24/09/2025
Muitos jogadores sabem como é difícil se manter firmes mesmo depois de uma sequência de perdas. Existe um momento em que o desejo de desistir aparece como uma névoa que toma conta da mente.
Essa sensação não acontece por fraqueza, mas porque o cérebro é programado para evitar a dor. Nessas horas, a amígdala — centro emocional responsável por detectar ameaças — é ativada, e o impulso automático é fugir. O corpo reage como se fosse preciso se proteger, mesmo quando se trata apenas de uma fase difícil no jogo.
É aqui que entra o papel do córtex pré-frontal, a área racional do cérebro, responsável pelo controle, pelo planejamento e pelas boas decisões. Fortalecer essa parte significa dar mais espaço à lógica do que ao impulso, mais clareza do que à confusão.
A resiliência no poker não nasce de acreditar que tudo sempre dará certo, mas de treinar a mente para seguir consistente, mesmo quando os resultados não aparecem.
É nesse ponto que o treino mental faz toda a diferença: ele ajuda a reduzir a força dos gatilhos emocionais, fortalece a confiança e sustenta o jogador nas fases mais duras da jornada.
💡 Se manter firme em meio às perdas é possível — mas exige preparo mental.
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