Porto de Anjo - Parto domiciliar

Porto de Anjo - Parto domiciliar Equipe de parto domiciliar planejado e acompanhamento de partos naturais hospitalar em Rio Verde - GO e região. Enfermeira Obstétrica Angela Gasparoto

Porto de Anjo - Parto Domiciliar

Equipe de parto domiciliar planejado e acompanhamento de partos naturais hospitalar em Rio Verde - GO e região. Apoio e incentivo ao parto natural, lutando pela humanização do parto!

PARTE 1Hoje de manhã eu perguntei o quanto uma parteira foi importante e o que marcou cada uma. Eu não imaginava o que v...
21/03/2026

PARTE 1
Hoje de manhã eu perguntei o quanto uma parteira foi importante e o que marcou cada uma. Eu não imaginava o que viria.
Recebi muitas respostas e, mesmo sendo histórias diferentes, cesárea, parto normal, parto em casa, mulheres que acompanhei e outras que só receberam uma orientação, todas tocavam nos mesmos lugares: o meu olhar, as minhas mãos, a postura, a presença que não sai, a vigia de quem não dorme, o cuidado, a calma.
Alguns relatos me atravessaram. Uma mulher de cesárea me disse: “eu te vejo… e eu sei que você me vê.” E isso ficou em mim, porque ser vista na dor é algo profundo, é ancestral.
Teve também o dia em que eu e uma mulher nos olhamos em silêncio, no meio de uma violência que nenhuma de nós imaginava viver. E ali, eu pari com ela. Eu, que nunca tiro os olhos do nascimento, naquele dia não olhei o bebê nascer. Fiquei só no rosto dela, sustentando, sem sair. E eu entendi o que é estar.

Ansiedade materna no puerpério é real e muitas vezes silenciosa.No fundo, por trás de tudo isso, existe um medo muito pr...
16/03/2026

Ansiedade materna no puerpério é real e muitas vezes silenciosa.
No fundo, por trás de tudo isso, existe um medo muito profundo: o medo de perder o bebê.
Medo de fazer algo errado.
Medo de não perceber algo importante.
Medo de que alguma coisa aconteça com o filho e a responsabilidade recaia sobre ela.
De repente a mulher está com um bebê nos braços e mil perguntas dentro de si.
Será que mamou o suficiente?
Será que fez cocô o suficiente?
Esse cheiro é normal?
Esse choro quer dizer o quê?
E junto com as perguntas vêm os medos.
Medo de doença.
Medo de bronquiolite.
Medo de sair com o bebê.
Medo de alguém beijar o bebê.
A cabeça da mulher f**a cheia de orientações, conselhos, opiniões da internet, da família e da sociedade. Tanta informação que ela já não sabe mais para onde ir.
Esse bebê foi tão desejado que nasce também um medo profundo de errar.
Medo de não entender o próprio filho.
Medo de não saber cuidar.
E no meio de tudo isso essa mulher também está lidando com um corpo completamente alterado.
Dor nas mamas.
Cicatrizações no corpo.
Hormônios em transformação.
E uma falta de sono que desmonta qualquer pessoa.
Junto com o amor imenso também chegam momentos de pânico, de dúvida e de insegurança.
Por isso uma das coisas mais importantes no puerpério é a rede de apoio.
Uma rede segura e confiável onde essa mulher possa descansar. Onde ela possa confiar, falar do que sente e ser acolhida.
Porque a maternidade não é feita só de amor e de fotos bonitas.
Ela também é feita de medo, cansaço e perguntas sem resposta.
E o que muitas mães mais precisam nesse momento não é de mais conselhos.
É de acolhimento.
De descanso.
De alguém que olhe para ela e diga:
Você não está sozinha.
Você está aprendendo.
E isso também faz parte de nascer como mãe. 🤍

Quando um bebê nasce, não nasce só uma mãe. Nasce também um pai.No puerpério muitas vezes a mulher se perde de si mesma ...
16/03/2026

Quando um bebê nasce, não nasce só uma mãe. Nasce também um pai.
No puerpério muitas vezes a mulher se perde de si mesma por um tempo. Ela atravessa um portal profundo. Tem dias em que sorri, em outros chora, às vezes está inteira sendo mãe intensamente e em outros momentos se sente completamente perdida, sem saber exatamente onde está dentro de si.
Algumas mulheres voltam para o próprio corpo em poucos dias. Outras demoram mais. Tudo depende da história que carregam, da intensidade do parto, da bagagem emocional e espiritual que trouxeram para esse nascimento.
Mas existe alguém que muitas vezes f**a esquecido nessa travessia: o homem.
Enquanto a mulher atravessa o puerpério, muitos homens também se sentem perdidos. Eles não sabem qual é o seu papel, como ajudar, como cuidar dessa mulher que está vivendo uma transformação tão grande.
E é preciso falar sobre isso.
Quando nasce um bebê nasce uma família nova.
Nasce uma mãe.
Nasce um pai.
Esse homem precisa estar dentro da maternidade, dentro da casa, dentro da vida dessa mulher. Ele não pode ser colocado para fora desse território.
Muitas vezes, sem perceber, algumas mulheres afastam o homem. Tiram ele da cama, colocam o bebê no meio e criam uma distância. Mas o lugar do homem não é fora. O lugar dele é dentro da família.
O bebê pode dormir no quarto, em um berço ao lado ou acoplado à cama, mas a família precisa permanecer unida. Porque somos uma família animal. Precisamos estar próximos, aquecendo uns aos outros, aprendendo juntos a cuidar desse novo ser e a reconhecer essa nova mulher que nasceu.
E esse pai também está nascendo.
Os primeiros meses e até os primeiros anos de vida de um bebê são uma grande adaptação para todos. Para a mãe, para o pai e para o casal.
Não é por acaso que muitos relacionamentos se perdem nesse período. Às vezes a mulher se perde, o homem se perde e a família esquece que precisa se reencontrar.
O nascimento de um bebê não é só o nascimento de uma criança.
É o nascimento de uma nova família.
E para que essa família floresça, ninguém pode f**ar de fora dessa travessia.

Muita gente acha que tudo termina no parto.Mas, na verdade, tudo começa ali.Quando um bebê nasce, uma mulher também nasc...
16/03/2026

Muita gente acha que tudo termina no parto.
Mas, na verdade, tudo começa ali.
Quando um bebê nasce, uma mulher também nasce. O parto é um portal de transformação. A gestação já muda essa mulher, mas o parto é a travessia definitiva. Depois dele, ela nunca mais volta a ser quem era.
E é aí que começa o puerpério.
Não são apenas 40 dias. O corpo ainda está em profunda mudança: o útero voltando ao tamanho normal, o leite se estabelecendo, o coração e a circulação se reorganizando, uma verdadeira tempestade hormonal, noites sem dormir e uma mente tentando reconhecer quem essa mulher agora é.
Por isso o puerpério precisa de tempo, cuidado e olhos atentos.
Família e marido precisam estar preparados para acolher essa mulher, porque ela está vivendo um dia de cada vez, atravessando um território novo.
Há mulheres que dizem que só voltam a se reconhecer dois anos depois do nascimento de um um filho.
E quando esse período f**a muito turbulento, também é preciso atenção. Na série Virgin River vemos um exemplo de um puerpério conturbado: uma mãe em vigia constante, sem dormir, com medo de contaminação do bebê, sem confiar em ninguém para cuidar dele.
Isso não é apenas excesso de cuidado.
Isso pode ser sofrimento e doença.
O puerpério é sagrado, mas também é delicado.
O bebê nasceu.
Mas a mãe também está nascendo e esse nascimento leva muito mais do que quarenta dias. 🌿

Mulher 40+, 50+… escuta isso. 🔥Às vezes você acha que está deprimida.Às vezes acha que está carente.Que está sozinha.Que...
16/03/2026

Mulher 40+, 50+… escuta isso. 🔥
Às vezes você acha que está deprimida.
Às vezes acha que está carente.
Que está sozinha.
Que perdeu a alegria da vida.
Mas muitas vezes não é nada disso.
Não é fraqueza.
Não é drama.
Não é loucura.
É falta de hormônio.
É falta de vitamina.
O corpo entra numa travessia silenciosa e parece que a gente está morrendo por dentro. A energia some, o humor muda, a pele muda, a alma f**a cansada.
E quando você repõe o que o seu corpo precisa…
é como renascer.
É como a Fênix que renasce das próprias cinzas.
A alegria volta.
A energia volta.
Você volta.
Por isso mulher 50+ precisa de algumas coisas essenciais.
Uma boa ginecologista para dosar e equilibrar seus hormônios.
Uma esteticista para cuidar da pele e da autoestima.
Uma personal ou algum exercício para lembrar o corpo que ele está vivo.
Amigas verdadeiras, de preferência da mesma fase da vida, que escutam você dizer pela décima vez “estou estranha hoje” e respondem “fala, eu estou aqui”.
E se os hormônios bagunçarem demais… até um advogado às vezes ajuda, porque dá vontade de mandar algumas pessoas para aquele lugar. 😄
Mas lembre de uma coisa.
Você não está acabando.
Você está se transformando.
A mulher que atravessa essa fase e se cuida renasce.
Mais livre.
Mais consciente.
Mais dona de si.
Como uma Fênix. 🔥

A gratidão não tem preço.Ela nasce no encontro de almas, naquele lugar onde palavras já não explicam tudo.Quando encontr...
16/03/2026

A gratidão não tem preço.
Ela nasce no encontro de almas, naquele lugar onde palavras já não explicam tudo.
Quando encontramos uma família grata, algo muito raro e precioso acontece. É uma das coisas mais maravilhosas que existem no mundo. Porque ali não existe apenas um parto, existe vínculo, respeito, amor e memória. Existe história sendo tecida para sempre.
E nesse caminho eu não caminho sozinha.
A Edilene é minha irmã de jornada, minha parceira de vida, minha amiga. Nós sonhamos juntas, atravessamos os nascimentos juntas, celebramos juntas. E quando somos lembradas com carinho, quando somos acolhidas dentro de uma família, isso não tem preço. Absolutamente nenhum.
O parto cria ligações que algumas pessoas carregam para o resto da vida.
Não é apenas sobre estar presente em um aniversário ou em um encontro. Existem famílias que talvez a gente nem veja sempre… mas algo ficou selado naquele dia.
Um selo invisível de respeito, de amor e de gratidão.
E esse selo atravessa o tempo.
Para sempre. ✨

Uma vez, a Fernanda me disse algo que nunca mais saiu de dentro de mim.Ela falou que a preparação para um parto domicili...
14/03/2026

Uma vez, a Fernanda me disse algo que nunca mais saiu de dentro de mim.
Ela falou que a preparação para um parto domiciliar lembra a preparação de uma noiva para o casamento.
A casa começa a ser arrumada.
Os cantos vão sendo cuidados.
O ambiente vai sendo preparado com intenção, silêncio e expectativa.
A parteira chega.
Como quem chega para testemunhar um rito sagrado.
Existe uma espera no ar.
Um tempo que desacelera.
Uma mulher que sabe que está atravessando um portal.
Como uma noiva antes de caminhar até o altar, a mulher que vai parir também se prepara para um encontro que muda tudo.
Mas no parto, o casamento é outro.
É o casamento da mulher com sua própria força.
Com seu corpo.
Com sua linhagem de mulheres.
Com todas as mães que vieram antes dela.
A casa vira templo.
O quarto vira portal.
E o nascimento acontece ali, onde a vida cotidiana se encontra com o sagrado.
Fernanda sempre me disse isso com muita verdade no olhar.
E todos os seus filhos nasceram em casa.
Talvez porque ela entenda profundamente que parir também é um casamento com a vida.
Um pacto antigo, feminino, ancestral.
Um momento em que uma mulher se encontra consigo mesma…
e nunca mais volta a ser a mesma. 🌙

Eu só sei que essa família me honra e eu honro eles.Cada vez que eu entro numa enrascada, é para ele que eu ligo como ad...
14/03/2026

Eu só sei que essa família me honra e eu honro eles.
Cada vez que eu entro numa enrascada, é para ele que eu ligo como advogado.
E eu sei que nós nos escolhemos naquele dia, abençoados pela Virgem Maria. Foi uma bênção esse encontro.
Hoje é aniversário do José Vicente, que eu ajudei a dar o nome. Ele ia se chamar apenas Vicente, e como era o mês de São José eu disse: por que não José Vicente? Então eu tenho participação até no nome dele.
Engraçado que nesse mesmo cenáculo rompeu a bolsa prematura de uma paciente minha. Eu estava de carona e fiquei desesperada, esperando conseguir voltar para chegar a tempo. E deu certo. Consegui voltar e acompanhar o parto dessa mulher também, que é uma paciente fiel de parto hospitalar, porque os dois partos dela foram prematuros.
Mas eu sei de uma coisa: não foi o acaso que nos uniu.
Foi apenas a Virgem Maria. ✨🙏

Eu conheci Fernanda e Rodrigo em Trindade, no cenáculo da Virgem Maria. Era um dos primeiros cenáculos que aconteciam al...
14/03/2026

Eu conheci Fernanda e Rodrigo em Trindade, no cenáculo da Virgem Maria. Era um dos primeiros cenáculos que aconteciam ali. Naquele tempo eu nem tinha nenhuma gestante evidente para acompanhar. Eu estava simplesmente vivendo o caminho, aberta ao que Deus colocasse na minha frente.
Lembro que minha mãe me disse que a Neire, que conduzia o grupo de oração, comentou que havia um casal que queria me conhecer para falar sobre parto. E eu respondi para minha mãe: calma, mãe… relaxa. Católica não pare.
Naquela época eu quase só atendia mulheres espiritualistas ou evangélicas. Muitas católicas, principalmente do grupo de oração, diziam claramente: “Nós somos da cesariana, nem venha falar de parto normal conosco.”
E eu sempre tive um princípio muito forte: eu nunca falo de parto com quem não pergunta.
Mas Fernanda e Rodrigo quiseram me conhecer.
O Rodrigo era muito engraçado naquele primeiro encontro. Ele parecia me analisar de todos os jeitos possíveis. Observava, perguntava, media cada palavra. E eu fui percebendo uma coisa que aprendi nesses anos todos: a preparação de uma mulher para o parto acontece quando vira uma chave dentro dela. Quando ela decide.
A Fernanda já estava no nono mês, quase no final da gestação. O plano deles era um parto hospitalar, provavelmente uma cesariana. Mas a conversa começou a abrir outros caminhos.
Eu lembro que, naquele período, eu estava indo dar uma palestra para doulas em Iporá. E naquele momento o Rodrigo reclamava muito da questão financeira. Ele dizia que já pagava plano de saúde e não via sentido em pagar por um parto domiciliar.
Eu saí daquele encontro pensando: meu Deus, que homem difícil.
Mas a Fernanda tinha uma força silenciosa. Ela virou a chave dentro dela. Conversou com ele, sustentou o desejo dela, e pouco a pouco a situação se transformou.
No final, o parto que seria hospitalar se transformou em um parto domiciliar. E foi exatamente o parto que ela queria.
Depois disso vieram outras crianças, outros nascimentos, outras histórias dentro daquela família.
Hoje nós temos uma amizade muito grande. Rodrigo se tornou um amigo. E eu sei que ele é um dos homens do universo do parto domiciliar que mais me respeita.

Dia das MulheresHoje não me deem flores.Me deem respeito.Porque enquanto o mundo faz discursos bonitos,mulheres continua...
08/03/2026

Dia das Mulheres
Hoje não me deem flores.
Me deem respeito.
Porque enquanto o mundo faz discursos bonitos,
mulheres continuam sendo violentadas, humilhadas, caladas e assassinadas.
Todos os dias mulheres morrem simplesmente por serem mulheres.
Mortas por maridos.
Por ex-companheiros.
Por homens que acham que têm direito sobre o corpo, a vida e o destino de uma mulher.
O mundo ainda é um lugar perigoso para nós.
Nós somos as que sangram e continuam.
As que pariram a humanidade inteira.
As que sustentam casas, filhos, famílias e ainda assim caminham com medo.
Cansamos.
Cansamos de ensinar o básico.
Cansamos de pedir respeito.
Cansamos de enterrar mulheres.
Nenhuma mulher deveria precisar ser forte apenas para sobreviver.
Então hoje, no Dia das Mulheres,
eu não quero homenagens vazias.
Eu quero que parem de nos matar.
Eu quero que parem de nos violentar.
Eu quero que parem de nos silenciar.
Porque quando uma mulher é assassinada,
não morre apenas um corpo.
Morre uma história.
Morre uma filha.
Morre uma mãe.
Morre um pedaço da humanidade.
Respeitem as mulheres.
Não porque é bonito dizer isso hoje.
Mas porque sem mulheres não existe mundo. ✊✨

MulherHoje é dia de lembrarque o mundo começou no silêncio de um ventre.Foi ali, no escuro quente da vida,que cada histó...
08/03/2026

Mulher
Hoje é dia de lembrar
que o mundo começou no silêncio de um ventre.
Foi ali, no escuro quente da vida,
que cada história humana
aprendeu a respirar.
Mulher,
do ventre que você foi gerada
e do ventre que tantas vezes você também gera
corre uma força antiga,
uma força que não pede licença
para existir.
Disseram que você era frágil.
Mas frágil não atravessa a dor.
Frágil não sangra e renasce.
Frágil não sustenta o milagre da vida.
Mulher é raiz profunda.
É maré que volta.
É casa que acolhe.
É fogo que aquece.
Talvez por isso
o mundo inteiro, mesmo sem perceber,
aprendeu a girar
no ritmo do seu coração.
Hoje é Dia das Mulheres.
De você nasce a vida.
De você nasce o amor.
De você nasce, todos os dias,
a coragem de recomeçar.
Porque toda vida que existe no mundo
um dia já foi casa dentro de uma mulher. 🌹

Caro e gentil leitor,Há distinções que esta humilde observadora sente-se obrigada a esclarecer.Quando a parteira se acom...
03/03/2026

Caro e gentil leitor,
Há distinções que esta humilde observadora sente-se obrigada a esclarecer.
Quando a parteira se acomoda à mesa de sua casa e abre sua bolsa de trabalho, não está ali em deleite social. Está ali em ofício.
Ao orientar, trabalha.
Ao escutar, trabalha.
Ao examinar, auscultar e pesar o pequeno recém-chegado, trabalha.
Ao observar a mãe, alinhar condutas, dialogar com sua parceira e organizar o ambiente, trabalha.
Cada palavra proferida não nasce do acaso, mas da ciência.
Cada indicação é sustentada por décadas de experiência.
Não se trata de opinião delicadamente compartilhada entre goles de chá.
Trata-se de responsabilidade.
Que não se confunda presença profissional com visita cortês.
Para os bolinhos e risos haverá ocasião própria.
Mas enquanto houver prontuários sobre a mesa e vidas sob cuidado, gentil leitor… há trabalho sendo exercido. ✨

Endereço

Rio Verde, GO

Telefone

64 99224-5178

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Porto de Anjo - Parto domiciliar posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Porto de Anjo - Parto domiciliar:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram