06/12/2025
As duas perto do rapaz portam TEA. Uma chegou aos 13 anos, com dificuldade severa de socialização, sua família dizia que as palavras dela eram “fuziláveis” e quando diante de sobrecarga emocional e frustração tinha constantes Meltdown (crises) que causavam medo na maioria dos familiares, e não sabiam como intervir, à época.
E como ela está AGORA?
Tem um grupo de amigos na escola,
Está socializando com familiares, sem olhares “fuziláveis”,
Trata melhor os primos mais novos,
Fez sua escolha profissional,
Está se preparando para cursar em universidade pública
…
A outra chegou aos 25 anos com diagnóstico incorreto e infelizmente “destruída “ em todos os aspectos, como ela dizia:
Sofreu bullying dos amigos a vida toda,
Foi humilhada por namorados,
Nunca havia trabalhado,
Não conseguia se quer ir na padaria da esquina e trazer a compra certa,
Necessitava receber comandos para absolutamente tudo (básico)…
E AGORA:
Está trabalhando,
Vai e volta de ônibus sozinha para o trabalho,
Casou recentemente,
Conseguiu combinar com marido a divisão das tarefas domésticas,
Consegue fazer sua parte, após expediente
Está se preparando para voltar a fazer design de sobrancelhas …
A mais falante me perguntou:
- Ô Silvana, a gente não vai confraternizar não é? 🥰 Kkkk
Combinamos a Confra e não lembrei de registrar o momento com fotos, mas a mãe de uma lembrou e me cedeu.
🥰 São estas TRANSFORMAÇÕES na qualidade da vida individual e coletiva (FAMILIAR) que me fazem fazer o que faço no dia a dia.