Psicóloga Cassiane Destri

Psicóloga Cassiane Destri ... "Ame o que faz... e não terás que trabalhar um minuto sequer na vida."... Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante. Obrigado, Senhor!

Senhor,

Só Você conhece em profundidade a criatura humana
Só Você é verdadeiro psicólogo. Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,
E quando eu falhar - sei que isso acontecerá -
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz. Dê-me um entranhado amor e respeito
pela criatura humana. Não permite que a rotina, o cansaço
torne-me frio e indiferente ao outro. Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros,
perdoa as ofensas e ajuda-me a
atribuir os êxitos a Você. Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,
eu possa dizer em verdade:
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para
ajudar ao meu irmão.

Hoje, Palmitos celebra 100 anos de colonização e 72 anos de emancipação. E eu celebro junto.Foi aqui que meu pai nasceu....
02/03/2026

Hoje, Palmitos celebra 100 anos de colonização e 72 anos de emancipação. E eu celebro junto.

Foi aqui que meu pai nasceu. Foi aqui que eu construí minha família. E foi aqui que eu me tornei psicóloga.

Essa cidade não foi apenas cenário. Foi solo.

Solo que me acolheu, que me permitiu crescer, empreender, aprender, amadurecer. Aqui ouço histórias, acompanho dores, testemunho reconstruções e participo de recomeços.

E hoje, meu orgulho é ainda maior ao ver nosso município ser presidido por uma mulher que admiro profundamente, uma liderança que carrega humildade, simplicidade, firmeza, responsabilidade e visão.

Tenho a honra de chamá-la de prefeita .
E levo comigo ensinamentos que ultrapassam a gestão pública: sobre coragem, posicionamento e compromisso com aquilo que se constrói para o coletivo.

Aqui eu construo, todos os dias, meu legado.

Parabenizo Palmitos por sua história, por sua gente e por continuar formando líderes que inspiram.

E agradeço. Porque quando uma cidade acolhe, ela não oferece apenas endereço. Ela oferece pertencimento.

Que os próximos anos sejam de crescimento, humanidade e liderança consciente.

Com gratidão,
Cassiane Letícia Aléssio Destri

Março chega com cheiro de recomeço.Não é o início do ano.Mas é o momento em que a vida começa a pedir coerência.Janeiro ...
01/03/2026

Março chega com cheiro de recomeço.

Não é o início do ano.
Mas é o momento em que a vida começa a pedir coerência.

Janeiro traz planos.
Fevereiro traz movimento.

Março pergunta:

“Você está sendo fiel ao que prometeu para si?”

Março nos lembra que força não é endurecer.
É sustentar a própria verdade com maturidade.

É o mês que convida:

– A reorganizar limites;
– A revisar vínculos;
– A cuidar das emoções que foram empurradas para depois;
– A assumir o próprio lugar com mais consciência.

Para muitas mulheres, março também simboliza coragem.
Coragem de sair do silêncio.
Coragem de se posicionar.
Coragem de não aceitar menos do que merece.

Mas essa mensagem serve para todos:

Crescer emocionalmente é parar de esperar que o outro regule aquilo que é responsabilidade sua.

É desenvolver Adulto Saudável.

É validar a própria dor sem transformar isso em ataque.

É entender que você não controla o comportamento do outro, mas pode escolher como responde.

Março não pede perfeição. Pede alinhamento.

Que neste mês você tenha coragem de:

• Conversar na profundidade que evita;
• Estabelecer o limite que adia;
• Cuidar da criança que ainda dói;
• Sustentar relações que fazem sentido — e rever as que não fazem.

Porque amadurecer não é deixar de sentir. É aprender a sentir com consciência.

Que março seja o mês em que você ocupa seu lugar, sem culpa, sem medo, sem se abandonar.

Emoções têm destino.Elas não nascem para destruir relações.Elas nascem para proteger algo que é precioso.A tristeza não ...
28/02/2026

Emoções têm destino.

Elas não nascem para destruir relações.
Elas nascem para proteger algo que é precioso.

A tristeza não é fraqueza.
É profundidade.

O medo não é drama.
É memória.

A frustração não é exagero.
É necessidade não atendida.

Mas quando a emoção encontra indiferença,
ela aprende a gritar.

E quando grita, assusta.

E quando assusta, vira briga.

E dois adultos começam a discutir… quando, na verdade, são duas histórias pedindo cuidado.

Há conversas que só acontecem quando a tristeza está sentada à mesa.

Não aquela tristeza acusadora.
Mas aquela que diz baixinho:

“Eu preciso me sentir importante para você.”

Se nesse momento alguém tenta corrigir, minimizar ou racionalizar, o vínculo se retrai.

Mas se alguém respira fundo e diz: “Eu vejo você.”

Algo muda.

O corpo desacelera.
O peito abre.
O olhar amolece.

Somos feitos para nos regular no outro.
Somos biologicamente desenhados para buscar segurança em conexão — como descreve John Bowlby.

Quando uma emoção é validada, o corpo entende: “Eu não estou sozinho.”

E quando não estamos sozinhos, não precisamos lutar.

Na Terapia do Esquema, aprendemos que por trás da crítica, do silêncio e da explosão existe uma Criança Vulnerável pedindo colo — conceito central desenvolvido por Jeffrey Young.

Relacionamentos não adoecem por excesso de emoção.
Adoecem por falta de validação.

A tristeza não quer destruir o amor.
Ela quer aprofundá-lo.

Mas só aprofunda quando encontra maturidade suficiente para acolher. Talvez a pergunta não seja: “Por que estamos brigando?”

Talvez seja: “Qual dor está pedindo para ser vista?”

Se isso tocou você, compartilhe com quem precisa aprender a conversar na profundidade — e não apenas na superfície.

27/02/2026

Talvez você não esteja sofrendo por amor.

Talvez esteja sofrendo por falta de limite.

Aceitar quem o outro é não signif**a dar acesso ilimitado.

Nem todo mundo que entra na sua vida:
• Merece sua intimidade
• Merece sua prioridade
• Merece sua energia

Algumas pessoas só ocupam espaço porque você tem medo do vazio.

E vazio não é solidão.
É espaço para o que é saudável.

🔎 Seja honesto:
quem você promoveu além do que deveria?

Salve.
Compartilhe.
E reorganize.







26/02/2026

Quando você ocupa seu lugar, a vida flui.

Não é sorte.
É posicionamento.

A vida trava quando você se encolhe,
se cala,
se adapta demais.

Fluxo acontece quando você para de pedir permissão para existir.

Você não precisa de mais força.
Precisa de mais verdade.

Está vivendo do seu lugar…
ou tentando caber no dos outros?

Salve para lembrar.
Compartilhe com quem precisa assumir o próprio espaço.





Punch se agarrou a um ursinho de pelúcia. Não porque ele fosse suficiente. Mas porque as figuras vivas doeram.Quando o v...
22/02/2026

Punch se agarrou a um ursinho de pelúcia. Não porque ele fosse suficiente. Mas porque as figuras vivas doeram.

Quando o vínculo machuca cedo demais, o cérebro aprende rápido:

“Depender não é seguro.”
“Sentir é perigoso.”
“É melhor não precisar.”

E assim começa a construção de uma força que parece admirável… mas nasceu da dor.

Algumas pessoas não aprenderam a confiar. Aprenderam a sobreviver.

Sobreviver é não pedir ajuda.
É não demonstrar necessidade.
É não relaxar em nenhuma relação.
É sempre esperar que o outro vá embora.

Por fora, independência.
Por dentro, hipervigilância.

Na vida adulta isso aparece como:

– Dificuldade de confiar mesmo quando não há ameaça;
– Medo intenso de abandono;
– Necessidade constante de validação;
– Afastamento emocional para não se machucar;
– Ou apego excessivo para não perder.

E o mais delicado: A pessoa acredita que é “assim mesmo” e, segue buscando ainda mais esse lugar, mesmo esgotada, em pedaços. Mas isso não é personalidade. É adaptação.

A infância ensina um padrão.
O cérebro registra.
O corpo memoriza.

Mas o que foi aprendido na dor pode ser reorganizado na segurança.

E hoje… você ainda está vivendo em modo sobrevivência ou já está permitindo que o seu Adulto Saudável construa vínculos seguros?

Eu quero te fazer uma pergunta honesta:

Quando alguém se aproxima emocionalmente de você… você relaxa ou f**a em alerta?

Responde aqui com uma palavra:

🔒 “ALERTA”
ou
🌿 “CONFIO”

(Se quiser, me conta o que te ensinou isso.)

Salve este texto se ele fez sentido.
Compartilhe com alguém que parece forte demais — mas talvez só tenha aprendido a não depender de ninguém.





🐒 Punch nasceu em um zoológico no Japão… Mas não foi a jaula que marcou sua história.Foi a rejeição.Desde os primeiros d...
22/02/2026

🐒 Punch nasceu em um zoológico no Japão… Mas não foi a jaula que marcou sua história.

Foi a rejeição.

Desde os primeiros dias de vida, ele buscava colo. Buscava calor. Buscava segurança.

E aqui começa a ponte com a vida humana. E quando o colo não vem… o corpo sente. O cérebro registra. O coração aprende algo sobre o mundo.

A teoria do apego, descrita por John Bowlby, nos mostra que não buscamos apenas alimento — buscamos vínculo.

Sem apego seguro, a criança pode crescer aprendendo que:
• precisa se virar sozinha
• não pode confiar
• será abandonada
• é “demais” ou “de menos”

E essa aprendizagem silenciosa vira padrão.

Na vida adulta, isso aparece como:
– medo constante de rejeição
– relações instáveis
– necessidade excessiva de aprovação
– ou um distanciamento emocional que parece força… mas é defesa.

Sob as lentes da Terapia do Esquema de Jeffrey Young, chamamos isso de esquemas de Abandono e Privação Emocional.

No fundo, muitos adultos ainda estão tentando conseguir o abraço que faltou.

Mas aqui está a parte mais importante:

🧠 Apego pode ser reconstruído.
🤍 Vínculos seguros reorganizam o sistema nervoso.
🌿 Relações consistentes curam.

Terapia é, muitas vezes, o primeiro espaço onde alguém finalmente encontra um colo emocional seguro.

Agora me conta…

Você aprendeu que podia confiar?
Ou aprendeu que precisava sobreviver sozinho?

Se esse texto fez sentido, salve.
Se tocou você, compartilhe.
Alguém pode estar precisando ler isso hoje.

Figuras por with .repost
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O que separa um casal não é a terapia.É o silêncio acumulado.É a dor não traduzida.É a repetição do mesmo conflito, com ...
21/02/2026

O que separa um casal não é a terapia.

É o silêncio acumulado.
É a dor não traduzida.
É a repetição do mesmo conflito, com palavras diferentes.

Muitos casais dizem:
“Estamos pensando em separar.”

Mas, quando escuto com atenção clínica, percebo algo mais profundo: Eles não querem se separar um do outro. Eles querem se separar do sofrimento.

Querem parar de brigar pelos mesmos motivos. Querem parar de se sentir invisíveis. Querem parar de dormir na mesma cama e se sentirem sozinhos.

A terapia não é um veredito. É um espaço seguro para dizer o que nunca foi dito com maturidade.

Na maioria das vezes, o que está acontecendo não é falta de amor. É excesso de ativação emocional.

É a Criança Ferida reagindo. É o medo de abandono gritando. É o esquema de desvalorização fazendo tudo soar como crítica. É o protetor atacando antes de ser atacado.

E dois adultos feridos discutindo não conseguem construir.

Mas dois adultos que aprendem a regular suas emoções, conseguem se reencontrar.

A terapia de casal não destrói vínculos.
Ela desmonta padrões.

E quando os padrões caem, ou o amor amadurece… ou a verdade se revela. E a decisão f**a mais clara… seguir juntos porque querer seguir no mesmo caminho, ou seguir em direções distintas porque juntos constataram que o caminho agora será individual.

Mas NUNCA é a terapia que separa.
É a incapacidade de olhar para o que dói.

Se você sente que sua relação está em crise, talvez a pergunta não seja:

“Será que estamos no fim?”

Talvez a pergunta adequada seja:

“Estamos dispostos a crescer… ou só estamos cansados de sofrer?”

Agora eu quero te ouvir:

👉 Você acredita que casais evitam terapia por medo de terminar… ou por medo de encarar o que realmente está acontecendo?

Escreve aqui nos comentários. Quero ler sua visão.

O casal que está em crise muitas vezes fala em separação… mas, no fundo, não quer se separar.Eles querem se separar da d...
19/02/2026

O casal que está em crise muitas vezes fala em separação… mas, no fundo, não quer se separar.

Eles querem se separar da dor, do cansaço emocional, das discussões que não terminam, da sensação de não serem compreendidos.

Quando alguém diz “acho melhor cada um seguir seu caminho”, nem sempre está dizendo “não te amo mais”. Muitas vezes está dizendo: “eu não aguento mais sofrer do jeito que estamos.”

A crise raramente é sobre falta de amor. Na maioria das vezes, é sobre falta de recurso emocional, falta de diálogo seguro, falta de escuta genuína e, excesso de mágoas acumuladas sem tradução - comunicação violenta e desfreada, quem não precisa ser dita, mas silenciada.

O desejo real, escondido atrás da palavra “separação”, costuma ser:
• Acabar com a dor, não com a história
• Cessar o conflito, não o vínculo
• Recupetar o respeito, não fugir do compromisso.

É como se o relacionamento estivesse machucado e o impulso fosse amputar, quando, na verdade, o que precisa é de cuidado, tratamento, reestruturação.

A terapia de casal entra justamente nesse ponto: Ela não empurra ninguém para longe. Ela reconstrói o que parece destruído. Ela ajuda o casal a diferenciar “não aguento mais sofrer assim” de “não quero mais você.”

Muitos casais não querem o fim. Querem um novo começo dentro da mesma relação.

Porque, quando a dor diminui, a escuta volta, o respeito reaparece e o Adulto Saudável assume o lugar das reações impulsivas…

O que parecia ser o fim, muitas vezes, era apenas um pedido desesperado por mudança.

Talvez a frase mais verdadeira em muitas crises não seja “eu quero ir embora”, mas sim: “eu quero f**ar… só não quero continuar doendo desse jeito.”

Eu posso afirmar: SEU CASAMENTO TEM JEITO… mas vocês dois precisam primeiro aprender a ESCUTAR.

̧ᴀ

A terapia de casal não separa quem deseja se reconstruir. Ela separa ilusões, silêncios e padrões que ferem.Muitos casai...
17/02/2026

A terapia de casal não separa quem deseja se reconstruir. Ela separa ilusões, silêncios e padrões que ferem.

Muitos casais evitam buscar ajuda porque acreditam em uma ideia equivocada: “Se formos para a terapia, é porque o relacionamento acabou.”

Mas, na prática clínica, o que mais se vê é o oposto.
A terapia de casal não é um tribunal onde alguém perde e outro ganha. Não é um espaço para apontar culpados. Não é um lugar onde o terapeuta decide o destino da relação.

A terapia é um espaço de consciência.

Ela ajuda o casal a:
• traduzir o que dói sem atacar;
• escutar sem se defender;
• compreender padrões que se repetem;
• lembrar o porquê escolheram caminhar juntos um dia.

Quando duas pessoas desejam permanecer, a terapia não rompe — ela estrutura. Ela não incentiva o afastamento — ela fortalece o diálogo. Ela não cria distância — ela cria clareza.

O que, às vezes, se desfaz não é o casal. São as versões desgastadas que já não funcionam mais.

Buscar terapia não é admitir fracasso. É admitir que a relação é importante o suficiente para receber cuidado.

Casais não se separam por fazer terapia. Casais se separam, muitas vezes, por não falar, por não ouvir, por acumular mágoas em silêncio até que a distância vire rotina.

A terapia não termina histórias. Ela oferece a chance de reescrevê-las com mais maturidade, responsabilidade emocional e presença do Adulto Saudável.

E talvez a pergunta não seja:
“E se a terapia acabar com o meu casamento?”

Talvez a pergunta mais honesta seja:
“O que pode acontecer se continuarmos sem nos escutar?”

Endereço

Palmitos, SC

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 13:00 - 19:00
Terça-feira 13:30 - 18:00
Quarta-feira 07:00 - 19:00
Quinta-feira 13:00 - 19:00
Sexta-feira 07:00 - 12:00

Telefone

+5549988708400

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