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05/04/2026

A Páscoa não é apenas uma data. É um convite.

Um convite à pausa, à revisão de caminhos, à coragem de deixar para trás aquilo que já não faz mais sentido, dentro e fora de nós.

Fala sobre renascimento.
Mas não como algo distante ou simbólico. Fala sobre escolhas reais, sobre evolução, sobre a decisão diária de se tornar alguém melhor.

Independentemente das convicções de cada um, existe algo que nos atravessa:
a possibilidade de recomeçar com mais consciência, mais presença, mais verdade.

Feliz Páscoa! Feliz recomeço! 🤍🙏🏻✨

02/04/2026

Luz infravermelha para tratar Hashimoto e suspender levotiroxina?

Se isso fosse consistente, mudaria a endocrinologia.
Mas não é bem assim.

Existem estudos, sim.
Mas pequenos, com limitações e sem comprovação de benefício clínico relevante a longo prazo.

Suspender levotiroxina em quem já tem hipotireoidismo é colocar a saúde em risco.

Na prática, a reposição continua sendo essencial na maioria dos casos.

O problema não é estudar novas terapias.
É vender hipótese como se fosse evidência.

Na medicina, a gente não trata com promessa.
A gente trata com evidência e responsabilidade.

ETA 2025 diretriz recente europeia, muito útil para atualizar o discurso
Centanni M, Duntas L, Feldt-Rasmussen U, et al. ETA Guidelines for the Use of Levothyroxine Sodium Preparations in Monotherapy to Optimize the Treatment of Hypothyroidism. European Thyroid Journal. 2025;14(4):e250123.

Rodrigo Mendes
Médico
CRM 83.047-0 RJ

01/04/2026

Hoje é 1º de abril.
Mas quando o assunto é saúde, acreditar em qualquer informação pode custar caro.

Existe muita coisa sendo dita sobre Mounjaro que não é verdade.
E o problema não está no medicamento.

Muito pelo contrário.
Estamos falando de uma ferramenta potente, que vem transformando o tratamento da obesidade e ampliando a forma como pensamos saúde, metabolismo e qualidade de vida.

Quando bem indicado, com acompanhamento médico e associado à mudança de estilo de vida, ele pode trazer resultados consistentes e sustentáveis.

O problema é a desinformação.
A negligência.
E o excesso de confiança no uso sem critério.

Saúde não é sobre promessas fáceis.
É sobre responsabilidade, individualização e acompanhamento.

Antes de seguir qualquer orientação, procure informação de qualidade e orientação médica.

30/03/2026
28/03/2026

Esse vídeo é de 2020, uma entrevista que concedi para o programa Balanço Geral, da Record TV, e a informação continua atual.

Pacientes com diabetes, principalmente quando descompensado, têm maior risco de complicações em infecções respiratórias, como o coronavírus.

O que mudou de lá pra cá?
Hoje temos uma ferramenta fundamental que naquela época não existia: a vacinação.

💉 Atualmente, no Brasil, dispomos da vacina da Pfizer (Comirnaty®), com formulações atualizadas para variantes circulantes.

A lógica hoje não é mais tomar várias doses e pronto.
A estratégia passou a ser proteção contínua para grupos de risco.

Pacientes com diabetes entram como grupo de maior risco para formas graves, e por isso a vacinação deve ser mantida de forma periódica.

Para pacientes com 60 anos ou mais, a recomendação atual é reforço a cada 6 meses, com o objetivo de manter proteção adequada ao longo do tempo.

Vacinar hoje não é mais sobre esquema fixo.
É sobre estratégia contínua de proteção, principalmente para quem mais precisa.

24/03/2026

A convite da , trago um ponto essencial e que muita gente ainda ignora:

Antes de iniciar as canetas para emagrecimento, é fundamental entender como está o metabolismo do paciente.

Exames simples, como glicemia de jejum e hemoglobina glicada, ajudam a identificar resistência à insulina e até diabetes e isso muda completamente a forma de conduzir o tratamento.

Não é só sobre perder peso.
É sobre tratar o metabolismo com responsabilidade e individualização.

O tratamento começa antes da primeira dose.

Rodrigo Mendes
Médico e professor de
endocrinologia e metabologia
CRM 52.83-047-0

21/03/2026

Mais de 40kg a menos… e isso nem é o mais importante.

Paciente, 43 anos, com obesidade grau 3, pré-diabetes, hipertensão, apneia do sono e esteato-hepatite.

Um cenário de alto risco.

Após 1 ano de acompanhamento:

• mais de 30% de perda do peso corporal
• glicose normalizada
• pressão 10x7, sem medicação
• fígado recuperado
• exames dentro da normalidade

E um ponto essencial:

não foi só medicação.

Houve ajuste de dieta,
atividade física estruturada,
mudança consistente de hábitos
e acompanhamento médico próximo.

Para nós, médicos:

esse resultado foi alcançado sem uso da dose máxima da tirzepatida.

Nos estudos SURMOUNT, a dose de 15 mg promove, em média, cerca de 22,5% de perda de peso.

Ou seja:

não é sobre protocolo.
É sobre individualização, estratégia e condução clínica.

Estamos vivendo uma nova era no tratamento da obesidade
com mais eficácia, segurança e impacto real na vida dos pacientes.

E agora começa a fase mais importante: a manutenção.

Rodrigo Mendes
Médico CRM 52.83.047-0

18/03/2026

Um grande passo no tratamento da obesidade e do diabetes no Brasil.

A Anvisa aprovou uma nova versão da caneta do Mounjaro (tirzepatida): agora multidose, com diferentes concentrações em uma única caneta.

Isso muda mais do que parece.

Saímos de um modelo mais rígido e passamos a ter ajustes mais finos e personalizados.

Na prática:
• titulação mais gradual
• dose individualizada
• melhor tolerabilidade (principalmente GI)
• mais adesão ao tratamento

Além disso, uma única caneta pode ser usada em múltiplas aplicações — mais praticidade para o paciente.

E tem um ponto importante: sustentabilidade.
Diferente do modelo atual (dose única, aplica e descarta), a caneta multidose tende a reduzir resíduos, especialmente de plástico.

A tirzepatida atua no controle da glicose e do apetite, sendo uma ferramenta relevante no diabetes tipo 2 e na obesidade.

A aprovação já foi publicada. Achegada às farmácias ainda depende de definição de preço e estratégia de lançamento.

Mais opções. Mais precisão. Mais evolução.

No fim, quem ganha é o paciente.

Rodrigo Mendes
Médico - CRM 83.047-0

11/03/2026

A Anvisa acaba de aprovar uma medicação que muda um conceito histórico no diabetes tipo 1: a possibilidade de intervir antes mesmo do diagnóstico clínico da doença.

O teplizumabe é um anticorpo monoclonal que atua modulando o sistema imunológico e reduzindo o ataque às células beta do pâncreas.

Ele foi aprovado para pessoas com diabetes tipo 1 em estágio 2, uma fase ainda pré-clínica da doença.

Nesse estágio, o indivíduo apresenta dois ou mais autoanticorpos contra as células das ilhotas pancreáticas e alterações glicêmicas detectáveis em exames, mas ainda não apresenta sintomas de diabetes.

Nos estudos clínicos, o teplizumabe dobrou o tempo até o diagnóstico clínico da doença:
48 meses no grupo tratado versus 24 meses no grupo placebo.

Mais do que um novo medicamento, trata-se de uma mudança de paradigma no diabetes tipo 1:
a possibilidade de intervir na fase pré-clínica para retardar a progressão da doença.

Rodrigo Mendes
Médico
CRM 52.83.047-0

Endereço

Avenida Das Americas 19.005
Rio De Janeiro, RJ

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