Izabela Ribeiro Psicóloga

Izabela Ribeiro Psicóloga Psicóloga clínica especialidade em terapia cognitivo comportamental

Embora o dorama traga a temática da saúde mental, a forma como a história se desenvolve pode passar uma mensagem delicad...
05/02/2026

Embora o dorama traga a temática da saúde mental, a forma como a história se desenvolve pode passar uma mensagem delicada: a de que o amor seria suficiente para curar dores profundas e até transtornos psicológicos. Essa é uma romantização muito comum na ficção, onde o relacionamento aparece como solução para tudo que está ferido.

Na vida real, não funciona assim.

Sofrimentos psíquicos sérios não desaparecem apenas porque alguém nos ama. Amor pode ser apoio, presença e acolhimento, mas não substitui tratamento, acompanhamento psicológico e um espaço seguro para elaborar traumas.

Refletir sobre essas narrativas não significa deixar de se emocionar com a história — significa apenas lembrar que algumas dores não pedem romance, pedem cuidado.

Este post não tem a finalidade de fechar diagnósticos clínicos. Se alguns dos sintomas mencionados se parecem com o que você sente, procure uma avaliação psicológica com um profissional qualificado.

Aproveitando a estreia da segunda temporada da nossa Elfa nostálgica para refletir aqui com vocês.Tem pessoas que só per...
27/01/2026

Aproveitando a estreia da segunda temporada da nossa Elfa nostálgica para refletir aqui com vocês.

Tem pessoas que só percebem o valor de certos momentos quando eles já passaram. Não por falta de amor, mas porque viver no automático parece mais seguro do que sentir tudo enquanto acontece.

A presença emocional exige pausa, consciência e contato — coisas que quase ninguém nos ensina.
E, muitas vezes, só nos damos conta dessa ausência quando algo se perde.

Refletir sobre isso também é uma forma de cuidado.

05/01/2026

VOCÊ NÃO PODE SALVAR TODO MUNDO!!

Por mais que exista amor, cuidado ou boa intenção, ninguém muda pelo outro. Mudança exige consciência, desejo e responsabilidade individual.

Quando tentamos salvar todo mundo, acabamos assumindo um papel que não é nosso. Ajudar é diferente de carregar o outro nas costas.

04/01/2026

Pensar o tempo todo nos piores cenários possíveis não é ‘se preparar’.

É viver sofrendo por algo que, na maioria das vezes, nem acontece. Felizmente conseguimos resolver isso com muita terapia.

O sofrimento de Itadori vai muito além de lutar contra Maldições. Ele carrega uma dor que muitos de nós conhecemos: a Cu...
03/11/2025

O sofrimento de Itadori vai muito além de lutar contra Maldições. Ele carrega uma dor que muitos de nós conhecemos: a Culpa Excessiva por coisas que não podemos controlar.

​Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), isso tem nome: Personalização. ​Mas, aqui está a parte que ninguém te conta: Essa culpa extrema não é um erro; é um mecanismo de defesa inconsciente que a mente dele usa.

​Ele prefere a dor da Culpa à paralisia da Impotência.
​Quando Yuji se culpa, ele está, na verdade, tentando se proteger do medo terrível de que o mundo é caótico e que seu esforço nem sempre é o suficiente para mudar o curso das coisas. A culpa traz então uma ilusão de controle.

Mas o preço que ele paga por esse escudo o leva ao esgotamento emocional de sempre tentar ser melhor, salvar a todos e de que ele pode e realmente vai mudar todas as situações.

Por mais dias como este 💙🌊
23/10/2025

Por mais dias como este 💙🌊

14/10/2025

“Ninguém nunca vai me amar.”
Foi o que o Gaara acreditou por anos.
Uma única experiência ruim virou verdade absoluta.
Um olhar de rejeição virou prova de que o mundo inteiro o odiava.

Mas o problema nunca foi o mundo — foi a generalização.
Ele pegou a dor de um momento e fez dela uma regra pra vida toda.

Quantas vezes você faz o mesmo?
Transforma uma falha em “eu sempre erro”?
Um “não” em “ninguém nunca vai me querer”?

A mente tenta te proteger… mas às vezes, ela te prende no deserto.

Talvez você já tenha pensado isso em algum momento — e acreditado que era verdade.Mas esse tipo de pensamento é o que ch...
08/10/2025

Talvez você já tenha pensado isso em algum momento — e acreditado que era verdade.

Mas esse tipo de pensamento é o que chamamos, na terapia, de generalização: quando uma experiência difícil vira uma regra sobre quem você é.

Você não foi ouvido uma vez, não foi escolhido em outra… e, sem perceber, passou a concluir que nunca será suficiente pra ninguém.

Só que isso não é um fato — é uma leitura limitada, construída a partir da dor.
E quando a dor vira medida, tudo parece pequeno, inclusive você.

Na terapia, a gente aprende a olhar pra esses pensamentos com mais clareza e questionar:

“Será que isso é verdade sempre?”
Na maioria das vezes, não é.

29/09/2025

Você já deve ter tido um daqueles dias em que pensou: “Tudo sempre dá errado pra mim.”

Mas esse tipo de pensamento é uma distorção cognitiva chamada generalização.

Um erro ou um momento difícil passa a ser visto como se definisse toda a sua vida.

O problema é que, quando acreditamos nisso, nosso humor despenca, nossa motivação diminui e ficamos presos em um ciclo negativo que não corresponde à realidade.

Nem tudo sempre dá errado. Reconhecer que existem momentos bons (mesmo que pequenos) é o primeiro passo para sair desse padrão.

E você, já percebeu esse tipo de pensamento no seu dia a dia?

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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