19/11/2025
Hoje participei, representando a Academia Nacional de Medicina, do simpósio “Saúde e Direito” no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
Falamos sobre equidade no nascer, direitos reprodutivos, violência obstétrica, desigualdades raciais e territoriais, e sobre como políticas públicas, como a Rede Alyne, podem transformar a experiência de gestar e parir no nosso país.
A mortalidade materna é evitável. A morte de uma gestante não é falha do corpo — é falha do sistema.
Discutir boas práticas, acolhimento, ambiência, formação profissional e responsabilidade institucional é essencial para garantir que cada mulher, em qualquer território, possa nascer e fazer nascer com dignidade, segurança e respeito.
Que esse diálogo siga firme, unindo ciência, saúde pública e justiça.
Seguimos!