Fabiane Marcondes - Psicóloga

Fabiane Marcondes - Psicóloga Sou psicóloga, terapeuta sexual em formação e mestranda em Educação Profissional em Saúde. No momento, os atendimentos são apenas online. CRP 05/60621

11/08/2021

Hoje mais cedo eu indiquei o podcast Gestalt Aberta no story, mais especificamente o episódio "Questões raciais: negritude e gestalt-terapia". Como o espaço do story é bem pequeno, resolvi gravar um vídeo para desenvolver o raciocínio sobre o assunto.

Hoje, 28 de junho, é Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. (Em breve, vou fazer uma postagem explicando cada letra da s...
28/06/2021

Hoje, 28 de junho, é Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. (Em breve, vou fazer uma postagem explicando cada letra da sigla.) Esta data foi escolhida em memória à Rebelião de Stonewall, que aconteceu em 1969, quando pessoas trans, g**s, lésbicas e drag queens reagiram a uma batida policial no bar Stonewall Inn, em Nova York. As batidas policiais em bares que aceitavam o público LGBT eram frequentes, mas em 28 de junho de 1969, acabou resultando em protestos, que continuaram nos dias seguintes.
Já se passaram 52 anos desde a Rebelião de Stonewall e sabemos que houve vários avanços na luta das pessoas LGBTQIA+. Mesmo assim, é pouco. Precisamos avançar mais. É preciso dizer que, na semana passada, uma mulher transexual foi queimada viva em Recife e se encontra internada, em estado grave. Infelizmente, esse não é um caso isolado. Pessoas LGBTQIA+ ainda são agredidas e mortas pelo simples fato de serem quem são.
De acordo com Bordiano et al, ser LGBTQIA+ é um fator de risco para a saúde mental, pois é um grupo de pessoas que costuma sofrer muita rejeição familiar e tem baixa proteção institucional. Durante a pandemia de covid-19, quando tivemos que nos isolar e permanecer em casa, as pessoas LGBTQIA+ ficaram ainda mais vulneráveis, já que a residência é o segundo lugar onde mais acontecem assassinatos desse grupo de pessoas. Além disso, por serem rejeitados pela família, a maioria encontra apoio e afeto em outros espaços. Assim, a pandemia de covid-19 deixou as pessoas LGBTQIA+ ainda mais expostas à experiência de solidão e aos diferentes tipos de violência.
Por isso, hoje é dia de celebração. Celebração pela vida, pela existência e pela resistência de cada pessoa LGBTQIA+. Também é dia de luta. Luta por cada LGBTQIA+ que não teve a oportunidade de estar aqui hoje celebrando o orgulho de ser quem é. Luta também pelas próximas gerações, para que elas aprendam muito mais a amar do que odiar.

Referência: BORDIANO G. et al. COVID-19, vulnerabilidade social e saúde mental das populações LGBTQIA+. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 37, n.3, mar/2021.





Oi, sumides! Na verdade, eu é que ando sumida por aqui, né? Estou cheia de ideias para postar, mas a maratona trabalho/m...
24/06/2021

Oi, sumides! Na verdade, eu é que ando sumida por aqui, né? Estou cheia de ideias para postar, mas a maratona trabalho/mestrado/especialização não tem deixado muito tempo. Mesmo assim, sei que vale a pena, porque estou me aprimorando como profissional.

Por falar em mestrado, essa é a turma 2020 do mestrado profissional em Educação Profissional em Saúde, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (FIOCRUZ), a turma que faço parte. Ontem terminamos uma das disciplinas do semestre – Educação Profissional no Brasil – e tiramos essa foto. Durante a avaliação da disciplina falamos sobre nossas dificuldades em permanecer em um mestrado durante a pandemia. (Só tivemos uma semana de aula em março do ano passado e tenho vários colegas na linha de frente.) Eu particularmente quase tranquei, mas permaneço pelo desejo de realizar minha pesquisa sobre educação em sexualidade na saúde pública, articulando com a educação popular em saúde. Afinal, não vejo como alguém ter uma vivência saudável da sexualidade sem educação. Quanto mais aprendo, mais certeza tenho disso. Mas isso é assunto para outra postagem. Assim que eu amadurecer a pesquisa, falo mais sobre ela por aqui.

Aproveito para dizer o quanto sou grata a essa turma, uma turma que se uniu e se fortaleceu pelo WhatsApp. Não tínhamos outra opção, né?! Sem eles, talvez eu já tivesse desistido. Gratidão demais!!! ❤️





Me chamo Fabiane Marcondes. Eu dei algumas voltas na vida antes de chegar na psicologia. Na adolescência eu desconfiava ...
09/06/2021

Me chamo Fabiane Marcondes. Eu dei algumas voltas na vida antes de chegar na psicologia. Na adolescência eu desconfiava de psicólogos e vivia dizendo “Nunca que eu quero precisar de psicólogo”. Eu tinha uma visão bem ignorante de que psicólogos eram capazes de ler as mentes das pessoas e, por isso, eram manipuladores em potencial. E hoje sei que não é nada disso.

Durante minha primeira formação, tive um professor de filosofia apaixonado por psicanálise e foi quando eu conheci o trabalho de Freud. Alguns anos depois, caiu na minha mão o livro “Quando Nietzsche chorou”. Ainda que seja um romance ficcional, o livro é muito bom em retratar o processo de contato com o paciente, de compreensão de suas questões e todos os desafios que isso traz. Nossa! Eu fiquei encantada. Terminei o livro tendo a certeza de que era isso o que eu queria fazer da vida. Pensando agora, tinha tudo para dar errado. Mas, conforme a graduação em psicologia foi passando, eu fui me apaixonando cada vez mais.

Já terminando a faculdade, me interessei por sexualidade e saúde sexual. Foi então que decidi que esse seria o tema de minha pesquisa de mestrado, que estou cursando desde março do ano passado (com alguns atrasos, por conta da pandemia). Além disso, também resolvi fazer especialização em Terapia Sexual. Apesar de tantos “vai e vem” até chegar na psicologia e na sexologia, hoje, não me imagino fazendo qualquer escolha diferente.









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Rio De Janeiro, RJ

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