Dra. Calina Lima

Dra. Calina Lima Médica | Anestesiologista | Medicina Integral (Integração Medicina Convencional e Alternativa) | Estudiosa da Medicina Quântica

Nem toda complicação perioperatória é imprevisível.Algumas são apenas não reconhecidas a tempo.A Síndrome de Ativação Ma...
31/03/2026

Nem toda complicação perioperatória é imprevisível.
Algumas são apenas não reconhecidas a tempo.

A Síndrome de Ativação Mastocitária (MCAS) é uma delas.



Mastócitos hiperreativos liberam mediadores como histamina, triptase e prostaglandinas de forma desregulada.

O resultado?
• instabilidade hemodinâmica
• broncoespasmo
• reações anafilactoides
• dor desproporcional
• recuperação imprevisível

E, muitas vezes, isso acontece em pacientes “sem diagnóstico”.



O problema não é a ausência de exame.

É a ausência de suspeita.

MCAS é, antes de tudo, um diagnóstico clínico.



Quando pensar nisso?
• “alergias múltiplas” ou reações a diferentes fármacos
• flushing, prurido, urticária sem causa clara
• sintomas gastrointestinais recorrentes
• piora com estresse, calor ou medicamentos
• sintomas flutuantes e multissistêmicos



E os exames?

Eles não fecham diagnóstico.
Mas contam uma história (para quem sabe ler):
• eosinófilos em limite alto
• marcadores inflamatórios/coagulantes discretamente elevados (ex: fibrinogênio, dímero-D)
• associação com doenças autoimunes (ex: anti-TPO elevado)

Com frequência: PCR normal.

👉 O padrão é sutil.
👉 O erro é esperar alterações grosseiras.



⚠️ Por que isso importa na prática?

Porque o gatilho pode ser a própria cirurgia:
• anestésicos
• opioides
• antibióticos
• contraste
• estresse cirúrgico

E o que era “um paciente estável”…
vira uma resposta imprevisível.



🎯 O que muda quando você reconhece?
- pré-medicação adequada (anti-histamínicos, estabilizadores mastocitários iniciando 7 dias antes da cirurgia)
- suplementação estratégica com Vit C, Quercetina, NAC
- escolha mais criteriosa de fármacos no perioperatorio
- planejamento anestésico apropriado
- redução de complicações



No fim, é simples:

Você não trata mastócitos.
Você trata a capacidade do organismo de responder ao estresse cirúrgico.

Tudo isso antes da indução anestésica.

Fomos ali e voltamos❤️… Bate e volta em SP
29/03/2026

Fomos ali e voltamos❤️…
Bate e volta em SP

26/03/2026

Na verdade, existem 3 vias. E entender isso muda o jogo:

O paciente contrata quando sente medo.
O hospital contrata quando quer reduzir custo e complicação.
Mas é o cirurgião que contrata quando busca excelência de resultado.

São caminhos diferentes…
com o mesmo objetivo: chegar melhor na cirurgia para garantir o melhor resultado.

Pré-habilitação não é um serviço “a mais”.
É uma estratégia de desfecho.

E quando ninguém assume esse papel,
o risco não desaparece…
ele só f**a sem gestão.

24/03/2026

A pré-habilitação cirúrgica já está consolidada na literatura científ**a há anos.

Estudos mostram melhora da capacidade funcional, redução de complicações e menor tempo de internação.

Mesmo assim, ainda é pouco incorporada na prática clínica.

O ponto central é simples:

a cirurgia impõe um estresse fisiológico signif**ativo.
E o desfecho depende da reserva do paciente.

Quando essa reserva é otimizada antes do procedimento, a resposta ao trauma cirúrgico muda.

E, com isso, mudam também os resultados.

A cirurgia não começa na incisão.Começa antes.O procedimento cirúrgico é um estressor fisiológico relevante, com impacto...
23/03/2026

A cirurgia não começa na incisão.

Começa antes.

O procedimento cirúrgico é um estressor fisiológico relevante, com impacto inflamatório, metabólico e hemodinâmico.

O que determina o desfecho não é apenas a técnica cirúrgica.
É a capacidade do paciente de responder a esse estresse.

É aqui que entra a pré-habilitação.

Ao otimizar capacidade funcional e psicológica no pré-operatório, você aumenta a reserva fisiológica e reduz a probabilidade de complicações.

Isso se traduz em:

• menor morbidade
• melhor recuperação
• menor tempo de internação

Pré-habilitação não é complemento.

É estratégia perioperatória.

A maioria das consultas pré-anestésicas existe para evitar problema jurídico.Não para melhorar desfecho.“Exames normais....
27/02/2026

A maioria das consultas pré-anestésicas existe para evitar problema jurídico.

Não para melhorar desfecho.

“Exames normais.”
“Paciente apto.”
“Cirurgia liberada.”

Isso não é estratégia.
É protocolo mínimo.

A pergunta certa nunca foi:
👉 Ele pode operar?

A pergunta certa é:
👉 Ele está biologicamente preparado para vencer o trauma cirúrgico?

Existe uma diferença brutal entre estar dentro da normalidade estatística…
e estar otimizado para performar sob estresse metabólico.

Quem entende isso pára de discutir risco.
Passa a construir performance.

A Nova Anestesiologia não começa na indução.
Começa semanas antes.

Siga para entender como se constrói desfecho antes da incisão.

CORE.

E todo processo cobra preparo. Sempre.Não existe “cirurgia simples” para um corpo despreparado.Não existe anestesia neut...
10/02/2026

E todo processo cobra preparo. Sempre.

Não existe “cirurgia simples” para um corpo despreparado.
Não existe anestesia neutra.
Não existe equipe que performa bem sem alinhamento prévio.
E não existe bom desfecho que comece na sala cirúrgica.

Eu gostaria que isso estivesse tatuado na mente de três públicos, de formas diferentes:

– no paciente:
que ele entenda que não é passivo.
que ser “bom paciente” é uma função ativa, treinável e decisiva para o resultado.

– no cirurgião:
que ele perceba que operar sem conhecer o terreno é estratégia ruim.
que preparo reduz risco, esforço, complicação e conflito.
que anestesia não é custo: é infraestrutura de performance.

– no anestesista:
que ele acorde para o fato de que nossa especialidade começa antes da indução
e termina muito depois da extubação.
e que continuar aceitando o bastidor é uma escolha, não um destino.

Se eu tivesse varinha mágica, o feitiço não seria motivacional.
Seria estrutural.

Eu faria as pessoas sentirem, quase fisicamente,
que improviso custa caro e que preparo é a forma mais honesta de respeitar a vida.

No fundo, a ideia é simples, quase desconfortável de tão óbvia:

o resultado da cirurgia começa muito antes do primeiro corte.

Nunca sou só eu…
06/02/2026

Nunca sou só eu…

03/02/2026

Camila, Paulo e família. Recebam minha solidariedade mais sincera neste momento. Nenhuma palavra é capaz de reparar, nem de aliviar plenamente o sentimento envolvido. Ainda assim, o silêncio absoluto também não é justo diante do que foi vivido.

Se você já tem uma cirurgia agendada,o preparo do seu corpo já começou,quer você esteja consciente disso ou não.Cirurgia...
27/01/2026

Se você já tem uma cirurgia agendada,
o preparo do seu corpo já começou,
quer você esteja consciente disso ou não.

Cirurgia é um estresse metabólico previsível.
O que muda o desfecho é como você entra nesse processo.

Avaliar carências, inflamação, reservas nutricionais
e a real necessidade de suplementação
faz parte da medicina operatória moderna.

Não é sobre tomar suplementos.
É sobre preparar o corpo certo, no tempo certo,
com critério clínico.

Se a sua cirurgia está nos planos
e você quer atravessar esse processo
com mais segurança e melhor recuperação, entre em contato e agende sua consulta de acesso ao CORE.

Endereço

Avenida Republica Do Líbano, 251
Recife, PE
51110160

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