Doutor SOS

Doutor SOS O propósito deste aplicativo é a interação dos profissionais da saúde em benefício dos Pacient médicos) e seus usuários (i.e. pacientes).

O uso de ferramentas de tecnologia da informação (TI), como computação em nuvem, sites responsivos e análise de grande volume de dados, é uma tendência em consolidação em vários segmentos da economia, mas, em particular, na área de saúde. O Doutor SOS opera como um facilitador para apoiar as comunicações entre os profissionais da saúde (i.e. Ele não gera ou distribui informações, apenas mantém registro e informações de contabilização das atividades que por meio dele são realizadas. A função primordial do Doutor SOS é facilitar o estabelecimento de interações entre os profissionais da saúde (i.e. médicos, dentistas, psicólogos, veterinários etc) e seus pacientes, a fim de viabilizar os diálogos digitais entre eles. Para tanto, deve, primeiramente, ser estabelecida uma conexão entre ambos, por meio de solicitações de relacionamento. Estas solicitações são mensagens especiais encaminhadas pelos usuários aos diversos profissionais da saúde que irão atendê-lo. Este conceito de relacionamento pode ser facilmente entendido quando comparado com as solicitações de amizade feitas no Facebook. As solicitações enviadas conterão informações sobre o usuário solicitante, para que os profissionais da saúde, ao recebê-las, possam identificá-lo e decidir se a aceitam ou rejeitam o estabelecimento do relacionamento. Os registros de relacionamento são, portanto, a base que será utilizada pelo Doutor SOS para as interações futuras entre ambos (i.e. relações profissional da saúde x paciente). Para preservar o sigilo das informações e manter a segurança das interações, todas as informações são criptografadas e registradas de forma permanente em uma base de dados estável e segura. Todo o conteúdo e a responsabilidade sobre as informações ali contidas são, e pertencem, única e exclusivamente a seus usuários, bem como toda sua propriedade intelectual.

A “justiça” mandou retirar pois se tratava de “fake news”, lembram?A mesma “justiça” que trabalha como linha auxiliar do...
22/09/2023

A “justiça” mandou retirar pois se tratava de “fake news”, lembram?
A mesma “justiça” que trabalha como linha auxiliar do PT pautou a descriminalização do ab**to (assassinato de bebês) no Brasil, tudo isso menos de um ano pós campanha presidencial.
O MAL HOJE GOVERNA O 🇧🇷!

06/01/2023

“Flávio Dino, ministro da justiça do Lula defende os regimes comunistas sanguinários.”

26/09/2022

E agora José...

22/02/2019

No início de fevereiro, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou o uso da telemedicina. A partir de agora, os médicos brasileiros poderão realizar consultas online, assim como telecirurgias e telediagnósticos, entre outras formas de atendimento médico à distância.

De acordo com o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, o impacto da tecnologia na área de saúde será de otimização, principalmente, por se tratar de um dos setores mais complexos da economia, onde os médicos querem ser mais valorizados, os hospitais com problemas financeiros – poucos sendo bem administrados -, funcionários subaproveitados e pacientes reclamando do atendimento. Levantamento do CFM aponta que o Ministério da Saúde deixou de aplicar R$ 174 bilhões na área do que havia sido previsto de 2003 a 2017.

“São muitos gargalos, especialmente, na administração pública. Manter uma estrutura de saúde, já que ela é responsabilidade do município, muitas vezes é inviável. Então, a telemedicina fará toda a diferença, já que para atendimentos básicos será possível dar ganho de escala. Poderemos ter excelentes médicos potencializando os atendimentos. Além do atendimento direto, teremos um aumento do suporte com profissionais mais capacitados. Uma verdadeira revolução na medicina”, explica.

Com isso, o relacionamento médico-paciente vai mudar para melhor, pois terá mais celeridade. “O paciente, por vezes, quer apenas tirar uma dúvida e validar a informação com um profissional. Ele não quer pegar longas filas em postos de atendimento e enfrentar as burocracias de planos de saúde. Com a telemedicina, teremos a possibilidade de desenvolver plataformas, onde será possível se conectar com o médico que estiver disponível, ou seja, a necessidade de clínica física ou hospital começa a se desconstruir”, ressalta.

Um ponto negativo, conforme o especialista, é que a relação perde em proximidade, mas os profissionais da saúde terão que levar isso em conta e se capacitar ainda mais. “Não vai ser simplesmente colocar o médico atrás da câmera e dar o mesmo tipo de consulta que ele fazia até então. Agora ele vai ter que estar ciente de que a preocupação do paciente é ainda maior, porque ele tem esse afastamento e a perda de alguns sentidos no canal de comunicação, sem ter a percepção apurada da reação do profissional. O médico terá que ser mais compreensivo. Porém, os ganhos são muito maiores do que as perdas”, completa.

Segundo Igreja, as Health Techs serão as grandes beneficiadas com o uso da telemedicina, direcionando investimentos para ampliar o atendimento médico para além dos consultórios. Dados do setor apontam que, atualmente, existem no Brasil em torno de 250 startups voltadas à inovação no campo da saúde, o que coloca o país na lista mundial de maiores mercados na área, movimentando em torno de US$ 42 bilhões por ano.

A telemedicina não oferecerá um maior poder de decisão ao paciente, conforme comenta o especialista. “Até então, tudo o que o médico falava era um grande enigma. A relação do paciente era distante, com um vocabulário – quase sempre – bem complexo para o entendimento. O que a tecnologia tem feito, através de diagnósticos mais baratos, é que ela não tem a ver com poder de decisão, mas com a assimetria da informação. A telemedicina é um avanço fundamental da tecnologia na medicina brasileira”, conclui.

Professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Masters em International Business pela Georgetown University (EUA), Masters of Business Administration pela ESADE (Espanha) e Mestrado Executivo em Gestão Empresarial pela FGV. Pós-MBA e MBA pela FGV. Certificações executivas em Harvard e Cambridge. Atuação profissional em mais de 25 países.

Portal Saúde Business

18/02/2019

A nossa missão é ajudar as pessoas a viverem uma vida mais longa, feliz e saudável. Manter as pessoas fora dos hospitais e com a assistência necessária no momento certo. Estamos trabalhando para fornecer experiências únicas e sob demanda para o usuário, uma nova forma de consumo.

18/02/2019

No mundo atual estamos vivendo a ultramudança nas formas de interação social – o contato virtual, através das mídias digitais. Seria impossível que essas mudanças, com o paralelismo de novas tecnologias, não envolvessem de forma intensa as áreas médicas. É importante salientar que a medicina não é uma ciência, mas um conjunto de ciências. Desta forma, todas as ciências têm na medicina uma gigantesca empatia.Perfeita para a adesão de novas tecnologias e formas de comunicação ou ambas associadas. A Telemedicina é isso.

A Telemedicina é um conjunto de serviços médicos à distância – consultas, resultados de exame, orientações, aconselhamentos e até mesmo procedimentos medico-cirúrgicos feitos ou orientados à distância.

Possibilidades fantásticas já existem e, novas estão em desenvolvimento, não antes de causar surpresas e multilateralismo de opiniões, como tudo que é inovador. É importante observar que os conselhos de medicina já estudam a matéria há tempos. No Brasil e no mundo já existem inovadores e audaciosos serviços de telemedicina sob várias formas ou nomes.

Eu, particularmente, tenho carinho pela expressão “cuidado digital”, ela denota a razão da medicina que é cuidar. As expressões “Telemedicina” ou “atendimento médico virtual” me causam a impressão de algo impessoal, algo que pode ser facilmente realizado por uma Unidade de Resposta Audível (URA), me encanta a certeza que há do outro lado de uma tela, por exemplo, pessoas cuidando de pessoas. Neste novo universo de serviços, eu gosto da ideia de continuar a ser e atender clientes.

O uso de software, inteligência artificial, machine Learning, BI…já estão atuando intensamente na nova relação médica, trata-se de uma realidade inquestionável. Qual médico já não foi abordado pelo whatsapp, por exemplo? Transitar informações, transformá-las em instrumentos de comunicação em benefício da saúde de populações é fantástico!

A era do cuidado digital é uma boa oportunidade para controlar e/ou validar custos médicos desnecessários. Os recursos financeiros do Estado e das empresas são limitados e boas práticas da economia da Saúde devem ser implementadas. Quem nunca ouviu falar da inflação médica?

Hoje, as empresas financiadoras da saúde suplementar pagam pelos planos dos funcionários e devem estar cientes da forma com que seus custos em saúde são utilizados. O conhecimento é fundamental para operar de forma eficiente seus orçamentos. O desperdício compromete de forma drástica o resultado dessas organizações. Por isso, oferecer saúde é legal e necessário, mas suspender a assistência médica por quebra da capacidade de financiamento é cruel para todos os envolvidos.

É uma economia assimétrica, onde as partes jogam para seu interesse sendo impossível manter o equilíbrio. As práticas de saúde digital, incluindo a telemedicina, podem ser usadas para dar transparência, velocidade e agilidades às informações para tomada de decisões. Estamos falando que existe uma cadeia de serviços médicos que deve ser conhecida profundamente pelas empresas e administrada de acordo com as necessidades de forma que sejam evitados desperdícios, atualmente em torno de 40%.

Essa é uma questão de logística de informação da saúde que esta em jogo. O objetivo é, por meio do uso de tecnologias e serviços, colocar a empresa que contrata os planos de saúde no centro da operação. Tirá-la do papel de simples pagadora para o papel de “gestora” de todo o processo.Todas as empresas conhecem bem suas necessidades logísticas, por que não conhecer melhor a cadeia de serviços médicos? Não é simples, nem fácil, mas é totalmente possível.

Um dos modelos é a implantação de Centrais de Saúde, Hubs de informação que administrem a saúde do grupo assistido, sempre protegendo o sigilo médico e observando a demanda, as necessidades e a qualidade dos serviços, tudo isso de forma remota, à distância – telegerenciamento.

Quem tem informação real e imediata, passa a ter capacidade de planejamento que chamamos de logística de informações da Saúde.

Bom, para finalizar, lembro que a palavra TELE sempre está associada à grandes mudanças, por ser substantivo feminino, merece mais atenção. A SAÚDE DIGITAL, assim como a TELEMEDICINA, vieram para transformar e para ficar!

10/02/2019

Em função da nova resolução de telemedicina do CFM, o Doutor SOS está sendo lançado - É uma ferramenta sob medida para médicos que querem manter relacionamento online com os seus pacientes, de forma segura, prática, remunerada, e completamente dentro da regulação médica!

17/07/2018

Em relação ao futuro da qualidade e eficiência hospitalar, as instituições têm um importante desafio: mudar o conceito de gestão da doença para gestão da saúde. “Os hospitais precisam entender que a prevenção é a melhor saída e que quanto mais dados reunirem dos pacientes, por meio das soluções tecnológicas, maior é a possibilidade de evitar que eles precisem do hospital ou que as internações sejam prolongadas”, ressalta.

Aliado a isso, as soluções de orientações direta ao paciente, como os dispositivos wearable e os aplicativos que se conectam aos smartphones, têm ganhado força no setor da Saúde. “São inovações que impactam a qualidade de vida do paciente, favorecendo a ponta do atendimento: auxiliam a medicina a aprimorar os cuidados e tratamentos”. As soluções também ajudam os profissionais na criação de ações que promovem a saúde para evitar, mais uma vez, que as pessoas precisem ir a um hospital.

Endereço

Porto Alegre, RS
90020003

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