Dra. Noadja França

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No consultório, muitas vezes essa conversa começa com uma pergunta simples: “Doutora, eu preciso mesmo fazer o exame da ...
16/03/2026

No consultório, muitas vezes essa conversa começa com uma pergunta simples: “Doutora, eu preciso mesmo fazer o exame da coleta do colo?”

E a verdade é que sim, porque, diferente de muitos outros cânceres, o câncer de colo do útero pode ser prevenido e detectado precocemente. E quando descoberto cedo, as chances de tratamento e cura são muito maiores.

A maioria dos casos está relacionada à infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV), uma família de vírus extremamente comuns, que muitas vezes não causam sintomas. Por isso, cuidar da saúde ginecológica não deve acontecer apenas quando algo incomoda — precisa ser parte do cuidado regular com o corpo.

O exame de coleta de material do colo para rastreamento de lesões pré malignas, a vacinação contra o HPV e o acompanhamento ginecológico são ferramentas simples, mas poderosas, para proteger a vida de milhares de mulheres todos os anos.

Neste Março Lilás, o convite é para algo que vai além da informação:
é um convite ao autocuidado, à prevenção e ao olhar atento para a própria saúde.

Porque quando uma mulher se cuida, ela também protege sua história, seus sonhos e todas as pessoas que caminham ao seu lado.

Como uma gestação planejada e esperada, com muito orgulho, compartilho convite desse lindo evento de lançamento dos curs...
16/03/2026

Como uma gestação planejada e esperada, com muito orgulho, compartilho convite desse lindo evento de lançamento dos cursos de pós graduação médica da .
Ocorrerá no próximo dia 31/3, no teatro da Unisinos em Porto Alegre.

Necessário inscrição através do link abaixo para garantir vaga!
Evento aberto para a comunidade !

https://eventos.unisinos.br/conversasnaszonasazuis-687898/

A saúde feminina não é estática. O corpo passa por transformações importantes na puberdade, fase reprodutiva, gestação, ...
13/03/2026

A saúde feminina não é estática.

O corpo passa por transformações importantes na puberdade, fase reprodutiva, gestação, pós-parto e menopausa.

Cada etapa traz novas demandas, dúvidas e adaptações hormonais.
Por isso, o acompanhamento ginecológico ao longo da vida não é apenas para tratar problemas, mas para orientar, prevenir e ajudar cada mulher a entender melhor o próprio corpo.

Cuidar da saúde da mulher é respeitar essas fases e oferecer suporte.

E eu estou aqui para te ajudar em casa uma delas: da recém-nascida até a pós menopausa.

No consultório, eu costumo dizer que o ciclo menstrual é quase como um sinal vital da saúde da mulher.Mudanças important...
11/03/2026

No consultório, eu costumo dizer que o ciclo menstrual é quase como um sinal vital da saúde da mulher.

Mudanças importantes no intervalo entre menstruações, fluxo muito intenso, ausência de menstruação ou sangramentos fora do esperado podem ser pistas de que algo merece investigação.

Nem sempre é algo grave — muitas vezes são apenas variações hormonais ao longo da vida.
Mas prestar atenção nesses sinais ajuda a cuidar do corpo com mais consciência.

Conhecer o próprio ciclo é uma forma importante de autocuidado e saúde.

Essa é uma dúvida muito comum aqui no consultório: sangramento de escape no anticoncepcional significa que ele falhou?Na...
09/03/2026

Essa é uma dúvida muito comum aqui no consultório: sangramento de escape no anticoncepcional significa que ele falhou?

Na maioria das vezes, não.

Pequenos sangramentos fora do período esperado podem acontecer, especialmente nos primeiros três meses de uso, quando o corpo ainda está se adaptando aos hormônios, ou em pílulas de baixa dose hormonal.

Também é comum que escapes apareçam quando há esquecimento de comprimidos, muita variação no horário de tomada ou até interação com alguns medicamentos. Nesses casos, pode haver aumento da taxa de falha do anticoncepcional.

Quando o sangramento de escape persiste depois do período de adaptação, se torna frequente ou vem acompanhado de dor, vale investigar para entender o que está acontecendo.

Mas aqui tem um ponto importante: não suspenda o anticoncepcional por conta própria.
Muitas vezes, pequenos ajustes no método já resolvem a situação.

Conversar com sua ginecologista sempre é o melhor caminho.

Hoje, no Dia Internacional da Mulher, não há muito o que comemorar.A data precisa ser também um convite à reflexão. Todo...
08/03/2026

Hoje, no Dia Internacional da Mulher, não há muito o que comemorar.

A data precisa ser também um convite à reflexão.

Todos os dias, famílias são atravessadas pela violência contra mulheres — histórias interrompidas, filhos que crescem sem mães, lares marcados por perdas que poderiam ser evitadas.

Mais do que celebrar, precisamos olhar para essa realidade com responsabilidade coletiva: discutir, denunciar, acolher e fortalecer estratégias de proteção às mulheres e às famílias que seguem sendo cortadas por essa violência.

Que este 8 de março nos mova menos para flores e mais para consciência, ação e compromisso com a vida das mulheres.

Fontes dos dados do post:
Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e Ministério da Justiça.

Dia 8 de março: que possamos comemorar mais que estarmos vivas!
08/03/2026

Dia 8 de março: que possamos comemorar mais que estarmos vivas!

Quando uma mulher diz que está com a libido baixa, quase sempre alguém tenta dar uma resposta rápida.“Deve ser hormonal....
04/03/2026

Quando uma mulher diz que está com a libido baixa, quase sempre alguém tenta dar uma resposta rápida.

“Deve ser hormonal.”
“É estresse.”
“É falta de interesse no parceiro.”

Mas a sexualidade feminina não funciona em compartimentos isolados.

Hormônios influenciam, sim.
Alterações tireoidianas, uso de anticoncepcional, puerpério, perimenopausa — tudo isso pode impactar desejo.

Mas o cansaço crônico também pesa.
A sobrecarga mental.
A rotina que não termina.
A dificuldade de se desconectar do papel de mãe, profissional, cuidadora.
E o relacionamento importa.

Segurança emocional, comunicação, conflitos não resolvidos — tudo atravessa o desejo.

Reduzir libido a “falta de vontade” é simplificar demais algo que é multifatorial e profundamente humano.

Talvez a pergunta não seja “qual é o problema?”,
mas “o que essa queda de desejo está tentando mostrar?”

Falar sobre libido é falar sobre hormônios, sim.
Mas também é falar sobre saúde mental, dinâmica afetiva e qualidade de vida.

E isso merece conversa, não julgamento.

Nos primeiros anos após a primeira menstruação, é esperado que o ciclo seja irregular. O corpo ainda está aprendendo a f...
03/03/2026

Nos primeiros anos após a primeira menstruação, é esperado que o ciclo seja irregular.

O corpo ainda está aprendendo a funcionar em um novo ritmo hormonal.
Nem todo atraso ou sangramento diferente significa doença.

Mas existe um momento em que deixa de ser apenas “coisa da idade”.

Quando o fluxo é tão intenso que a adolescente precisa trocar absorvente a todo momento, quando o sangramento dura muitos dias e começa a causar cansaço, palidez ou anemia, isso já não é apenas adaptação do organismo.
É um sinal de que algo precisa ser olhado com mais atenção.

Da mesma forma, ficar meses sem menstruar depois que o ciclo já havia iniciado, ou não menstruar até meados da adolescência, não deve ser simplesmente atribuído à fase.

Alterações importantes de peso, excesso de exercício, acne muito intensa, aumento de pelos ou outros sinais hormonais também merecem investigação.

O ciclo menstrual é um dos principais marcadores da saúde ginecológica nessa fase da vida.

Nem tudo é patológico. Mas nem tudo é “normal da adolescência”.

Entre minimizar e medicalizar demais, existe o caminho do cuidado: escutar, avaliar e investigar quando necessário.

Vem cá!Deixa eu te contar uma coisa.Uma coisa sobre mim, dentre as várias que vocês talvez não saiba: eu já fui a tentan...
27/02/2026

Vem cá!
Deixa eu te contar uma coisa.

Uma coisa sobre mim, dentre as várias que vocês talvez não saiba: eu já fui a tentante que chorou no banho escondida por se sentir injustiçada, falhada.

Toda vez que eu esperava o atraso menstrual e via a menstruação, batia aquele desespero, aquela vontade de gritar pro mundo “por que eu? Porque comigo?” Que só não era mais cruel que o comentário de quem me encontrava e perguntava quando viriam os filhos.

Depois eu me tornei mãe (ao contrário do que eu achava, as pessoas não nascem instintivamente mães; pelo menos não a maioria delas, como eu, não nasce, mas aprende todo dia)… depois daquele 23 de outubro de 2021, eu passei a entender ainda mais as pessoas que não querem ser mães, por opção mesmo….

Vivo a doação diária, a abnegação, a rotina pesada de ser mãe numa família locular e conciliar a maternidade com minha profissão , tentando diariamente não perder minha identidade.

Amo muito meu filho!
Isso jamais seria pauta de discussão!

Entendi e passei a valorizar ainda mais as mulheres que , com autoconhecimento, reconhecem não ter perfil, vocação ou que não estão dispostas a mudar a rota de suas vidas e ter que ir atrás depois de se reencontrar numa tentativa de manter sua individualidade.

São mulheres firmes a ponto de se conhecer e não ceder a uma (mais uma!) imposição social que recai sobre nós.
Imposição que coloca todas nos num balaio de gatos, com os mesmo desejos, anseios e perspectivas, como se a maternidade fosse uma verdade inexorável para todas.

Desse tipo de tabu vem a valorização da mulher enquanto é fértil..: e dele decorre o conceito de que na menopausa já chegamos ao final da linha.

A fala da participante do reality show ontem, ao vivo, foi cruel: com a tentante, com a decidida a não ser mãe e com todas as mães adotivas e escancara que precisamos urgentemente rever nossos conceitos, desmontar nossos preconceitos.

Não ignoremos a origem comum dessa redutibilidade e do avalanche de feminicídio que presenciamos diariamente.

Por fim, que sempre lembremos: amar um filho é gesto de amor (para muitas! Não para todas). Optar conscientemente por não tê-los, também pode ser.

Eu gosto de deixar isso muito claro no consultório: flutuação hormonal impacta, sim, o humor. E entender isso muda compl...
27/02/2026

Eu gosto de deixar isso muito claro no consultório: flutuação hormonal impacta, sim, o humor.

E entender isso muda completamente a forma como a gente cuida.

Na puberdade, o eixo hormonal está começando a funcionar. O cérebro ainda está em amadurecimento, enquanto estrogênio e progesterona passam a oscilar mês a mês.
Essa combinação explica irritabilidade maior, oscilações emocionais, sensibilidade aumentada.

Não é “drama adolescente”.
É adaptação neuroendócrina.

No TDPM (Transtorno Disfórico Pré-Menstrual), reconhecido pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, existe uma maior sensibilidade cerebral às variações hormonais da fase lútea.
Os níveis hormonais podem estar normais — o que muda é a resposta do cérebro a essa oscilação. E isso pode gerar tristeza intensa, ansiedade, raiva desproporcional, sensação de perda de controle, com melhora após a menstruação.

Por isso eu não olho só para ultrassom e exame laboratorial. Eu pergunto como está o humor, o sono, a rotina, as relações.

Porque hormônio não atua isolado.
Ele conversa com o sistema nervoso o tempo todo.

Cuidar da saúde da mulher é também reconhecer quando o sofrimento tem base biológica.
E tratar isso com seriedade, não com julgamento

Sim, pode. Existe um tabu antigo de que absorvente interno “tira a virgindade” ou “machuca”. Mas virgindade não é defini...
25/02/2026

Sim, pode.

Existe um tabu antigo de que absorvente interno “tira a virgindade” ou “machuca”.
Mas virgindade não é definida por hímen — é um conceito social, não médico.

O hímen é uma membrana elástica, com abertura natural para a saída do sangue menstrual, e pode se adaptar ao uso do absorvente interno, especialmente quando escolhido no tamanho adequado.

O mais importante é que a adolescente se sinta confortável, orientada e segura.

Começar com os modelos menores, usar apenas durante o fluxo menstrual, trocar regularmente (a cada 4–8 horas) e manter uma boa higiene são cuidados fundamentais.

Não existe idade mínima específica.
Existe orientação adequada e respeito ao próprio corpo.

Falar sobre menstruação com naturalidade também é cuidar da saúde.

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Porto Alegre, RS
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