Adriana Franklin Psi

Adriana Franklin Psi Psicóloga Clínica e psicoterapeuta.

O divórcio de um narcisista não encerra automaticamente os efeitos do abuso emocional. O pós-divórcio pode ser desafiado...
02/02/2026

O divórcio de um narcisista não encerra automaticamente os efeitos do abuso emocional.

O pós-divórcio pode ser desafiador, mas com apoio, limites e cuidado psicológico, é possível retomar a própria vida com mais clareza e dignidade.

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Essa é uma pergunta muito comum — e muito honesta. 🤍De forma geral, não é possível sustentar uma felicidade saudável ao ...
30/01/2026

Essa é uma pergunta muito comum — e muito honesta. 🤍

De forma geral, não é possível sustentar uma felicidade saudável ao casar com alguém narcisista, especialmente quando há traços marcantes de falta de empatia, manipulação, controle e desvalorização do outro.

No início, a relação pode parecer intensa, encantadora e até ideal. Mas, com o tempo, a dinâmica costuma se tornar desigual: as necessidades do narcisista vêm sempre em primeiro lugar, enquanto o parceiro aprende a se adaptar, se calar e se diminuir para manter a relação. A “felicidade”, quando existe, costuma ser breve, condicionada e à custa da própria saúde emocional.

Relacionamentos saudáveis se constroem com empatia, diálogo, responsabilidade afetiva e capacidade de reconhecer erros. Quando esses elementos não estão presentes, o que se mantém não é felicidade — é sobrevivência emocional.

A terapia ajuda a compreender essa dinâmica, diferenciar amor de dependência emocional e resgatar a própria autonomia. Você não precisa se anular para ser amada(o).

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Casar com uma pessoa narcisista pode se tornar uma experiência emocionalmente desgastante e confusa. No início, a relaçã...
27/01/2026

Casar com uma pessoa narcisista pode se tornar uma experiência emocionalmente desgastante e confusa.

No início, a relação costuma ser intensa, envolvente e marcada por idealização. Com o tempo, porém, surgem o controle, a manipulação, a desvalorização constante e a falta de empatia. 🤍

No casamento, o narcisista tende a colocar suas necessidades acima de tudo, invalida sentimentos, distorce fatos, transfere culpas e faz o outro duvidar da própria percepção. A parceria deixa de ser um espaço de apoio e passa a ser um campo de tensão, onde a autoestima vai sendo minada aos poucos.

Muitas pessoas permanecem nesse tipo de relação por medo, dependência emocional, esperança de mudança ou por acreditarem que estão exagerando. Esse é um dos efeitos mais dolorosos da dinâmica narcísica: o desgaste silencioso da identidade e da autonomia emocional.

A terapia é fundamental para quem vive ou viveu um casamento assim. É no espaço terapêutico que se torna possível nomear o abuso emocional, reconstruir a autoestima, fortalecer limites e resgatar a própria voz. Amor não deveria causar medo, confusão ou anulação.

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A morte de Orelha, um cachorro comunitário cuidado e respeitado pela vizinhança, não é apenas um crime contra um animal....
27/01/2026

A morte de Orelha, um cachorro comunitário cuidado e respeitado pela vizinhança, não é apenas um crime contra um animal. É um alerta sobre a violência crescente e sobre sinais psicológicos que não podem ser ignorados.

A crueldade contra animais está frequentemente associada à banalização da violência, à falta de empatia, à desresponsabilização pelos próprios atos e ao prazer no domínio sobre o mais vulnerável.

Quando jovens atravessam limites dessa forma, não se trata de “brincadeira”, impulso ou contexto social — trata-se de um comportamento grave que exige responsabilização e intervenção.

Violência não surge do nada. Ela é construída quando limites não são ensinados, quando a dor do outro é desumanizada e quando atos cruéis não encontram consequências. Ignorar esses sinais é permitir que a violência se amplifique e se desloque para outras vítimas.

Proteger os animais é também proteger a sociedade. Falar sobre empatia, ética, responsabilidade e saúde mental é urgente. Silenciar é colaborar.

Justiça por Orelha. 🐾

Que esse caso nos convoque à ação, à denúncia e ao cuidado com a vida em todas as suas formas.

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O que ninguém te contou sobre dizer “não”.Dizer “não” não é falta de amor, é limite.Mas muitas pessoas aprenderam que se...
23/01/2026

O que ninguém te contou sobre dizer “não”.
Dizer “não” não é falta de amor, é limite.

Mas muitas pessoas aprenderam que se impor é egoísmo, que agradar é obrigação e que o próprio desconforto deve sempre ficar em segundo plano.

Por trás da dificuldade de dizer “não”, quase sempre existe medo:
medo de rejeição, de abandono, de conflito ou de decepcionar. Assim, a pessoa vai se adaptando, cedendo, se silenciando — até se perder de si mesma.

Aprender a dizer “não” é um processo. Exige autoconhecimento, fortalecimento emocional e, muitas vezes, ajuda profissional para ressignificar culpas antigas e padrões que machucam.

A terapia é um espaço seguro para compreender esses limites, reconstruir a autoestima e aprender que dizer “não” ao outro pode ser, finalmente, dizer “sim” para si.

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✨ 5 sinais de que está na hora de buscar terapia ✨Nem sempre o sofrimento aparece de forma clara.Às vezes, ele se manife...
20/01/2026

✨ 5 sinais de que está na hora de buscar terapia ✨

Nem sempre o sofrimento aparece de forma clara.

Às vezes, ele se manifesta no cansaço constante, nas emoções difíceis de controlar, nos relacionamentos que vão se desgastando ou naquela sensação silenciosa de estar apenas sobrevivendo.

Reconhecer esses sinais não é fraqueza.
É um gesto de cuidado consigo mesmo(a).

A terapia é um espaço seguro de escuta, acolhimento e construção de novos caminhos — para compreender o que dói, fortalecer recursos internos e resgatar o sentido de viver com mais equilíbrio emocional.

💚 Você não precisa enfrentar isso sozinho(a).

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Esse quadro fala de silêncio, mas também de resistência.Na violência psicológica dentro das relações afetivas, o silênci...
19/01/2026

Esse quadro fala de silêncio, mas também de resistência.

Na violência psicológica dentro das relações afetivas, o silêncio quase nunca é escolha — é imposto. 🌫️

A violência psicológica não deixa marcas visíveis no corpo, mas fere profundamente a identidade, a autoestima e a percepção de si.

Ela aparece em desqualificações constantes, manipulações, controle, humilhações veladas, invalidação dos sentimentos, ciúmes excessivos e no uso da culpa como forma de domínio. Aos poucos, a pessoa vai se calando, duvidando de si, perdendo a própria voz.

Muitas vezes, quem vive esse tipo de violência acredita que está exagerando, que é sensível demais ou que “não é tão grave”. Esse é um dos efeitos mais cruéis da violência psicológica: fazer a vítima desacreditar da própria experiência.

Falar sobre isso é romper o ciclo. A terapia é um espaço seguro para nomear o que foi vivido, reconstruir a autoestima, resgatar limites e fortalecer a autonomia emocional. Não se trata de fraqueza, mas de sobrevivência e cuidado.

Assim como nesse quadro, silenciar pode ser um momento de escuta interna — mas nunca de anulação. Violência não é amor. Controle não é cuidado. Medo não é vínculo.

Quadro pintado por mim.

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A melancolia dos dias de domingo é uma sensação comum, ainda que pouco falada.Para muitas pessoas, o domingo carrega um ...
18/01/2026

A melancolia dos dias de domingo é uma sensação comum, ainda que pouco falada.

Para muitas pessoas, o domingo carrega um silêncio diferente, uma mistura de cansaço emocional, vazio e antecipação ansiosa da semana que começa. Quando o ritmo desacelera, os pensamentos aparecem — e nem sempre são leves. 🤍

Esse sentimento pode estar ligado à solidão, a frustrações acumuladas, ao medo do futuro ou à dificuldade de estar consigo mesmo sem distrações. Em vez de descanso, o domingo se torna um espelho das insatisfações, das perdas e do que ainda dói.

A melancolia não é fraqueza, nem ingratidão. Ela é um sinal de que algo precisa ser olhado com mais cuidado e escuta. Ignorá-la ou tentar preenchê-la a qualquer custo pode aumentar o sofrimento ao longo do tempo.

A terapia oferece um espaço seguro para compreender essas emoções, dar nome ao que se sente e construir novas formas de atravessar esses momentos com mais consciência e acolhimento.

Cuidar da saúde emocional é também aprender a habitar os silêncios.

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O alcoolismo feminino ainda é cercado por muito preconceito e silêncio. Em uma sociedade que cobra da mulher o papel de ...
15/01/2026

O alcoolismo feminino ainda é cercado por muito preconceito e silêncio. Em uma sociedade que cobra da mulher o papel de cuidadora, forte, equilibrada e responsável por tudo e todos, admitir dificuldades com o álcool costuma vir acompanhada de culpa, vergonha e medo do julgamento. Por isso, muitas mulheres sofrem sozinhas e demoram a buscar ajuda. 🤍

Enquanto o consumo masculino é, muitas vezes, normalizado, o da mulher é duramente criticado — especialmente quando ela é mãe, profissional ou referência dentro da família. Esse estigma dificulta o reconhecimento do problema e afasta a mulher do cuidado em saúde mental, prolongando o sofrimento emocional.

Na maioria das vezes, o álcool surge como uma tentativa de aliviar dores emocionais, sobrecarga, ansiedade, solidão e frustrações acumuladas ao longo da vida. O alcoolismo não é falta de caráter nem ausência de força de vontade. É uma condição complexa, que precisa ser compreendida e tratada com acolhimento.

A terapia oferece um espaço seguro, ético e sem julgamentos, onde a mulher pode falar, se reconhecer, fortalecer sua autoestima e construir caminhos de cuidado e recuperação no seu tempo. Buscar ajuda é um ato de coragem e amor-próprio.

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A terapia é um espaço fundamental de cuidado para vítimas de violência sexual. 🤍Após uma experiência tão invasiva e dolo...
14/01/2026

A terapia é um espaço fundamental de cuidado para vítimas de violência sexual. 🤍

Após uma experiência tão invasiva e dolorosa, é comum que a pessoa vivencie medo, culpa, vergonha, ansiedade, tristeza profunda, dificuldades nos relacionamentos e na própria percepção do corpo. Nada disso define quem ela é — são respostas ao trauma vivido.

No processo terapêutico, a vítima encontra um ambiente seguro, ético e sem julgamentos, onde pode falar no seu tempo, ressignificar a experiência, reconstruir a sensação de segurança e fortalecer sua autonomia. A terapia ajuda a elaborar o trauma, reduzir os impactos emocionais, recuperar a autoestima e restabelecer o vínculo consigo mesma e com o mundo.

Buscar ajuda psicológica não é sinal de fraqueza, mas de coragem. O cuidado emocional é parte essencial do processo de recuperação e de retomada da vida com dignidade, respeito e acolhimento.

O atendimento terapêutico é humanizado, sigiloso e comprometido com o cuidado integral, respeitando a história, os limites e a singularidade de cada pessoa.

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14/01/2026

O Janeiro Seco convida à reflexão sobre a relação com o álcool e sobre os impactos que ele pode ter na saúde física, emo...
13/01/2026

O Janeiro Seco convida à reflexão sobre a relação com o álcool e sobre os impactos que ele pode ter na saúde física, emocional e nos vínculos afetivos.

Para muitas pessoas, reduzir ou suspender o consumo revela algo importante: o quanto parar pode ser difícil. E essa dificuldade não é fraqueza — é um sinal de que existe sofrimento que precisa ser cuidado. 🤍

O alcoolismo é uma condição complexa, muitas vezes silenciosa, marcada por tentativas frustradas de controle, culpa, irritabilidade, negação e recaídas. Superar não depende apenas de força de vontade. Exige acolhimento, escuta, compreensão da própria história e apoio profissional para lidar com emoções, gatilhos e padrões que mantêm o uso do álcool.

A terapia tem um papel fundamental nesse processo. É no espaço terapêutico que a pessoa pode falar sem julgamentos, entender o que o álcool representa em sua vida, fortalecer recursos emocionais e construir caminhos mais saudáveis, respeitando o seu tempo.

Buscar ajuda é um ato de coragem e cuidado consigo.

O acompanhamento terapêutico acontece de forma ética, humana e acolhedora, oferecendo suporte real para quem deseja mudar, recomeçar e cuidar da saúde mental de forma integral.

📲 Agendamentos e informações: (81) 9 9269-6394

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