Institut Avuí

Institut Avuí O Institut Avuí, oriundo da Clínica Luciana Ferreira, fundada em 1993, reúne profissionais das á Dra.

LUCIANA FERREIRA
Diretora do Institut Avuí
Doutora em Educação
Psicopedagoga, Psicanalista e Neurocientista
Atendimento clínico e institucional
Assessoria e Supervisão Psicopedagógica
Adolescente, Adulto, Idoso e Inclusão
http://lattes.cnpq.br/1368130845450185

Me. FERNANDA TRAGE
Mestre em Psicologia
Especialista em Infância e Família
Psicóloga
Atendimento clínico
Família, Criança, Adolescente, Adulto

Me. CAREN SCHULTES BORGES
Psicóloga Sistêmica
Mestre em Desenvolvimento Regional
Especialista em Psicodiagnóstico
Terapeuta de Família e Adultos

Esp. KARINE FAURI
Psicopedagoga
Mestranda em Saúde e Desenvolvimento Humano
Pedagoga Empresarial
Terapeuta de Crianças e Adolescentes
Inclusão Deficientes no Mercado de Trabalho

Esp. Carolina Abichequer
Psicopedagoga
Especialista em Educação Orgânica
Bebê, Crianças e Inclusão

A queda de foco e produtividade raramente acontece porque as pessoas “perderam disciplina” ou “não sabem se organizar”. ...
28/01/2026

A queda de foco e produtividade raramente acontece porque as pessoas “perderam disciplina” ou “não sabem se organizar”.

Na maioria das vezes, ela é consequência de sobrecarga cognitiva acumulada.

O cérebro humano não foi projetado para sustentar atenção contínua sob múltiplas pressões simultâneas: metas agressivas, insegurança financeira, notificações constantes, demandas emocionais, expectativas de desempenho e a sensação permanente de urgência.

Quando tudo parece prioridade, o sistema nervoso entra em modo de alerta prolongado. Nesse estado, o foco não falha por preguiça; ele falha por proteção. A mente começa a alternar tarefas, esquecer detalhes, procrastinar decisões e buscar alívios rápidos. Não é defeito de caráter. É fisiologia.

Estudos em neurociência mostram que atenção sustentada depende de pausas reais, previsibilidade mínima e sensação de controle. Ambientes que operam no improviso constante e na pressão contínua produzem exatamente o oposto: fadiga mental crônica.

Tratar produtividade como problema individual é ignorar a estrutura que a sabota diariamente.

Antes de cobrar mais foco, a pergunta mais honesta é: quanto de carga invisível essa pessoa está carregando?

Cuidar da saúde mental não é reduzir exigência. É criar condições para que o cérebro consiga funcionar sem entrar em colapso.

Pesquisas sobre ecoansiedade mostram que exposição constante a notícias catastróficas sobre mudança climática, sem apres...
26/01/2026

Pesquisas sobre ecoansiedade mostram que exposição constante a notícias catastróficas sobre mudança climática, sem apresentação de caminhos concretos de resposta, pode levar a sentimentos de impotência, desesperança e desamparo aprendido.

A tendência de pensar nas mudanças climáticas como algo distante – no tempo, no espaço ou na responsabilidade – reduz o engajamento real das pessoas. Mas um estudo global publicado em Communications Psychology mostra que essa distância pode ser quebrada. E quando isso acontece, a motivação para agir sobe de forma significativa.

Mudança climática frequentemente é apresentada como problema futuro, de lugares distantes, afetando outras pessoas. Isso cria uma barreira psicológica poderosa.

Reduzir essa distância não significa manipulação, mas apresentação honesta da realidade: mudança climática não é ameaça futura abstrata. Está acontecendo agora, afeta localmente e ameaça diretamente o modo de vida que valorizamos.

Uma prática ecológica não precisa ser enquadrada apenas como sacrifício individual ou responsabilidade moral abstrata. Pode ser apresentada como defesa concreta do que já temos e queremos preservar.

Há um consenso cultural de que o auge cognitivo acontece na juventude, e, a partir dos 30 anos, tudo seria declínio prog...
23/01/2026

Há um consenso cultural de que o auge cognitivo acontece na juventude, e, a partir dos 30 anos, tudo seria declínio progressivo. Atletas atingem o pico antes dos 30. Matemáticos fazem suas contribuições mais significativas em meados dos 30. Campeões de xadrez raramente estão no auge depois dos 40.

Mas essa narrativa ignora uma dimensão fundamental: inteligência não é apenas velocidade de processamento e memória bruta.

Uma pesquisa publicada na revista Intelligence analisou 16 dimensões psicológicas ao longo da vida: raciocínio, memória, velocidade de processamento, conhecimento, inteligência emocional, extroversão, estabilidade emocional, conscienciosidade, abertura à experiência e agradabilidade, entre outras. Ao compilar estudos em larga escala e padronizá-los em uma escala comum, os pesquisadores mapearam como cada traço evolui com a idade.

O resultado desafia pressupostos enraizados: o funcionamento mental geral atinge seu pico dos 55 aos 60 anos.

A mensagem do estudo é simples e poderosa: meia-idade não é contagem regressiva. É um ponto de ascensão.

A partir de maio de 2026, a Norma Regulamentadora Nº 1 passa a exigir que empresas brasileiras incluam o mapeamento de f...
21/01/2026

A partir de maio de 2026, a Norma Regulamentadora Nº 1 passa a exigir que empresas brasileiras incluam o mapeamento de fatores psicossociais em seus relatórios de gerenciamento de riscos. O que antes era visto como diferencial ou benefício corporativo torna-se obrigação legal.

No fim, a pergunta que importa é simples: sua empresa está preparada para tratar a saúde mental não como benefício, mas como responsabilidade?

Saúde mental corporativa não é sobre sessões de yoga ou frases motivacionais em murais. É sobre redesenhar estruturas que adoecem pessoas sistematicamente. Significa revisar cargas de trabalho, capacitar lideranças, criar canais seguros de escuta, oferecer suporte psicológico acessível e construir políticas que respeitem limites humanos.

A produtividade no longo prazo depende de pessoas que não operam permanentemente no limite da exaustão.

Durante uma partida, o jogador passa pouquíssimos minutos com a bola nos pés. O restante do tempo é preenchido pela ment...
19/01/2026

Durante uma partida, o jogador passa pouquíssimos minutos com a bola nos pés. O restante do tempo é preenchido pela mente: pensamentos, pressões, inseguranças, expectativas. E é justamente nesses pontos que muitos jogos começam a ser vencidos ou perdidos.

Por isso, clubes e atletas estão olhando para a saúde mental não como fragilidade, mas como ferramenta de performance. No vestiário, a disputa não é só tática; é emocional. Ansiedade, autocrítica, medo de julgamento e cobranças constantes podem derrubar até os melhores.

Jogadores como Danilo e Richarlison decidiram enfrentar esse tabu. Começaram a terapia escondidos, com receio de parecerem fracos. Descobriram justamente o contrário: quando a mente se organiza, a leitura de jogo melhora, a concentração volta e o prazer em jogar reaparece.

Buscar ajuda não é fraqueza. É a diferença entre operar no limite da exaustão e construir performance sustentável.

Levantamento da Vidalink analisou 273.626 unidades de medicamentos consumidas por 58.949 colaboradores de 165 empresas b...
16/01/2026

Levantamento da Vidalink analisou 273.626 unidades de medicamentos consumidas por 58.949 colaboradores de 165 empresas brasileiras ao longo de 2024. O resultado mostra que profissionais da Geração Z e Millennials são os que mais usam medicamentos para saúde mental, especialmente antidepressivos e ansiolíticos.

A Geração Z registrou o maior crescimento proporcional em 2024: aumento de 7,9% no número de usuários do plano e de 6,6% no volume de medicamentos consumidos. Millennials apresentaram alta de 6,8% no número de usuários e de 5,6% nas unidades de medicamentos. Em contrapartida, Geração X e Baby Boomers registraram retração no uso desses medicamentos.

Mas, embora o maior crescimento proporcional esteja entre profissionais da Geração Z, os Millennials ainda lideram em números absolutos de usuários de medicamentos para saúde mental. E, dentro dessa geração, as mulheres são as mais impactadas.

Dados mostram que mulheres são 79% mais propensas que homens a utilizarem medicamentos para saúde mental. Em 2024, o crescimento no consumo entre elas foi 2,5 vezes maior do que entre homens. Segundo o Ministério da Previdência Social, mulheres representam 64% dos afastamentos por transtornos mentais no Brasil, com idade média de 41 anos – exatamente a faixa Millennial.

Para especialistas, essa curva de crescimento pode continuar enquanto ambientes corporativos mantiverem excesso de trabalho, insegurança, assédio e culturas que normalizam a exaustão.

Os números não mostram uma geração frágil. Mostram uma geração exausta, mas corajosa o suficiente para pedir ajuda.

14/01/2026

No novo episódio do Avuí no Divã, a Luciana explica o que realmente significa entrar em estado de flow; e por que não é apenas “foco profundo”, mas uma integração fina entre mente, corpo e tarefa.

Um espaço mental onde o tempo parece diferente, a criatividade se expande e a presença se torna total.

É possível acessar esse estado? Como ele funciona na prática? Quais são os sinais de que você chegou lá?

Assista ao vídeo e descubra.

12/01/2026

Aquele momento em que a mente afina, o corpo acompanha e tudo parece acontecer sem esforço, como se você estivesse exatamente onde deveria estar.

Esse é o estado de flow. E, no novo episódio do Avuí no Divã, a Luciana conversa sobre como ele surge, por que não é algo que “forçamos” e o que aprender com as situações em que ele simplesmente aparece.

Você já viveu essa sensação? Ou ainda não sabe identificar?

Aperte o play e descubra no vídeo.

Perder a noção de tempo, esquecer o mundo externo e entrar em foco absoluto: esses são sinais clássicos do estado de flo...
09/01/2026

Perder a noção de tempo, esquecer o mundo externo e entrar em foco absoluto: esses são sinais clássicos do estado de flow.

O termo, cunhado por Mihaly Csikszentmihalyi, descreve um estado mental em que o cérebro direciona seus recursos quase inteiramente para uma única tarefa. Nesse momento, áreas ligadas à autoconsciência reduzem atividade, enquanto circuitos de atenção e motivação operam em alta performance.

Não se trata de “trabalhar no automático”, mas de um equilíbrio ideal entre desafio, habilidade e motivação. Quando esses três elementos se alinham, o cérebro economiza energia com distrações, amplia a concentração e favorece resultados mais consistentes.

Pesquisas mostram que o flow pode aumentar a criatividade, melhorar a tomada de decisões e elevar a produtividade, mas, ao contrário do que muitos imaginam, não é um estado contínuo.

Criar condições para o flow não é sobre ritmo acelerado, mas sobre qualidade de presença. Quando o cérebro opera em foco profundo, o trabalho deixa de ser apenas execução e se torna experiência.

07/01/2026

Talvez você nem perceba, mas o seu cérebro é muito mais esperto – e mais gentil – do que parece.

Quando você aprende algo novo, ele não lhe obriga a começar do zero. Não apaga nada. Não lhe joga no escuro. Ele faz outra coisa: reorganiza o que você já sabe.

Pega um pouco daquela habilidade que você usa sem pensar, resgata outra que ficou guardada, e junta tudo como pequenas peças coloridas. Um encaixe aqui, outro ali. Até nascer uma habilidade completamente nova.

A neurociência chama isso de composicionalidade. Nós preferimos pensar assim:
o cérebro tem uma coleção de “Legos cognitivos” – blocos simples que, combinados de outros jeitos, criam mundos inteiros.

É por isso que você consegue se adaptar mesmo quando acha que não vai dar conta. É por isso que novas tarefas, novas rotinas, novos desafios não exigem reinvenção absoluta, só novos encaixes.

Nada em você é desperdício. Nada é perdido. O que você viveu, aprendeu e superou continua ali, esperando a próxima combinação.

O estado de flow é amplamente estudado pela neurociência e pela psicologia do desempenho.Ele descreve um momento de foco...
05/01/2026

O estado de flow é amplamente estudado pela neurociência e pela psicologia do desempenho.

Ele descreve um momento de foco profundo no qual a pessoa se engaja totalmente em uma tarefa, com alta clareza, baixa distração e aumento significativo de performance.

Pesquisas mostram que o flow depende menos de “força de vontade” e mais de condições favoráveis: descanso, ambiente, motivação, clareza de metas e nível adequado de desafio.

Na prática, isso significa que trabalhar melhor nem sempre é trabalhar mais. É criar contextos que permitam ao cérebro operar em alta eficiência.

Entender o que sustenta o flow (e o que o impede) é um passo importante para uma produtividade mais sustentável, inteligente e alinhada à saúde mental.

O burnout digital é uma exaustão emocional ligada ao uso intenso e contínuo de celulares, computadores, redes sociais e ...
02/01/2026

O burnout digital é uma exaustão emocional ligada ao uso intenso e contínuo de celulares, computadores, redes sociais e jogos online.

A tecnologia é essencial no cotidiano, mas a hiperconexão pode comprometer produtividade, autocuidado e saúde mental.

Especialistas destacam fatores como comparação social, compulsão por telas, irritabilidade quando desconectado, queda no rendimento e dificuldade de foco. Prevenir esses efeitos exige pausas intencionais, atividade física, limites claros de uso, redução de estímulos e, quando necessário, acompanhamento terapêutico.

Desconectar não significa abandonar a tecnologia, mas aprender a usá-la de forma consciente, equilibrada e sustentável.

Endereço

Avenida Nilo Peçanha, 3245/806
Porto Alegre, RS
91330-001

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:30 - 22:00
Terça-feira 07:30 - 22:00
Quarta-feira 07:30 - 22:00
Quinta-feira 07:30 - 22:00
Sexta-feira 07:30 - 22:00
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Dra. LUCIANA FERREIRA Diretora do Institut Avuí Doutora em Educação Psicopedagoga, Psicanalista e Neurocientista Atendimento clínico e institucional Assessoria e Supervisão Psicopedagógica Adolescente, Adulto, Idoso e Inclusão http://lattes.cnpq.br/1368130845450185 Me. Rosanita Moschini Mestre em Educação e Coordenadora do Conselho Científico da ABPp Psicopedagoga, Educadora, Cognitive Coaching Atendimento clínico e institucional Assessoria e Supervisão Psicopedagógica Bebê, Criança, Adolescente e Inclusão http://lattes.cnpq.br/0924736607696322 Esp. Fernanda Trage Especialista em Infância e Família Psicóloga Atendimento clínico Família, Criança, Adolescente, Adulto

Esp. Carolina Abichequer Especialista em Psicopedagogia e Educação Orgânica Psicopedagoga, Educadora, Cognitive Coaching Atendimento clínico Bebê, Crianças e Inclusão