Espaço Social Terapêutico Amor e Vida

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Valdenice Freitas Guastalli, é bacharel em Psicologia, com Cursos de extensão em Psicologia Clínica, Psicologia da aprendizagem, com formação em Psicanálise Clínica, Pós graduada em Psicanálise Clínica, Neuropsicologia.

06/11/2025

Novembro Azul nos convida a uma pausa.
Uma pausa para olhar para dentro…
Porque cuidar da saúde não é apenas fazer exames — é também escutar a alma.
A Psicanálise nos ensina que o homem muitas vezes se cala diante da dor.
Mas o silêncio, um dia, fala.
Ele se transforma em ansiedade, em angústia, em doenças que pedem atenção.
E a Bíblia também nos lembra disso:
“O homem vê o que está diante dos olhos, mas o Senhor olha o coração.” (1 Samuel 16:7)
Cuidar do corpo, da mente e do espírito é um ato de fé.
É reconhecer que a força também está em pedir ajuda, em se permitir sentir, em se cuidar.
Que neste novembro Azul, cada homem se olhe com mais compaixão.
Porque a verdadeira saúde começa quando o corpo e a alma caminham juntos.

“novembro Azul — Cuide do corpo, da mente e da alma.”

Valdenice de Freitas Guastalli – Psicanalista
Esapaço Social Amor e Vida - Piracicaba
WhatsApp: 19-9984485679

06/11/2025

Novembro Azul nos convida a uma pausa.
Uma pausa para olhar para dentro…
Porque cuidar da saúde não é apenas fazer exames — é também escutar a alma.

A Psicanálise nos ensina que o homem muitas vezes se cala diante da dor.
Mas o silêncio, um dia, fala.
Ele se transforma em ansiedade, em angústia, em doenças que pedem atenção.

E a Bíblia também nos lembra disso:
“O homem vê o que está diante dos olhos, mas o Senhor olha o coração.”
(1 Samuel 16:7)

Cuidar do corpo, da mente e do espírito é um ato de fé.
É reconhecer que a força também está em pedir ajuda, em se permitir sentir, em se cuidar.

Que neste Novembro Azul, cada homem se olhe com mais compaixão.
Porque a verdadeira saúde começa quando o corpo e a alma caminham juntos.

Valdenice de Freitas Guastalli
Psicanilista - Espaço Amor e Vida
WhatsApp: (19) 98448-5679

01/10/2025
SETEMBRO AMARELO: MÊS DE VALORIZAÇÃO DA VIDASetembro é o mês de prevenção do suicídio. Denominado como “setembro Amarelo...
01/09/2025

SETEMBRO AMARELO: MÊS DE VALORIZAÇÃO DA VIDA

Setembro é o mês de prevenção do suicídio. Denominado como “setembro Amarelo”, todos os 30 dias são dedicados à conscientização deste problema, que tira a vida de 32 pessoas por dia no Brasil.
Você notou, ao andar pelas ruas da cidade, que prédios públicos e privados estão decorados ou iluminados com a cor amarela? Isso acontece porque todos estão unidos em prol dessa campanha. Unidos pela valorização da vida.

A importância desse movimento é enorme, tanto que o Brasil inteiro está envolvido em ações para quebrar tabus e falar sobre o suicídio. Com a ideia de que é necessário conhecer para agir, muitos estão mobilizados para levar informação a fim de diminuir a dificuldade na hora de identificar sinais e oferecer ajuda a quem precisa.
Além de informar, o setembro Amarelo também apura um sentimento nobre: o de cuidado com o outro. A campanha nos relembra do poder das palavras, porque, para quem precisa de ajuda, falar com alguém é primordial. E como ouvir faz parte do nosso trabalho, viemos falar um pouco sobre o assunto.

O que é setembro Amarelo?

A campanha Setembro Amarelo nasceu com o objetivo de promover ações e eventos que abrissem espaço para debates sobre suicídio, além de divulgar o tema e alertar todos nós sobre a importância desta discussão, afinal, o suicídio pode ser prevenido com informação.
De lá para cá, muitas mobilizações foram feitas, mas a identificação de sinais e a oferta e busca por ajuda ainda enfrentam barreiras. Muitas vezes, por preconceitos. Falar sobre suicídio costuma ser delicado, até mesmo pronunciar a palavra pode provocar uma situação de desconforto. Por isso, a cada ano, as ações são intensificadas para quebrar esse tabu.
As primeiras atividades do setembro Amarelo aconteceram em 2014 e foram promovidas pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e Conselho Federal de Medicina (CFM). O mês foi escolhido porque 10 de setembro é o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio.

Sinais que devemos observar

Primeiramente, é válido lembrar que, na maioria das vezes, quem pensa em suicídio acredita que não há outra forma de curar as dores ou resolver os problemas, porém existem sim outras saídas.
Por isso, ficar atento aos sinais que as pessoas costumam dar quando as coisas não estão bem, é importantíssimo. Alguns deles são:

- Falta de esperança e de visão do futuro
- Culpa e baixa autoestima
- Visão negativa da vida (verbalizadas, escritas ou até em forma de desenhos)
- Alterações significativas na personalidade ou nos hábitos
- Perda de interesse por atividades que gostava
- Afastamento da família e amigos
- Descuido com a aparência
- Disforia (combinação de tristeza, irritabilidade e acessos de raiva)
- Doação de pertences que valorizava
- - Comentários sobre morte, sobre pessoas que morreram e interesse pelo assunto

Qualquer sinal merece atenção. Inclusive, frases como “vou desaparecer”, “vou deixar vocês em paz”, “eu queria dormir e nunca mais acordar” podem expressar ideias ou intenções suicidas e não devem ser ignorados.

Falar é a melhor solução

Em 2018, o foco da campanha de setembro Amarelo é “falar é a melhor solução”. E ela pode ser colocada em prática de duas maneiras:

1) o “falar” para informar; e
2) o “falar” para expressar os sentimentos.

A informação é a melhor forma de quebrar tabus sobre o assunto e enfrentar o problema. Ter conhecimento é importante para prevenir, reconhecer sinais e diferenciar mitos e verdades. Por isso, é preciso falar.
Para quem está enfrentando uma dor muito grande, falar também é a melhor saída. Isso porque os sentimentos, sejam eles alegria, orgulho, amor e a dor, precisam ser expressados para não sufocarem. Uma conversa com um amigo e, principalmente, com um especialista vai ajudar a expressar tudo o que é sentido.
Se você conhece alguém que apresenta alguns dos sinais que listamos aqui, vale perguntar como estão as coisas e deixar claro que ele não está sozinho. Além disso, indicar que entre em contato com um profissional de saúde mental é fundamental, porque o acompanhamento é indispensável.
Se você tem sentido que a pressão dentro de você está muito grande e difícil de suportar, busque ajuda. Dessa forma, você, certamente, vai superar esse momento. Se precisar conversar com alguém, nós do Espaço Social Amor e Vida estamos totalmente à disposição. Mande uma mensagem

O SILÊNCIO NA TERAPIA/ANÁLISEAo começar um processo analítico, algumas pessoas se incomodam com a posição um tanto silen...
12/11/2024

O SILÊNCIO NA TERAPIA/ANÁLISE

Ao começar um processo analítico, algumas pessoas se incomodam com a posição um tanto silenciosa do analista. Ouvimos alguns dizer: "meu analista não fala nada!"; "eu fico lá falando e ele não diz coisa alguma!”; "será que ele está me ouvindo?”; "eu quero um analista que fale!". Por conta disso, muitos desistem de continuar o processo terapêutico, não suportam esse silêncio que se faz presente e interrompem a terapia.
Na convenção social, o silêncio é visto como algo incômodo, que perturba, causando mal-estar. Numa situação onde dois estranhos se cruzam no elevador, ou quando sentam lado a lado na viagem de ônibus ou avião, o embaraço do silêncio é rompido com palavras.
De onde vem tanto incômodo com o silêncio?
Por que tamanha necessidade das pessoas em quebrá-lo?
Freud em seu texto O estranho (infamiliar) de 1919, aponta um caminho para entender tal questão, dizendo: "De onde provém a inquietante estranheza que emana do silêncio, da solidão, da obscuridade?… Nada podemos dizer da solidão, do silêncio, da obscuridade senão que são esses verdadeiramente os elementos aos quais se liga a angústia infantil, que jamais desaparece inteiramente na maioria dos homens."
Baseando-se neste pensamento freudiano, pode-se dizer que a estranheza que o silêncio nos causa, se relaciona com um encontro com algo obscuro, com a incerteza, em suma, com o vazio, causando angústia. Para não entrar em contato com o vazio, o sujeito preenche o silêncio com palavras, muitas vezes vazias, que só estão ali cumprindo um papel de obliteração desse vazio que o silêncio traz.
Em análise o silêncio faz parte do processo. Como afirma Násio (2010), o silêncio possui forças que arrastam o analisando para o inconsciente. Afirmando que o que o discurso esconde, o silêncio revela. Násio ainda diz que por meio da leitura do silêncio e do que ele causa no sujeito, escuta-se algo para além do campo da palavra dita. O interdito e o não dito também revelam questões do sujeito, daí a importância do silêncio para escutar os outros modos de dizer.
O silêncio se manifesta como uma pausa da palavra falada, um limite que coloca o sujeito em um porvir imprevisível. Neste sentido, como diz Dunker e Thebas (2019), o silêncio esperado em análise ameniza a prontidão da conversa típica do dia a dia baseada em perguntas e respostas, discursos, réplicas e tréplicas. Dando espaço para esse movimento que o silêncio coloca o sujeito quando este entra em contato com o vazio.
No entanto, esse silêncio na análise, aqui focando no silêncio do analista, remete ao desamparo no analisando, trazendo impasses para o processo analítico caso não seja bem manejado. Por não ser comum para a vida do indivíduo um lugar que se fala muito e se escuta pouco, o analisando espera que o analista fale algo daquilo que ele está dizendo, e, quando a resposta não vem, o analisando vai ter que lidar com esse lugar vazio, preenchendo-o com fantasias das mais variadas possíveis. De fato, esse processo não é fácil, é estranho, é incômodo, mas é em muitos momentos, necessário em análise.
Se o analista responde todos os dizeres do analisando, como se fosse uma conversa comum, o analisando não entrará em contato com esse vazio que não o fará movimentar-se para lidar com isso. Sustentar e suportar o silêncio é dar tempo para que a palavra que foi dita ecoe no sujeito, fazendo-o reviver certas experiências da ordem do desamparo e da estranheza.
Portanto em análise, não são só os dizeres do analista e do analisando que fazem diferença, não são somente as interpretações do psicanalista que fazem o sujeito refletir sobre sua vida. O não dizer torna-se tão importante quanto o que foi dito. É esse movimento que o silêncio causa, por vezes doloroso e incômodo, que nem todos conseguem sustentar, é o que possibilita a criação e a renovação daquilo que se diz em análise.

Valdenice de Freitas Guastalli - Psicanalista
(19) 98448-5679

Referências:
Dunker, C., & Thebas, C. (2019). O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas. São Paulo: Planeta do Brasil.
Freud, S. (1919). O estranho. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud, 17, 235-269.
Nasio, J. D. (2010). O silêncio em psicanálise. Trad. de Martha Prada e Silva. Rio de Janeiro: Ed: Jorge Zahar.

PSICANÁLISE E OS TEMAS ATUAIS DA SOCIEDADEO OLHAR DA PSICANÁLISE PARA OS TEMAS ATUAIS DA SOCIEDADEA psicanálise oferece ...
12/11/2024

PSICANÁLISE E OS TEMAS ATUAIS DA SOCIEDADE
O OLHAR DA PSICANÁLISE PARA OS TEMAS ATUAIS DA SOCIEDADE

A psicanálise oferece uma perspectiva única sobre os temas contemporâneos, destacando a importância dos processos psicológicos subjacentes e das dinâmicas inconscientes que influenciam essas questões. Por exemplo:

SAÚDE MENTAL:

A psicanálise reconhece a complexidade das emoções humanas e como a repressão de sentimentos pode levar a sintomas psicológicos. Além disso, aborda a importância de compreender as origens inconscientes dos problemas de saúde mental, em vez de simplesmente tratar os sintomas superficiais.

DESIGUALDADE SOCIOECONÔMICA:

A psicanálise destaca como as experiências precoces de privação e trauma podem impactar o desenvolvimento emocional e perpetuar ciclos de desigualdade. Além disso, enfatiza a necessidade de abordar não apenas as questões econômicas, mas também os aspectos psicológicos da desigualdade.

TECNOLOGIA E CONEXÃO DIGITAL:

A psicanálise alerta para os efeitos psicológicos da dependência excessiva da tecnologia, destacando como ela pode servir como uma forma de evitar o enfrentamento de emoções difíceis. Além disso, ressalta a importância de manter conexões humanas autênticas em um mundo cada vez mais digitalizado.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E MEIO AMBIENTE:

A psicanálise explora as emoções associadas ao medo do futuro e à impotência diante de problemas globais como as mudanças climáticas. Além disso, destaca como a negação e a evitação podem ser mecanismos de defesa psicológica contra o reconhecimento da magnitude dessas ameaças.

IDENTIDADE E DIVERSIDADE:

A psicanálise reconhece a importância da identidade na formação da psique humana e como questões relacionadas à identidade podem influenciar o bem-estar emocional. Além disso, destaca a necessidade de aceitação e compreensão das diferenças individuais para promover uma sociedade mais inclusiva e saudável.

CONTRIBUIÇÕES DA PSICANÁLISE PARA OS DESAFIOS SOCIAIS CONTEMPORÂNEOS

A psicanálise oferece uma série de contribuições valiosas para enfrentar os desafios sociais da sociedade contemporânea:
Promoção do autoconhecimento: A psicanálise enfatiza a importância de explorar o inconsciente e entender as origens dos padrões de pensamento e comportamento. Isso pode ajudar as pessoas a desenvolverem um maior autoconhecimento e capacidade de autorreflexão, facilitando o crescimento pessoal e a resolução de conflitos internos.
Fomento da empatia e compreensão: Ao destacar a influência dos processos inconscientes na mente humana, a psicanálise pode promover uma maior empatia e compreensão entre as pessoas. Isso é essencial para construir conexões mais profundas e promover a solidariedade em uma sociedade diversificada e interconectada.
Abordagem dos problemas na raiz: Em vez de tratar apenas os sintomas superficiais, a psicanálise busca abordar as causas profundas dos problemas psicológicos e sociais. Isso pode levar a intervenções mais eficazes e duradouras que visam transformar as dinâmicas subjacentes que perpetuam o sofrimento humano.
Incentivo à mudança social e política: Ao destacar as origens psicológicas dos problemas sociais, a psicanálise pode inspirar mudanças tanto no nível individual quanto no nível coletivo. Isso pode envolver a promoção de políticas que abordem as desigualdades sociais, bem como a criação de comunidades que valorizem a diversidade e a inclusão.
A psicanálise oferece uma lente poderosa para examinar os temas atuais da sociedade, destacando as complexidades da mente humana e as dinâmicas inconscientes que influenciam nosso comportamento e nossas interações sociais. Ao integrar essa perspectiva em nossos esforços para enfrentar os desafios sociais contemporâneos, podemos desenvolver abordagens mais holísticas e eficazes para promover o bem-estar individual e coletivo.
Dessa forma, a psicanálise é essencial para refletirmos sobre a vida cotidiana do ser humana, inclusive sobre assuntos debatidos atualmente em nossa sociedade.

Valdenice de Freitas Guastalli - Psicanalista
Espaço Social Terapêutico Amor e Vida
(19) 98448-5679

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Avenida Drive Edgard Conceição, 643
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Terça-feira 09:00 - 18:00
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Quinta-feira 09:00 - 18:00
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