Psicóloga Caroline Fernanda

Psicóloga Caroline Fernanda Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psicóloga Caroline Fernanda, Psicoterapeuta, Rua Marthias Cardoso, 335. Centro. Porto Ferreira/SP, Porto Ferreira.

✨Auxílio mulheres a terem mais confiança em si e em suas relações
-Especialista em Relacionamentos
-Mais de 2.000 atendimentos realizados
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05/12/2025

A gente cresce achando que confiança é algo que aparece de repente, mas ela nasce aos poucos, justamente quando decidimos tentar algo que ainda nos deixa inseguras.
Confiança é um passo de cada vez. É fazer mesmo com o frio na barriga. É perceber que você consegue, mas só percebe tentando.

Muitas mulheres desejam se sentir mais seguras para se arriscar, viver coisas novas e deixar de lado a sensação de que não são capazes.
Esse desejo é legítimo e começa no momento em que você escolhe olhar para si mesma com menos cobrança e mais gentileza.

Terapia ajuda a reconhecer forças que você já tem, mas que o medo esconde. É um espaço para você se escutar e se permitir viver o que sempre achou que não era para você.

Se isso fez sentido para você e sente que está na hora de se fortalecer, clique no link da bio e agende sua terapia. Esse pode ser o primeiro passo do novo que você deseja viver.

Por muito tempo acreditamos que o amor romântico traria a sensação de completude. Com o tempo, trocamos essa promessa pe...
04/12/2025

Por muito tempo acreditamos que o amor romântico traria a sensação de completude. Com o tempo, trocamos essa promessa pelo trabalho. Como se agora fosse a produtividade, o reconhecimento e a carreira que pudessem nos salvar do vazio, da instabilidade e do medo de não saber o que será de nós.

O amor pode ser delicioso e o trabalho também. Ambos podem nos dar tesão pela vida, senso de utilidade, conquistas e prazer real. Mas ambos são apostas. E como toda aposta, carregam sempre uma margem de imprevisibilidade.

Eu mesma, como psicóloga, posso sofrer um acidente e perder a fala, a audição ou a cognição, e isso mudaria completamente minha possibilidade de exercer meu trabalho. Da mesma forma, mesmo casada em um relacionamento estável e bom, não existe garantia alguma de que meu marido continuará desejando viver a vida comigo daqui a dez anos, assim como não há garantias sobre mim mesma. Pessoas mudam, caminhos se transformam, afetos se movem.

Nada disso invalida o prazer do agora. A imprevisibilidade não apaga o que é vivido, não diminui o valor dos encontros, das experiências, das conquistas. Só desmonta a ilusão infantil de que existe algo que finalmente nos completará e garantirá que tudo f**ará bem para sempre.

Ter autoestima não é se sentir intocável. É justamente confiar que você é alguém capaz de se reinventar frente às perdas, às mudanças e ao desamparo que faz parte de existir. Por mais difícil que seja lidar com isso, é no reconhecimento dessa verdade que encontramos uma liberdade possível: a de viver sem exigir que vida, amor ou trabalho sejam aquilo que nos salvará, mas aquilo que podemos experimentar, construir e ressignif**ar.

Se esse tipo de reflexão faz sentido para você, siga o perfil e continue acessando conteúdos que te ajudam a se fortalecer por dentro.

Talvez você tenha aprendido cedo que ser forte era a única opção. Que sentir cansaço era sinal de fraqueza.E então você ...
03/12/2025

Talvez você tenha aprendido cedo que ser forte era a única opção. Que sentir cansaço era sinal de fraqueza.
E então você cresceu carregando o mundo nas costas, enquanto se cobrava por não conseguir sorrir como se estivesse tudo bem.

Mas ninguém nasce sabendo se anular.
Isso é aprendido.
E o que é aprendido também pode ser questionado.

O esgotamento emocional não surge de uma hora para outra. Ele se constrói na soma dos pequenos “eu aguento”, “depois eu vejo isso”, “não quero incomodar ninguém”.
E, sem perceber, você vai se afastando de si mesma.

O processo terapêutico é justamente esse espaço em que você pode, talvez pela primeira vez, não precisar sustentar tudo sozinha.
Onde existe espaço para parar, sentir, nomear, desmontar crenças antigas e reconstruir novas formas de existir.

Você não precisa continuar vivendo assim.
E não é egoísmo escolher um caminho que inclua você.

✨ Se você se identificou, siga o perfil. Aqui você encontra reflexões que podem te ajudar a se reconectar consigo.

A sensação de não merecer aquilo que conquistamos não é um capricho. É um sofrimento que nasce de lugares muito profundo...
29/11/2025

A sensação de não merecer aquilo que conquistamos não é um capricho. É um sofrimento que nasce de lugares muito profundos.

No livro “A Síndrome da Impostora”, a autora relata como chegou a recusar um estágio muito desejado porque acreditava que não seria capaz de corresponder. O medo de ser vista como uma fraude aparece repetidamente nos relatos de outras mulheres. Esse medo consome, paralisa e impede que possamos usufruir do que já é nosso.

Quando olhamos pela lente da psicanálise, Winnicott nos oferece uma compreensão valiosa. A síndrome da impostora muitas vezes se sustenta no falso self, um personagem criado para atender às expectativas do ambiente. Como não é um self verdadeiro, surge o receio constante de sermos desmascaradas, como se estivéssemos “enganando” o mundo.

Os estudos de gênero aprofundam essa compreensão ao mostrar que esse fenômeno afeta muito mais mulheres do que homens. Crescemos ouvindo para temer o mundo lá fora, evitar riscos e cuidar do outro antes de nós mesmas. Enquanto isso, os meninos são ensinados a ousar, ocupar espaços e habitar o ambiente público.

Indico esse livro especialmente para você que vive duvidando da própria capacidade, mesmo quando tudo ao seu redor aponta para o contrário. Talvez o que esteja em jogo não seja falta de competência, mas uma história que ensinaram você a acreditar.

Se quiser mais indicações como essa e reflexões que fortalecem o autoconhecimento, siga o perfil e esteja por perto. ✨

É no encontro com o outro que começamos a nos redescobrir. Muitas vezes acreditamos que já sabemos quem somos, até que a...
27/11/2025

É no encontro com o outro que começamos a nos redescobrir. Muitas vezes acreditamos que já sabemos quem somos, até que alguém nos frustra, nos decepciona ou nos tira da rota esperada. Nessas situações inesperadas surgem versões nossas que desconhecíamos. O outro não aparece para preencher aquilo que falta, mas para tocar exatamente onde criamos idealizações sobre nós e sobre ele.

O contato real pede algo desafiador: aceitar que nossas ideias sobre o outro precisam cair. Deixar ir a imagem perfeita que construímos, a expectativa de como ele deveria agir, a fantasia de que seremos sempre atendidas, compreendidas ou completadas.

Quando essas idealizações se desfazem, geralmente dói. Mesmo assim, é justamente aí que nasce um amor mais verdadeiro. Um amor direcionado à pessoa que existe e não ao personagem que imaginamos. E, enquanto isso acontece, reencontramos partes nossas que estavam escondidas e que só aparecem quando somos atravessadas pela alteridade.

Amar o outro como ele é pede coragem para enxergar quem ele realmente mostra ser. E coragem para olhar para quem nos tornamos quando nossos ideais se desfazem.

Se essa reflexão te tocou, continue por aqui. Compartilho conteúdos que ajudam a pensar, sentir e se conhecer de um jeito mais profundo.

Hoje, no Dia da Consciência Negra, não falo sobre esse tema por obrigação, e sim por responsabilidade. A escravidão não ...
20/11/2025

Hoje, no Dia da Consciência Negra, não falo sobre esse tema por obrigação, e sim por responsabilidade. A escravidão não terminou com a abolição. Suas marcas permanecem vivas na forma como a sociedade enxerga, trata e limita pessoas negras até hoje.
As ideias de inferioridade foram construídas historicamente e seguem operando de maneiras visíveis e invisíveis.

Ao ler Bell Hooks, especialmente Teoria Feminista e E eu não sou uma mulher?, percebi o quanto ainda existiam pontos que eu não entendia com a profundidade necessária. Ela evidencia algo que precisamos reconhecer: quando o feminismo considera apenas a experiência da mulher branca, ele deslegitima a vivência das mulheres negras, que sempre trabalharam, sempre cuidaram, sempre foram sustentação, mas sem direitos, reconhecimento ou proteção.

Enquanto algumas buscavam o direito de trabalhar, mulheres negras já trabalhavam exaustivamente desde sempre. Isso revela que a luta por igualdade não pode ignorar raça, porque o peso da opressão nunca foi distribuído de forma igual.

Minha própria família carrega histórias plurais, que se misturam entre regiões e origens distintas. Reconhecer isso me lembra que identidade não é algo homogêneo, e que compreender privilégios é parte do compromisso ético que preciso assumir. Por mais que eu nunca tenha sentido o racismo na pele, eu me beneficio de um sistema que ainda favorece quem é vista como branca. E exatamente por isso a responsabilidade se torna ainda maior.

Não existe feminismo sem consciência racial.
E a desconstrução é um processo contínuo, que exige atenção, estudo e disposição para rever crenças que são mantidas há séculos.

Que o Dia da Consciência Negra nos lembre que o antirracismo não é um tema que visitamos uma vez por ano. É uma prática diária e inacabada, que precisa ser carregada com humildade, respeito e intenção.

Se esse conteúdo provocou reflexão, te convido a f**ar por aqui. Este é um espaço para consciência, afeto, responsabilidade e transformação.

Muitas mulheres aprenderam cedo que precisavam ser fortes para serem amadas, respeitadas ou, no mínimo, não darem trabal...
20/11/2025

Muitas mulheres aprenderam cedo que precisavam ser fortes para serem amadas, respeitadas ou, no mínimo, não darem trabalho. A força virou padrão, virou defesa e, com o tempo, virou obrigação. Só que existe um preço emocional quando a gente acredita que não pode falhar, pedir ajuda ou simplesmente descansar.

A psicanálise mostra que essa força compulsória nasce da história de cada uma. Da criança que teve que amadurecer antes do tempo, da filha que se sentia responsável pelo bem-estar de todos, da mulher que acredita que mostrar fragilidade é sinônimo de fracasso. Essa força protege, mas também machuca.

O corpo percebe antes da mente. A exaustão aparece, o humor oscila, o choro f**a represado. É o corpo pedindo o que você aprendeu a negar: cuidado.

Talvez você não precise ser tão forte. Talvez você só tenha aprendido que não havia outra opção.

Na terapia existe um espaço onde você pode finalmente deixar de sustentar tudo sozinha. Onde pode investigar o que te pesa, tornar consciente o que te atravessa e ressignif**ar a relação com essa força que já não te serve como antes. Cada processo é único, e o seu também será.

Se esse conteúdo te tocou, siga o perfil. Aqui você encontra reflexões que ajudam a entender sua história e cultivar um cuidado possível, real e transformador.

Quando alguém se vai, não é só a ausência que chega. Uma parte nossa vai junto… e, ao mesmo tempo, uma parte de quem se ...
17/11/2025

Quando alguém se vai, não é só a ausência que chega. Uma parte nossa vai junto… e, ao mesmo tempo, uma parte de quem se foi permanece viva em nós: na forma como enxergamos o mundo, nos valores que carregamos, nos gestos que aprendemos a repetir sem perceber — heranças silenciosas que o amor deixa.

A vida segue seu curso independente do nosso querer. E, mesmo assim, o coração sente, o corpo sente, e viver o luto se torna uma necessidade. Não dá para fugir de nós mesmos. As mudanças que a vida impõe são inevitáveis, e ninguém atravessa esse processo ileso. As marcas f**am… mas a forma como nos relacionamos com elas muda com o tempo.

Há de chegar o dia em que a saudade deixará de ferir e começará a aquecer. O dia em que a dor dará lugar à gratidão.
Gratidão por tudo que foi vivido. Pelas memórias que permanecem. Pelos momentos que fizeram a vida valer a pena.

Hoje dói. Mas até a dor fala de amor.

Às vezes a gente passa a vida sendo a forte, a responsável, a que aguenta, a que organiza, a que segura a onda de todo m...
15/11/2025

Às vezes a gente passa a vida sendo a forte, a responsável, a que aguenta, a que organiza, a que segura a onda de todo mundo. E, sem perceber, vai aprendendo a lidar com tudo, menos com o que sente.

Quando chega a hora de olhar para si, aparece um vazio, um medo, uma sensação de estranhamento. Surge aquela pergunta difícil: “Eu sei cuidar de todo mundo… por que não sei cuidar de mim?”

Essa é uma das maiores marcas da autoestima feminina. Crescemos acreditando que nosso valor está em sermos úteis, indispensáveis, aprovadas. Raramente aprendemos a existir para além disso.

O incômodo que surge quando você tenta se escolher não signif**a que você é fraca. Ele mostra que algo dentro de você está pedindo espaço para ser visto, ouvido e acolhido.

Na terapia, você vai descobrindo que não precisa ser a mulher que resolve tudo. Pode ser a mulher que se escuta, que se permite descansar e que aprende, aos poucos, a ser cuidada também.

Acreditem… Eu senti na pele que essa mudança é possível!

Se essa reflexão te atravessa, talvez seja o momento de olhar para você com mais gentileza.
O link para iniciar sua terapia está na bio.

Você já percebeu como é cansativo viver tentando adivinhar o que o outro pensa de você?Mulheres que se cobram demais, qu...
14/11/2025

Você já percebeu como é cansativo viver tentando adivinhar o que o outro pensa de você?

Mulheres que se cobram demais, que buscam validação externa, que têm medo de ser “insuficiente” — vivem exatamente esse loop:
elas se olham pelos olhos dos outros.

Na psicanálise, chamamos isso de ideal do eu: aquela imagem perfeita e impossível que você tenta alcançar para não decepcionar ninguém.
E quando você acredita que precisa corresponder a esse ideal o tempo todo, qualquer olhar vira ameaça.
Qualquer silêncio vira julgamento.
Qualquer gesto vira crítica.

Não porque o outro realmente está te julgando.
Mas porque você mesma se cobra mais do que qualquer pessoa cobraria.

E isso paralisa.
Te impede de existir inteira.
De ousar.
De se permitir errar, tentar, recomeçar.

A terapia não apaga o olhar do outro.
Mas te ajuda a construir um olhar que não te condena antes mesmo de você viver.

✨ Se esse desejo te atravessa, talvez seja hora de cuidar de si de um jeito novo.
🔗 Link na bio para agendar sua sessão.

Quantas vezes você já deixou de dizer o que pensa, de colocar um limite ou de escolher por si, só pra não correr o risco...
13/11/2025

Quantas vezes você já deixou de dizer o que pensa, de colocar um limite ou de escolher por si, só pra não correr o risco de desapontar alguém?
Essa dor que aperta o peito não é frescura.
É o resultado de uma vida tentando garantir amor através da perfeição e da aprovação.

Desde cedo, muitas de nós aprendemos que ser amada vinha junto de agradar.
E que bastava errar, dizer “não”, ou simplesmente não corresponder, pra sentir o fantasma da rejeição se aproximando.

Na psicanálise, entendemos que esse medo de decepcionar não fala apenas do outro — fala de uma parte sua que ainda acredita que pra merecer amor é preciso não ter falhas.
Mas o amor verdadeiro não se sustenta no não errar, e sim na possibilidade de ser vista por inteiro, com imperfeições e tudo.

A terapia é o espaço onde você aprende a sustentar a si mesma, mesmo quando o outro se desaponta.
Porque amadurecer emocionalmente é deixar de buscar amor através da culpa — e começar a se amar através da verdade.

Se essa dor te soa familiar, talvez seja hora de entender de onde ela vem.
A terapia pode te ajudar a se libertar da necessidade de ser perfeita pra ser amada.
Agende seu processo terapêutico clicando no link da bio.

Endereço

Rua Marthias Cardoso, 335. Centro. Porto Ferreira/SP
Porto Ferreira, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:00 - 20:00
Terça-feira 07:00 - 20:00
Quarta-feira 07:00 - 20:00
Quinta-feira 07:00 - 20:00
Sexta-feira 07:00 - 20:00
Sábado 09:00 - 12:00

Telefone

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