Centro de Pesquisa do Hospital Federal dos Servidores do Estado

Centro de Pesquisa do Hospital Federal dos Servidores do Estado Página voltada para divulgação do projeto de voluntariado para os te**es da vacinas produzidas pa

A variante delta e as vacinas para Covid-19Com o avanço da pandemia por Covid-19 em diferentes regiões do mundo, novas m...
18/08/2021

A variante delta e as vacinas para Covid-19

Com o avanço da pandemia por Covid-19 em diferentes regiões do mundo, novas mutações têm surgido e muitas delas associadas à maior transmissão e contágio. A variante delta (B.1617.2) é a preocupação mais recente e há evidências de que esteja circulando em níveis altos no Rio de Janeiro e em outras regiões do país.

Nós que trabalhamos na linha de frente já observamos na última semana um aumento do número de casos, seja na população, seja nos profissionais de saúde. A boa notícia é que as internações de casos graves ainda não subiram na mesma proporção até a data ,o que provavelmente indica a eficácia vacinal na redução de SDRA e mortalidade.

A disponibilidade de vacinas e a ampla vacinação da população não devem ser estímulos para a suspensão de medidas preventivas importantes, como evitar multidões e manter uso de máscaras. Isso porque o efetivo controle da doença a nível mundial só será possível com a vacinação em ampla escala, em todos os países, a fim de frear os casos graves.

Enquanto houver países com níveis incontroláveis de contágio, como a Indonésia e a Índia, recentemente, o surgimento de novas mutações e a possível resistência às vacinas continuarão a nos assombrar.

Fonte: https://pebmed.com.br/editorial-a-variante-delta-e-as-vacinas-para-covid-19/

Estudo mostra alta eficácia da vacina da Janssen contra variante Delta do coronavírus.O estudo, chamado Sisonke, fornece...
11/08/2021

Estudo mostra alta eficácia da vacina da Janssen contra variante Delta do coronavírus.

O estudo, chamado Sisonke, fornece a primeira evidência em larga escala de que a vacina da J&J é ef**az contra essa variante dominante, de acordo com a colíder do estudo, Glenda Gray. O imunizante provavelmente protege mais contra a delta do que indicava em relação à cepa anterior beta, disse em apresentação na sexta-feira.

Nos te**es realizados entre 17 de fevereiro e 17 de maio, o imunizante produzido pela Johnson e Johnson evitou a hospitalização média de 66% das pessoas, sendo 71% dos casos da variante Delta e 67% da variante da Beta. O percentual de proteção contra mortes ficou entre 91% e 95%.

Após a vacinação, 96% dos infectados apresentaram sintomas leves, 3% moderados, menos de 0,05% severos. Ainda foram registradas menos de 0,05% de mortes.

Os resultados, obtidos com quase 480 mil profissionais de saúde, marcam o primeiro teste no mundo real da vacina de dose única da Johnson & Johnson contra a mutação e apoiam um pequeno estudo de laboratório que a empresa divulgou no mês passado mostrando boa proteção contra a cepa.

Durante os estudos foram identif**ados dois casos raros de trombose, onde ambos se recuperaram totalmente.

Esses resultados mostram que ainda não há necessidade de reforço.

Como o cérebro pandêmico nos afeta no dia a dia?"Você para o carro em um estacionamento de vários níveis em um shopping....
09/08/2021

Como o cérebro pandêmico nos afeta no dia a dia?

"Você para o carro em um estacionamento de vários níveis em um shopping. Você volta depois de várias horas. Por um momento, você se perde e não consegue lembrar onde deixou o carro. O hipocampo é a área do cérebro responsável por implementar essa memória, justamente uma das áreas mais afetadas pelos efeitos da pandemia."

O hipocampo também está envolvido nos processos de aprendizagem. Além disso, é uma área que normalmente se deteriora com a idade.

"É por isso que os idosos podem ser mais vulneráveis, embora também tenhamos detectado que as crianças podem sofrer atrasos no desenvolvimento social e de linguagem"

Mas os efeitos do chamado cérebro pandêmico vão muito além de um leve comprometimento da memória ou declínio na capacidade de aprendizagem.

Há muitos receptores que são sensíveis ao cortisol, por isso várias redes neurais são afetadas, o que se revela em nossas possíveis oscilações de humor frequentes, sentimentos de medo ou incapacidade de concentração, de realizar várias tarefas ao mesmo tempo ou tomar decisões sem hesitação.

Isso se deve ao seu impacto no sistema límbico e na amígdala, sendo esta última responsável por nos fazer sentir emoções.

"Muitos pacientes descrevem uma sensação de 'névoa cerebral' e se queixam que não tomam mais decisões da mesma forma que faziam antes"

Naturalmente, essa carga psicológica também é acompanhada por consequências fisiológicas irremediáveis.

"A depressão e a ansiedade afetam nosso sono, alteram nosso apetite e causam fadiga"

Não afeta a todos da mesma forma
Como em tudo, o cérebro pandêmico é mais suscetível em algumas pessoas do que em outras. Aqui, entram em cena a resiliência individual e o nível de estresse a que estamos submetidos.

Quem padeceu com o isolamento social não sofre tanto quanto alguém que perdeu um familiar ou conhecido, ficou desempregado ou foi infectado.

Nestes casos, além do estresse crônico, também pode surgir o estresse pós-traumático, aumentando a instabilidade da saúde mental, a depressão, o sofrimento e a ansiedade.

"Alguns de nós mostraram mais resiliência e criaram estratégias durante o confinamento para nos mantermos saudáveis, como seguir uma rotina de exercícios físicos. Mas, para os mais afetados, pode ser mais difícil seguir esse tipo de atividade".

"A autogestão do estresse é algo pessoal que nem todos nós alcançamos da mesma forma. Todos nós já tivemos estresse em nossas vidas. Se conseguimos superá-lo, esse estresse pode até ser bom em certo ponto"

É possível se recuperar?

As pessoas superam desastres naturais ou a perda de entes queridos, por isso também devemos superar isso. Mas primeiro a causa precisa desaparecer", esclarece.

"À medida que as liberdades forem recuperadas, e as pessoas retomarem o contato social, todos nós vamos melhorar
Enquanto esperamos pelo retorno à normalidade, os especialistas aconselham adotar algumas técnicas para trazer de volta nossas funções cognitivas.

"Precisamos nos desafiar com jogos de memória para recuperá-la, assim como aprender coisas novas", recomenda a neuropsicóloga.

Devemos nos concentrar em criar uma espécie de "harmonia de ritmos".

"Levantar da cama na mesma hora, comer regularmente e fazer exercício físico dá ao cérebro uma chance melhor de se recuperar."

Mas embora essas atividades possam ser suficientes para muitos, alguns de nós podem precisar da ajuda de profissionais.

Covid: o que é cérebro pandêmico e como ele afeta nosso dia a dia"Sento para escrever este texto. Começo. Estou indo bem...
09/08/2021

Covid: o que é cérebro pandêmico e como ele afeta nosso dia a dia

"Sento para escrever este texto. Começo. Estou indo bem, já tenho 100 palavras. Na verdade, acho que esta última frase talvez não esteja clara. Deleto. Acabo apagando tudo. Como faço para voltar? Página em branco. Mente em branco. Os minutos passam. Eu checo o telefone. É impossível me concentrar!"

É muito provável que no último ano e meio você tenha sentido algo semelhante ao realizar alguma atividade.

Se for o caso, não se preocupe. Você não está sozinho. Temos um cérebro pandêmico.

Não se trata de um termo clínico, mas é assim que alguns cientistas chamam a série de males que nosso cérebro está sofrendo como resultado da pandemia.

O estresse crônico e os longos períodos de confinamento não afetaram apenas nossa capacidade de memória e concentração. Alguns especialistas acreditam que é possível que algumas áreas do nosso cérebro também tenham diminuído de tamanho.

Mas será que vamos f**ar assim para sempre?

Estresse prolongado
Os especialistas concordam que o principal responsável pelas mudanças na nossa mente é a longa exposição ao estresse por tanto tempo, o estresse crônico.
Mas quando o fim não está à vista, e o estresse continua por uma sessão prolongada, se torna problemático
"Há níveis 'bons' de estresse. Se você precisa completar uma tarefa em um prazo apertado, uma vez que você completa, o estresse vai embora. Tudo acaba"
É isso que está acontecendo com a gente na pandemia. Vivemos um estado prolongado de espera, de confinamentos e relaxamentos, restrições e medidas de proteção sem saber quando vamos recuperar o que hoje chamamos de normalidade.

O estresse prolongado libera cortisol e, se você tiver problemas contínuos com esse hormônio, ele pode afetar o volume de algumas áreas do cérebro.

 Dia 2 de setembro o Rio começa a voltar a ser a cidade que a gente ama. 🙌🏻Depois de muito estudo, análise de dados e av...
30/07/2021



Dia 2 de setembro o Rio começa a voltar a ser a cidade que a gente ama. 🙌🏻
Depois de muito estudo, análise de dados e avaliação de exemplos mundo afora, somos a primeira capital do Brasil a divulgar um planejamento detalhado de flexibilização das restrições impostas pela pandemia.
Com o apoio dos cariocas, estamos atingindo níveis excelentes de vacinação, o que já se reflete na queda de internações e mortes por covid-19 na cidade. Mantidas estas condições, entraremos no mês de setembro com cenário de imunização equivalente ao de grandes cidades europeias que já estão retomando a normalidade.
Diante disso, é obrigação da Prefeitura do Rio se planejar para retomarmos a vida, o cotidiano e a economia da forma mais consciente, segura e organizada possível.
Para marcar esse retorno, vamos promover um grande calendário de eventos com duração de um ano. O Rio de novo começa dia 2 de setembro e vai trazer vida, alegria, cultura, investimentos, emprego e esperança de volta à nossa cidade.
Falta muito pouco. Continue se cuidando.
| Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro

6 problemas de saúde comuns no tempo frio e como evitá-los.No tempo frio, à medida que o ar f**a seco e frio, ele torna-...
28/07/2021

6 problemas de saúde comuns no tempo frio e como evitá-los.

No tempo frio, à medida que o ar f**a seco e frio, ele torna-se carregado com partículas de poeira e poluição e o nosso sistema respiratório precisa trabalhar mais. Com o inverno nos mantemos mais dentro de casa e o maior contato com germes é a receita perfeita para um resfriado. Veja os problemas mais comuns dessa época do ano:

1. Resfriado Comum
Os sintomas são: coriza, congestão, dor de garganta e espirros. Normalmente causados por um vírus, os resfriados duram cerca de uma semana e podem ocorrer várias vezes ao longo do ano, mas normalmente não resultam em sérios problemas de saúde.

Evitando: a melhor maneira de evitar qualquer infecção é lavar as mãos regularmente, desinfetar as superfícies mais comumente tocadas, manter a boa saúde com boa alimentação, atividade física regular e sono adequado.



2. Gripe
A gripe apresenta febre, mal-estar e tosse seca. Pode durar mais de uma semana e os sintomas são muito mais fortes que os dos resfriados comuns.

Evitando: vacinando contra a gripe, especialmente se você se enquadra em um "grupo de risco", que inclui idosos, mulheres grávidas e pessoas com doenças crônicas. Embora a vacina não proteja contra todos os tipos de vírus, ela pode reduzir o risco de contrair a gripe.

3. Pneumonia
Pode ser resultado da gripe, porque as infecções virais diminuem a capacidade do corpo para resistir à bactéria. Os sintomas geralmente começam com febre e tosse.

Evitando: tome a vacina contra a gripe, pois esta é a causa comum da pneumonia. A vacina pode ajudar na proteção. Fique longe de amigos ou familiares que estão doentes e evite fumaça de cigarro.

4. Sinusite
É a inflamação dos seios perinasais e pode ser um indicador de condições mais graves. Estas infecções são frequentemente causadas por vírus, por isso é melhor tentar descongestionantes baseados em corticosteroides, analgésicos e anti-histamínicos.

Evitando: comer frutas e vegetais embalados com antioxidante em abundância, evitar o fumo e os poluentes, beber muitos líquidos e considerar o uso de um umidif**ador.

5. Rinite e asma brônquica
Ambos os problemas podem ser causados por alergias que pioram durante o tempo mais frio. Respirar um alérgeno como poeira geralmente desencadeia a rinite e os sintomas incluem coriza e espirros. A asma brônquica é uma inflamação dos brônquios, as passagens que levam o ar para os pulmões, o que provoca tosse e falta de ar.

Evitando: fique longe de fumantes e pessoas com resfriados, coma muita fruta e vegetais frescos, tenha uma atividade física regular e use medicamentos antialérgicos recomendados por um médico.

6. Otite
Também conhecida como infecção no ouvido, é mais comum no verão. No entanto, infecções comuns no frio como congestionamento e rinite nasal podem te pôr em risco de otite também.

Evitando: tome cuidado com as doenças mencionadas acima e não deixe que os sintomas da congestão nasal se estendam por um longo tempo. Proteja os seus ouvidos contra o vento frio, com lenços chapéus e casacos para prevenir infecções de ouvido.

Posso tomar bebida alcoólica após me vacinar contra a covid-19? A interação de fármacos com o álcool pode estar presente...
23/07/2021

Posso tomar bebida alcoólica após me vacinar contra a covid-19?

A interação de fármacos com o álcool pode estar presente nas bulas de alguns medicamentos. No caso das vacinas hoje disponíveis no país — AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer— não existe qualquer indicação expressa desse possível efeito, e nem mesmo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu orientação nesse sentido.

O consumo esporádico e racional dessa substância não acarreta alteração crônica no organismo capaz de influenciar a ação da vacina.

Não existe evidência mostrando que o álcool antes ou após a imunização possa interferir na sua resposta final. O mesmo não se pode dizer dos usos crônico ou exagerado, que afetam não só os sistemas orgânicos como atrapalham a resposta imunológica.

Dá para festejar, sim, mas de forma moderada, ninguém pode negar que este é um evento que merece ser celebrado com um brinde à sua saúde.

Fui vacinado contra a COVID-19: e agora?Todas as pessoas, mesmo com o esquema vacinal completo, devem manter o uso de eq...
21/07/2021

Fui vacinado contra a COVID-19: e agora?

Todas as pessoas, mesmo com o esquema vacinal completo, devem manter o uso de equipamentos de proteção individual (máscaras), as medidas de etiqueta respiratória, o distanciamento social e a higienização das mãos, até ordens em contrário das Autoridades de Saúde.

Esta recomendação deve-se ao fato de a proteção conferida pela vacina não ser de 100%. Teoricamente, uma pessoa vacinada pode ser infectada e também, com ou sem sintomas, contribuir para a transmissão do vírus.

✔️Máscara😷
✔️Ambientes ventilados🪟🌬
✔️Higiene das mãos🖐🏿🧼
✔️Distância🧍🏾‍♂️➖🧍🏼‍♀️

Variantes presentes no Estado do RioOs dados mais recentes do monitoramento mostram a presença da variante Delta (B1.617...
21/07/2021

Variantes presentes no Estado do Rio

Os dados mais recentes do monitoramento mostram a presença da variante Delta (B1.617.2), contudo, a linhagem P.1 (Gama/Brasil) continua sendo a mais frequente no Estado. Além disso, há registro em baixa frequência da VOC B.1.1.7 (Alfa/Reino Unido), e declínio da P.2, desde novembro do ano passado.

O sequenciamento do vírus da covid-19 não é um exame de rotina nem de diagnóstico, é feito como vigilância genômica, para identif**ar modif**ações sofridas pelo vírus SARS-CoV-2 no Estado. Nesse sentido, o estudo vem cumprindo seu papel e orientando as políticas públicas de Saúde no Estado.

A SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da SVAPS (Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde), informou que das amostras sequenciadas da variante Delta no Estado do Rio de Janeiro, foram registrados 83 casos até o momento, sendo 81 em 12 municípios e dois de pessoas que tiveram exames coletados no Estado, mas ainda sem confirmação do município

Os casos foram registrados nos municípios do Rio de Janeiro (23), São João de Meriti (17), Nova Iguaçu (11), Mesquita (7), Duque de Caxias (5), Japeri (4), Seropédica (4), Maricá (3), Queimados (3), Campos dos Goytacazes (1), Itaboraí (1), Itaguaí (1) e Niterói (1). No caso em Campos, a contaminação foi importada após uma viagem do residente à Índia.

Independentemente da cepa do vírus ou linhagem, as medidas de prevenção e métodos de diagnóstico e tratamento da covid-19 seguem os mesmos. Sendo assim, não há alteração nas medidas sanitárias já adotadas, como uso de máscaras e álcool em gel, lavagem das mãos e distanciamento social.

Durante o período de pandemia de Covid-19, houve grande desenvolvimento em métodos diagnósticos para detecção de infecçã...
15/07/2021

Durante o período de pandemia de Covid-19, houve grande desenvolvimento em métodos diagnósticos para detecção de infecção por SARS-CoV-2. No contexto de emergências e em leitos de internação, métodos que possam fornecer resultados de forma rápida e com alta acurácia são desejáveis.

Embora a realização de RT-PCR em swabs nasofaríngeos seja considerado o método padrão-ouro para diagnóstico, questões como aceitabilidade e custos são barreiras para sua aplicação de forma ampla. Já os te**es rápidos de antígenos foram desenvolvidos para permitir a tomada rápida de decisão, mas questionamentos em relação à adequabilidade da performance dos te**es podem limitar sua aplicabilidade.

RT-PCR de swab nasofaríngeo foi o método com maior sensibilidade para o diagnóstico de infecção por SARS-CoV-2 em pacientes hospitalizados com doença moderada a grave.
RT-PCR de amostras salivares pode ser uma alternativa em pacientes em que não seja possível a realização de swab nasofaríngeo, principalmente se a coleta ocorrer nos primeiros sete dias de sintomas.

A sensibilidade dos te**es de antígeno foi menor do que os exames de RT-PCR em ambos os tipos de amostra. Por esse motivo, os autores não recomendam seu uso em pacientes hospitalizados.

Anvisa concede aprovação de mais duas pesquisas clínicas de vacinas contra Covid-19.A Agência Nacional de Vigilância San...
15/07/2021

Anvisa concede aprovação de mais duas pesquisas clínicas de vacinas contra Covid-19.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira, 14, duas novas pesquisas clínicas de candidatas a vacinas contra Covid-19, que serão testadas no Brasil: a vacina inativada célula vero, desenvolvida pelo Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas e a vacina AZD2816, da Astrazeneca.

Vacina célula vero
Aprovada pela Anvisa, a pesquisa é um ensaio clínico de fase 3, controlado por placebo, que visa avaliar e mensurar a eficácia, a segurança e a imunogenicidade da vacina em adultos com 18 anos ou mais, após a administração de de duas doses, contando com um intervalo de 14 dias entre elas.

A pesquisa que será realizada em território nacional é parte de um estudo que está sendo realizado na China e em outros países, como Malásia, Bangladesh, China e México. Aproximadamente 34.020 participantes serão convidados, sendo 7.992 deles no Brasil, divididos entre os estados de Goiás, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Vacina AZD2816
A segunda pesquisa clínica aprovada pela Anvisa irá testar um novo imunizante da Astrazeneca, com tecnologia de vetor de adenovírus recombinante, que é uma nova versão da vacina já disponível em território nacional, produzida em parceria com a Fiocruz. A nova versão conta com um componente que promete proteger contra a cepa B.1.351 do Sars-CoV-2, identif**ada primeiro na África do Sul.

O estudo da nova vacina é de fase 2 e 3 e parcialmente duplo-cego, randomizado, multinacional, com controle ativo em adultos de 18 anos ou mais, já vacinados e não vacinados para determinar a eficácia, segurança e a imunogenicidade da candidata quando administrada nas seguintes condições:

Como dose única em pessoas soronegativas para Sars-CoV-2 e que receberam a vacinação primária de duas doses com a primeira vacina disponível da Astrazeneca ou uma vacina de RNA mensageiro contra Covid-19.
Como vacinação homóloga primária de duas doses para indivíduos soronegativos para Sars-CoV-2 que não estão vacinados.
Como sendo segunda dose em uma vacinação heteróloga primária de duas doses, tendo a primeira vacina da Astrazeneca como a primária e a segunda com a nova versão, para pessoas soronegativas para SARS-CoV-2 que ainda não tenham sido vacinadas.
Em todas as condições, a segunda dose deve ter sido administrada pelo menos três meses antes da primeira administração de doses no estudo clínico.

A pesquisa será patrocinada pela própria Astrazeneca e o imunizante será fabricado pela empresa Symbiosis Pharmaceutical Services, com sede no Reino Unido.

A Organização Mundial da Saúde orientou a partir de hoje uma nova nomenclatura para as variantes do Coronavírus identif*...
03/06/2021

A Organização Mundial da Saúde orientou a partir de hoje uma nova nomenclatura para as variantes do Coronavírus identif**adas ao redor do mundo. Elas devem deixar de serem chamadas pela nacionalidade dos países onde foram inicialmente descobertas e passam a ser identif**adas com letras do alfabeto grego. Portanto as variantes antes conhecidas como do Reino Unido, da África do Sul, do Brasil e da Índia passam a partir de agora a serem identif**adas como variantes alfa, beta, gamma, e delta respectivamente.

Endereço

Rua Sacadura Cabral 178
Rio De Janeiro, RJ
20221-161

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