27/01/2026
A maneira como o ser humano se relaciona afetivamente já é construída desde o início da sua vida e a tendência é repetirmos situações emocionais que vivemos no passado que, de alguma maneira, não foram totalmente resolvidas pelo nosso psíquico.
Numa analogia ao aparelho digestivo, podemos dizer que, como uma comida “pesada” tende a voltar para ser digerida, o psíquico muitas vezes tende a reproduzir a mesma situação para “digeri-la” melhor e isso acontece em vários segmentos de nossa vida (não só nas relações afetivas).
Para entrar em um relacionamento, é preciso priorizar (racionalmente), o que manterá o casal junto com qualidade de vida e não apenas a parte física, sexual, material ou afinidades (externo).
Se uma relação não é sustentada por amor, diálogo, empatia e compreensão, ela fará os dois ou um deles sofrer ou viver em um desastroso conflito e vale lembrar que amor de verdade, a gente vê pouco por aí, o que, por si só, já explica uma grande parte dessa tragédia.
Vale refletir (antes!): Quais os interesses de cada um: visão, personalidade, objetivos, caráter, enfim, o que realmente se partilhará com conteúdo e valor na relação agora? Tem sustentação para o futuro? Pois são essas, e somente essas, as coisas que conseguirão manter uma relação viva e vivida com intensidade.
Os opostos podem até se atrair, mas são as semelhanças que manterão um casal unido e preparado para superar as dificuldades da relação, mesmo porque nem sempre o que nos atrai é o que realmente preenche nossa alma.
A vida acontece sempre e só no “aqui e agora” e ela não espera ninguém. Tenha coragem de ser feliz. Aqui e agora!
Júnior Ometto.
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