29/12/2025
O fim do ano costuma trazer um misto de sentimentos, uma combinação que, embora pareça confusa, é humana e absolutamente normal. Acolha essas emoções com gentileza.
As emoções são influenciadas pelos pensamentos que construímos ao longo do tempo. No final do ano, surgem pensamentos automáticos como:
- “Eu deveria ter feito mais”;
- “Não evoluí o suficiente”;
- “Ano que vem precisa ser perfeito”.
Esses pensamentos ativam emoções intensas — tristeza, culpa, ansiedade — que podem nos levar a comparações injustas e rígidas.
Mas aqui está o ponto fundamental: pensamentos não são fatos. Eles são interpretações, e podem ser reestruturados.
Que tal experimentar uma nova pergunta neste encerramento de ciclo?
✨“O que eu fiz, mesmo que pequeno, que merece ser reconhecido”?
✨“O que aprendi sobre mim neste ano”?
✨“Como posso caminhar com mais leveza no próximo”?
A autocompaixão não elimina responsabilidades, mas nos fortalece para agir com clareza e equilíbrio. Permita-se validar sua história — inclusive as partes mais difíceis. Crescimento não é linha reta, é caminho lapidado.
No encerramento deste ano, talvez o maior presente seja acolher suas emoções, honrar sua jornada e lembrar que você não precisa recomeçar de maneira perfeita.
Um passo por vez já é movimento. 🤍
Orfila Rafaela Trindade
Psicóloga | CRP 07/30880
Dr. Geisson Beck Hahn | CRM 26.428
Cirurgião Bariátrico (obesidade e metabólica) | RQE 43.154
Cirurgião do Aparelho Digestório | RQE 19.030
Videolaparoscopia e Robótica
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