25/02/2026
Quando falamos em baixa reserva ovariana, estamos falando sobre quantidade e muitas vezes qualidade de óvulos reduzida. E isso pode acontecer antes mesmo dos 35 anos.
Se o seu “relógio biológico está batendo à porta”, o mais importante é agir com estratégia, não com desespero.
O que fazer?
1. Procurar avaliação com especialista em reprodução humana.
Exames como AMH, hormônio anti-mülleriano, e contagem de folículos antrais ajudam a entender sua reserva.
2. Não perder tempo.
Na baixa reserva, tempo é fator decisivo. Às vezes é preciso antecipar planos.
3. Individualizar a conduta.
Cada mulher tem uma história. Pode ser indicado tentativa natural orientada, indução da ovulação, fertilização in vitro ou congelamento de óvulos, se ainda não deseja engravidar agora.
4. Cuidar do estilo de vida.
Sono, alimentação, controle do estresse e evitar cigarro fazem diferença na qualidade ovocitária.
Baixa reserva ovariana não é sentença, mas exige decisão e planejamento.
Quanto antes você entende seu cenário, mais opções você tem.
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