Porto de Anjo - Parto domiciliar

Porto de Anjo - Parto domiciliar Equipe de parto domiciliar planejado e acompanhamento de partos naturais hospitalar em Rio Verde - GO e região. Enfermeira Obstétrica Angela Gasparoto

Porto de Anjo - Parto Domiciliar

Equipe de parto domiciliar planejado e acompanhamento de partos naturais hospitalar em Rio Verde - GO e região. Apoio e incentivo ao parto natural, lutando pela humanização do parto!

Um dos maiores enganos é transferir o parto para o profissional.O parto não é do profissional.O parto é da mulher.Quem a...
14/04/2026

Um dos maiores enganos é transferir o parto para o profissional.
O parto não é do profissional.
O parto é da mulher.
Quem assiste não conduz o caminho, apenas sustenta a verdade, protege o processo e impede que ela se desconecte de si mesma.
Mas a travessia exige preparo.
Mental, físico e emocional.
Da mulher e do homem que caminha com ela.
O profissional conhece o tempo.
Sabe esperar.
Confia no processo.
Mas o casal precisa estar pronto para atravessar o desconhecido.
Porque quando não está, começa a duvidar do caminho,
e é nessa dúvida que se perde.
Parir é presença, entrega e consciência.
Ninguém pode fazer isso por eles.

A dor do parto é intensa, sim.Ela atravessa o corpo, invade, transforma.Mas não é ela que faz uma mulher desistir.Se fos...
14/04/2026

A dor do parto é intensa, sim.
Ela atravessa o corpo, invade, transforma.
Mas não é ela que faz uma mulher desistir.
Se fosse a dor, nenhuma mulher tentaria de novo.
E tantas voltam, mais conscientes, mais inteiras, mais prontas.
A dor do parto não caminha sozinha.
Ela se mistura com o emocional, com o medo, com o cansaço.
Ela cresce quando o corpo não descansa,
quando a mente não silencia,
quando existe controle demais e entrega de menos.
Não é a dor que esgota uma mulher.
É o desgaste de tentar controlar o incontrolável.
É a ansiedade que consome energia.
É a falta de alimento, de pausa, de acolhimento.
A mulher não desiste da dor.
Ela sucumbe ao cansaço.
E quem já passou por isso sabe.
Sabe exatamente onde se perdeu.
Sabe que não foi fraqueza, foi exaustão.
Por isso, parir não é só sobre suportar dor.
É sobre preservar energia.
É sobre confiar.
É sobre permitir que o corpo faça o que já sabe.
Porque quando corpo e mente caminham juntos,
a dor deixa de ser inimiga
e passa a ser caminho.

08/04/2026

Isabel nasceu comigo em casa, dia 17 de abril já vai fazer 9 anos e hoje quis cantar pra nós
Ser parteira é isso ser surpreendida por presentes que não têm preço ✨
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Duas perguntas… e duas camadas bem profundas.Do que precisamos para parir?De um corpo que saiba, e ele sabe.De um ambien...
07/04/2026

Duas perguntas… e duas camadas bem profundas.
Do que precisamos para parir?
De um corpo que saiba, e ele sabe.
De um ambiente seguro, silencioso, respeitado.
De ocitocina fluindo sem medo.
De tempo.
De presença.
De não interrupção.
De apoio que não invada.
De confiança no processo fisiológico.
Parir pede menos intervenção e mais permissão.
Permissão para o corpo ser corpo.
O que você precisa para parir?
Essa já não é universal. É íntima.
Talvez você precise se sentir segura.
Talvez precise de alguém que te olhe e diga “eu tô aqui”.
Talvez precise de silêncio ou de voz.
De escurinho ou de água quente.
De toque ou de espaço.
Mas, principalmente, você precisa se autorizar.
Porque no fundo, parir atravessa um lugar onde ninguém entra por você.
É corpo, alma e entrega.
E cada mulher descobre, no seu tempo, o que é inegociável pra si.

Tem uma hora da vida, e ela costuma chegar silenciosa ali pelos 50, em que a gente começa a assistir a própria história ...
05/04/2026

Tem uma hora da vida, e ela costuma chegar silenciosa ali pelos 50, em que a gente começa a assistir a própria história como quem assiste a um filme e, curiosamente, passa a se identif**ar com personagens que também estão revendo escolhas, lidando com perdas e fazendo contas invisíveis do tempo que ainda pode existir. É estranho perceber que muitas vezes a gente só acorda para a vida quando ela dói, quando vem o luto, a doença, a ausência, como se algo sacudisse por dentro e dissesse olha direito pra isso aqui porque está passando. Mas por que esperar a dor? Por que a coragem precisa nascer da perda? Por que não viver antes do susto, por que não arriscar antes do medo virar arrependimento? A verdade é que a gente cresce aprendendo a se conter, a não incomodar, a não errar, a caber, e sem perceber vai colecionando pequenos medos, muitos deles bobos e desproporcionais, que somados vão moldando uma vida mais segura e menos viva. E aí chega esse ponto de virada, 51 anos por exemplo, e a pergunta deixa de ser abstrata e f**a concreta, quase palpável, quanto tempo eu tenho? Não como angústia, mas como consciência. E junto com essa consciência nasce uma liberdade mais crua e honesta, a liberdade de sair mais, de dançar sem tanta explicação, de comer, brindar e viver sem precisar justif**ar cada escolha, de ser menos perfeita e mais verdadeira. Porque no fundo o que a gente descobre não é só que a vida é curta, é que ela sempre foi incerta, e talvez a grande tristeza não esteja no envelhecer, mas em perceber que a coragem poderia ter vindo antes. Ainda assim há algo profundamente bonito nisso tudo, acordar mesmo que no meio do caminho, porque enquanto há consciência há escolha, enquanto há escolha há vida, e enquanto há vida ainda dá tempo de ser mais corajosa do que ontem.

A todas as mães,Ser mãe começa no instante em que a vida começa dentro de você. Antes mesmo do primeiro choro, já existe...
28/03/2026

A todas as mães,
Ser mãe começa no instante em que a vida começa dentro de você. Antes mesmo do primeiro choro, já existe amor, já existe medo, já existe uma entrega silenciosa tentando proteger o que ainda nem chegou ao mundo.
A gente cuida como pode… e como não pode também. Protege o ventre, protege o colo, protege a vida. Mas a verdade é que nem dentro, nem fora, temos controle de tudo. E isso rasga. Porque mãe quer evitar qualquer dor, qualquer queda, qualquer doença, qualquer lágrima.
Mas a vida acontece.
Os filhos crescem, caem, adoecem, enfrentam o mundo… e a mãe sente tudo junto. A culpa chega mesmo quando não deveria. Por trabalhar, por não estar, por não saber, por não conseguir evitar. A mãe se cobra, se vigia, se exige. Vive em alerta. Vive entre o riso e o medo.
Ser mãe é carregar um amor imenso… e junto dele, um peso invisível.
É entender, mesmo doendo, que proteger não é impedir a vida de acontecer. Porque se nada acontece, nada também floresce.
Então a mãe segue… imperfeita, intensa, presente como consegue. Amando além do possível. Sofrendo às vezes em silêncio. E mesmo assim, sendo tudo.
Porque ser mãe é isso: um coração que caminha fora do corpo… tentando, todos os dias, sobreviver ao mundo.

PARTE 1Hoje de manhã eu perguntei o quanto uma parteira foi importante e o que marcou cada uma. Eu não imaginava o que v...
21/03/2026

PARTE 1
Hoje de manhã eu perguntei o quanto uma parteira foi importante e o que marcou cada uma. Eu não imaginava o que viria.
Recebi muitas respostas e, mesmo sendo histórias diferentes, cesárea, parto normal, parto em casa, mulheres que acompanhei e outras que só receberam uma orientação, todas tocavam nos mesmos lugares: o meu olhar, as minhas mãos, a postura, a presença que não sai, a vigia de quem não dorme, o cuidado, a calma.
Alguns relatos me atravessaram. Uma mulher de cesárea me disse: “eu te vejo… e eu sei que você me vê.” E isso ficou em mim, porque ser vista na dor é algo profundo, é ancestral.
Teve também o dia em que eu e uma mulher nos olhamos em silêncio, no meio de uma violência que nenhuma de nós imaginava viver. E ali, eu pari com ela. Eu, que nunca tiro os olhos do nascimento, naquele dia não olhei o bebê nascer. Fiquei só no rosto dela, sustentando, sem sair. E eu entendi o que é estar.

Ansiedade materna no puerpério é real e muitas vezes silenciosa.No fundo, por trás de tudo isso, existe um medo muito pr...
16/03/2026

Ansiedade materna no puerpério é real e muitas vezes silenciosa.
No fundo, por trás de tudo isso, existe um medo muito profundo: o medo de perder o bebê.
Medo de fazer algo errado.
Medo de não perceber algo importante.
Medo de que alguma coisa aconteça com o filho e a responsabilidade recaia sobre ela.
De repente a mulher está com um bebê nos braços e mil perguntas dentro de si.
Será que mamou o suficiente?
Será que fez cocô o suficiente?
Esse cheiro é normal?
Esse choro quer dizer o quê?
E junto com as perguntas vêm os medos.
Medo de doença.
Medo de bronquiolite.
Medo de sair com o bebê.
Medo de alguém beijar o bebê.
A cabeça da mulher f**a cheia de orientações, conselhos, opiniões da internet, da família e da sociedade. Tanta informação que ela já não sabe mais para onde ir.
Esse bebê foi tão desejado que nasce também um medo profundo de errar.
Medo de não entender o próprio filho.
Medo de não saber cuidar.
E no meio de tudo isso essa mulher também está lidando com um corpo completamente alterado.
Dor nas mamas.
Cicatrizações no corpo.
Hormônios em transformação.
E uma falta de sono que desmonta qualquer pessoa.
Junto com o amor imenso também chegam momentos de pânico, de dúvida e de insegurança.
Por isso uma das coisas mais importantes no puerpério é a rede de apoio.
Uma rede segura e confiável onde essa mulher possa descansar. Onde ela possa confiar, falar do que sente e ser acolhida.
Porque a maternidade não é feita só de amor e de fotos bonitas.
Ela também é feita de medo, cansaço e perguntas sem resposta.
E o que muitas mães mais precisam nesse momento não é de mais conselhos.
É de acolhimento.
De descanso.
De alguém que olhe para ela e diga:
Você não está sozinha.
Você está aprendendo.
E isso também faz parte de nascer como mãe. 🤍

Quando um bebê nasce, não nasce só uma mãe. Nasce também um pai.No puerpério muitas vezes a mulher se perde de si mesma ...
16/03/2026

Quando um bebê nasce, não nasce só uma mãe. Nasce também um pai.
No puerpério muitas vezes a mulher se perde de si mesma por um tempo. Ela atravessa um portal profundo. Tem dias em que sorri, em outros chora, às vezes está inteira sendo mãe intensamente e em outros momentos se sente completamente perdida, sem saber exatamente onde está dentro de si.
Algumas mulheres voltam para o próprio corpo em poucos dias. Outras demoram mais. Tudo depende da história que carregam, da intensidade do parto, da bagagem emocional e espiritual que trouxeram para esse nascimento.
Mas existe alguém que muitas vezes f**a esquecido nessa travessia: o homem.
Enquanto a mulher atravessa o puerpério, muitos homens também se sentem perdidos. Eles não sabem qual é o seu papel, como ajudar, como cuidar dessa mulher que está vivendo uma transformação tão grande.
E é preciso falar sobre isso.
Quando nasce um bebê nasce uma família nova.
Nasce uma mãe.
Nasce um pai.
Esse homem precisa estar dentro da maternidade, dentro da casa, dentro da vida dessa mulher. Ele não pode ser colocado para fora desse território.
Muitas vezes, sem perceber, algumas mulheres afastam o homem. Tiram ele da cama, colocam o bebê no meio e criam uma distância. Mas o lugar do homem não é fora. O lugar dele é dentro da família.
O bebê pode dormir no quarto, em um berço ao lado ou acoplado à cama, mas a família precisa permanecer unida. Porque somos uma família animal. Precisamos estar próximos, aquecendo uns aos outros, aprendendo juntos a cuidar desse novo ser e a reconhecer essa nova mulher que nasceu.
E esse pai também está nascendo.
Os primeiros meses e até os primeiros anos de vida de um bebê são uma grande adaptação para todos. Para a mãe, para o pai e para o casal.
Não é por acaso que muitos relacionamentos se perdem nesse período. Às vezes a mulher se perde, o homem se perde e a família esquece que precisa se reencontrar.
O nascimento de um bebê não é só o nascimento de uma criança.
É o nascimento de uma nova família.
E para que essa família floresça, ninguém pode f**ar de fora dessa travessia.

Muita gente acha que tudo termina no parto.Mas, na verdade, tudo começa ali.Quando um bebê nasce, uma mulher também nasc...
16/03/2026

Muita gente acha que tudo termina no parto.
Mas, na verdade, tudo começa ali.
Quando um bebê nasce, uma mulher também nasce. O parto é um portal de transformação. A gestação já muda essa mulher, mas o parto é a travessia definitiva. Depois dele, ela nunca mais volta a ser quem era.
E é aí que começa o puerpério.
Não são apenas 40 dias. O corpo ainda está em profunda mudança: o útero voltando ao tamanho normal, o leite se estabelecendo, o coração e a circulação se reorganizando, uma verdadeira tempestade hormonal, noites sem dormir e uma mente tentando reconhecer quem essa mulher agora é.
Por isso o puerpério precisa de tempo, cuidado e olhos atentos.
Família e marido precisam estar preparados para acolher essa mulher, porque ela está vivendo um dia de cada vez, atravessando um território novo.
Há mulheres que dizem que só voltam a se reconhecer dois anos depois do nascimento de um um filho.
E quando esse período f**a muito turbulento, também é preciso atenção. Na série Virgin River vemos um exemplo de um puerpério conturbado: uma mãe em vigia constante, sem dormir, com medo de contaminação do bebê, sem confiar em ninguém para cuidar dele.
Isso não é apenas excesso de cuidado.
Isso pode ser sofrimento e doença.
O puerpério é sagrado, mas também é delicado.
O bebê nasceu.
Mas a mãe também está nascendo e esse nascimento leva muito mais do que quarenta dias. 🌿

Mulher 40+, 50+… escuta isso. 🔥Às vezes você acha que está deprimida.Às vezes acha que está carente.Que está sozinha.Que...
16/03/2026

Mulher 40+, 50+… escuta isso. 🔥
Às vezes você acha que está deprimida.
Às vezes acha que está carente.
Que está sozinha.
Que perdeu a alegria da vida.
Mas muitas vezes não é nada disso.
Não é fraqueza.
Não é drama.
Não é loucura.
É falta de hormônio.
É falta de vitamina.
O corpo entra numa travessia silenciosa e parece que a gente está morrendo por dentro. A energia some, o humor muda, a pele muda, a alma f**a cansada.
E quando você repõe o que o seu corpo precisa…
é como renascer.
É como a Fênix que renasce das próprias cinzas.
A alegria volta.
A energia volta.
Você volta.
Por isso mulher 50+ precisa de algumas coisas essenciais.
Uma boa ginecologista para dosar e equilibrar seus hormônios.
Uma esteticista para cuidar da pele e da autoestima.
Uma personal ou algum exercício para lembrar o corpo que ele está vivo.
Amigas verdadeiras, de preferência da mesma fase da vida, que escutam você dizer pela décima vez “estou estranha hoje” e respondem “fala, eu estou aqui”.
E se os hormônios bagunçarem demais… até um advogado às vezes ajuda, porque dá vontade de mandar algumas pessoas para aquele lugar. 😄
Mas lembre de uma coisa.
Você não está acabando.
Você está se transformando.
A mulher que atravessa essa fase e se cuida renasce.
Mais livre.
Mais consciente.
Mais dona de si.
Como uma Fênix. 🔥

A gratidão não tem preço.Ela nasce no encontro de almas, naquele lugar onde palavras já não explicam tudo.Quando encontr...
16/03/2026

A gratidão não tem preço.
Ela nasce no encontro de almas, naquele lugar onde palavras já não explicam tudo.
Quando encontramos uma família grata, algo muito raro e precioso acontece. É uma das coisas mais maravilhosas que existem no mundo. Porque ali não existe apenas um parto, existe vínculo, respeito, amor e memória. Existe história sendo tecida para sempre.
E nesse caminho eu não caminho sozinha.
A Edilene é minha irmã de jornada, minha parceira de vida, minha amiga. Nós sonhamos juntas, atravessamos os nascimentos juntas, celebramos juntas. E quando somos lembradas com carinho, quando somos acolhidas dentro de uma família, isso não tem preço. Absolutamente nenhum.
O parto cria ligações que algumas pessoas carregam para o resto da vida.
Não é apenas sobre estar presente em um aniversário ou em um encontro. Existem famílias que talvez a gente nem veja sempre… mas algo ficou selado naquele dia.
Um selo invisível de respeito, de amor e de gratidão.
E esse selo atravessa o tempo.
Para sempre. ✨

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