Dra. Raquel Scherer de Fraga

Dra. Raquel Scherer de Fraga Hepatologista | CREMERS 24.280 Hepatologista

30/01/2026

Você já se perguntou: e se o seu fígado pudesse falar? 🤔

Este é o segundo vídeo da série “Se meu fígado falasse”, criada para traduzir de forma simples como o fígado funciona, como as doenças hepáticas se desenvolvem e por que muitas delas evoluem de forma silenciosa.

👉 Qual assunto sobre fígado você gostaria de ver por aqui?

Dra. Raquel S. Fraga – Hepatologista
CRM/RS 24280 | RQE 23338

O fígado é o principal órgão responsável pela metabolização dos medicamentos. Por isso, alguns remédios podem causar sob...
29/01/2026

O fígado é o principal órgão responsável pela metabolização dos medicamentos. Por isso, alguns remédios podem causar sobrecarga ou lesão hepática, especialmente quando usados sem orientação médica, em doses acima do recomendado ou por períodos prolongados.

Entre os medicamentos mais associados à hepatotoxicidade, destacam-se:

🔹 Paracetamol, quando utilizado em doses elevadas (acima de 2 g por dia) ou de forma contínua
🔹 Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
🔹 Alguns antibióticos, especialmente a amoxicilina com clavulanato
🔹 Anticonvulsivantes, como carbamazepina e ácido valproico
🔹 Fitoterápicos e suplementos, inclusive os considerados “naturais”

Muitas alterações hepáticas são silenciosas e só são identificadas por meio de exames laboratoriais.

👉 Em caso de uso contínuo de medicamentos ou alterações nos exames do fígado, a avaliação com hepatologista é fundamental.

Dra. Raquel S. Fraga – Hepatologista
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As estatinas são medicamentos amplamente utilizados para reduzir o colesterol e diminuir o risco de doenças cardiovascul...
27/01/2026

As estatinas são medicamentos amplamente utilizados para reduzir o colesterol e diminuir o risco de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. Como atuam no fígado, é comum que surjam dúvidas, e até medo, sobre sua segurança em pessoas com doenças hepáticas.

O que muitos ainda não sabem é que, além de não serem contraindicadas, as estatinas são indicadas para pacientes com colesterol elevado e esteatose hepática (MASLD), quando bem avaliadas e acompanhadas. Hoje, as evidências científicas mostram que elas podem ser utilizadas com segurança na maioria dos pacientes com doenças crônicas do fígado. Alterações leves das enzimas hepáticas, de forma isolada, geralmente não contraindicam o uso.

Mais do que isso: estudos recentes demonstram que as estatinas podem trazer benefícios além do controle do colesterol, incluindo efeito positivo na regressão da hipertensão portal em pacientes com cirrose, quando bem indicadas. Ou seja, aquilo que por muito tempo foi visto como vilão, passou a ocupar o papel de mocinha em muitos cenários da hepatologia.

Por isso, a decisão deve ser sempre individualizada, considerando o tipo de doença hepática, os exames laboratoriais, os fatores de risco cardiovasculares e a real necessidade do medicamento.

👉 Em caso de dúvidas ou exames alterados, a avaliação com hepatologista é fundamental.

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O carcinoma hepatocelular (CHC) é o principal tipo de câncer de fígado e, na maioria dos casos, não surge em um fígado s...
26/01/2026

O carcinoma hepatocelular (CHC) é o principal tipo de câncer de fígado e, na maioria dos casos, não surge em um fígado saudável. Ele está fortemente associado a doenças hepáticas crônicas, especialmente cirrose, hepatites virais, esteatose hepática avançada e outras condições que levam à inflamação persistente do fígado.

Muitas vezes, o CHC pode evoluir de forma silenciosa nas fases iniciais, o que reforça a importância do acompanhamento regular de pacientes com fatores de risco. Exames de imagem periódicos e avaliação médica adequada permitem o diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de tratamento e melhores desfechos.

Se você tem doença hepática crônica ou exames alterados, o seguimento com hepatologista é fundamental.

👉 Agende sua consulta pelo link na bio.

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26/01/2026

A encefalopatia hepática é uma das complicações mais importantes da cirrose e acontece quando o fígado não consegue filtrar adequadamente substâncias tóxicas do sangue, que acabam afetando o funcionamento do cérebro.

Alterações de comportamento, confusão mental, sonolência excessiva e dificuldade de concentração podem ser sinais desse quadro, que exige acompanhamento médico adequado.

▶️ O vídeo completo está disponível no YouTube.
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A cirrose pode se apresentar de duas formas: compensada ou descompensada, e entender essa diferença muda completamente o...
24/01/2026

A cirrose pode se apresentar de duas formas: compensada ou descompensada, e entender essa diferença muda completamente o acompanhamento e o risco de complicações.

Na cirrose compensada, o fígado ainda consegue desempenhar suas funções, muitas vezes sem sintomas evidentes. Já na cirrose descompensada, surgem complicações como ascite, sangramentos, icterícia e confusão mental, exigindo acompanhamento mais próximo e cuidados específicos.

Identificar precocemente em que fase a doença se encontra permite definir condutas, ajustar o seguimento e agir antes que novas complicações apareçam. Por isso, o acompanhamento com hepatologista é fundamental ao longo de toda a evolução da cirrose!

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A chamada doença metabólica do fígado, hoje conhecida pela sigla MASLD (Doença Hepática Esteatótica Associada à Disfunçã...
23/01/2026

A chamada doença metabólica do fígado, hoje conhecida pela sigla MASLD (Doença Hepática Esteatótica Associada à Disfunção Metabólica), é uma condição cada vez mais frequente e que muitas vezes evolui de forma silenciosa.

Ela está diretamente relacionada a fatores como excesso de peso, resistência à insulina, diabetes, alterações do colesterol e hábitos de vida. Mesmo sem sintomas, pode progredir para inflamação, fibrose, cirrose e aumentar o risco de complicações cardiovasculares.

A mudança na nomenclatura reforça um ponto importante: o problema não é apenas o fígado isoladamente, mas todo o contexto metabólico do paciente. Por isso, diagnóstico precoce, acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida são fundamentais para proteger a saúde hepática a longo prazo.

Em caso de exames alterados ou fatores de risco, a avaliação com hepatologista faz toda a diferença.

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22/01/2026

Você já se perguntou: e se o seu fígado pudesse falar? 🤔

Este vídeo é o primeiro da série “Se meu fígado falasse”, criada para explicar de forma simples e didática como o fígado funciona e por que ele é tão importante para a sua saúde.

Ao longo dos próximos vídeos, vamos abordar hábitos do dia a dia, doenças silenciosas e cuidados que fazem a diferença na saúde hepática.

Agora quero saber de você: sobre quais assuntos relacionados ao fígado você gostaria de ver por aqui?

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Quando falamos em açúcar e fígado, o verdadeiro risco não está apenas em “consumir açúcar”, mas em como, quanto e com qu...
19/01/2026

Quando falamos em açúcar e fígado, o verdadeiro risco não está apenas em “consumir açúcar”, mas em como, quanto e com que frequência ele é consumido.

O fígado é o principal órgão responsável por metabolizar diferentes tipos de açúcares. Em situações de consumo excessivo e contínuo (especialmente de açúcares simples presentes em bebidas adoçadas, doces e alimentos ultraprocessados) ele pode passar a armazenar gordura, desencadeando alterações metabólicas silenciosas.

👉 Importante: a frutose presente naturalmente nas frutas não é prejudicial, mesmo em pessoas com doença hepática esteatótica. Não há indicação de restringir frutas. Pelo contrário, elas fazem parte de uma alimentação saudável, fornecendo fibras, vitaminas, antioxidantes e contribuindo para a saúde metabólica
Portanto, o risco real está no excesso crônico, no padrão alimentar e no estilo de vida como um todo, e não em um único alimento isolado.

👉 Caso seus exames estejam alterados, consulte seu hepatologista.
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16/01/2026

Quando exames mostram ferro elevado, o mais importante é investigar a causa, e não tirar conclusões precipitadas.

O acúmulo de ferro no fígado pode ter diferentes origens, e cada situação exige uma avaliação específica. No vídeo, explico quando é necessário investigar melhor e por que o acompanhamento com hepatologista faz toda a diferença.

Exames alterados merecem atenção e análise cuidadosa!

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Toda terça-feira, eu abro um espaço na minha agenda para esclarecer às muitas perguntas que recebo pelas redes sociais. ...
14/01/2026

Toda terça-feira, eu abro um espaço na minha agenda para esclarecer às muitas perguntas que recebo pelas redes sociais. Esta é a forma que encontrei de me aproximar dos meus seguidores e ajudar pessoas que precisam de informações sobre doenças do fígado.

Você tem alguma dúvida? Escreva nos comentários!

Hepatologista Raquel S. de Fraga
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Durante o verão, alguns hábitos comuns podem sobrecarregar o fígado sem que a gente perceba ☀️O calor intenso favorece a...
12/01/2026

Durante o verão, alguns hábitos comuns podem sobrecarregar o fígado sem que a gente perceba ☀️

O calor intenso favorece a desidratação, o consumo de álcool costuma aumentar, a alimentação pode ficar mais desregulada e o uso de medicamentos (como analgésicos e anti-inflamatórios) muitas vezes ocorre sem orientação.

Tudo isso exige mais esforço do fígado, órgão responsável pelo metabolismo de substâncias, detoxificação e equilíbrio do organismo.

Manter uma boa hidratação, evitar excessos, ter atenção ao uso de medicamentos e respeitar os sinais do corpo são atitudes simples que fazem diferença na saúde hepática, especialmente nos meses mais quentes.

Caso você tenha esteatose, exames alterados ou dúvidas sobre a saúde do seu fígado, procure acompanhamento especializado.

Agende sua consulta pelo link na bio 💙

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Terça-feira 08:00 - 12:00
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Categoria

Hepatologista

Raquel Scherer de Fraga possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998), residência Médica em Medicina Interna no Hospital Nossa Senhora da Conceição (1999-2000)e residência em Gastroenterologia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (2001-03). É mestre em Gastroenterologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005) e doutora em Gastroenterologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009). Preceptora do Programa de Residência Médica em Gastroenterologia da Universidade Federal da Fronteira Sul / cenário de prática no Hospital de Clínicas de Passo Fundo. Coordenou o Curso de Medicina da IMED de 2015 a 2017. Professora do Curso de Medicina- IMED (Passo Fundo/RS) e realiza Pós-doutorado no Departamento de Gastroenterologia da Universidade de São Paulo (USP). Membro titular da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) e da European Association for the Study of the Liver (EASL).