Benéria Donato

Benéria Donato Desenvolvemos atividades acadêmicas e clínicas desde 1997 com o objetivo de oferecer serviços de PSY.

Mensagem de encerramento: e você já pensando, não é possível, lá vem ela com mais textões...Sim, acordei e a primeira co...
31/12/2025

Mensagem de encerramento: e você já pensando, não é possível, lá vem ela com mais textões...

Sim, acordei e a primeira coisa que fiz foi fazer uma das coisas que mais gosto: escrever para mim e para quem quiser.

Vamos começar por uma das premissas que experimentei novamente: não se ganha o tempo todo. Definitivamente talvez o aprendizado mais útil tenha sido aceitar que não precisa ser tudo perfeito, e que não controlamos a maior parte do jogo chamado vida.

Para uma canceriana ainda exigente e detalhista, essas constatações não passaram ilesas. Mexeram comigo. Ajustaram rotas. Ampliaram consciência. E o jogo segue com essas premissas ativas, convidando a novos aprendizados.

Seguindo, pois tem mais: aprendi que a vontade de avançar não desaparece. Ela permanece. Às vezes silenciosa, às vezes insistente, mas sempre pedindo movimento. Mesmo quando o cenário assusta. Ou quando o passo é pequeno.

Por isso, meu desejo para 2026 é continuar em movimento e agindo com responsabilidade emocional. Quero seguir ajudando pacientes, alunos, amigos e familiares a fazerem o mesmo. Agir não apesar do medo, e sim com consciência clara dele.

Se pudesse escolher um único recado para você que leu até aqui, seria: tudo o que te acontece pode gerar aprendizado, se estiver disponível para escutar e ver.
Então, a pergunta mais importante para 2026 é: o que posso construir, daqui em diante, com isso que me aconteceu ou está acontecendo?

Como psicóloga, sigo acreditando que meu papel é flexibilizar ideias, ampliar perspectivas e estimular novas formas de olhar para si, para o outro e para a vida. Que em 2026 possa ensinar mais pessoas a se verem com justiça, responsabilidade e compaixão.

Encerrando este ciclo, desejo que sejamos menos reféns de decisões e estilos de vida que não se sustentam. Que tenhamos coragem para desistir do que já não faz sentido, disposição para mudar quando necessário e abertura para criar espaço para o novo possível e necessário.

Agradeço a quem esteve perto, a quem esteve de longe, a quem esteve muito e a quem esteve pouco. Agradeço a tudo o que vivi e que aprendi. Que 2026 traga mais consciência, presença e ação com sentido! Beneria e Família 🎉

29/12/2025

Estamos chegando ao fim de 2025.
Um ano vivido, para muitos, em alta velocidade, com excesso de estímulos, demandas constantes e pouca pausa real. Incrívelmente eu senti 2025 mais tranquilo que 2024, com certeza isso se deve ao acréscimo de mais fatores de proteção da saúde mental na minha rotina, do que a diminuição dos projetos e compromissos profissionais.

Talvez 2025 tenha sido o ano em que estivemos muito informados e pouco presentes. Parece que estamos bem atualizados, porém também bem cansados. Aparentemente mais conectados e internamente mais fragmentados.

O fechamento de um ciclo é sempre um convite silencioso à escolha, vamos a ela? Comece com 2 perguntas:
O que vale a pena levar adiante?
O que precisa ficar para trás?

Se 2025 nos mostrou a necessidade dos limites do excesso, talvez 2026 possa ser o ano da busca real por menos ruído e mais critério; menos alerta constante e mais atenção ao que realmente sustenta.

Viver bem não reque acompanhar tudo. Requer escolher onde colocar a atenção, o tempo e a energia.

Que em 2026 a gente não apenas saiba mais, mas também siga com mais clareza, presença e sentido.

Escolhi esse video com essa mensagem para ser o último conteúdo de 2025, foi proposital!

Estar informado é importante.
Mas viver em estado permanente de alerta, com medo de perder algo, não é conhecimento é desgaste que não vale a pena.

Na ciência, esse fenômeno é conhecido como FOMO (Fear of Missing Out), termo estudado por pesquisadores como Dan Herman e amplamente investigado na psicologia contemporânea.

As pesquisas sugerem que proteger a saúde mental no mundo atual exige limites conscientes, não mais esforço. Atualizar-se é valioso. Entretanto, aprender a pausar é essencial.

O psicólogo e pesquisador Herbert Simon, já alertava: "Uma abundância de informação cria uma pobreza de atenção.”

Sugiro que a grande capacidade para 2026 não seja saber mais, mas saber escolher, filtrar e sustentar presença. Afinal, a informação só vira sabedoria quando existe espaço interno para absorver, refletir e transformar. Concorda? Me diz, por favor!

O passado explica. Mas não é ele que muda o rumo das intervenções nas sessões. Lição 1.Neste episódio 3, eu falarei sobr...
27/12/2025

O passado explica. Mas não é ele que muda o rumo das intervenções nas sessões. Lição 1.

Neste episódio 3, eu falarei sobre 2 detalhes técnicos que realmente transformam o processo psicoterapêutico:
a diferença entre entender por que algo começou e intervir no que faz algo continuar. Lição 2.

Falaremos também conectado a isso sobre perguntas que abrem caminhos e outras que apenas organizam o passado.

Enfim, vamos alertar sobre o porquê que alivia e o como que liberta e abre possibilidades. Lição 3.

Um episódio para quem já entendeu muita coisa, porém quer aprender onde, quando e como intervir de maneira mais ampla e eficaz.

Domingo, dia 28, às 17h.
Episódio 3 do podcast da Comunidade Psi Cli do Psicocenter

Acesso exclusivo pela comunidade no WhatsApp: pede o acesso gratuito!
https://chat.whatsapp.com/DvknvS76FoQFjvsndZwgj4

Se você trabalha com psicologia clínica e é TCCista, alerto que esse episódio não é apenas sobre técnicas, e sim sobre processo e detalhes que fazem a diferença. Vem participar do último podcast de 2025 e aproveitar para participar do sorteio de 3 livros.

27/12/2025

Estamos desaprendendo a estar com o outro?

Nunca estivemos tão conectados e tão pouco presentes. Falamos rápido, ouvimos pela metade, respondemos antes de escutar até o fim. O olhar se perde, a atenção escapa, o encontro vira ruído.

A psicóloga e pesquisadora Sherry Turkle, do MIT, alerta que a hiperconectividade nos deu a ilusão de companhia, mas nos afastou da presença real. Segundo ela, estamos “juntos, mas sozinhos”, fisicamente próximos, emocionalmente ausentes.

Estar com o outro é uma habilidade viva. E toda habilidade que não é praticada, enfraquece. Sem isso, ficamos como instrumentos desafinados tentando tocar em conjunto. Cada um no seu ritmo, cada um na sua frequência, sem harmonia.

Habilidades sociais não se aprendem apenas lendo, entendendo ou refletindo.
Elas se constroem no corpo, na troca real, no silêncio compartilhado, no tempo do outro.

Pesquisas em neurociência social mostram que o ser humano se regula emocionalmente na interação com o outro. É no contato olho no olho, na escuta atenta e na presença sem pressa que o sistema nervoso encontra segurança para se organizar.

Estudos liderados por Stephen Porges e pesquisadores da neurociência afetiva demonstram que a qualidade das relações influencia diretamente nossa capacidade de foco, autorregulação e bem-estar. Quando nos sentimos vistos e ouvidos, o cérebro sai do modo de defesa e entra no modo de conexão.

É assim que aprendemos, desde cedo e ao longo da vida, como estar no mundo: não sozinhos, mas em relação.

Cuidar da nossa capacidade de estar presente não é um detalhe moderno. É cuidado emocional básico. É saúde mental.
É lembrar que somos, antes de tudo, seres de relação.

Talvez o maior treino para 2026 não seja falar melhor e sim aprender a estar. Que tal?

Neste Natal, escolho celebrar o essencial.  Menos excessos, mais presença. Menos pressa, mais vínculo. Que aquele grupo ...
24/12/2025

Neste Natal, escolho celebrar o essencial. Menos excessos, mais presença. Menos pressa, mais vínculo. Que aquele grupo de pessoas que consideramos nossa família siga sendo base, abrigo e direção, e que possamos cuidar do que realmente sustenta a vida: relações verdadeiras, afeto e sentido. Feliz Natal! 🎄

Ao longo da minha prática clínica, e também da minha própria história, aprendi que a família é o primeiro espaço onde se aprende a pertencer, a lidar com diferenças e a se reconhecer no outro com empatia e compaixão, como nos lembram Murray Bowen e Salvador Minuchin.

Foi na convivência familiar, entre desafios, aprendizados e cuidado diário, que compreendi o valor da presença, do limite, das escolhas e do afeto que sustenta, em especial quando a vida exige mais de nós. Talvez por isso eu acredite tanto que é na base que tudo começa e é nela que sempre podemos retornar. Como faço questão de retornar (sempre) no Natal…

Pesquisadores como Murray Bowen e Salvador Minuchin nos lembram que a família é o primeiro sistema onde aprendemos a pertencer, a lidar com desafios e a construir quem somos. Na minha própria história, foi na convivência familiar, entre dificuldades, aprendizados e cuidado diário que aprendi os valores que sustentam a vida onde quer que precisemos pousar.

Sei que essa época de "festas natalinas" não têm o mesmo significado e nem traz os mesmos sentimentos para todos, porém, te convido a focar no que podemos ser gratos e a lembrar que é apenas mais uma fase, tudo passa. E também tudo importa, faz parte. Vibremos a paz essa noite...

22/12/2025

Cuidar da mente não é exatamente buscar a felicidade plena e constantemente.

Trabalhar cada ano mais focada da prevenção de transtorno mentais e ver que nas sessões com os meus pacientes cuidar da saúde mental é em primeiro lugar aprender habilidades que gerem um espaço interno de auto compaixão, de forma saudável. Isso traz bem estar e felicidade para mim.

Veja, todas as emoções podem surgir a qualquer momento, sejam elas as que ajudam ou as que não ajudam, e todas são bem vindas e fazem parte da nossa vida: entender isso é básico para viver e viver bem. Cada vez mais percebo o quanto a aceitação dessas emoções fortalece a autorregulação e o autodesenvolvimento.

Vivemos um tempo em que estar bem virou performance. Nas redes sociais, na publicidade e até nos ambientes de trabalho, emoções difíceis passaram a ser tratadas como falhas pessoais ou algo a ser escondido, corrigido ou eliminado o quanto antes.

Existe uma avalanche recente de pessoas e conteúdos que prometem felicidade em 5 passos, mentalidade para o sucesso em 21 dias, auto estima em 1 treinamento, eliminação do medo em 1 sessão.

Nada contra a busca por bem-estar. Me preocupo com a ideia que isso é obrigação a todo custo e urgência.

As evidências científicas mostraram outra coisa: quando negamos emoções como tristeza, frustração ou raiva, elas não desaparecem, elas se acumulam e "pedem depois para sair".

Ou seja, cobram seu preço depois, por exemplo, em forma de esgotamento, ansiedade e perda de sentido.

Saúde mental nunca exigiu viver feliz o tempo todo. Pelo contrário cada vez mais será necessário ter flexibilidade emocional para atravessar o que a vida traz sem se "quebrar" por dentro.

Se existe um cuidado mais urgente hoje é permitir-se ser humano. Fez sentido? Então, compartilhe com alguém que anda se exigindo demais... Flexibilidade psicológica, esse é o caminho para o bem estar, para a saúde mental. Concorda? #2025 #2026

Ainda rendendo postagens a minha passagem por esse evento internacional  ...  Pois bem, gostei de ouvir e ver as partes ...
16/12/2025

Ainda rendendo postagens a minha passagem por esse evento internacional ...

Pois bem, gostei de ouvir e ver as partes que eu discordo totalmente, partes que concordo e já pratico com meus pacientes há anos, e partes que fazem refletir e rever.

Acrescento agora ao que disponibilizei nos conteúdos das artes publicadas o seguinte: a TCC que eu aprendi nos anos 90 não nasceu para apagar emoções nem tão pouco para "colecionar técnicas".

Eu aprendi que ela visa entender como as pessoas sofrem e, SIM, TAMBÉM, por que continuam sofrendo. Gente, essa parte, foi o que mais me fez decidir usar esse raciocínio clínico como psicóloga clínica.

Realmente Hofmann tem toda razão: emoções não são e nunca foram o problema. O problema é ficar preso a elas, sempre do mesmo jeito. Isso vale para tudo!

Óbvio que buscar o outro, seja um amigo ou um psicólogo pode "curar"(leia-se ajudar) e ou também "aprisionar" (leia-se não ajudar).

É minha gente, passe os anos que passarem, a boa clínica ainda não pode prometer o alívio imediato. Porém, pode com toda certeza construir autonomia emocional aos poucos e através da prática baseada em evidências. Por favor, entendam isso que escrevo com todo respeito e admiração por essa ciência Psicologia.

14/12/2025

Pessoal, me ajudem, por favor, e me digam, vocês também acham que a psicoterapia nunca foi e não deveria ser um marcador de status social?

Nos últimos anos percebemos que, muitas vezes, a cultura do “cuidado como performance” acabou distorcendo o propósito mais fundamental do trabalho clínico da psicologia.

Falar em muitas locais, inclusive aqui nas redes sociais, sobre saúde mental é um avanço, sim. Ter mais pessoas buscando ajuda com menos vergonha/resistência é uma transformação positiva e necessária.

Porém, o cuidado psicológico não é um selo de superioridade, e muito menos uma forma de demonstrar ao mundo que “está tudo em dia”.

A psicoterapia é, antes de tudo, um processo interno e comportamental, baseado na ciência, na prática baseada em evidências. É um espaço protegido onde investigamos e conhecemos padrões, regulamos emoções, ampliamos repertórios e reorganizamos a vida.

Não exige performance, pois o necessário será presença, coragem e honestidade consigo mesmo. Faz sentido?

Quando transformamos um processo íntimo em “vitrine”, perdemos seu valor real: psicoterapia não é troféu, é ferramenta de autonomia e autodesenvolvimento.

Assim como um bom escritor revisa seus rascunhos infinitas vezes e como dizia Clarice Lispector, “escrever é procurar entender”; fazer psicoterapia é revisar nossos próprios rascunhos internos. Sem plateia e cobranças, por isso sem obrigação de perfeição: apenas o compromisso com a própria clareza e florescimento.

E sinceramente não é apenas um privilégio: é também uma necessidade humana. Todos nós, em algum momento da vida, nos beneficiamos de um espaço seguro para pensar, sentir, organizar, reconstruir e o melhor criar novas possibilidades!

Nas sessões com autenticidade nasce mudança verdadeira... Quem concorda?

Espero imensamente que esse video faça também sentido... Sigamos aproveitando os anos dourados da Psicologia sem distorcer o seu propósito e missão.

Minha opinião sinceramente: ninguém precisa copiar, cancelar, concordar e integrar 100%  absolutamente nada que se depar...
08/12/2025

Minha opinião sinceramente: ninguém precisa copiar, cancelar, concordar e integrar 100% absolutamente nada que se depare a frente.

Eu não faria aquela sessão do jeito que Hayes fez. Sendo bem objetiva, a priore, por três razões simples:

1. Alguns pontos éticos e técnicos não conversam com meu estilo profissional.
2. Minha base é bem mais ainda a TCC clássica.
3. Hayes é Hayes. Eu sou eu. Você é você!

E mesmo, um mesmo psicólogo no mesmo caso, jamais faria duas sessões idênticas. Concordam?

Adianto que escrever isso aqui não significa desqualificar nem o profissional em questão, nem o evento como todo.

Houve excessos? Sim.
Houve ensinamentos úteis? Também.

Eu não me arrependi do investimento de tempo e financeiro. Gostei da minha decisão de ter ido.

Essa é a forma escolho opinar e que acho mais necessária no mundo virtual atual:

Reconhecer sempre o que não repetir. Aprender com o que funcionou e não funcionou.

Entender limites, intenções e contexto olhando para todos os lados. E acima de qualquer coisa: seguir praticando uma psicologia ética, flexível e fundamentada.

Combinado? Em breve quero ainda falar sobre a participação de Hofmann. Será que ainda cabe? Bem, vou postar. Ok? 👍🏻

06/12/2025

Vamos começar?

05/12/2025

Algumas das transformações mais consistentes na clinica não são frutos de intervenções isoladas. Elas começam na qualidade da relação entre 2 seres humanos.

Como lembrou Carl Rogers, “a relação é o campo onde a mudança acontece”.

A clínica é um local de aprendizagem social? E o psicólogo não é apenas aplicador de modelo de abordagem? Existe um processo relacional ativo?

Se sim, então, as habilidades sociais deixam de ser periféricas e tornam-se variáveis clínicas centrais, também.

O que já sabemos intervenções sistemáticas de habilidades sociais e assertividade elevam auto eficácia e potencializam desfechos terapêuticos (Golshiri et al., 2023; Speed et al., 2017; Del Prette & Del Prette, 2019).

Se pergunte, psi, habilidades sociais, em termos clínicos, sustentam as mudanças nas suas sessões?

Lembrem-se a psicoterapia é um espaço seguro em que o paciente pode aprender a:

• pedir sem medo,
• discordar sem ruptura,
• sustentar silêncio,
• expressar desconforto,
• nomear limites,
• reorganizar vínculos; e
tudo com reforço, modelagem, validação e correção.

Goffman diria que toda identidade é performada no encontro.
Del Prette lembraria que habilidades sociais são repertórios aprendidos e treináveis.
Bandura explicaria que o paciente aprende por exposição, reforço e modelagem. E eu psicóloga sou parte ativa do modelo.

Logo, a intervenção começa em mim: na forma como conduzo, regulo minha emoção, dou feedback, oriento as mudanças e tolero as vulnerabilidades.

A mudança começa no encontro; mas só se mantém quando o psicólogo tem repertório para sustentá-la. O vínculo não é espontâneo; ele é desenvolvido, cultivado e "operacionalizado" por habilidades sociais do psicólogo. Simples, assim!

Por isso no PRATIC - TCC vamos além, combinado? Até sábado.

Falta só 4 dias para o PRATIC-TCC 3: o treinamento menos teórico e mais observacional do Brasil. Sabia? Se você é um psi...
02/12/2025

Falta só 4 dias para o PRATIC-TCC 3: o treinamento menos teórico e mais observacional do Brasil. Sabia?

Se você é um psicólogo iniciante, pode ter vividos pelo menos um desses incômodos, absolutamente normais:

– Estudar muito, e ainda travar na hora de conduzir a sessão.
– Saber muita teoria e não saber o que fazer em alguns momentos com alguns pacientes.
– Sentir que ainda falta segurança, direção e clareza no que focar e conduzir.
– Ficar com receio de não estar sendo eficaz o suficiente ou de estar fazendo algo iatrogênico sem perceber.
– Perder tempo tentando adivinhar como de fato precisa conduzir, pois ninguém te mostrou um atendimento acontecendo na prática real.

Pois, bem, justamente por isso e para isso que o PRATIC-TCC surgiu.

O que o PRATIC-TCC se propõe a uma entrega de verdade e completa!

Ou seja, mostrarei como de fato eu faço a TCC acontecer no meu consultório ao longo de quase 30 anos.

Você verá o encontro do como fazer com o por que funciona.

No Workshop 3 da edição 3 PRATIC-TCC você aprenderá a:
– identificar o que realmente ativa a mudança clínica;
– conduzir experimentos comportamentais com segurança;
– estruturar hierarquias de enfrentamento;
– ajustar intervenções com base em processo e não só em técnica;
– entender na prática o que faz um atendimento avançar, em especial, transformar queixa difusas em uma queixa mais específica, concreta e solucionável.

Você não sai inspirado.
Você sai capacitado.

E para fechar o ano de lançamento desse projeto inovador: anuncio o Sorteio Relâmpago de Natal!

Nesta semana, abrimos um sorteio especial de 1 inscrição gratuita para o PRATIC-TCC 3. Gostou?

– Para participar: basta pedir o link para entrar na lista oficial do sorteio.
– Quando será o sorteio: sexta, dia 05, às 12h (horário de Brasília).

Se você sente que “falta algo” entre você e a TCC e deseja aprender de um jeito diferente, creio que esse workshop pode te ajudar a preencher esse espaço.

Peça o link do sorteio.
Sua chance de ganhar um presente antes do Natal. Também posso dar mais detalhes sobre o PRATIC-TCC.

Endereço

Rua Fernando Simões Barbosa, 266
Recife, PE

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 12:45 - 19:00
Quinta-feira 12:45 - 19:00
Sexta-feira 12:45 - 19:00

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