CEPSI - Centro de Estudos em Psicologia

CEPSI - Centro de Estudos em Psicologia O Cepsi desenvolve eventos, cursos e estudos científicos ligados ao Setor de Psicologia Hospitalar e da Saúde, e de Psicologia Clinica de Adultos e Crianças.

O Cepsi é uma instituição que nasceu na Enfermaria 28 da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro (SCMRJ), em 1984, quando seu chefe, Prof. Dr. Alkindar Soares, abriu suas portas, assim como as da Medicina para a atuação da Psicologia Hospitalar. Este fabuloso profissional, visionário, faleceu em 30 de dezembro de 2009, deixando órfãos muitos de seus seguidores, e a Enfermaria 28 passa a ser dirigida, desde janeiro de 2010, por seu sucessor, Dr Silvio Silva Fernandes. A Responsável Técnica e idealizadora do Cepsi é a psicóloga Maria Alice Lustosa, PhD: Psicóloga Hospitalar e da Saúde; Psicóloga Clínica; Responsável pelo Serviço de Psicologia da 28 Enfermaria desde 1984; Psicóloga Responsável pelo setor de Psicologia das Enfermarias 10,15, 28, 32, 34 e dos Ambulatórios 18 e 39, deste Hospital, até 2014, completando 30 anos de trabalho voluntário neste Hospital Geral. Coordenou o CESANTA, o Centro de Pós Graduação da Sta Casa da Misericórdia do RJ, de 2010 a 2014; Coordenadora do Curso de Especialização em Psicologia Hospitalar da Sta Casa da Misericórdia do RJ; Coordenadora do Curso de Especialização em Psicologia Clínica da Sta Casa da Misericórdia do RJ; Diretora de Publicação da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar (SBPH) gestões 2005-2007 , 2007-2009 , 2007-2009 , e 2009 - 2011; Vice-Presidente da SBPH gestão 2015-2017; Professora de Gerontologia, Sexualidade Humana e Psicologia Hospitalar, do UNI IBMR de 1999 a 2010.

02/03/2026

Mta neva!!!

02/03/2026

A neve aumentou!!

MULHERES NEGRAS E REPRODUÇÃOOlha que dado triste: mulheres negras brasileiras têm abdicado de ter filhos. Sociólogos, de...
02/03/2026

MULHERES NEGRAS E REPRODUÇÃO

Olha que dado triste: mulheres negras brasileiras têm abdicado de ter filhos. Sociólogos, demógrafos e o próprio movimento de mulheres negras no Brasil vêm discutindo isto. Não se trata apenas de uma "escolha" simples, mas um conjunto complexo de fatores estruturais.
A taxa de natalidade está caindo na população brasileira, mas o declínio entre mulheres negras apresenta nuances específ**as. Para fugirem da pobreza, buscam por melhor formação profissional, focando em sua emancipação. Este é um dado do Censo de 2022, divulgado pelo IBGE em 2025.
Há o medo de se tornarem "mãe solo", que é uma realidade para estas mulheres.
Uma constatação assustadora é a da Violência Obstétrica na Saúde Pública. Situação comprovada e divulgada pelo Ministério da Saúde e pela Fiocruz mostram que mulheres negras recebem menos anestesia durante o parto e sofrem mais intervenções desnecessárias ou negligência médica.
O receio do racismo também influencia, pois o medo da violência policial e criminalização que atinge desproporcionalmente jovens negros, é uma realidade. Saber que será necessário preparar a criança, desde cedo, para enfrentar o preconceito não anima ninguém a engravidar.
Finalizando, existe o chamado "Paradoxo" da Fecundidade Negra: as mulheres pretas, de 50 a 59 anos, são a maioria que nunca tiveram filhos, mas, ao mesmo tempo, aquelas que decidem ser mães tendem a ter uma taxa ligeiramente maior que as brancas.
Isso sugere uma polarização: de um lado, um grupo que abdica totalmente da maternidade, do outro, um que ainda enfrenta falta de acesso a métodos contraceptivos ou planejamento familiar ef**az, mantendo a média um pouco mais alta.

Nós todos precisamos nos debruçar sobre estes dados e constatações, para tentarmos mudar este panorama perverso no Brasil. Temos que enfrentar esta realidade para que mulheres negras e brancas tenham os mesmos direitos e oportunidades de maternarem, para realizarem aquele antigo e maravilhoso sonho de formar uma família.

Um Abraço,
Maria Alice Lustosa, PhD
CRP: 05/1719

PREVENÇÃO DO SUICÍDIOA OMS avalia que a 40 segundos alguém comete suicídio.Isto não é alarmante? Sabemos que os jovens t...
27/02/2026

PREVENÇÃO DO SUICÍDIO

A OMS avalia que a 40 segundos alguém comete suicídio.

Isto não é alarmante? Sabemos que os jovens tentam mais se matar do que os idosos, mas os idosos são mais bem sucedidos em suas tentativas, o que é terrível!

Mas, na maioria das vezes, o suicídio é o ponto final de uma estrada de autodestruição que já começou há tempo, onde a pessoa se isola, se entristece, emudece. Enfim, sofre, e muito!

A família precisa estar muito atenta, e a aproximação deve ser muito cuidadosa, para que esta pessoa possa se sentir acolhida e consiga se abrir para receber alguma ajuda para esta imensa dor que sente.

Dizer que ela tem tudo e que não tem do que reclamar, é o que mais essas pessoas ouvem, o que as afasta dos familiares ainda mais. Não é assim que a família pode auxiliar alguém que não está vendo motivo para continuar vivendo, com um sofrimento interno inestimável.

O acolhimento deste sofrimento, a abertura para aceitar o que possa parecer absurdo que esta pessoa sente, é o primeiro passo para a ajuda! Colocar-se junto para pensar em uma solução também é uma boa estratégia para aproximação e abertura para o diálogo.

Não procure minimizar seu sofrimento, nem dizer que isto é uma fase e que já vai passar, pois não é isto que ela está sentindo, muito pelo contrário: ela está vendo que este sofrimento não tem fim, e pois, a única alternativa é cortar esta insuportável dor com a morte.

Procurar uma psicóloga é fundamental, e provavelmente, caso seja diagnosticada como depressão, dependendo do grau, certamente ela indicará uma psiquiatra para acompanhar seu tratamento.

Não brinque com a tristeza do jovem e do idoso: isto pode fazer você perdê-los para a morte e sentir-se culpada para sempre.

Procure uma psicóloga para ajudá-la!

Um Abraço
Maria Alice Lustosa, PhD
CRP: 05/1719

COMUNICAÇÃO NO HOSPITALNo último sábado estive presente em um grupo, para quem pude apresentar o tema: a COMUNICAÇÃO NO ...
25/02/2026

COMUNICAÇÃO NO HOSPITAL

No último sábado estive presente em um grupo, para quem pude apresentar o tema: a COMUNICAÇÃO NO HOSPITAL, entre a Equipe de Saúde.

Sempre me pergunto o motivo da Faculdade não costumar apresentar uma Cadeira que fale sobre alguma Teoria da Comunicação, uma vez que é nosso instrumento de trabalho principal?

Nada adiantam Teorias e Técnicas Psicoterápicas, se não entendemos a Comunicação!
Em todos os Cursos que concedo, incluo uma teoria, de um grupo de comunicólogos de Palo Alto, na CA, que ergueram sua Teoria de Comunicação através de pesquisas realizadas com esquizofrênicos catatônicos, Lá no Século Passado!!!

Postulam alguns axiomas fundamentais:
1. É Impossível Não Comunicar
2. Todo Comportamento é Comunicação
3. Toda Comunicação afeta o Comportamento

A comunicação pode ser Analógica ou Digital, e deveríamos saber decodif**ar as 2 para tentarmos fazê-las coincidir na expressão de nossos clientes.

Ressaltam que toda Comunicação tem:
1. Transmissão de Informação (chamado por eles como “Relato da Comunicação”)
2. Imposição de um Comportamento (“Ordem da Comunicação”)

A 1ª diz respeito ao que você está falando verbalmente, enquanto a 2ª se refere às formas que você diz isto, como tom de voz, posição corporal, etc.

Ressaltam “Patologias da Comunicação”, que tanto encontramos em nossos consultórios, e as dissecam muito bem, podendo também aparecerem no Âmbito Hospitalar.

Observando esta teoria tenho certeza de ter um atendimento muito mais ef**az e satisfatório tanto de minhas clientes do consultório quanto de familiares, pacientes e equipe de saúde no hospital.

Caso você tenha interesse nestes autores sobre os que falei, eis a referência:
Watzlawick, Beavin, Jackson: PRAGMÁTICA DA COMUNICAÇÃO HUMANA,
Cultrix

Um Abraço,
Maria Alice Lustosa, PhD
CRP: 05/1719

FÉRIAS DO PSICOTERAPEUTAMuitos colegas têm (ou tinham!) suas férias coincidindo com as férias escolares, devido a seus f...
23/02/2026

FÉRIAS DO PSICOTERAPEUTA

Muitos colegas têm (ou tinham!) suas férias coincidindo com as férias escolares, devido a seus filhos. Eu mesma, enquanto tive filho pequeno fiz minhas férias do consultório e dos Cursos que ministrava, desta forma.

Mas, não demorou muito para eu notar que, quando tirava um mês inteiro de férias, os não retornos de clientes quando de meu reinício, era muito grande.

Fui procurar as razões para este não retorno, e ficou claro que:
1. Alguns sentiam-se abandonados, num momento em que se sentiam necessitados de minha atenção, de meu trabalho terapêutico com eles;
2. Outros sentiam inveja das alegrias que eu deveria sentir durante este tempo de afastamento, e tinham raiva de mim;
3. E ainda alguns percebiam que se puderam viver 1 mês sem psicoterapia, por que retornar?
Isto me fez reconsiderar meu direito e necessidade de férias.

Jamais tirei férias se eu estivesse com algum cliente em depressão, luto, ou com algum transtorno grave de ansiedade. Uma vez que assumi este compromisso de acompanhar seu mal-estar, não aceitava abandoná-las justo quando mais precisavam de mim.

Mudei assim:
1. Resolvi cortar minhas férias em 4 semanas distribuídas pelo ano. Com isto, podia viajar 4 vezes ao ano com meu filho e familiares.
2. Mas, tendo alguma cliente em um real mau momento, não saía naquela semana, e a transferia para momento mais oportuno.

E, sabe o que notei? Os abandonos do processo psicoterápico, após minha volta, acabaram! O que realmente confirmaram minhas hipóteses de que um processo destes não deve ser interrompido por 1 mês seguido, pois propicia uma série de sentimentos diversos em nossas clientes mais frágeis, e que mais precisam de nós, podendo fazê-las lançar mão de defesas egóicas não tão adaptativas para se proteger desta ameaça que as fazemos sentir.

Agora, isto não mais é problema dado que temos a alternativa de atender virtualmente, o que nos deixa totalmente livres para tirar férias do tamanho que desejarmos: basta levar um aparelho com internet, e nos comunicamos como se estivéssemos no mesmo lugar!

Um Abraço,
Maria Alice Lustosa, PhD
CRP: 05/1719

NETWORKING INTENCIONALVocê já ouviu falar em Networking Intencional? Não??A nossa profissão, na área clínica, pode ser s...
20/02/2026

NETWORKING INTENCIONAL

Você já ouviu falar em Networking Intencional? Não??

A nossa profissão, na área clínica, pode ser solitária, como já escrevi aqui. Entre quatro paredes (reais ou virtuais), mergulhamos no mundo do outro, mas quem é que nos ajuda? Quem colabora conosco?

Pois aí é que pode vir o Networking Intencional para nos apoiar a construir uma rede de apoio. Ter relações profissionais intencionais é o que separa uma clínica estagnada de uma clínica que flui, que se expande.

O networking não é algo puramente comercial. Para nós psis, ele é estratégico e ético. O Networking Intencional, está longe de ser distribuir cartões em eventos, ou para parentes e amigos, com intuito de nos indicarem clientes.

Se aplica a conhecer profissionais de áreas complementares (psiquiatras, nutricionistas, fonoaudiólogos) para quem você confia enviar seus pacientes, e se fazer conhecida por profissionais que podem pensar em você na hora de encaminhar seus clientes para uma psi. Isto é fundamental na Clínica!

Outra maneira de receber clientes é ter um grupo de colegas para discutir casos (com sigilo!) conforme também já sugeri anteriormente.

Quando sua agenda lota ou chega uma cliente que não é sua especialidade, você tem para quem indicar? E quem indica para você?

Buscar profissionais que estejam no seu nível também faz parte desta estratégia. Convide para um café, para se conhecerem, e, mesmo não presencial, para um Zoom. Quem sabe encontrará uma profissional com a qual se identif**a, e possam realizar uma parceria profissional?

Networking Intencional acontece onde seus parceiros estão. Grupos de estudos e associações de saúde são minas de ouro para conexões reais, para trocas de conhecimento e de clientes. Isto é sobre construir relações de confiança com pessoas que podem trocar conhecimento, abrir caminhos e indicar oportunidades.

Desta forma, na nossa profissão, o Networking Intencional não é sobre o que você pode ganhar, mas sobre a força da rede que você consegue tecer.

E por aí, como está sua rede? Você tem colegas "âncoras" ou sente que está em uma ilha? Vamos trocar figurinhas aqui nos comentários!

Um Abraço,
Maria Alice Lustosa, PhD
CRP: 05/1719

19/02/2026

Olha quem chegou!! 💝💝

18/02/2026

Olha quem chega hoje: Belise Bebê!!!🙏👏👏

17/02/2026

Visão Interessante!

3  INCÔMODOS DA ÁREA CLÍNICAVocê que atua na clínica, certamente sente ou já sentiu estes 3 desconfortos:1.A dificuldade...
16/02/2026

3 INCÔMODOS DA ÁREA CLÍNICA

Você que atua na clínica, certamente sente ou já sentiu estes 3 desconfortos:
1.A dificuldade de conseguir clientes que pagam o seu preço. Com isto cobra pouco, o que lhe dá uma instabilidade financeira assustadora. A agenda oscila, pois não atende um cliente novo faz tempo, os clientes estão faltando, e você começa a se perguntar se vai dar pra seguir este seu sonho mesmo.
2. A atuação na clínica é muito solitária. A não ser que você faça parte de uma clínica, você f**a ali o dia todo sozinha, sem ter com quem dividir o que está vivendo.
3.Não deu ainda pra você se sentir segura no que está fazendo, e como o dinheiro tá curto, não pode pagar aquele curso que talvez a fizesse ter mais segurança na sua atuação.

Todas nós passamos por isto, e só as que respiraram fundo e seguiram adiante, conseguido resolver estas situações, é que chegam lá.

1.Para isto comece fazendo networking para poder ter amigas indicando clientes pra você, e você de volta pra elas. Só com pessoas que possam conhecer seu trabalho é que pode aguardar indicação. Exponha-se mais.
2.Sentir-se insegura é natural, mas pra isto é que existe a supervisão: para avaliar o que você está fazendo com o cliente. A Psicoterapia também entra aqui, pois nem todas suas inseguranças são profissionais, né??
3.Não tá com dinheiro sobrando pra fazer o curso e adquirir confiança em você? Então convide algumas amigas para fazerem um grupo de estudos e/ou de discussão de casos que vocês estão atendendo. Uma servirá de apoio pra outra, e isto dá um pouco de alívio na ansiedade, pois você não tá sozinha.

E, não desanime: estude cada dia mais, faça supervisão pra aprender, e psicoterapia pra se tratar, sempre!! Se você não se tratar, vai tratar como sua cliente?

Um Abraço,
Maria Alice Lustosa, PhD
CRP: 05/1719

15/02/2026

SURPRESA!! 💝💋

Endereço

Copacabana
Rio De Janeiro, RJ
23081-000

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