22/01/2026
O uso de mac*nha, mesmo que ocasional, interfere de forma direta na segurança anestésica. A substância pode alterar a pressão arterial, aumentar a frequência cardíaca, modificar a resposta aos anestésicos e até elevar o risco de eventos cardiovasculares durante a cirurgia. Além disso, usuários frequentes costumam precisar de doses maiores de anestésicos, o que muda totalmente o planejamento do procedimento.
Por isso, é essencial informar ao anestesiologista qualquer uso de maconha — seja recreativo, medicinal, diário ou esporádico. Essa transparência permite ajustar medicações, monitorização e estratégia anestésica de forma segura.
Na Piranest, seguimos protocolos rigorosos para garantir que cada paciente tenha o máximo de proteção antes, durante e após a cirurgia. A verdade é simples: dr**as e anestesia não combinam quando o assunto é segurança.