Clínica Paula Albuquerque

Clínica Paula Albuquerque Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Clínica Paula Albuquerque, Médico/a, Rua Vigário Barreto, N° 43, Aflitos, Recife.

31/12/2025

✨🎆 Feliz 2026!
Que este novo ano chegue com mais cuidado, mais saúde, mais acolhimento e muitos recomeços felizes.
Seguimos com o mesmo propósito: cuidar de você com amor, respeito e excelência em cada etapa da sua vida.
Obrigada por caminhar conosco. Que 2026 seja leve, saudável e cheio de motivos para sorrir 🤍🌸

24/12/2025

🎄✨ Que o Natal renove o que há de mais bonito em nós: o cuidado, o amor e a esperança. ✨🎄

Neste tempo de luz, queremos lembrar que cuidar da saúde também é um gesto de amor — por você, por quem você ama e pelo seu futuro. 🤍🌟

Que o espírito natalino aqueça os corações, fortaleça os laços e traga paz, saúde e novos começos para cada mulher que confia em nosso cuidado. 🌷

A Clínica Paula Albuquerque deseja um Natal repleto de carinho, fé e momentos inesquecíveis ao lado de quem faz a vida valer a pena. ✨🎁

🎄🤍✨

🔔 Recesso de fim de ano ✨Nosso coração se enche de gratidão por mais um ano cuidando da saúde e da vida de tantas mulher...
22/12/2025

🔔 Recesso de fim de ano ✨

Nosso coração se enche de gratidão por mais um ano cuidando da saúde e da vida de tantas mulheres 💖
Informamos que entraremos em recesso para recarregar as energias e voltar ainda mais presentes e dedicados a você.

🗓️ Último atendimento do ano: 23/12/25
📆 Retorno das atividades: 05/01/26

Que este fim de ano seja repleto de paz, amor, saúde e novos recomeços ✨
Seguimos juntas em 2026! 💫

Com carinho,
Equipe Clínica Paula Albuquerque 🤍

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O Brasil vive um cenário de alerta em relação às doenças infectocontagiosas, com destaque para a sífilis e o HIV/AIDS, q...
19/12/2025

O Brasil vive um cenário de alerta em relação às doenças infectocontagiosas, com destaque para a sífilis e o HIV/AIDS, que representam desafios importantes para a saúde pública. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em outubro de 2025, apontam que a sífilis segue em ritmo acelerado de crescimento, acompanhando uma tendência mundial. Em 2022, mais de 1 milhão de novos casos foram registrados globalmente, totalizando cerca de 8 milhões de pessoas infectadas.

O aumento de casos está ligado a múltiplos fatores sociais e epidemiológicos. A sífilis é uma infecção bacteriana de transmissão sexual, passível de prevenção e com tratamento disponível e eficaz. O crescimento da doença está associado à baixa percepção de risco, ao desconhecimento da população e às desigualdades no acesso ao diagnóstico e ao tratamento.

Muitas mulheres descobrem a infecção apenas por meio de exames de rastreamento, já que a apresentação clínica pode ser discreta ou passar despercebida. Na fase primária, a sífilis costuma manifestar-se por uma úlcera única, indolor e de bordas elevadas, conhecida como cancro sifilítico. Nas mulheres, essa lesão pode ficar escondida no fundo da va**na ou no colo do útero, o que dificulta o reconhecimento. Já nos homens, costuma ser mais evidente.

Sem tratamento, a infecção pode evoluir para a fase secundária, caracterizada por um exantema difuso (manchas na pele), que atinge inclusive as palmas das mãos e as plantas dos pés. A doença também pode provocar alopecia em “caminho de rato” e condiloma plano (lesão ge***al). A fase secundária apresenta grande quantidade de treponemas circulantes (altos níveis da bactéria no sangue). Em gestantes, a chance de acometimento fetal chega a 100% quando a gestante apresenta a sífilis recente, o que torna o diagnóstico e o tratamento ainda mais urgentes.

A sífilis pode permanecer assintomática por longos períodos, o que facilita a transmissão e dificulta a contenção dos casos. Por isso, a orientação é que mulheres sexualmente ativas se protejam contra a infecção por meio do uso de métodos de barreira e da realização regular de triagens sorológicas.

Fonte: FEBRASGO

Você já viu alguém dizendo que testosterona é “a solução para tudo” nas mulheres?As principais entidades médicas do país...
12/12/2025

Você já viu alguém dizendo que testosterona é “a solução para tudo” nas mulheres?
As principais entidades médicas do país fazem um alerta: essa prática pode ser perigosa e, na maioria das vezes, NÃO possui evidência científica.

Neste carrossel, explicamos de forma clara e responsável o porquê de tanto cuidado com esse hormônio — e como proteger sua saúde de modismos que podem trazer sérios riscos.

A medicina deve ser guiada por ciência, ética e acolhimento. Sempre. 💛👩🏻‍⚕️

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O Brasil mantém atenção constante sobre os índices de infecção por HIV, apesar dos progressos significativos nas últimas...
01/12/2025

O Brasil mantém atenção constante sobre os índices de infecção por HIV, apesar dos progressos significativos nas últimas décadas, tanto na prevenção quanto na terapia antirretroviral. Hoje, a prevenção primária deve ser baseada no uso consistente de métodos de barreira. Para pessoas com dificuldade de adesão a esses métodos ou com maior risco de exposição, contam com a PrEP, que é a profilaxia pré-exposição realizada com o uso de antirretrovirais antes da exposição à relação sexual.

Sobre a evolução dos tratamentos, a terapia antirretroviral se transformou profundamente. Os esquemas atuais, como tenofovir, lamivudina e dolutegravir, são eficazes, com baixa ocorrência de efeitos adversos e geralmente administrados em apenas dois comprimidos ao dia. Isso melhorou de forma extraordinária a qualidade e a expectativa de vida das pessoas vivendo com HIV.

O diagnóstico precoce e a introdução imediata da medicação são decisivos para impedir a progressão da doença e manter a saúde dos pacientes. O HIV, quando tratado, torna-se uma condição crônica manejável. O tratamento reduziu drasticamente as complicações cardiovasculares, hepáticas e imunológicas, além de contribuir de forma importante para a queda da transmissão vertical.

A importância da informação, da testagem regular e da redução do estigma que ainda envolve as infecções sexualmente transmissíveis. Enquanto a sífilis ainda apresenta desafios importantes e não registrou avanços significativos na redução da transmissão vertical, o cenário do HIV é bastante diferente. No caso do HIV, houve um progresso expressivo na prevenção da infecção em crianças, evitando que recém-nascidos desenvolvam a doença, condição que pode ser especialmente grave no período neonatal e pediátrico. Sem dúvida, o diagnóstico precoce associado ao início imediato do tratamento transformou radicalmente o curso da infecção pelo HIV, garantindo melhor qualidade de vida às pessoas que convivem com o vírus.

Fonte: https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/2286-hiv-aids-especialista-da-febrasgo-comenta-avancos-na-prevencao-e-no-tratamento

✨ Hoje, no Dia Nacional de Combate ao Câncer (27/11), reforçamos a importância do cuidado contínuo com a saúde da mulher...
27/11/2025

✨ Hoje, no Dia Nacional de Combate ao Câncer (27/11), reforçamos a importância do cuidado contínuo com a saúde da mulher.
Os cânceres ginecológicos — como o de colo do útero, ovário, endométrio, v***a e va**na — ainda representam um grande desafio, mas a informação e a prevenção salvam vidas. 💗🎗️

O câncer de colo do útero é um dos mais preveníveis — e mesmo assim, mais de 660 mil mulheres são diagnosticadas por ano no mundo.

O câncer de ovário, silencioso e muitas vezes sem sintomas iniciais, registrou mais de 300 mil novos casos nos últimos anos.

Já o câncer de endométrio cresce especialmente após os 50 anos e é hoje um dos tumores ginecológicos mais frequentes.

💞 Acreditamos no poder da prevenção, do acolhimento e do diagnóstico precoce. Cuidar da saúde ginecológica é um ato de amor consigo mesma.

✨ Faça seus exames em dia. Converse com quem você ama. Prevenção é gesto de vida.

🎗️💗

O parto prematuro, definido como o nascimento que ocorre antes das 37 semanas de gestação, é um tema de extrema importân...
26/11/2025

O parto prematuro, definido como o nascimento que ocorre antes das 37 semanas de gestação, é um tema de extrema importância para a saúde materna e infantil. Compreender as causas, os riscos e as formas de prevenção é essencial para reduzir complicações e garantir o bem-estar da mãe e do bebê.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 300 mil e 340 mil bebês nascem prematuros no Brasil a cada ano, o que representa cerca de 11% de todos os partos realizados no país. Esses números evidenciam a relevância do tema e reforçam a importância de medidas preventivas, acompanhamento pré-natal adequado e atenção especializada para reduzir os riscos associados à prematuridade.

Entre as principais causas do parto prematuro estão fatores relacionados à saúde da gestante, ao bebê e às condições da gestação. O histórico de parto prematuro anterior, a gravidez múltipla, as infecções urinárias ou genitais, a hipertensão, o diabetes, a ruptura precoce da bolsa, o tabagismo, o uso de dr**as ilícitas e o baixo ganho de peso, geralmente, estão associados às causas. Aspectos sociais, como intervalos curtos entre gestações e o acesso limitado ao pré-natal, também contribuem para o aumento do risco.

Os sinais de alerta incluem contrações regulares antes das 37 semanas, dor ou pressão pélvica, perda de líquido pela va**na, sangramento e diminuição dos movimentos do bebê. Nesses casos, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. Durante o pré-natal, a avaliação do comprimento do colo do útero por ultrassonografia entre 18 e 24 semanas é uma ferramenta importante para identificar risco de prematuridade e permitir intervenções precoces.

A prevenção do parto prematuro envolve tanto cuidados médicos quanto hábitos saudáveis. Iniciar o pré-natal precocemente, não fumar, evitar álcool, manter alimentação equilibrada, controlar peso, praticar atividades leves e reduzir o estresse são atitudes essenciais. O acompanhamento regular com ginecologista ou obstetra é o melhor aliado para garantir a segurança da mãe e do bebê, permitindo uma gestação mais segura e saudável.

Fonte: FEBRASGO

Estudo mostra que a mortalidade materna foi quase duas vezes maior entre mulheres pretas ao longo de mais de uma década,...
24/11/2025

Estudo mostra que a mortalidade materna foi quase duas vezes maior entre mulheres pretas ao longo de mais de uma década, em todas as regiões do país, em todas as faixas etárias e por todas as causas.

As maiores taxas de morte no ciclo gravídico-puerperal entre mulheres negras não se relacionam a fatores genéticos ou biológicos. Condições clínicas de maior gravidade, demoras na obtenção do cuidado e atendimento pouco qualificado podem estar envolvidos — possivelmente pela presença do racismo estrutural na rotina dos serviços de saúde. Esse racismo, acrescenta, interfere na qualidade do atendimento às gestantes negras desde o acesso ao serviço — por distância geográfica, custos, horários incompatíveis com o trabalho, falta de rede de apoio para cuidar de si — até o receio de um atendimento desrespeitoso.

Quando rompida a barreira do acesso, pode haver outra barreira: a baixa valorização das queixas pelos profissionais de saúde. O resultado são consultas mais rápidas, menos acolhedoras e com menos explicações, o que impacta diretamente o cuidado. Isso é relatado em outro estudo qualitativo, que entrevistou mulheres negras após o parto e mostrou, entre outras questões, o sentimento de não serem ouvidas e de não estarem adequadamente informadas sobre os procedimentos pelos quais iriam passar.

Oferecer cuidado “humanizado e equitativo” significa adotar um “cuidado centrado na pessoa”: uma abordagem que coloca a pessoa assistida — suas necessidades, preferências e valores — no centro das decisões clínicas e do planejamento do cuidado, assegurando respeito, dignidade, protagonismo, informação qualificada e empatia. Isso vale para todas as pessoas gestantes e puérperas, mas é particularmente essencial para aquelas em situação de vulnerabilidade, seja pela cor da pele ou por outras condições.

Para superar o racismo estrutural na saúde, a especialista destaca que é preciso ir além da conscientização individual. É necessária uma transformação fundamentada em educação crítica e antirracista, tanto na graduação médica quanto na educação profissional continuada.

Fonte: FEBRASGO

Na menopausa, a queda do estrogênio — hormônio com ação protetora sobre a sensibilidade à insulina em músculos e fígado ...
14/11/2025

Na menopausa, a queda do estrogênio — hormônio com ação protetora sobre a sensibilidade à insulina em músculos e fígado — favorece a resistência insulínica, acúmulo de gordura visceral e piora do controle glicêmico. Além disso, fatores associados à idade, como redução de massa magra e da atividade física, ganho de peso progressivo, inflamação crônica de baixo grau e uso mais frequente de alguns medicamentos também podem agravar a resistência à insulina.

Após a menopausa, o corpo feminino tende a acumular gordura abdominal, o que pode aumentar o risco de síndrome metabólica: pressão arterial elevada, glicemia alterada, triglicerídeos altos, HDL-colesterol reduzido. Mulheres na pós-menopausa têm maior probabilidade de apresentar esse conjunto e, por consequência, maior risco de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares (como infarto e AVC).

Entre outros fatores que contribuem para o surgimento de diabetes na mulher menopausada estão o sono de má qualidade — comum nessa fase e associado a maior fome e preferência por alimentos calóricos —, o estresse crônico e a sobrecarga emocional, que favorecem hábitos alimentares irregulares e elevam a glicose, o histórico familiar e a predisposição genética, além do envelhecimento, um fator de risco independente para o diabetes tipo 2.

Na fase de transição menopausal (geralmente após os 40 anos), a recomendação das especialistas é: Avaliar a glicemia precocemente para identificar pré-diabetes. Implementar mudanças de estilo de vida: alimentação menos calórica, menos ultraprocessados e açúcares, atividade física regular e higiene do sono. Considerar apoio medicamentoso quando indicado, para evitar a progressão de pré-diabetes para diabetes.

O diabetes mal controlado pode impactar a saúde ginecológica. A hiperglicemia crônica afeta o sistema reprodutivo e urinário, podendo causar infecções genitais e urinárias de repetição, como candidíase, pela maior disponibilidade de glicose para microrganismos. Além disso, na menopausa há mais disfunção sexual, associando-se redução da lubrificação e dor nas relações se***is.

Fonte: https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/2267-diabetes-pode-impactar-saude-ginecologica

A menopausa marca uma fase de profundas mudanças no corpo da mulher, sendo a saúde óssea uma das áreas mais afetadas. A ...
07/11/2025

A menopausa marca uma fase de profundas mudanças no corpo da mulher, sendo a saúde óssea uma das áreas mais afetadas. A queda na produção de estrogênio aumenta a perda de massa óssea e eleva significativamente o risco de osteoporose.

A prevenção deve começar cedo, mas a atenção deve der redobrada no climatério. A saúde óssea precisa ser construída ao longo de toda a vida, com hábitos saudáveis e atenção aos fatores de risco. No entanto, na menopausa, quando há a parada de produção do estrogênio, a proteção natural do osso é reduzida. A partir desse momento, a mulher começa a perder massa óssea de forma acelerada, aumentando a fragilidade e, consequentemente, o risco de fraturas, que podem ocorrer em situações de baixo impacto ou até espontaneamente. É fundamental o papel do ginecologista na prevenção da doença.

Um dos tratamentos indicados para mulheres saudáveis, com menos de 60 anos, é a terapia hormonal. A terapia hormonal é eficaz em interromper a perda óssea e prevenir fraturas, além de trazer outros benefícios importantes para a saúde da mulher. Porém, no Brasil, apenas 20% das mulheres no climatério recebem prescrição médica adequada. Muitas recorrem a fitoterápicos ou antidepressivos, que podem aliviar ondas de calor, mas não protegem os ossos, o coração ou a saúde íntima.

Apesar da gravidade da doença, menos de 20% dos pacientes recebem diagnóstico, e menos de 30% dos que sofrem uma fratura iniciam o tratamento adequado e menos de 50% aderem ao tratamento, ressaltando que uma fratura prévia aumenta substancialmente o risco de novos episódios.

A osteoporose é uma verdadeira epidemia silenciosa do século. Precisamos conscientizar as mulheres, especialmente as que estão na menopausa e as que tem fatores de risco, sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento correto. Cuidar da saúde óssea é investir em qualidade de vida e longevidade com dignidade, autonomia e independência.

Fonte: https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/2241-mulheres-no-climaterio-ainda-tem-baixa-atencao-medica-a-osteoporose-revela-especialista-da-febrasgo

💙 Em novembro, somos todos azul! 💙Cuidar da saúde também é um ato de amor. 🩺✨O Novembro Azul é um lembrete importante pa...
03/11/2025

💙 Em novembro, somos todos azul! 💙
Cuidar da saúde também é um ato de amor. 🩺✨
O Novembro Azul é um lembrete importante para todos os homens:
prevenir é o melhor caminho para viver mais e melhor.

O diagnóstico precoce salva vidas — e incentivar esse cuidado é um gesto de quem ama. 💙
Aproveite este mês para lembrar, apoiar e cuidar de quem é importante pra você. 💪👨

💙

Endereço

Rua Vigário Barreto, N° 43, Aflitos
Recife, PE

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