Psicóloga Dilce Monteiro

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Há lugares que não nos acolhem e sim nos consomem.Entramos inteiros e saímos fragmentados, tentando entender em que pont...
02/01/2026

Há lugares que não nos acolhem e sim nos consomem.
Entramos inteiros e saímos fragmentados, tentando entender em que ponto deixamos de ser casa para nós mesmos.
Voltar não é saudade; é adiamento da própria coragem.

Permanecer onde já doeu é abdicar da escolha.
É confundir hábito com destino, apego com sentido.
O lugar que nos perdeu uma vez não nos deve explicações, mas nós devemos a nós mesmos o gesto de partir.

Amadurecer é reconhecer: nem todo retorno é reparação.
Alguns são apenas repetição do abandono.
E escolher não voltar é um ato silencioso de liberdade, talvez o mais honesto que fazemos por nós.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

Entre um ano que termina e outro que começa, não há promessa e sim escolha.O tempo não se despede com explicações, ele a...
30/12/2025

Entre um ano que termina e outro que começa, não há promessa e sim escolha.
O tempo não se despede com explicações, ele apenas passa. O que f**a não é o que deu certo, mas o que você decidiu carregar consigo.
O novo ano não vem para te salvar, vem para te confrontar: o que você fará com a liberdade que insiste em te acompanhar?

Que o fim deste ano não seja um peso, mas um reconhecimento: você existiu, sentiu, falhou, resistiu. E isso já é muito. O início do outro não pede perfeição, pede presença. Um passo consciente, mesmo cansado, ainda é um ato de coragem.

Que no próximo ano você não se traia tentando caber em expectativas alheias. Que escolha a si, mesmo quando isso doer. Porque viver, no fundo, não é esperar por dias melhores é assumir responsabilidade por quem você se torna a cada dia.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

Há coisas que, para nós, passam leves.Uma mensagem não respondida.Um encontro adiado.Uma promessa dita sem intenção de c...
16/12/2025

Há coisas que, para nós, passam leves.
Uma mensagem não respondida.
Um encontro adiado.
Uma promessa dita sem intenção de cumprir.

Mas, no território do outro, isso pode pesar como ausência, dúvida, espera.

Não existe gesto neutro quando há vínculo.
Toda escolha, inclusive a de não escolher, já é uma forma de agir no mundo do outro.
E agir é sempre assumir responsabilidade.

Responsabilidade afetiva não é sentir o mesmo, é reconhecer que o outro sente.
É compreender que a liberdade que exercemos toca a liberdade alheia, e que brincar com isso é escolher ferir, mesmo sem intenção.

No fundo, não se trata de amar por obrigação, mas de ser honesto com a própria escolha.
Porque no encontro entre duas existências, o descuido também deixa marcas.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

Há dores que nascem não do fim, mas da indecisão.A porta entreaberta é a promessa que não se cumpre, é o afeto que não c...
11/12/2025

Há dores que nascem não do fim, mas da indecisão.
A porta entreaberta é a promessa que não se cumpre, é o afeto que não chega e também não vai embora, é o meio-termo onde a liberdade sufoca.

Nada aprisiona mais do que a espera.
Porque quando alguém deixa a porta semiaberta, é você quem f**a parado no vão:
nem entrando, nem saindo,
nem vivendo, nem partindo.

Fechar uma porta é ato de escolha, é assumir a responsabilidade pela própria travessia.
Mas manter uma fresta é delegar ao outro o poder de definir o seu movimento.

A porta entreaberta mantém a ilusão viva e suspende a vida real.
A porta entreaberta dói mais porque é nela que a liberdade emperra.
Fechar é escolha.
Esperar é prisão.
E toda vez que você se sacrif**a pela fresta de alguém, renuncia à própria existência.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

No fim, ninguém nos decepciona.O que se desfaz é a fantasia que costuramos em silêncio.Porque o outro, esse ser livre, m...
09/12/2025

No fim, ninguém nos decepciona.
O que se desfaz é a fantasia que costuramos em silêncio.
Porque o outro, esse ser livre, móvel, indomável nunca coube no molde que criamos.

A decepção é só o instante em que a realidade encosta na nossa idealização e nos lembra que projetamos demais e enxergamos de menos.

O outro não vem para cumprir papéis, nem para validar nossas narrativas.
Ele apenas é.
E nós sofremos quando esquecemos disso.

Talvez a dor não seja sobre quem o outro é, mas sobre o que ele nunca prometeu ser.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

O feminicídio revela o ponto mais sombrio da liberdade humana: o instante em que alguém escolhe negar, pela violência, a...
07/12/2025

O feminicídio revela o ponto mais sombrio da liberdade humana: o instante em que alguém escolhe negar, pela violência, a existência do outro. Mas não há destino que justifique essa tragédia; há escolhas, escolhas que nascem de uma má-fé coletiva, de uma sociedade que ainda insiste em ver a mulher como objeto, função ou extensão de alguém.

Toda violência começa quando transformamos o outro em coisa. E o feminicídio é isso: a negação radical da alteridade, o colapso de toda ética, o fracasso de nossa responsabilidade por “guardar” a liberdade do outro enquanto exercemos a nossa.

Cada mulher morta é um lembrete brutal de que não estamos diante de um problema individual, mas de um projeto social adoecido. É a soma das tolerâncias, das piadas, do silenciamento, da romantização do controle, das desculpas dadas ao agressor, da normalização do medo. Nada disso é destino e sim de construção.

Uma provocação é voltar o olhar para o que fazemos, permitimos e perpetuamos. A liberdade exige coragem, mas a convivência exige respeito. E só haverá mundo mais humano quando a existência da mulher não for uma concessão, mas um fato sagrado e inegociável.

Feminicídio não é “fatalidade”.
É escolha e, por isso mesmo, é uma responsabilidade que todos compartilhamos: a responsabilidade de impedir, denunciar, educar, transformar e romper os padrões que sustentam essa violência.

Que hoje não seja apenas um dia de luto, mas de consciência existencial: não podemos ser livres enquanto a liberdade de existir das mulheres ainda é negada.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

Não é a situação em si que pesa é o signif**ado que você escolhe dar a ela.O estresse nasce quando entregamos nossa libe...
04/12/2025

Não é a situação em si que pesa é o signif**ado que você escolhe dar a ela.

O estresse nasce quando entregamos nossa liberdade
às pequenas exigências do mundo, como se cada detalhe tivesse o poder de definir quem somos.
Mas nada tem esse poder sem o nosso consentimento.

Perguntar “vale a pena se estressar com isso?”
é um ato de autonomia existencial.
É você retomando o direito de decidir o que merece ocupar sua consciência e o que é apenas ruído tentando te distrair de si mesmo.

No fundo, o estresse é uma escolha silenciosa:
a de carregar pesos que não são seus.
A pergunta é a chave que devolve você ao centro,
onde pode, com lucidez, separar o essencial do acidental.

E talvez a resposta seja simples:
nem tudo que acontece merece a grandiosidade da sua angústia.
A sua liberdade vale mais.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

Quando deixamos de ser úteis, deixamos também de ter um papel pronto, e isso assusta, porque sem função não há máscara p...
02/12/2025

Quando deixamos de ser úteis, deixamos também de ter um papel pronto, e isso assusta, porque sem função não há máscara para nos proteger de nós mesmos.

Mas é justamente aí que a existência f**a mais honesta.
Quem permanece ao seu lado quando sua utilidade cai é quem te enxerga como presença, não como ferramenta.
É quem suporta o silêncio da sua essência inacabada.
É quem entende que amar não é um contrato de serventias, mas o encontro entre duas liberdades que se escolhem apesar do nada.

E se ninguém f**ar, ainda assim, permanece você,
a única responsável por criar o sentido que o mundo não dá.
Porque, no fim, o amor mais radical é reconhecer que você vale mesmo quando não serve,
que sua existência é suficiente,
e que nenhum utilitarismo consegue medir aquilo que só a consciência humana pode carregar: o direito de ser, simplesmente ser.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

Talvez eu nem exista nesse futuro que me cobro tanto.E essa é justamente a ironia da existência: enquanto tento encaixar...
26/11/2025

Talvez eu nem exista nesse futuro que me cobro tanto.
E essa é justamente a ironia da existência: enquanto tento encaixar quem serei, esqueço de habitar quem sou agora.

O futuro é apenas uma promessa vazia, uma projeção que inventamos para fugir da angústia do presente. Criamos versões idealizadas de nós mesmos e, depois, nos punimos por ainda não sermos aquilo que só existe na imaginação.

Mas a verdade é simples e dura: não há garantia de que eu estarei lá.
O único lugar onde existo com alguma consistência é aqui, neste instante, neste corpo, nesta respiração.

Talvez o futuro nunca me veja.
Mas eu posso, hoje, me ver.
E isso já é um começo de liberdade.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

A serenidade não nasce do cenário, e sim do sujeito que o atravessa.A vida te oferece ruídos, demandas, urgências, mas é...
24/11/2025

A serenidade não nasce do cenário, e sim do sujeito que o atravessa.
A vida te oferece ruídos, demandas, urgências, mas é dentro de você que ecoa a escolha entre se perder no caos ou construir um pequeno espaço de presença.

A paz não é um prêmio que o mundo entrega, é um ato de criação íntima: um gesto silencioso de quem decide voltar para si, de quem se reconhece autor da própria experiência mesmo quando o entorno parece impraticável.

Sartre diria que estamos condenados à liberdade, e talvez seja justamente dessa condenação que surge a possibilidade de paz: a coragem de assumir que,
enquanto o mundo muda sem pedir licença, o que você cultiva por dentro é o que define como você atravessa tudo.

A paz é uma obra interna.
E você, mesmo cansado(a), mesmo humano(a), continua sendo o artista da sua própria quietude.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

A exaustão aparece quando tentamos caber em papéis que já não nos servem, quando sustentamos máscaras que racharam, quan...
21/11/2025

A exaustão aparece quando tentamos caber em papéis que já não nos servem, quando sustentamos máscaras que racharam, quando repetimos discursos que não ecoam mais dentro de nós.
É o corpo dizendo “siga”, enquanto a mente tenta permanecer onde já não há sentido.

No fundo, o que chamamos de cansaço é, muitas vezes, a fricção entre a pessoa que fomos e a pessoa que estamos nos tornando.
E é preciso coragem para admitir: a autenticidade exige ruptura.

Sartre diria que somos condenados à liberdade — e talvez parte dessa condenação seja aceitar que a vida nos convoca, sempre, a abandonar versões confortáveis para caminhar em direção ao desconhecido de nós mesmos.

Talvez não falte energia.
Talvez apenas falte permissão para ser novo.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

Entrar em um processo terapêutico é encarar aquilo que muitos passam a vida inteira evitando: os próprios medos, as próp...
18/11/2025

Entrar em um processo terapêutico é encarar aquilo que muitos passam a vida inteira evitando: os próprios medos, as próprias narrativas, as próprias contradições.

É fácil parecer forte quando se está sempre em movimento, distraído, fugindo de si.
Difícil mesmo é parar.
Difícil é sustentar o silêncio onde a verdade aparece.
Difícil é olhar para dentro sem garantias de que tudo fará sentido de imediato.

A terapia é para quem tem força suficiente para admitir que não sabe tudo,
para quem entende que crescer exige desconforto,
e que a verdade, mesmo quando dói, liberta mais do que qualquer ilusão confortável.

Buscar ajuda não é sinal de fraqueza.
É sinal de maturidade emocional, de responsabilidade com a própria história, e de respeito pela própria existência.

No fim, só se senta diante de si mesmo quem realmente deseja viver de forma mais consciente, e isso, por si só, já é um ato de força.

Com carinho!
Psicóloga
Dilce Monteiro

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Pato Branco, PR
85501071

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