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Meu corpo, minhas regras.Por Giselle MoraesE, se eu me der mal, minhas escolhas.Entrei em uma discussão na internet sem ...
02/03/2026

Meu corpo, minhas regras.
Por Giselle Moraes

E, se eu me der mal, minhas escolhas.
Entrei em uma discussão na internet sem qualquer intenção de fazê-lo. Assistia a um vídeo de um terapeuta que eu seguia quando uma fala específ**a me atravessou de forma profunda. Parei para ouvir, incomodada desde a primeira frase. Ele dizia, de maneira enérgica:
“Mulheres, parem de ter relacionamentos casuais, de tr***ar com homens sem compromisso, pois muitas de nós não aguentamos a pressão. No dia seguinte, fantasiamos romances e sofremos, porque criamos expectativas que não correspondem à verdade.”
Isso acontece? Sim!
Mas não é uma regra absoluta.
E, vindo de um homem, em um tom pouco acolhedor, aquilo me irritou profundamente. Resolvi comentar no post, dizendo que a fala era machista e que as mulheres devem decidir por si mesmas. A partir daí outra “mulher” respondeu:
“Mas ele só falou que isso pode acontecer com algumas mulheres.”
Ao que respondi:
“Ele fala assim porque muitas mulheres continuam passando a mão na cabeça de homens em discursos machistas. Um homem não conhece o nosso universo feminino e jamais conhecerá.”
E assim se formou a contenda: as que concordavam com ele, as que se sentiram representadas por sua fala e as que me aplaudiram.
No fim, deixei de seguir. Não bloqueei, detesto radicalismos, mas também não sou obrigada a acompanhar quem não me representa.
A verdade é que nós mesmas permitimos que os homens criem o estereótipo de que somos frágeis e de que s**o, para mulheres, só pode existir com amor. Em que mundo estamos vivendo?

Continua em

https://www.acreaovivo.com/noticia/193932/meu-corpo-minhas-regras

Bem Leve.Nem sempre fácil,Sempre possível.
25/02/2026

Bem Leve.
Nem sempre fácil,
Sempre possível.

25/02/2026
Fiquei um tempo olhando para a foto.E veio muitas imagens na mulher que vejo.A música me cabe:Eu Sou o que Sou.
22/02/2026

Fiquei um tempo olhando para a foto.
E veio muitas imagens na mulher que vejo.
A música me cabe:
Eu Sou o que Sou.

E agora?!Quarta-feira de cinzasOficialmente: O ano iniciou!Vamos ser feliz?!
19/02/2026

E agora?!
Quarta-feira de cinzas
Oficialmente:
O ano iniciou!

Vamos ser feliz?!

Atrás do Trio ElétricoPor Giselle Moraes“Preciso de vocêSentir o teu calorE a tua companhiaQuando você chegarEu quero te...
16/02/2026

Atrás do Trio Elétrico
Por Giselle Moraes

“Preciso de você
Sentir o teu calor
E a tua companhia
Quando você chegar
Eu quero te mostrar
A minha alegria
Aí meu coração
Vai poder sossegar”
E aquele quentinho no coração nas lembranças de tantas micaretas…
O primeiro bloco a gente nunca esquece. E o cantor Netinho faz parte dessa história. Ele entra na avenida arrastando a multidão, transformando o som do mar na energia pulsante do trio elétrico.
Como diz Caetano Veloso: “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu…”. Frase que deveria constar na lista de experiências obrigatórias de todo ser vivente. É uma emoção que não cabe no peito, uma alegria que faz a gente pular feito pipoca literalmente. Se você nunca foi, precisa ir. Pelo menos uma vez, sentir o calor do carnaval dos baianos, que se espalha para todo o Brasil.
Aqueles pontinhos pulando dentro da corda formam um repertório intenso de sensações. Tudo f**a diferente. Em um transe quase energético, nos entregamos ao ritmo do axé. O corpo parece conhecer todos os passos, e a cabeça simplesmente segue a multidão.
Volto então à década de 90, quando iniciei meu caso de amor com o trio elétrico. Foram muitos anos de blocos, abadás, lança-perfume, beijo na boca, água de coco e Super-copo que eu diria ser a versão retrô do atual copo Stanley.
Parei a escrita aqui e dei uma boa gargalhada.
Hoje, ao escutar os primeiros acordes, ainda sinto o mesmo frio na barriga. Já não me vejo mais pulando feito pipoca, mas encararia feliz um camarote. Fases e processos. Mudam-se os itinerários, mas o amor que permanece é o som do trio vibrando em cada pedacinho do meu ser, eternamente apaixonado pelo carnaval.
Você sabia que, lá no início, o famoso abadá, hoje todo bonito e altamente customizado, se chamava “mortalha”? Era assim que os jovens da década de 70 se vestiam para o carnaval, sem luxo ou adereços. E, pasmem, meu primeiro bloco foi justamente com a mortalha, no Bloco Ki-beijo. Ainda tenho a foto por aí para comprovar.

Continua no link

https://www.acreaovivo.com/noticia/192790/atras-do-trio-eletrico

Se joga no mundo! Ninguém segura!
15/02/2026

Se joga no mundo! Ninguém segura!

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