Andrea Ladislau

Andrea Ladislau Especialista em Saúde Mental e Comportamental!

Você piscou e março está quase se despedindo. Já vamos para o fim do primeiro trimestre e quero convidar você para um “b...
23/03/2026

Você piscou e março está quase se despedindo. Já vamos para o fim do primeiro trimestre e quero convidar você para um “balanço”. T**a? Então vamos lá!

A gente fala muito sobre o que quer mudar na gente, ao nosso redor, mas quase nunca sobre o que merece continuar.

Sim, meus caros: nem tudo precisa ser substituído, nem todo hábito é um problema, nem toda versão sua precisa ser superada.

Talvez este seja o momento de se perguntar:
• Quais atitudes me fizeram bem?
• Que relações eu quero fortalecer?
• Que limites eu aprendi a impor?
• Que parte de mim eu descobri e não quero perder?

Crescer não é virar outra pessoa: é escolher, com mais consciência, o que permanece.

No meu grupo de WhatsApp (Reflexões Positivas - link na bio), tenho falado muito sobre isso: o que merece continuar na sua vida este ano?

Se você ainda não fez a sua “lista de permanência”, que tal pôr em prática hoje?

Dr.ª Andrea Ladislau | Psicanalista

Nem todo desconforto é sinal de erro. Às vezes é sinal de evolução.O crescimento emocional exige coragem para sair do co...
20/03/2026

Nem todo desconforto é sinal de erro. Às vezes é sinal de evolução.
O crescimento emocional exige coragem para sair do conhecido e enfrentar o novo, mesmo quando isso provoca medo, insegurança ou dúvida.
A pergunta não é se vai doer. A pergunta é: vale a pena continuar igual?

Dr.ª Andrea Ladislau | Psicanalista

Escolhas maduras raramente são as mais confortáveis no início.Dizer “não” pode gerar culpa.Se posicionar pode trazer med...
18/03/2026

Escolhas maduras raramente são as mais confortáveis no início.
Dizer “não” pode gerar culpa.
Se posicionar pode trazer medo.
Encerrar ciclos pode causar tristeza.
Assumir responsabilidades pode ser pesado.
Mas escolhas imaturas quase sempre cobram juros emocionais depois:
• relacionamentos desgastantes;
• sobrecarga mental;
• ressentimentos acumulados;
• sensação de estar preso na própria vida.
A maturidade emocional não é sobre não sentir dor. É sobre escolher dores que constroem, e não dores que aprisionam.
O desconforto de hoje pode ser a paz de amanhã.
A pergunta não é: “isso dói agora?” A pergunta é: “isso vai me fazer bem depois?”
Você sabe responder a essa pergunta?

Dr.ª Andrea Ladislau | Psicanalista

Viver no automático emocional é quando a rotina toma conta da sua mente e você passa a funcionar apenas no modo sobreviv...
16/03/2026

Viver no automático emocional é quando a rotina toma conta da sua mente e você passa a funcionar apenas no modo sobrevivência: cumprindo tarefas, resolvendo problemas, respondendo demandas… mas sem conexão real com o que sente.
Alguns sinais comuns:
• dificuldade para identificar emoções;
• sensação constante de cansaço mental;
• irritação frequente ou impaciência;
• sensação de vazio mesmo com tudo “indo bem”;
• reações impulsivas seguidas de arrependimento;
• falta de prazer nas coisas que antes eram importantes.
O automático emocional não significa fraqueza; significa que, em algum momento, você precisou se proteger. Mas viver desconectado de si mesmo cobra um preço: ansiedade, exaustão e relações superficiais.
Mas há uma boa notícia: consciência emocional se aprende; e o primeiro passo é perceber.
Você tem se escutado de verdade?
Dr.ª Andrea Ladislau | Psicanalista

A vida ganha mais sabor quando aprendemos a reconhecer seus pequenos prazeres.Afinal, que graça teria o cotidiano se, de...
13/03/2026

A vida ganha mais sabor quando aprendemos a reconhecer seus pequenos prazeres.

Afinal, que graça teria o cotidiano se, de vez em quando, não fôssemos surpreendidos por algo simples e bom? ☺️

O prazer não mora nos grandes acontecimentos. Ele aparece nos instantes breves, cotidianos, quando estamos realmente presentes no agora.
Para isso, é preciso ajustar o olhar: o que, de verdade, faz sentido para você?

Criar sua própria escala de felicidade é aprender a valorizar o que te toca, ainda que seja pequeno e repetir isso com intenção.
Felicidade não é um destino final.

É o caminho sendo vivido com atenção.
💬 Quais são os pequenos prazeres que deixam seus dias mais leves? Compartilhe nos comentários.

Dr.ª Andrea Ladislau | Psicanalista

11/03/2026

Muitas vezes, não é falta de opção.
É medo de encarar mudanças que sabem ser necessárias: no trabalho, nas relações ou na própria vida.

Para evitar o desconforto, sentimentos verdadeiros são abafados. A gente se convence de que “está tudo bem”, quando, na verdade, está apenas suportável.

A pergunta que vale ser feita é direta: você permanece porque faz sentido
ou porque ir embora exigiria coragem?

A psicanálise ajuda a compreender o que sustenta essas permanências e a construir decisões mais conscientes, sem precisar se violentar emocionalmente.

💬 O que hoje mais te prende a uma situação que já não te faz bem?
Vamos conversar nos comentários.

Dr.ª Andrea Ladislau | Psicanalista

Você já escutou alguém dizer: “a culpa é minha e eu coloco onde eu quiser”?Embora soe como brincadeira ou segurança, ess...
09/03/2026

Você já escutou alguém dizer: “a culpa é minha e eu coloco onde eu quiser”?

Embora soe como brincadeira ou segurança, essa postura costuma esconder conflitos emocionais importantes. 😬

Para algumas pessoas, reconhecer falhas é extremamente difícil.
Diante da culpa ou da vergonha, surgem mecanismos inconscientes de defesa que empurram a responsabilidade para fora, quase sempre para o outro.

Quando alguém se recusa a assumir as próprias atitudes e seus efeitos, o prejuízo não é só relacional, é interno. Por isso, desenvolver autoconhecimento é fundamental para não entrar em jogos emocionais ou aceitar culpas que não são suas.

Relações saudáveis pedem limites claros, colocados com respeito. Responsabilizar-se pelo que é do outro não é maturidade, é desgaste.

💬 Você já viveu uma situação em que tentaram te fazer carregar uma culpa que não era sua?

Dr.ª Andrea Ladislau | Psicanalista

08/03/2026

Ser mulher é ser toda essa intensidade que brilha, chora, ri, acolhe, sofre e vive.

Mas hoje, no Dia Internacional da Mulher não podemos ficar apenas nas flores e homenagens, temos que lembrar é combater a triste realidade que assola o universo feminino: mais de 1.400 mulheres são vítimas de feminicídio por ano no país, o que significa que cerca de 4 mulheres são assassinadas por dia simplesmente por serem mulheres.

Um terço das mulheres brasileiras já sofreu algum tipo de violência de gênero em apenas um ano, incluindo violência física, psicológica ou sexual.

Falar sobre isso também é falar sobre saúde mental.
A violência deixa marcas profundas: medo constante, ansiedade, culpa, isolamento, perda de autonomia e sofrimento psicológico.

E é por isso que hoje também é um dia de reflexão, responsabilização e transformação social.
Porque celebrar mulheres só faz sentido em um mundo onde elas possam viver com dignidade, segurança e liberdade.

A mulher pode ser o que ela quiser e o maior presente é ser livre, respeitada, não ter sua voz calada e ser feliz, muito feliz.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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