Dra. Sarah Romeo

Dra. Sarah Romeo 🎓 Médica Psiquiatra
📝 Psiquiatria Personalizada
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“Aceitar a si mesmo é o primeiro passo para viver com serenidade.”  (inspirada na filosofia de Sêneca)-A filosofia nos l...
28/02/2026

“Aceitar a si mesmo é o primeiro passo para viver com serenidade.”
(inspirada na filosofia de Sêneca)

-A filosofia nos lembra que a serenidade começa quando deixamos de travar guerra contra nós mesmos.
Aceitar limites, reconhecer vulnerabilidades e acolher a própria história não é sinal de fraqueza — é maturidade emocional.

A autoaceitação abre espaço para escolhas mais conscientes, relações mais saudáveis e uma vida conduzida com menos culpa e mais presença.

Dra. Sarah Romeo
Médica Psiquiatra – RQE RJ 22137
Rio de Janeiro | Telemedicina
21 99949‑6345

Alterações comportamentais e neuropsiquiátricas podem anteceder o comprometimento de memória na Doença de Alzheimer.Apat...
24/02/2026

Alterações comportamentais e neuropsiquiátricas podem anteceder o comprometimento de memória na Doença de Alzheimer.
Apatia, irritabilidade, retraimento social e mudanças de personalidade são sinais iniciais frequentes — e muitas vezes negligenciados.

Reconhecer esses sintomas precoces permite planejamento terapêutico mais eficaz, orientação familiar adequada e intervenções que podem melhorar a qualidade de vida ao longo da evolução da doença.

*Conteúdo informativo. Não substitui avaliação médica. Cada pessoa é única e deve consultar seu médico de confiança para orientação individualizada.

Dra. Sarah Romeo
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🧠 Você cuida de si, como cuida dos outros?Cuidar do outro exige presença, atenção e responsabilidade — mas esse mesmo cu...
21/02/2026

🧠 Você cuida de si, como cuida dos outros?
Cuidar do outro exige presença, atenção e responsabilidade — mas esse mesmo cuidado raramente é direcionado a nós mesmos.
Muitas pessoas mantêm uma rotina de apoio constante aos demais enquanto ignoram sinais de exaustão, sobrecarga emocional e limites pessoais.

Praticar autocuidado não é egoísmo; é condição para sustentar vínculos saudáveis e exercer qualquer papel com equilíbrio.
Reconhecer necessidades, estabelecer limites e buscar ajuda quando necessário são atitudes de maturidade, não de fragilidade.

Cuidar de si é parte essencial do cuidado com o mundo ao redor.

*Conteúdo informativo. Não substitui orientação médica individualizada.

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Os benzodiazepínicos têm indicação restrita e, na maioria dos casos, devem ser utilizados por curto prazo.Quando usados ...
18/02/2026

Os benzodiazepínicos têm indicação restrita e, na maioria dos casos, devem ser utilizados por curto prazo.
Quando usados de forma prolongada, aumentam o risco de dependência, prejuízo cognitivo e quedas, especialmente em pessoas idosas.

O desmame precisa ser gradual, planejado e sempre supervisionado por um profissional habilitado.
O uso indiscriminado desses medicamentos pode comprometer a segurança do paciente.

*Conteúdo informativo. Não substitui orientação médica individualizada.

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Nenhuma prescrição é automática — cada decisão precisa ser contextualizada.A revisão periódica é parte obrigatória do cu...
15/02/2026

Nenhuma prescrição é automática — cada decisão precisa ser contextualizada.

A revisão periódica é parte obrigatória do cuidado. Ajustes de dose, troca de medicação ou manutenção dependem da evolução clínica e dos objetivos terapêuticos.

A suspensão deve ser planejada, gradual e baseada no risco de recaída. Interromper de forma abrupta aumenta a chance de sintomas de descontinuação e piora clínica.

A individualização do tratamento é o princípio central: cada paciente tem necessidades, ritmos e respostas diferentes.

*Conteúdo informativo. Não substitui orientação médica individualizada.

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📌 Lembrete: Uso racional de psicofármacosO uso racional de psicofármacos começa com um diagnóstico preciso, indicação ad...
13/02/2026

📌 Lembrete: Uso racional de psicofármacos
O uso racional de psicofármacos começa com um diagnóstico preciso, indicação adequada, dose correta e acompanhamento contínuo.
Quando bem conduzido, o tratamento é seguro, eficaz e alinhado às necessidades de cada pessoa.

Mitos sobre “alterar a personalidade” ou causar dependência de forma generalizada não têm respaldo científico.
Os riscos existem, mas são conhecidos, previsíveis e manejáveis dentro de uma boa prática clínica.

*Conteúdo informativo. Não substitui orientação médica individualizada.

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O puerpério é um período de maior vulnerabilidade emocional.  O baby blues é comum e passageiro, enquanto a depressão pó...
08/02/2026

O puerpério é um período de maior vulnerabilidade emocional.
O baby blues é comum e passageiro, enquanto a depressão pós‑parto apresenta sintomas persistentes e pode afetar o vínculo mãe‑bebê. Já a psicose puerperal é uma emergência psiquiátrica, com risco elevado e necessidade de intervenção imediata.

O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado reduzem riscos para mãe e bebê. Procure sempre avaliação profissional.

*Conteúdo informativo. Não substitui orientação médica individualizada.

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O sofrimento psíquico faz parte da experiência humana.Nem toda dor emocional configura doença mental.Na prática clínica ...
28/01/2026

O sofrimento psíquico faz parte da experiência humana.
Nem toda dor emocional configura doença mental.

Na prática clínica contemporânea, observa-se ampliação excessiva de rótulos diagnósticos.
Reações esperadas a perdas, frustrações e conflitos cotidianos são, por vezes, tratadas como transtornos psiquiátricos.

A psiquiatria baseada em evidências exige critério.
Diagnóstico pressupõe duração, intensidade, prejuízo funcional e exclusão de respostas adaptativas normais.

Medicalizar o sofrimento comum empobrece a escuta clínica.
Também desloca a responsabilidade subjetiva e social para uma solução exclusivamente farmacológica.

Por outro lado, minimizar sofrimento significativo é igualmente inadequado.
A fronteira entre dor humana e transtorno mental não é ideológica.
É clínica.

O papel ético do psiquiatra é diferenciar.
Nomear quando há transtorno.
Sustentar quando há sofrimento sem patologia.

Nem tudo está sob controle. Reconhecer isso pode reduzir sofrimento psíquico.Mas sofrimento mental exige avaliação, diag...
26/01/2026

Nem tudo está sob controle. Reconhecer isso pode reduzir sofrimento psíquico.
Mas sofrimento mental exige avaliação, diagnóstico e tratamento baseados em evidência.

Nem todo luto é visível.Na vida adulta feminina, perdas simbólicas frequentemente permanecem sem reconhecimento clínico ...
21/01/2026

Nem todo luto é visível.
Na vida adulta feminina, perdas simbólicas frequentemente permanecem sem reconhecimento clínico ou social.

Há lutos relacionados à perda da juventude, do corpo idealizado, da fertilidade, de projetos interrompidos e de relações que não se concretizaram.
São perdas reais, embora não legitimadas socialmente.

A ausência de rituais, validação externa ou nomeação diagnóstica contribui para o silenciamento do sofrimento.
O impacto psíquico pode ser significativo.

Esses lutos podem se manifestar como tristeza persistente, sensação de vazio, irritabilidade, ansiedade ou desânimo crônico.
Nem sempre configuram transtorno mental, mas frequentemente antecedem ou coexistem com quadros depressivos e ansiosos.

A clínica exige diferenciação.
Luto não reconhecido não é sinônimo de depressão maior.
Mas ignorá-lo favorece cronificação do sofrimento.

A procura repetida por procedimentos estéticos pode refletir sofrimento psíquico subjacente.Nem sempre a demanda é estét...
19/01/2026

A procura repetida por procedimentos estéticos pode refletir sofrimento psíquico subjacente.
Nem sempre a demanda é estética. Muitas vezes é psíquica.

Em parte dos casos, observa-se relação com autoestima frágil, insegurança persistente e distorção da autoimagem.
O foco excessivo em detalhes faciais mínimos sugere prejuízo na percepção corporal.

O transtorno dismórfico corporal é o principal diagnóstico diferencial.
Caracteriza-se por preocupação intensa, desproporcional e persistente com defeitos inexistentes ou mínimos.
Procedimentos estéticos não tratam o núcleo do transtorno.

A repetição de intervenções tende a reforçar o ciclo de insatisfação.
Alívio inicial é seguido por nova demanda corretiva.
O sofrimento permanece.

Do ponto de vista ético, há limites claros.
A indicação reiterada de procedimentos sem avaliação psíquica adequada pode agravar o quadro mental.

O uso contínuo de telas e redes sociais exerce impacto direto sobre a saúde mental.Na mulher adulta, esse efeito é frequ...
16/01/2026

O uso contínuo de telas e redes sociais exerce impacto direto sobre a saúde mental.
Na mulher adulta, esse efeito é frequentemente silencioso e cumulativo.

A hiperconectividade interfere na atenção sustentada, fragmenta o descanso mental e compromete a qualidade do sono.
Estímulos constantes dificultam o desligamento cognitivo e emocional.

A exposição prolongada a conteúdos idealizados intensifica comparação social e insatisfação corporal.
A autoimagem torna-se mais vulnerável, especialmente em fases de maior sobrecarga psíquica.

Observa-se aumento de ansiedade, irritabilidade e dificuldade de regulação emocional.
A alternância contínua entre demandas digitais e papéis múltiplos — trabalho, maternidade, cuidado familiar — amplifica o desgaste mental.

Não se trata de demonizar a tecnologia.
Trata-se de reconhecer limites neuropsíquicos reais.

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