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Feliz primeiro advento!
28/11/2021

Feliz primeiro advento!

Desmistificando a depressão,Você não está sozinho!          Créditos das imagens a
17/11/2021

Desmistificando a depressão,
Você não está sozinho!

Créditos das imagens a

Sinais de depressão. Para saber mais, procure um psicólogo ou psiquiatra.
06/11/2021

Sinais de depressão. Para saber mais, procure um psicólogo ou psiquiatra.

Uma sugestão de leitura!
24/10/2021

Uma sugestão de leitura!

Recomendação de leitura: A Viagem de Aninha
16/10/2021

Recomendação de leitura: A Viagem de Aninha

12 de Outubro - Dia das Crianças. A saúde mental não deve ser uma preocupação apenas na vida adulta e na terceira idade....
12/10/2021

12 de Outubro - Dia das Crianças.
A saúde mental não deve ser uma preocupação apenas na vida adulta e na terceira idade. As crianças também podem sofrer com distúrbios emocionais e nem sempre conseguem expressar o que está acontecendo.

Os dados sobre saúde mental infantil são preocupantes. Estima-se que uma em cada quatro a cinco crianças e adolescentes no mundo apresente algum tipo de transtorno mental. Em relação ao Brasil, não há dados concretos, mas a estimativa é que a incidência desses transtornos varie entre 7 e 20% da população infantil.
As causas mais comuns para essas doenças são:

bullying;

excesso de tecnologia;

abuso sexual;

violência;

falta de afeto;

cobrança exagerada vinda da família;

traumas.

Por isso, é muito importante que os pais e pessoas próximas estejam atentas aos sinais de alerta e se empenhem na promoção da saúde mental infantil.

Sem Saúde Mental, não há saúde. Cuide-se!!!🧠
10/10/2021

Sem Saúde Mental, não há saúde. Cuide-se!!!🧠

19/09/2021

Crianças e adolescentes também podem ter depressão?Sim! No estudo Los Angeles Epidemiologic Catchment Area Project, 25% ...
10/09/2021

Crianças e adolescentes também podem ter depressão?

Sim! No estudo Los Angeles Epidemiologic Catchment Area Project, 25% dos adultos com depressão maior relataram o primeiro episódio da doença ocorrendo antes dos 18 anos de idade.

Em geral, as manifestações clínicas da depressão em crianças, adolescentes e adultos são as mesmas, no entanto, é necessário destacar alguns sintomas mais característicos das diferentes faixas etárias, uma vez que correspondem a diferentes fases de desenvolvimento.

Em crianças pré-escolares (6 a 7 anos), a manifestação clínica mais comum é representada pelos sintomas físicos, como dores (principalmente de cabeça e abdominais), fadiga e tontura. O prazer de brincar ou ir para a pré-escola também pode diminuir e as aquisições de habilidades sociais próprias da idade podem não ocorrer naturalmente.

Em crianças escolares (6/7 a 12 anos), o humor depressivo já é notado com mais facilidade e pode ser relatado como tristeza, irritabilidade ou tédio. Essas crianças podem apresentar choro fácil, apatia, fadiga, isolamento, declínio ou desempenho escolar fraco, podendo chegar à recusa escolar, ansiedade de separação, fobias e desejo de morrer. Também podem relatar concentração fraca, queixas físicas, perda de peso e insônia. Nesta fase, é comum a criança não ter amigos, dizer que os colegas não gostam dela ou apresentar um apego exclusivo e excessivo a animais, além de não conseguir se divertir.

Adolescentes (a partir de 12 anos) costumam apresentar sintomas semelhantes aos dos adultos, mas é importante ressaltar algumas particularidades. Adolescentes depressivos não estão sempre tristes, apresentando-se principalmente irritáveis e instáveis, podendo ocorrer crises de explosão e raiva em seu comportamento. Mais de 80% dos jovens deprimidos apresentam humor irritado, perda de energia, apatia e desinteresse importante, retardo psicomotor, sentimentos de desesperança e culpa, perturbações do sono (principalmente sono excessivo), alterações de apetite e peso, isolamento e dificuldade de concentração. Também estão presentes o prejuízo no desempenho escolar, a baixa auto-estima, as ideias e tentativas de suicídio e graves problemas de comportamento, especialmente o uso abusivo de álcool e dr**as.

Alguns destes sinais e sintomas podem ser vistos como uma fase de um “adolescente rebelde”. Contudo, é muito importante ressaltar que irritabilidade, isolamento, tristeza, baixo rendimento escolar, hostilidade e abuso de álcool e outras dr**as, especialmente quando prolongados, NÃO devem ser considerados normais da adolescência. Esses sinais alertam para um provável quadro depressivo que carece de uma avaliação de profissional da área da saúde mental. Quanto mais cedo identificada a depressão e iniciado o tratamento adequado, melhor a perspectiva de qualidade de vida e preservação da funcionalidade da criança ou adolescente.

É importante destacar também que durante este período de investigação e tratamento, o apoio familiar é fundamental, uma vez que confere estabilidade e suporte para estas crianças e adolescentes ainda em formação para uma vida adulta saudável.

Referência: Bahls, Saint-Clair. (2002). Aspectos clínicos da depressão em crianças e adolescentes: clinical features. Jornal de Pediatria. 78. 10.1590/S0021-75572002000500004.
http://www.jped.com.br/conteudo/02-78-05-359/port.asp

Celebridades que sofrem com o transtorno bipolar. Você não está sozinho!
03/09/2021

Celebridades que sofrem com o transtorno bipolar. Você não está sozinho!

NA PRESENTE INVESTIGAÇÃO, A MEDITAÇÃO REDUZIU A INTENSIDADE DA DOR DE TODOS OS SUJEITOS. Para entender melhor como a med...
25/08/2021

NA PRESENTE INVESTIGAÇÃO, A MEDITAÇÃO REDUZIU A INTENSIDADE DA DOR DE TODOS OS SUJEITOS.

Para entender melhor como a meditação influencia a experiência sensorial, esse estudo utilizou a ressonância magnética funcional para avaliar os mecanismos neurais pelos quais a meditação da atenção plena influencia a dor em participantes humanos saudáveis.

Após 4 dias de treinamento de meditação de atenção plena, meditar na presença de estimulação nociva reduziu significativamente o desconforto da dor em 57% e as classificações de intensidade da dor em 40% quando comparado ao repouso.

Vários estudos têm mostrado uma relação positiva entre a meditação e o alívio da dor (Brown e Jones, 2010; Grant et al., 2011), sugerindo que os benefícios dessa técnica podem ser ainda mais percebidos após um treinamento extensivo. No entanto, nesse estudo, descobriram que o aumento da capacidade de focalizar a respiração após um breve treinamento pode efetivamente reduzir a experiência subjetiva da dor.

Dessa forma, as descobertas desse estudo demonstram que alguns dos efeitos benéficos da meditação podem ser realizados após apenas 4 dias (20 min por dia) de treino. Sendo assim, pode-se sugerir que a meditação pode servir como uma terapia adjuvante eficaz em ambientes clínicos.

Referência: Zeidan, F., Martucci, K. T., Kraft, R. A., Gordon, N. S., McHaffie, J. G., and Coghill, R. C. (2011). Brain mechanisms supporting the modulation of pain by mindfulness meditation. J. Neurosci. 31, 5540–5548. doi: 10.1523/JNEUROSCI.5791-10.2011

Endereço

Avenida Venceslau Braz, 71
Rio De Janeiro, RJ
22290-140

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