos fatores como hábitos posturais, hereditariedade e prática inadequada de atividades físicas podem interferir negativamente na postura, alterando o alinhamento corporal. A escoliose pode ser classificada em estrutural e não estrutural, também conhecida como funcional.
A escoliose estrutural pode ser osteopática, neuromuscular (paralisia cerebral, poliomielite, ou distrofia muscular) ou idiopática, que é aquela sem uma causa aparente.
Na escoliose não estrutural, ou funcional, não ocorre alteração morfológica. Ela pode ser causada pela assimetria de membros inferiores, por espasmos musculares da coluna vertebral, por compressão de raiz nervosa, por condições inflamatórias (como a apendicite).
Os tipos de escoliose, são:Congênita: resultante de uma má formação na coluna vertebral, presente desde o nascimento;Neuromuscular: alteração da coluna a partir de uma ativação muscular ou nervosa anormal. Frequente em pessoas com PC, distrofia muscular e espinha bífida, entre outras. Em decorrência da fraqueza muscular em estabilizadores da coluna, geralmente apresenta uma grande curvatura em formato de "C";Idiopática: ocorre sem uma causa conhecida;Idiopática infantil: acomete crianças menores de três anos;Idiopática juvenil: acomete crianças de três a nove anos;Idiopática do adolescente: acomete crianças de nove a 18 anos;Idiopática do adulto: acomete maiores de 18 anos.
Alguns fatores são considerados de risco para o desenvolvimento da escoliose. Mais comum no s**o feminino, o histórico familiar e a fase do crescimento acabam afetando, principalmente meninas em torno dos 15 anos.
Geralmente é assintomática em curvaturas de pequenos ângulos, por isso a avaliação postural é muito importante para a detecção precoce da doença.
A fisioterapia é recomendada como a primeira opção de tratamento para pequenas curvas, com a finalidade de impedir a progressão.
Os principais objetivos do tratamento fisioterapêutico visa proporcionar o alongamento das cadeias musculares, aumento da flexibilidade e mobilidade da coluna e melhorar o padrão postural.

Endereço

Osasco, SP
06194-050

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