Dr Ana Caputo

Dr Ana Caputo Medicina Integrativa

09/01/2023
03/10/2022

Medicina Integrativa

Vou abordar alguns temas que são meu foco hoje na Medicina, até para entenderem como é meu consultório e meu atendimento.
Medicina Integrativa ,todo mundo fala e repete este nome ,mas vocês entendem realmente do que se trata ? Vou fazer um pequeno resumo :
“A medicina moderna, associada ao avanço da ciência no último século, desmembrou-se em uma série de especialidades que produzem conhecimento sobre cada pequena parte do corpo humano. Ao terminar seus estudos, o médico tende a se aprofundar em uma destas divisões–cardiologia, ortopedia, endocrinologia, anestesia, oftalmologia, oncologia etc. Encontra técnicas variadas de exames de diagnóstico por imagem, de cirurgias invasivas extremamente sofisticadas, de marcadores que indicam células doentes, de medicamentos de última geração que tendem a se tornar cada vez mais individualizados. Mesmo assim falta alguma coisa. Continuamos sendo acometidos por doenças crônicas, perdendo qualidade de vida e fazendo fila nos consultórios e hospitais. E, mais importante, não nos sentimos cuidados e atendidos plenamente nesse processo convencional, nem conseguimos conviver melhor com a doença. Em resumo, temos um sistema de atendimento à saúde que é um sistema de atendimento à doença. Ele não previne o adoecimento,reage aos sintomas. Não busca entender o paciente inteiro, somente a parte do seu corpo que está acometida por alguma patologia. Mas não precisamos continuar assim. Uma nova abordagem, chamada medicina integrativa, tem conquistado espaço em instituições de pesquisa, hospitais, unidades de saúde e consultórios médicos ao propor transformações nesse cenário fragmentado e nem sempre eficiente. Organizada como movimento em universidades norte-americanas de pesquisa a partir de meados dos anos 1970, uma de suas grandes inovações está na mudança de paradigma: sai a doença como foco principal da atenção e entra o paciente inteiro–mente, corpo e espírito–no centro do cuidado. Parece simples, mas é um deslocamento gigantesco que modifica toda a prática médica, numa reação em cascata: o paciente é visto como agente responsável por sua melhora, a consulta inclui atenção diferenciada, a relação médico-paciente se fortalece, a escolha de terapias se expande. Até mesmo o conceito de cura é ampliado, deixando de ser entendido apenas como ausência de doença (visão ainda comum hoje em dia) para ser visto como restauração do bem-estar físico, mental e social–definição, aliás, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Outro diferencial da medicina integrativa é a ênfase na capacidade inata de recuperação do organismo. Em outras palavras, isso significa dizer que somos capazes de participar ativamente do nosso processo de cura, apesar de não sermos educados para saber disso. A cura não vem de fora, mas de dentro–remédios, tratamentos e cirurgias são necessários para auxiliar e acelerar essa recuperação, mas não são tudo nem podem fazer todo o trabalho sozinhos.
A Medicina Integrativa ,na verdade surgiu de uma necessidade, de algo que faltava na Medicina vigente ,de uma mudança de paradigma ,de tirar o foco da doença e sim na saúde e no paciente de forma inteira, mente ,corpo ,espírito. Percebendo que uma mesma doença nunca vai ser igual, em pessoas diferentes ,tanto no grau de adoecimento como no grau de restabelecimento da saúde , entendemos que o mais importante é estimularmos e mantermos nossas defesas /imunidade ,e isto depende de vários fatores ,um boa alimentação ,de uma rotina de exercícios físicos ,de uma sanidade mental e espiritual é isto só é alcançado com muita disciplina e vontade !!Temos vários instrumentos que podemos usar no sentido de nos ajudar a restabelecer equilíbrio corpo / mente / espírito : A Homeopatia , a Antroposofia ,o Eneagrama ( como instrumento importante de autoconhecimento) o Yoga ,a Meditação , PNL , as filosofias de vida ,a Astrologia etc .Tudo que leva ao autoconhecimento , educação/ disciplina e reconexão com o divino , pode nos ajudar neste caminho ,de nos encontrarmos ,de descobrir qual o nosso propósito de vida . A saúde depende de reencontrarmos o nosso real caminho , é voltarmos aos trilhos da nossa verdade ,é despertar para o que realmente importa ,é reconexão com o sagrado , isto é cura !!

01/02/2022
24/01/2022

Somos profissionais de saúde, somos médicos, somos pediatras. O presente e o futuro do planeta podem passar por nossas mãos. O zelo pelo ser humano, desde até antes de sua concepção, é nosso compromisso. Somos protagonistas desse “cuidar”.

24/01/2022

ANTIVACINA VERSUS PROVACINA,

POLARIZAÇÃO QUE NÃO CABE EM ANTROPOSOFIA

Mais uma polarização para separar as almas. Sinal da Guerra de Todos contra Todos.

Rudolf Steiner nunca disse, de forma absoluta e autoritária, que alguém deveria vacinar, nem disse que alguém deveria não vacinar. Ele fazia análises críticas sobre as vacinas de seu tempo, que eram poucas ainda, quase nenhuma das conhecidas atualmente. As análises críticas dele eram focadas na dinâmica mercurial do ser humano, e não da tecnologia vacinal em si. Ele nunca poderia fazer uma análise crítica do que atualmente se chama “vacina anticovid”, por razões óbvias. Não existia isto. Bom que nos restam decisões conscientes baseadas em conhecimento e bom senso. As primeiras vacinas criadas pela tecnologia biomédica eram diferentes das que atualmente vem sendo testadas (nas pessoas) contra o vírus Covid. Este é o primeiro aspecto a ser considerado. Não estamos falando da mesma coisa quando nos referimos às vacinas antigas e às atualmente sendo aplicadas especificamente nesta pandemia de Coronavírus – em especial, a tecnologia genética de mRNA da Pfizer e similares.

O cosmovisão antroposófica não é antivacina, nem pró-vacina, mas crítica a todas as vacinas e tratamentos também, e adepta daquelas vacinas que, mesmo sob tal visão crítica, convém que sejam aplicadas. Steiner observava aos médicos que não se pode ser fanático pró-homeopatia nem pró-alopatia, mas sim focar no mais adequado e medicinal para o contexto do paciente (GA 314). Mas será que experimentos genéticos mal concluídos podem ser adequados e medicinais? A cosmovisão antroposófica focaliza a Imunidade Humana natural, e não as biotecnologias – mas não necessariamente renega estas últimas, dependendo de quais são. Os médicos antroposóficos têm a noção de que é a Imunidade Natural do ser humano o ideal a ser ativado, através do nosso Corpo Etérico, o nosso médico interno. Há procedimentos da medicina materialista que podem ajudar contra o quadro patológico, mas em algumas situações há um preço a pagar quanto à sanidade do Corpo Etérico. Tem que se ver se o preço vale a pena. Os antibióticos são um exemplo. Podem salvar vidas, mas seriam, dentro da visão crítica antroposófica, uma opção não ideal. A quimioterapia anti-câncer é ainda outro exemplo. A medicação psiquátrica é mais outro exemplo. Se a sanidade e a imunidade natural do ser humano são ativas, nenhum vírus, bactéria ou protozoário pode nos fazer dano. Se um ser humano tem naturalmente imunidade prévia a um microorganismo, ele não adoece de infecção e potenciais células neoplásicas são destruídas em seu sangue. Isto é o ideal. E para que o ser humano tenha esta proteção que parte do seu Corpo Etérico, em direção ao seu Corpo Físico, ele precisa ter contato com os microorganismos para ser saudável. Não pode viver escondido numa bolha. Isto funciona por estímulo. O sistema imunológico funciona em parte através de memória. Ele entra em contato com um microorganismo e o destrói. Mas, antes de destruí-lo, ele memoriza a sua estrutura para que, caso ele volte, o sistema já estará pronto e armado para destruí-lo novamente. Isto acontece naturalmente,quando o Corpo Etérico é saudável. Quando uma vacina nos modelos antigos era aplicada, ela fazia este contato do microorganismo com o Corpo Etérico e o Corpo Físico, era um contato forçado, artificialmente criado. E assim o Corpo Etérico e o Corpo Físico memorizavam o microorganismo e estariam aptos a se defenderem dele, quando, de fato, ele viesse, partindo da atmosfera ou do meio externo. De onde vêm os vírus? Por quê causam epidemias? A visão materialista nada sabe disto. Os vírus provém de emoções humanas coletivas nocivas, acumuladas ao longo do tempo. Isto é o que cria, na psicosfera astral e etérica, a predisposição para uma epidemia. Os vírus são apenas o efeito disto. A noção materialista médica nada sabe disto. Mas os vírus vêm, e causam epidemias. Os médicos do século XIX tentavam combater os vírus, através de vacinas, mas, como os atuais, nada sabiam sobre o que estimulava os vírus. As vacinas antigas eram apenas mediadoras deste encontro entre o Corpo Etérico e o Corpo Físico e o microorganismo, porque elas eram feitas de partes dos próprios microorganismos. Assim, a primeira vacina foi feita de secreções de seres vivos doentes de varíola (vacas, daí o nome “vacina”). Estas secreções foram aplicadas na pele de pessoas sadias, que assim tiveram a memorização feita por seus corpos etéricos (em seu sistema imunológico), contra a varíola. Isto foi em 1789 e o idealizador foi o médico inglês Janner, que percebeu que pessoas que lidavam com vacas doentes pela varíola bovina não ficavam doentes da varíola humana. Na Índia, em tempos pré-cristãos, havia uma deusa da varíola Sh*tala Mata. E os sacerdotes desta deusa aplicavam puntura de secreção variólica em pessoas sadias. Então pode-se dizer que a vacina foi inventada na Índia, há muito tempo atrás. Janner teve a mesma idéia, por intuição. Até aqui estamos lidando com processos naturais que ocorrem entre o Corpo Etérico humano e o Corpo Físico humano. O passo seguinte foi dado pelo materialismo médico de Pasteur, na França, em suas pesquisas sobre microorganismos em infecções. A visão materialista ajudou muito neste sentido, embora seja incompleta, ignorando as leis do Corpo Etérico dos seres vivos. Foi nisto que Steiner dizia que não podemos ser fanáticos e nos colocarmos contra esta medicina. Pasteur salvou a vida de um menino mordido por um cão raivoso, inoculando nele uma solução com vírus da raiva atenuado – antes que o vírus ativo da mordida se espalhasse mais pelo organismo da criança. Isto salvou a criança, porque o Corpo Etérico do menino respondeu rápido, mercurialmente, ao apelo feito pela inoculação do vírus atenuado e assim pode combater imunologicamente o vírus ativo que havia começado a atuar apenas. A partir de Pasteur, outros pesquisadores começaram a desenvolver vacinas com vírus atenuado ou inativado. E assim vieram, a partir da década de 1930, as vacinas contra febre amarela, contra influenza, contra polimielite (=paralisia infantil), e também contra sarampo, rubéola, caxumba, rotavírus – isto já em meados do século XX. A vacina atenuada é aquela em que o vírus está ativo, porém, sem capacidade de produzir a doença plenamente, só uma fração dela (exemplos: caxumba, febre amarela, poliomielite, rubéola, sarampo, varicela). Já a vacina inativada contém o vírus inativado ou fragmentado por agentes químicos ou físicos. As vacinas inativadas de fragmentos de vírus não imitam a doença como as atenuadas, elas “enganam” o sistema imune, pois este acredita que o agente infeccioso morto, ou uma partícula dele, representa perigo real e desencadeia o processo de proteção. Quando o vírus de verdade vier, se vier, o sistema imunológico já estará preparado para atacá-lo. Ao longo das últimas décadas, todos nós fomos vacinados por mais de uma dezena destas vacinas na concepção antiga, sem problemas, porque se levava mais de uma década para testá-las e se tinha certeza de que eram seguras, embora um caso ruim aqui ou ali sempre há.

AS NOVAS TECNOLOGIAS GENÉTICAS SUBSTITUTAS DAS VACINAS

A engenharia genética avançou desde as pesquisas dos anos 1950: com isto desenvolveu-se o vegetal transgênico, o animal clonado, a reprodução de partes de órgãos, etc.. Uma das vertentes da engenharia genética é o tipo de experimento vacinal presente na tecnologia da Pfizer, por exemplo. O material genético dentro das células humanas, animais ou virais é o DNA ou o RNA. A manipulação deste material genético pode ser dita “biotecnologia” e é um comércio que rende bilhões de dólares anuais. DNA e RNA são mediadores do Corpo Etérico no sentido de definir programações que as células devem seguir. De alguns anos para cá, as indústrias farmacêuticas (que têm finalidade primeiramente comercial e só secundariamente científica, pois são empresas, naturalmente – são marketing tecnológico, mais do que “ciência”), começaram a pesquisar outras maneiras de se tentar ativar a imunidade contra microorganismos não introduzindo vírus atenuados nem vírus inativados - coisa completamente diferente e inédita. Passaram a testar primeiro em animais, de forma mais rápida do que deveriam, em tempo muito curto, o que não é bom, uma tecnologia genética que faz as próprias células humanas produzirem material semelhante ao do vírus (a proteína Spike) e, assim, o sistema imunológico do ser humano combate o material genético que foi produzido por suas próprias células. Normalmente, as células humanas produzem material viral, quando parasitadas por vírus – Steiner já dizia que isto ocorre quando as células estão previamente doentes (as radiações eletromagnéticas seriam responsáveis por este adoecimento celular prévio e o vírus parasitário se aproveita disto). A nova tecnologia genética induz as células antes sadias a produzirem material genético viral, sem que tenha havido uma infecção. O Rna da “vacina” cria um comando estranho dentro da célula humana sadia – dentro de todas as células do corpo do inoculado. Esta é a nova tecnologia que não é como as antigas vacinas, presente na proposta da Pfizer e da Moderna, por exemplo. As ditas vacinas da Astrazenica e similares são uma outra idéia: material genético viral mesmo (proteína Spike do vírus) é introduzido junto com um material genético de animal (chimpanzé) ou extraído de fetos humanos, mais aditivos químicos (como o derivado do carbono, o grafeno, e alumínio) para que, uma vez isto tudo introduzido no sangue humano, o sistema imunológico reaja como se houvesse uma infecção viral que não há. O resultado é uma inflamação dentro do sangue, com conseqüente alteração da coagulação (daí o risco de tromboses, entupimentos causados por coágulos sanguíneos). Esta inflamação, esperam estes laboratórios, seria uma espécie de estado de defesa prévia, em caso da infecção viral. Isto pode dar errado? Pode, ou não, depende da pessoa. As propostas da Pfizer e da Moderna, diferentes da Astrazenica, não introduzem um material viral como estas, mas introduzem uma programação genética que transforma as células humanas normais em berçários de semi-vírus. As células humanas, em todo o corpo, se tornam como que vírus gigantes produzindo a proteína viral continuamente. Não se sabe no que isto pode dar, é a primeira coisa a se observar. Pode-se prever o risco de um caos no sistema imunológico, pois as células produtoras de material viral serão atacadas pelo próprio sistema imunológico (gerando doenças autoimunes e neoplasias), a longo prazo. Também é possível uma falência do sistema imunológico, a partir deste caos, produzindo-se no paciente antes são uma predisposição a quaisquer infecções que surjam. Os laboratórios citados dizem não se responsabilizarem se isto acontecer – escreveram isto nas bulas de seus experimentos. As pessoas não lêem. Trata-se de engenharia genética, coisa que não existia no tempo de Rudolf Steiner. Qualquer pessoa razoavelmente inteligente pode supor que engenharia genética é um assunto polêmico e perigoso. No furor e no pânico coletivo da pandemia, os laboratórios citados conseguiram a título “emergencial” que seus experimentos genéticos fossem aplicados em massa na população amedrontada – sem que os resultados seguramente fossem conhecidos a curto, médio ou longo prazo. Alguns políticos acharam por bem obrigar os cidadãos a serem inoculados com tais experimentos, sem que ao menos se tivesse certeza da eficácia duradoura do processo e do grau de efeitos adversos. Talvez tais experimentos tenham salvo alguns – há uma resposta imune, de fato. Mas esta resposta tem sido avaliada como curta no tempo e incapaz de deter a transmissão e mesmo a infecção viral. Considerando que o ciclo do vírus já estava passando, é bem possível que tenha sido isto e não o experimento vacinal a causa do amortecimento do número dos casos graves. Qualquer tratamento foi estrategicamente amaldiçoado pelo marketing laboratorial, para assim favorecer a inoculação dos experimentos como única salvação possível. Mas o risco é grande quanto aos efeitos adversos. Já se sabe que a imunidade produzida por tais experimentos genéticos é temporária, por isto a rendosa recomendação de se repetir doses ad infinitum. A cada dose, mais material genético é introduzido, mais proteína viral sendo produzida, mas aditivos vacinais inflamando os tecidos do inoculado. Os vírus mudam rapidamente, são mutantes naturais, e o material genético viral de uma dose já não será o do mesmo vírus.

AS DOENÇAS VIRAIS COMUNS DA INFANCIA

A partir das indicações práticas de Rudolf Steiner, os médicos antroposóficos desenvolveram a noção de que certas doenças virais, e mesmo bacterianas, especificamente sarampo, rubéola, catapora, caxumba, coqueluche, difteria, e mais uma ou outra, são doenças sim, mas são também estímulos interessantes ao sistema imunológico e ao Corpo Etérico da criança. Se o ser humano criança não teve estas doenças, estas especificamente, ele pode ter sido privado de estímulos em seu Corpo Etérico, estímulos imunológicos, que no futuro, na vida adulta e senil, farão falta. Seus órgãos não terão o mesmo teor de sanidade porque não terão sido testados,e exercitados, no contato com estes germes. Também seria importante para a criança ter passado por estas viroses para que a proteína ancestral dos pais pudesse ser eliminada, trocado, pela proteína própria da criança. Esta operação de troca de proteína é feita pelo nosso Corpo Etérico e isto é importante para o crescimento e desenvolvimento. O nosso Corpo Etéico usa um processo de parceria com relação a certos vírus naturais – que são estes do sarampo, da rubéola, etc, para assim realizar esta troca de proteína. Os médicos antroposóficos, sabendo disto, viam o outro lado negativo desta vacinação contra justamente estas doenças virais que seriam úteis, estas chamadas “doenças comuns da infância”. Não contra as vacinas específicas a estas doenças, mas contra o fato da criança não adoecer, e assim se tornar mais fraca, menos treinada imunologicamente, e menos favorecida pela não troca da proteína. Esta proteína que não foi trocada hipoteticamente poderia ficar retida no organismo físico, e ser um foco inflamatório futuro, na vida adulta. A criança seria protegida daquele processo, mas pagaria um preço futuro, na direção de sofrer de doenças degenerativas possíveis, pois o seu corpo etérico teria “endurecido” em sua fluidez no trato com o meio ambiente. Toda vacina é uma noção materialista, que protege o Corpo Físico, mas não reconhece a dinâmica viva e temporal do Corpo Etérico – mas a questão não é esta. A questão é ignorância materialista das leis do Corpo Etérico. As autoridades vacinais, os laboratórios e os pesquisadores e imunologistas acadêmicos, nada sabem sobre o Corpo Etérico, e apenas raciocinam como se o ser humano fosse um Corpo Físico. Quando o Corpo Etérico é emperrado em seus processos, embora o físico seja protegido, isto seria uma possível fonte das doenças chamadas auto-imunes, por exemplo, ou doenças degenerativas, como o câncer. Também uma proteína retida no organismo, e que deveria ser eliminada, na visão médica oculta, pode ser um foco passível de se tornar uma neoplasia futura. A falta de doenças inflamatórias na infância nem sempre é necessariamente um bem, pode ser a privação de um amadurecimento imunológico que, como conseqüência futura, poderá favorecer as doenças degnerativas. Então, muitos médicos antroposóficos questionavam junto aos pais das crianças, sobre se de fato era ou não um bom negócio a vacinação contra as doenças comuns da infância. Justamente porque tais vacinas funcionam. Jamais questionavam sobre a validade das vacinações que protegeriam a criança ou o adulto contra outras doenças que nada tem a ver com estes processos etéricos naturais, tais como são as vacinas contra paralisia infantil (Sabin), ou as vacinas contra tuberculose, ou contra meningite meningocócica, tétano, etc...Estas vacinas, feitas ao molde antigo de vírus atenuado ou inativado, podem salvar vidas ou no mínimo a integridade física das crianças, dos futuros adultos. Em algumas conferências, Rudolf Steiner, nos anos 1920, elogiava a idéia das vacinas contra a varíola e a raiva – que foram as únicas que ele presenciou ainda em vida. Ele não tratou diretamente de todas as vacinas contra as doenças comuns da infância (exceto a vacina anti-difteria) porque estas não existiam ainda no tempo dele. Falou apenas do aspecto positivo das doenças comuns da infância em si, em conferências para médicos. Ele teria elogiado também, ou não sido contrário, à idéia das vacinas posteriores contra viroses epidêmicas, tais como a influenza, a poliomielite, etc.. Numa palestra nos anos 1920, Steiner falava que a difteria na verdade agride as crianças que tiveram alguma falta de cuidado com a parte etérica da pele. E ele criticava o fato de se vacinar crianças contra difteria, impedindo assim um contato natural delas com o vírus, sem se tratar a pele etérica das crianças. Dizia Steiner em uma conferência para os voluntários na construção do Primeiro Goetheanum: “ Tratamento com vacina de vírus modificado é eficaz no caso de difteria, porque o corpo recebe um forte impulso para se tornar ativo, mas tem efeitos colaterais desfavoráveis. Particularmente se uma criança for tratada com vacina, mais tarde sofrerá um endurecimento de sua organização. Deve-se, portanto, realmente tentar substituir o tratamento com vacina pelo banho, especialmente no caso da difteria, que se baseia principalmente na atividade defeituosa da pele”. Esta observação de Steiner é uma crítica à vacinação contra difteria, sem se tratar as causas da difteria em si. É baseada no bom senso clínico. É diferente de um preconceito pró-vacina porque “acredito na ciência” (não acreditamos totalmente numa medicina materialista e permeada por interesses laboratoriais mercadológicos) e também diferente de um preconceito antivacina só porque é algo que provém do materialismo. É quanto a isto que Steiner dizia que não podemos ser fanáticos. Às vezes, numa epidemia, ele achava razoável se vacinar para se salvar vidas. “Não podemos ser fanáticos nisto”, observou Steiner. Mas o que ele chamava de vacina, como vimos, não é o mesmo que temos agora em andamento. Também é muito sério e doentio quando este tipo de questão médica permeia a cabeça de pessoas intelectualizadas e politizadas demais que se acham competentes para opinar em campos médicos e epidemiológicos arrogando autoridade e bom senso no assunto. Medicina é uma coisa prática e não parte de uma ideologia sócio-política. Esta practicidade da Medicina exige sempre a avaliação do “vale a pena”, dos resultados a curto, médio e longo prazo, a visão prognóstica, a eficácia, efeitos colaterais, os recursos alternativos, etc.. É lamentável quando isto passa a fazer parte de um campo ideológico político e passional, ainda mais dentro do movimento antroposófico. E mais lamentável ainda quando questões que merecem uma avaliação livre, como inoculação em massa de experimentos genéticos mal conhecidos, se tornam, de forma autoritária, obrigatórios, violando a liberdade de escolha individual em prol de suposto e ingênuo “bem estar coletivo” (que é a última coisa que os grandes laboratórios estão interessados e boa parte da classe política nacional e planetária). Em nome do bem estar coletivo, você, cidadão, inocularia uma toxina potencialmente carcinogênica em seu sangue? Acredito que não – a não ser que lhe convencessem, com a ajuda da mídia interessada, que aquela toxina é uma medicina eficaz e inócua para você e para todos. Aí faria sentido.

Wesley Aragão – médico antroposófico

06/07/2021
04/07/2021

A arte de curar

Ouvir...de verdade,ouvir...a melodia do ser...
Perceber o tema , a essência do humano viver...
Discernir a dissonância do doentio padecer...
Sintonizar o poder do seu sadio querer... Entender,compreender,bem querer, Empatizar,se identificar,bem afinar,
Para então...e só então... Falar,dialogar,diagnosticar... Sugerir,intervir,agir... Tratar,medicar,operar...
Com clara firmeza e...suave delicadeza; Com profunda certeza e...harmônica beleza;
Reavivando a verdade: científica,fria,dura, Com estética,artística...com bondade,com ternura.

Wilhelm Kenzler

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