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marcelaoliveirapsi Essa é uma página destinada a troca de experiências em que estarei sempre produzindo alguns posts informativos sobre o meu trabalho.

Entre atendimentos, pausas, escutas e momentos de respiro…2025 foi um ano de presença.Presença no consultório, presença ...
30/12/2025

Entre atendimentos, pausas, escutas e momentos de respiro…
2025 foi um ano de presença.

Presença no consultório, presença comigo, presença nos processos que atravessaram e transformaram.

Que o próximo ano chegue com mais gentileza, verdade e espaço para o que precisa ser elaborado — no tempo de cada um. ✨

O fim de ano costuma nos colocar diante de muitas cobranças: balanços, expectativas, comparações, reencontros difíceis, ...
19/12/2025

O fim de ano costuma nos colocar diante de muitas cobranças: balanços, expectativas, comparações, reencontros difíceis, rotina quebrada… e aquela sensação silenciosa de que “eu deveria ter feito mais”.

É como se tudo o que ficou mal elaborado ao longo do ano viesse à tona de uma só vez. Dezembro também ativa memórias, ausências, despedidas e mudanças. E quando tentamos ignorar tudo isso, o emocional cobra.

Sentir-se mais sensível, cansada ou ansiosa nessa época não é fraqueza. É humanidade.

Se você percebe que esse peso te atravessa, talvez seja o momento de acolher o que sente, diminuir o ritmo e suspender as comparações. Nem sempre é sobre dar conta de tudo — às vezes é sobre escutar o que esse período desperta em você.

Desacelerar também é cuidado.

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

Se não pausamos, nossa mente entra em exaustão.Assim como o corpo se machuca quando insistimos em treinos além do limite...
17/12/2025

Se não pausamos, nossa mente entra em exaustão.

Assim como o corpo se machuca quando insistimos em treinos além do limite, a mente também sofre quando ignoramos a sobrecarga emocional.
Vemos isso acontecer o tempo todo: pessoas que seguem no automático, acumulando demandas, emoções e expectativas… até que, em algum momento, algo “quebra”.

Não porque sejam fracas — mas porque ninguém funciona bem sem descanso.

Pausar não é perda de tempo.
É prevenção.
É cuidado.

Dar espaço para respirar, sentir e reorganizar o que está pesado é, muitas vezes, o primeiro passo para voltar a se sentir presente na própria vida.

E se o esgotamento já chegou, nem se fala.
Não precisa piorar para entender que desacelerar é o melhor caminho, né? 😉

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

Às vezes, o luto aparece quando a vida muda e a gente sente falta de quem já foi. Quando percebe que já não pensa, não a...
09/12/2025

Às vezes, o luto aparece quando a vida muda e a gente sente falta de quem já foi. Quando percebe que já não pensa, não age ou não sonha como antes… ou até, quando uma amizade importante se desfaz.

Sentimos falta, lembramos, mas sabemos que não queremos, ou até mesmo que não pode retomar aquele vínculo. O sentimento de ausência continua existindo, mesmo quando a decisão de seguir em frente é a mais saudável. E tem ainda o luto das expectativas: aquilo que se imaginou, planejou, desejou… mas não aconteceu. F**a uma dor silenciosa, difícil de nomear, porque não sabemos exatamente onde colocar o que sentimos.

Falar sobre isso é importante porque esses lutos também merecem cuidado. Eles pedem tempo, compreensão e um olhar mais gentil para o que está sendo vivido. Abrir espaço para reconhecer essas perdas e entender o que elas despertam, sem acelerar, sem minimizar, sem julgar, pode ser um grande ponto para que se possa seguir, respeitando a história e o que ainda precisa ser elaborado dentro de cada um.

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

Às vezes, a gente diz que é “autossuficiente”, mas no fundo só está cansada de se frustrar, não é?Depois de tantas decep...
05/12/2025

Às vezes, a gente diz que é “autossuficiente”, mas no fundo só está cansada de se frustrar, não é?

Depois de tantas decepções, f**a mais fácil decidir fazer tudo sozinha do que correr o risco de precisar de alguém e ser ignorada, invalidada ou deixada no vazio de novo.

Tenho visto isso com frequência no consultório: mulheres exaustas, sobrecarregadas, com a sensação de estarem carregando o mundo nas costas porque acreditaram que pedir ajuda é fraqueza quando, na verdade, é humano. A questão não é deixar de ser independente. A questão é perceber quando essa independência virou uma defesa, um jeito de não tocar na dor.

Você não precisa dar conta de tudo. Não precisa se proteger o tempo inteiro! Talvez seja hora de aliviar o peso, olhar para essas frustrações antigas, elaborar e, aos poucos, permitir que alguém, inclusive você mesma, cuide de você também.

Que tal começar a pensar nisso? 🌷

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

Como sempre digo aos meus pacientes: não está tudo bem — mas está tudo bem sentir isso.😉É natural perceber que, em algum...
03/12/2025

Como sempre digo aos meus pacientes: não está tudo bem — mas está tudo bem sentir isso.😉

É natural perceber que, em algum ponto do caminho, você deixou para trás partes de si. É desconfortável, eu sei. Mas faz parte.

A vida muda, você muda, e algumas versões suas simplesmente deixam de fazer sentido. Isso não é fracasso. É movimento. Reconstruir quem você é envolve descobertas, mas também exige viver um pequeno luto pelo que ficou para trás.

O passado pode ser compreendido, elaborado, respeitado e ressignif**ado — mas ele não precisa determinar seus próximos passos. É importante olhar com honestidade para o que você sente hoje, para o que faz sentido hoje, para o que você precisa hoje.

Você não está se perdendo.
Você está se reconstruindo.

E, na psicoterapia, esse processo é acompanhado com cuidado, acolhimento e no seu ritmo. Sem pressa, sem punição, com espaço para que você possa ser quem realmente é.

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

Você já parou para observar o que as pessoas ao seu redor despertam em você?Às vezes, estamos tão acostumadas a certas r...
26/11/2025

Você já parou para observar o que as pessoas ao seu redor despertam em você?

Às vezes, estamos tão acostumadas a certas relações que nem percebemos o impacto emocional que elas causam. Algumas pessoas nos acalmam, outras nos deixam em alerta. Algumas nos fortalecem, outras nos drenam.
E tudo isso diz muito sobre como estamos nos relacionando.

Perceber esses movimentos não é buscar culpados — é ampliar consciência.
É entender por que você se sente tão cansada perto de alguém, ou por que se percebe insegura, irritada, pequena, ansiosa…
Ou, ao contrário, por que se sente vista, acolhida e mais você mesma.

Essas respostas importam.
Elas ajudam a ajustar limites, revisar escolhas e cuidar da sua saúde emocional com mais responsabilidade.

No processo psicoterapêutico, esse olhar se aprofunda. É possível reconhecer padrões — muitas vezes geracionais — compreender gatilhos e construir relações mais honestas, com os outros e consigo.

Seu corpo e suas emoções já sabem muito sobre o que te faz bem — e sobre o que não faz.
Você está atenta? 🧠

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

Quando falta diálogo, seja por qual motivo for, tudo começa a se acumular: mágoas, expectativas que o outro não sabe que...
21/11/2025

Quando falta diálogo, seja por qual motivo for, tudo começa a se acumular: mágoas, expectativas que o outro não sabe que existem, irritações que vão crescendo em silêncio... Aos poucos, o vínculo vai f**ando mais distante, mais tenso, mais frágil.

Quando o diálogo existe apenas de forma agressiva ou defensiva demais, o efeito também é negativo. Nesse cenário, a conversa vira ataque, disputa ou autoproteção constante. O outro passa a ser visto como ameaça, não como parceria. As trocas viram confrontos, a escuta se perde e cada conversa vira um campo minado.

Conversar não é exigir, atacar ou esperar que o outro leia sua mente. É nomear o que você sente, explicar o que precisa e ouvir o que o outro também tem a dizer. E não estou falando que tudo isso acontece sem incômodos, mas a tolerância ao que é dito pelo outro tem sua importância no alinhamento entre casais.

É sobre construir um espaço seguro onde ambos possam se expressar sem medo.

Relacionamento não se sustenta apenas “com amor”, existem outros aspectos importantes que envolvem compartilhamento. Precisa de comunicação clara, honesta e respeitosa. E aprender a conversar é um cuidado com você, com o outro e com a relação.
Faz sentido por aí? ♥️

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

“Que dia lindo pra começar a terapia!”Quem dera se a decisão de iniciar um processo psicoterapêutico fosse sempre assim ...
17/11/2025

“Que dia lindo pra começar a terapia!”
Quem dera se a decisão de iniciar um processo psicoterapêutico fosse sempre assim tão simples, né?

Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo — e, assim como o cuidado físico, também envolve resistências, dúvidas e desafios que precisam ser considerados. A psicoterapia não é apenas para quando “tudo desaba”, mas também para quando você deseja compreender melhor suas emoções, identif**ar padrões e construir relações mais saudáveis consigo e com os outros.

Dar esse passo é, muitas vezes, um ato de coragem e de amor próprio. E, enquanto a decisão não chega, já vale a reflexão sobre a importância desse movimento e os benefícios que ele pode trazer. 🤍

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista


Tenho visto com frequência, não apenas pessoas com dificuldade em nomear o que sentem, mas também de se permitir sentir,...
11/11/2025

Tenho visto com frequência, não apenas pessoas com dificuldade em nomear o que sentem, mas também de se permitir sentir, e além disso, sem conseguir entender o que estão sentindo.

E tudo isso está profundamente ligado.
Como compreender algo que você não se permite viver?

Muitas vezes, aprendemos a reprimir emoções, a minimizar o que nos atravessa e a seguir no automático, sem dar espaço ao que está acontecendo dentro de nós. A cultura em que coloca os sentimentos subjetivos em uma balança que determina o que é certo ou errado, muitas vezes provoca prejuízos.

Mas entender as emoções começa justamente por dar voz a elas, sem julgamento. Quando você se permite sentir, começa a reconhecer seus sinais, a nomear o que acontece e, aos poucos, compreender suas necessidades emocionais.

Sentir é o primeiro passo para entender, e se entender é o primeiro passo para se cuidar. Faz sentido por aí?🤍

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

Talvez a sua sobrecarga emocional não venha apenas do que você faz, mas também do que você absorve de quem está ao seu r...
07/11/2025

Talvez a sua sobrecarga emocional não venha apenas do que você faz, mas também do que você absorve de quem está ao seu redor.

Muitas vezes, quando não colocamos limites claros, acabamos permitindo que situações apareçam e comprometam nossa disponibilidade. Elas demandam demais e, muitas vezes, proporcionam benefícios de menos. E, no fim, você f**a com a sensação de estar sempre cansada, frustrada ou até culpada por dizer “não”.

Colocar limites não é ser fria ou egoísta. É se responsabilizar por si mesma. E aqui vale a distinção entre responsabilidade e culpa (atenção). É entender que o outro só ultrapassa o que você não protege.

Aprender a dizer “basta” é também uma forma de cuidar da sua cabecinha. Porque quem respeita seus limites, respeita você de verdade. Pense nisso! 🤍

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

A raiva é frequentemente apontada como uma emoção recorrente pra muita gente. Pode emergir diante de uma frustração, de ...
03/11/2025

A raiva é frequentemente apontada como uma emoção recorrente pra muita gente. Pode emergir diante de uma frustração, de um medo, de algo que feriu e ainda não foi elaborado, mas também, pode estar sendo nomeada dessa forma por falta de familiaridade com o conceito sobre outros sentimentos.

Às vezes, é uma forma de defesa, um jeito do inconsciente de lidar com a frustração de não reconhecer o que é sentido com clareza, como tristeza ou culpa. Sentir raiva não te faz uma pessoa ruim. É humano. O importante é compreender de onde ela vem e o que ela aponta.

No processo psicoterapêutico, isso pode ser explorado com acolhimento e sem julgamento, sendo necessário em muitos casos, a vivência de uma psicoeducação.

Marcela Oliveira
Psicóloga e Psicanalista

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