23/02/2026
Por muito tempo a adolescência foi vista como período de transição, de passagem, fase difícil, mas sem muita compreensão do que de fato acontece.
Aqui no Entrefases olhamos para esta fase da vida como o cuidado e detalhamento que ela pede e essa construção é realizada de forma conjunta com o adolescente.
Como nossa terapeuta Gabriela Barza traz em sua fala, visualizar o adolescente como um futuro adulto sem perder a atenção para suas necessidades no hoje muda tudo na abordagem. Porque quando você o enxerga dessa forma, você prepara-o com mais elementos e contexto para as demandas da vida fora do setting terapêutico. Ir ao supermercado, organizar seu quarto, preparar o próprio lanche ou lavar os pratos, estando atento aos seus aspectos emocionais e relacionais: é construção de independência e autonomia.
E tem mais: quando o adolescente sente que aquele é um espaço seguro, através do vínculo estabelecido, outros assuntos surgem naturalmente e se tornam elementos terapêutico. Identidade, sexualidade, amizade, namoro. Temas por vezes mais difíceis de serem conversados em outros contextos.
É por isso que atender adolescente exige um olhar integrado, empático e com conhecimento técnico específico. Não dá pra partir só da queixa da família. A voz dele precisa estar no centro.
Isso faz sentido pra você? Conta aqui nos comentários.
Você tem um adolescente em casa e sente que ele precisa de um espaço assim? Chama a gente no direct.
Entrefases – Centro Infantojuvenil de Terapia Ocupacional
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