O Hospital de Câncer de Ribeirão de Preto é uma fundação de direito privado, sem fins lucrativos que
13/02/2026
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📍Rua Quintino Bocaiúva, 170
☎16 3931 3668
A esperança que nos move!
11/02/2026
A imunoterapia consiste no uso de medicamentos para “ensinar” o sistema imunológico a reconhecer as células cancerígenas. Dessa forma, o próprio organismo entra em ação para combater a doença, por meio dos anticorpos, que já atuam na luta contra os perigos que invadem nosso corpo.
Os remédios costumam ser chamados de “anticorpos monoclonais” e aplicados de forma endovenosa (na veia) ou subcutânea (abaixo da pele). O objetivo é que as substâncias identifiquem o câncer, sem serem “enganadas” pela doença.
Qual a diferença para a quimioterapia?
A quimioterapia também tem a missão de destruir as células de câncer, por meio de medicações endovenosas ou orais. Então, muitos pacientes confundem, mas há uma diferença fundamental.
Enquanto a quimio ataca várias células, inclusive as saudáveis, a imunoterapia é mais precisa: o remédio é formulado de maneira que ele identifique a estrutura doente e atue somente nela.
Um exemplo que pode ajudar no entendimento é pensar em uma vacina, pois os imunizantes também são tipos de imunoterapia. Eles são fabricados para reconhecer um microrganismo causador de doenças e, em seguida, combatê-lo. Já a radioterapia usa a radiação para destruir o câncer, mas também atinge partes saudáveis.
Quais tipos de câncer a imunoterapia trata?
Agora que você sabe o que é imunoterapia, temos uma notícia não tão boa. Ela não é indicada para todos os tipos de câncer, pois ainda não há comprovação científica sobre a eficácia em certos tumores.
Todavia, os cientistas já perceberam que esse tratamento promoveu bons resultados para o câncer de pele melanoma, pulmão, rim, bexiga, estômago, cabeça e pescoço, assim como alguns subtipos de neoplasias na mama e carcinoma escamoso de pele.
🎗️No Dia Mundial de Combate ao Câncer, 04 de fevereiro, foi assinado o Termo de Convênio, entre o Hospital de Câncer de Ribeirão Preto e a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.
O Convênio firma a parceria entre o Hospital de Câncer de Ribeirão Preto e a Prefeitura Municipal com um investimento de mais de R$ 2,5 milhões.
Nossos agradecimentos ao prefeito, Ricardo Silva, e ao Secretário Municipal da Saúde, Dr. Maurício Godinho.
A ESPERANÇA É QUE NOS MOVE! 🧡💙
04/02/2026
O câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal, é uma doença que afeta o cólon ou o reto, partes fundamentais do sistema digestivo. Ela surge quando células anormais se multiplicam de forma descontrolada, formando um tumor.
Essa condição é uma das principais causas de morte por câncer em todo o mundo, mas, com detecção precoce e tratamento adequado, há grandes chances de cura.
O principal exame para detectar o câncer colorretal é a colonoscopia. Além de solicitado quando há sintomas, ou após um resultado positivo na pesquisa de sangue oculto nas fezes, é utilizado no rastreamento do câncer colorretal a partir dos 50 anos de idade, ou a partir dos 40 anos em pacientes com histórico familiar.
Embora no Brasil a maioria dos diagnósticos ocorram a partir dos 55 anos de idade, casos desse tipo de câncer em pacientes com 40 ou 45 anos têm aumentado, segundo os médicos.
O exame de colonoscopia, que é um procedimento indolor, realizado com sedação, tem um caráter preventivo — quando pólipos são encontrados, eles podem ser removidos antes de evoluir para um tumor maligno. Além disso, a doença costuma evoluir lentamente, o que favorece o tratamento do câncer.
Na maioria dos casos, o câncer colorretal é assintomático no início. À medida que progride, podem surgir manifestações como:
Presença de sangue ou muco nas fezes;
Fezes escuras ou em forma de fita;
Anemia;
Cólicas abdominais;
Dores ou sangramento ao evacuar
Mudança no hábito intestinal (a pessoa começa a ter diarreia ou prisão de ventre que não passam e não têm causa aparente);
Sensação de que o intestino não esvaziou após evacuar;
Sensação de empachamento;
Perda de peso inexplicável;
Cansaço e fadiga constantes.
Lembre-se que todos esses sintomas também podem estar relacionados a outras condições.
02/02/2026
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Ao doar seus cupons fiscais, você ajuda o Hospital de Câncer de Ribeirão Preto a continuar oferecendo
cuidado, atenção e acolhimento.💙💛
30/01/2026
Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) mostram que o número de diagnósticos de câncer de pele no Brasil saltou de 4.237 em 2014 para 72.728 em 2024. A incidência da doença, segundo a entidade, apresenta um padrão regional claro, com os estados do Sul e do Sudeste concentrando taxas mais elevadas.
A projeção nacional, em 2024, foi de 34,27 casos por 100 mil habitantes, ligeiramente abaixo do pico registrado em 2023 (36,28). Em 2024, Espírito Santo (139,37) e Santa Catarina (95,65) lideraram o ranking, seguidos por Rondônia (85,11), que se destacou fora do eixo regional.
Para a SBD, os índices refletem uma combinação de fatores, incluindo maior exposição solar, predominância de pessoas de pele clara e envelhecimento populacional.
Nas regiões Norte e Nordeste, as taxas permanecem mais baixas, embora estados como Rondônia (85,11) e Ceará (68,64) tenham apresentado elevação em 2024.
“Em unidades historicamente marcadas por baixa notificação, como Roraima, Acre e Amapá, o aumento pode indicar avanço na vigilância epidemiológica, ainda que a subnotificação persista, sobretudo em áreas rurais ou de difícil acesso”, avaliou a entidade.
Diagnóstico precoce
A alta de diagnósticos de câncer de pele no país, segundo a SBD, foi mais expressiva a partir de 2018, quando se passou a exigir o preenchimento do Cartão Nacional de Saúde e da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) em exames para análise laboratorial de células e tecidos coletados para biópsia.
Dados da entidade mostram que usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) têm 2,6 vezes mais dificuldade para agendar uma avaliação com dermatologista quando comparados a usuários da saúde privada.
Para a SBD, ampliar o diagnóstico precoce do câncer de pele depende do aumento da oferta de consultas na rede pública, uma vez que identificar a doença em estágios iniciais eleva as chances de cura e reduz a necessidade de tratamentos mais complexos.
Fonte: Agência Brasil
28/01/2026
De acordo com o médico oncologista Márcio Almeida, as carnes processadas, como salsicha, bacon, presunto e linguiça, são classificadas como carcinogênicas pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC).
“O risco está relacionado à formação de compostos cancerígenos durante o processamento e à presença de nitritos e nitratos, que podem danificar o DNA das células, principalmente do intestino”, explica o profissional ao Metrópoles.
As bebidas alcoólicas também estão na lista. “O álcool aumenta o risco de vários tipos de câncer (como mama, fígado, boca, esôfago e intestino). Isso ocorre porque o etanol é metabolizado em acetaldeído, uma substância tóxica e cancerígena, além de aumentar inflamação e estresse oxidativo”, esclarece Márcio.
Segundo o oncologista, os alimentos ultraprocessados também estão associados a maior risco de câncer, especialmente colorretal. O motivo? Excesso de sal, gorduras de baixa qualidade e aditivos químicos, além de favorecer obesidade e inflamação crônica.
Em relação às carnes processadas, Márcio Almeida diz que não existe consumo considerado totalmente seguro. A recomendação é evitar ou consumir apenas de forma eventual.
No caso das bebidas alcoólicas, não há dose segura quando se fala em câncer. “Mesmo pequenas quantidades aumentam o risco, especialmente para câncer de mama. Quanto menos, melhor.”
A orientação do médico oncologista para os ultraprocessados também é evitar. “Não há um limite exato; a sugestão é que representem a menor parte possível da dieta, priorizando alimentos naturais ou minimamente processados.”
Apesar das recomendações acima, o especialista ressalta que o risco de câncer não está em um alimento isolado, e sim no padrão alimentar ao longo do tempo. Dietas ricas em alimentos naturais, frutas, legumes, fibras e com baixo consumo de ultraprocessados estão associadas a menor risco de câncer e melhor saúde geral.
Fonte: metropoles.com.br
26/01/2026
🎗Uma das maiores dúvidas que chegam nas nossas redes sociais é sobre como doar cabelos para o Hospital de Câncer de Ribeirão Preto. ⠀
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Para fazer sua doação, basta que você separe as mechas e entregue na Casa do Voluntariado. Lá, nossas voluntárias começam a preparação das perucas que são disponibilizadas para as pacientes, inclusive pacientes que não fazem acompanhamento pelo Hospital de Câncer de Ribeirão Preto. ⠀
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A única exigência é que os fios precisam ter mais que 10 cm de comprimento para possibilitar a confecção das perucas.💇⠀
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🌈O Grupo de Voluntariado de Amor Institucional do Hospital de Câncer de Ribeirão Preto, atua desde fevereiro de 1994 em prol do Hospital de Câncer de Ribeirão Preto, e funciona de segunda a sexta, das 13h30 às 17h.⠀
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📍 Rua Waldemar Bittar, nº 51⠀
☎ (16) 3623-2593⠀
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A esperança é o que nos move! ⠀
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21/01/2026
Para identificar o câncer podem ser solicitados pelo médico a realização da dosagem de marcadores tumorais, que são substâncias produzidas pelas células ou pelo próprio tumor, como o AFP e o PSA, que se encontram elevados no sangue na presença de determinados tipos de câncer.
Alguns dos exames mais pedidos para identificar o câncer são:
1. AFP- é uma proteína cuja dosagem pode ser solicitada para investigar tumores no estômago, intestino, ovários ou presença de metástases no fígado.
2. MCA- O antigênio mucoide associado ao carcinoma (MCA) é solicitado para verificar a ocorrência de câncer da mama.
Normalmente também se solicita a dosagem do CA 27.29 ou CA 15.3 para acompanhamento do câncer de mama, resposta ao tratamento e recidiva.
3. BTA- é utilizado para ajudar a detectar o câncer da bexiga e normalmente é dosado juntamento com o NMP22 e CEA.
4. PSA- O antigênio prostático (PSA) é uma proteína produzida para a próstata, porém no caso de câncer de próstata pode ter sua concentração aumentada (para confirmar o câncer é necessário realizar outros exames como toque retal e ecografia à próstata.
5. CA 125 - marcador muito utilizado para verificar a chance e acompanhar o desenvolvimento de câncer no ovário. A dosagem desse marcador deve ser acompanhado de outros exames para que possa ser feito o diagnóstico correto.
6. Calcitonina- é um hormônio produzido pela tireoide e que pode estar aumentada principalmente em pessoas com câncer da tiroide, mas também em pessoas com câncer de mama ou de pulmão, por exemplo.
7. Tireoglobulina - normalmente está elevada no câncer de tireoide, no entanto, para diagnóstico de câncer de tireoide também devem ser dosados outros marcadores, como a calcitonina e o TSH, por exemplo, já que a tireoglobulina pode estar aumentada mesmo em pessoas que não têm a doença.
8. CEA- pode ser dosado para diferentes tipos de câncer, estando normalmente elevando no câncer no intestino, afetando o cólon ou o reto.
Uma das maneiras de ajudar o Hospital de Câncer de Ribeirão Preto, é através de materiais de uso regular no Hospital.
Veja alguns dos produtos para cesta básica dos pacientes que você pode doar:
🔸Leite longa vida
🔸Arroz
🔸Café
🔸Açúcar
🔸Óleo
🔸Macarrão
🔸Bolacha
🔸Farinha
🔸Leite longa vida
🔸Feijão
🔸Fubá
🔸Molho de tomate
🔸Outros- não perecíveis
Apoie o Hospital de Câncer de Ribeirão Preto você também!
A esperança que nos move!
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📌Rua João de Bortolli, 200
16/01/2026
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bazarrp bazardohospitaldecancer
14/01/2026
Um estudo recente divulgado pela BBC News e publicado na revista científica Nature Cell Biology aponta que o surgimento dos fios grisalhos pode estar relacionado a um mecanismo natural do organismo para impedir o desenvolvimento de câncer, especialmente o melanoma, tipo agressivo de câncer de pele.
O estudo concentra-se nas chamadas células-tronco dos melanócitos, responsáveis por originar os melanócitos — células que produzem melanina, o pigmento que dá cor ao cabelo e à pele. Essas células-tronco ficam armazenadas nos folículos capilares e, ao longo da vida, são ativadas para manter a pigmentação dos fios.
Segundo os pesquisadores, quando essas células sofrem danos no DNA, especialmente quebras duplas — um tipo grave de lesão genética —, elas podem entrar em um processo chamado de seno-diferenciação. Nesse mecanismo, as células amadurecem de forma irreversível e depois desaparecem do reservatório de células-tronco, o que resulta na perda de pigmentação e no aparecimento dos cabelos brancos.
De acordo com a professora Emi Nishimura, da Universidade de Tóquio, líder do estudo, esse processo funciona como uma estratégia de defesa do organismo.
“Essas descobertas mostram que a mesma população de células-tronco pode seguir destinos opostos — exaustão ou expansão — dependendo do tipo de estresse e dos sinais do microambiente”, explicou a pesquisadora.
Em outras palavras, ao “se retirar de cena”, a célula danificada deixa de se multiplicar e reduz o risco de acumular mutações que poderiam dar origem a um câncer. O cabelo grisalho, nesse contexto, seria uma consequência visível desse mecanismo de proteção biológica.
O estudo também identificou que, em determinadas situações, como exposição a carcinógenos químicos ou à radiação ultravioleta, essas células podem burlar o mecanismo de proteção. Nesses casos, elas continuam se renovando mesmo com danos no DNA, o que aumenta o risco de proliferação descontrolada e desenvolvimento de tumores, como o melanoma.
“Isso reformula o entendimento do embranquecimento do cabelo e do câncer de pele, não como eventos isolados, mas como desfechos diferentes de respostas ao estresse celular”, afirmou Nishimura.
Fonte: diário do comercio
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