MITRA Clínica especializada em exames de imagem em ginecologia e obstetrícia e assistência pré-natal. Dra Gabriela Andrews, Dra Fernanda Satty e Dra Angelica Ayres

   with Domingo vimos nascer uma bebê empelicada, ou seja, dentro da bolsa das águas. O mais comum é a bolsa romper dura...
23/09/2020

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Domingo vimos nascer uma bebê empelicada, ou seja, dentro da bolsa das águas. O mais comum é a bolsa romper durante o trabalho de parto mas a Joana quis nascer dentro da bolsa que só rompeu quando terminou de sair o corpo dela. É bem raro e bem lindo. Segundo algumas crenças, são bebês de sorte. Achei essa foto linda dessa fotógrafa super premiada para demonstrar esse tão raro parto. ❤️

“Gratidão a Helo, Drª Angélica e Drª Andrea.Gratidão a equipe Parto Ecológico.Eu estava perdida e me perguntando como en...
10/08/2020

“Gratidão a Helo, Drª Angélica e Drª Andrea.
Gratidão a equipe Parto Ecológico.

Eu estava perdida e me perguntando como encontraria alguém para me apoiar nessa decisão tão importante na minha vida... ter o meu filho da forma mais fisiológica, natural e cheia de ocitocina possível!
Até que um dia sentada no sofá em um domingo à noite , já com 34 semanas de gestação , eu achei no livro Parto Ativo o site do Parto Ecológico.
Começou ali... a escolha mais certa e direcionada por Deus!
Achei a Heloísa! Achei o mesmo propósito! Achei a Drª Angélica... achei uma equipe que não pode parar e que não pode deixar essa chama apagar!
Foi lindo, único e indescritível!
Obrigada! Do meu coração!”

Eu fui cúmplice de como ela confia no corpo dela. A gestação estava se aproximando de 42 semanas e sugeri fazer acupuntura para induzir o parto. Ela não queria, ela confiava que ia acontecer. E aconteceu! De forma espontânea e natural, chegou o Benjamin! Que as mulheres possam ter o suporte e seguir os seus instintos para aguardar o tempo certo da chegada dos seus bebês! Parabéns,
Natasha e Pedro! (Angelica Ayres)

22/05/2020

Um abraço em forma de vídeo para todas as gestantes e puérperas nesse momento de pandemia que vivemos. Não está fácil, eu sei... escutamos vocês e tentamos acolher no que a gente consegue mas o cenário é de muitas incertezas né? Então vamos tentar olhar para trás e ver que muitas mulheres já passaram por isso em outros tempos e os “milagres” acontecem! Força para todas!💪🏼 ̧ão

Em virtude da atual situação do coronavírus em nossa cidade/país, estamos restringindo o atendimento somente às gestante...
20/03/2020

Em virtude da atual situação do coronavírus em nossa cidade/país, estamos restringindo o atendimento somente às gestantes e emergências, além de concentrar os atendimentos em somente 3 dias da semana. Espero que compreendam! Angelica, Fernanda e Gabriela.

Texto escrito pela Fernanda Macêdo: “Tem circulado pelas redes sociais uma recomendação da Agência Espanhola de medicame...
01/10/2019

Texto escrito pela Fernanda Macêdo: “Tem circulado pelas redes sociais uma recomendação da Agência Espanhola de medicamentos e produtos sanitários recomendando que gestantes não façam uso da Ondansetrona, no Brasil vendido com o nome comercial de Vonau, especialmente no primeiro trimestre, pelo risco de malformação fetal do tipo orofacial (lábio leporino e fenda palatina). O trauma da talidomida continua no nosso imaginário, como um grande fantasma.
Esta recomendação porém se baseia em estudos retrospectivos que mostram um discreto aumento do risco. Os estudos não são consistentes e não f**a claro a dose, o tempo de uso e a época da gravidez quando foi usada a medicação. Pelo próprio documento, a incidência habitual deste tipo de malformação na população é de 11 casos a cada 10000 gestações e pelo estudo a incidência aumentou para 14 a cada 10000 gestações. Ou seja, um aumento bem discreto. Não dá para afirmar com segurança de que não há qualquer relação. Mas não há qualquer motivo, até o momento, para pânico.
Uma revisão sistemática do Journal of Obstetrics and Gyneacology de 2018 conclui que não há risco associado ao uso da Ondansetrona na gravidez mas pela ausência de mais estudos, a recomendação é não usar esta medicação como primeira escolha, uma recomendação mais adequada.
É sempre importante avaliar a qualidade dos estudos publicados antes de mudar uma conduta. Algumas gestantes sofrem com vômitos muito frequentes ou náuseas incapacitantes, por vezes comprometendo sua saúde, sendo necessário o uso de mais de uma medicação e a onsansetrona pode ajudar muito. O benefício supera em muito o risco.
Sem pânico! O vonau continua sendo parte do arsenal terapêutico possível na gestação, desde que bem indicada e após a tentativa de medicações usadas há mais tempo, com mais estudos publicados.”

"E para humanizar, o que é preciso? É preciso tão pouco! Apenas paciência e modéstia. Silêncio. Uma atenção leve mas sem...
06/09/2019

"E para humanizar, o que é preciso? É preciso tão pouco! Apenas paciência e modéstia. Silêncio. Uma atenção leve mas sem falhas. Um pouco de inteligência, de preocupação com o outro. Esquecimento de si mesmo.
Ah! Já ia deixando passar. É preciso muito Amor. Sem Amor, vocês não passarão de bem intencionados." Frederick Leboyer
Arte: Itaiana Battoni

Você sabe para que serve a ultrassonografia (USG) de 1o. trimestre⁉️Numa gestação de risco habitual é importante fazer u...
06/09/2019

Você sabe para que serve a ultrassonografia (USG) de 1o. trimestre⁉️

Numa gestação de risco habitual é importante fazer uma USG transvaginal até 12 semanas para avaliar os seguintes aspectos:

🔷 Identif**ação do local da gestação: gestação dentro do útero (normal) ou fora do útero/ectópica (raro);
🔷 Observar o número de s**os gestacionais: se a gestação é única ou de gêmeos;
🔷 Confirmar a idade da gestação e, assim, a data provável do parto: o método mais acurado é medir o tamanho do embrião (CNN - comprimento cabeça-nádega), como o da foto 📷;
🔷 Avaliar se a gestação inicial apresenta aspectos normais: o primeiro achado é o s**o gestacional; em seguida surge a vesícula vitelínica no interior do s**o gestacional na 5a. semana; depois aparece o embrião entre 5a. e 6a. semanas, e seu batimento cardíaco pode ser visível com 6/7 semanas.

A partir dessa USG inicial, pode-se agendar a USG da translucência nucal (entre 11 e 13 semanas e 6 dias). Mas esse é um assunto para um outro post! 😉

Texto sensível sobre cesariana:
12/08/2019

Texto sensível sobre cesariana:

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Cesariana trás o bebê amado e salva vidas quando bem indicada. Abreviação = atalho para chegar rapidamente ao pico da montanha e poder ver o sol nascer por detrás do monte da barriga. Vista mais linda da vida, estampada no sorriso emocionado, de um corpo que se paraliza pra dar voz e vez ao outro. Tá longe de ser fácil fazer uma cirurgia desse porte sem direito a repouso depois. É suado, sangrado e muitas vezes sofrido quando em algum lugar associamos o motivo da cirurgia como uma "falha" nossa ou quando nos vemos enganadas por um sistema sujo de conveniências médicas e desvalorização das decisões e escolhas da mulher. Essa cicatriz ninguém tira. Agora uma coisa é certa, para quem vive do tempo a impermanência é o instante. É isso que a vida ensina a todo momento. A via de nascimento não deve ser o objetivo do parto. Não existe chegada, existe caminho. Os cenários durante o trabalho de parto vão surgindo a cada passo que leva a esse encontro tão esperado. É uma dança no escuro. É entrar em contato com os medos que vem quando estamos partidas indo de encontro ao desconhecido íntimo. Contentamento é colo de mãe preenchido. Peitos fartos e filhos fortes. O resto são circunstâncias que vida apresenta e que vem sempre com aprendizados novos.❤

O Ministério da Saúde decidiu abolir o uso do termo Violência Obstétrica. Violência obstétrica não é só um termo, é uma ...
09/05/2019

O Ministério da Saúde decidiu abolir o uso do termo Violência Obstétrica. Violência obstétrica não é só um termo, é uma realidade na vida/corpo de várias mulheres.
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• Matéria de hoje no sobre a medida do Ministério da Saúde, de abolir o uso da expressão “violência obstétrica” com • ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀“O termo violência obstétrica está consolidado em literatura científ**a. Não há como deixar de usá-lo. Abolir o termo dos manuais e protocolos do Ministério da Saúde, infelizmente, não resolverá a questão. A consequência de retirar ou proibir o termo é perpetuar a desinformação. Muitas mulheres que já sofreram esse tipo de violência não são ao menos capazes de identif**ar que, de fato, foram vítimas de abuso durante a sua assistência. Retirar o termo violência obstétrica é como não reconhecer que o problema existe ou, aparentemente, tentar ocultá-lo. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀A mulher que se percebe vítima de violência obstétrica tem o direito de denunciar na própria unidade de saúde em que foi atendida ou entrar na Justiça.”
⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀ Leia a matéria completa! Link na bio. Arte: Lari Arantes.

Medida do Ministério da Saúde, de abolir uso da expressão, é criticada pelo Ministério Público Federal e pela Comissão de Mulheres da OAB

Por • A Hora de Ouro• Depois de tanta espera nasce o neném. Amor sem medida, emoção, risos, choros, alívio. E o que o be...
02/05/2019

Por • A Hora de Ouro• Depois de tanta espera nasce o neném. Amor sem medida, emoção, risos, choros, alívio. E o que o bebê precisa nesse momento? Nas palavras de Leboyer, obstetra francês, "Vamos deixar o bebê. E entregá-lo, por alguns momentos, à mãe, depois dele ter provado as alegrias da solidão, da imobilidade. Deitado sobre o peito querido, orelha contra o coração, o bebê reencontra o som e rítmo familiar. Tudo está feito. Tudo é perfeito. Esses dois seres que lutaram corajosamente, transformam-se num só." E isso não é só poesia, é ciência. O estudo publicado em 2011 no Acta Pediatrica revela como o recém-nascido vive diferentes fases adaptativas nessa primeira hora de vida e que o contato pele-a-pele com a mãe ajuda nessa auto-regulação precoce e na amamentação. A OMS reconhece e recomenda a amamentação na primeira hora de vida como estratégia para promoção de saúde. Então, o que deve ocorrer nessa primeira hora? Ocorre o clampeamento oportuno do cordão umbilical (não é tardio, pois ele ocorre no momento adequado), o contato com a mãe, as fases de adaptação do bebê ao ambiente extra-uterino (primeiro vem o choro, depois relaxamento e naturalmente o recém-nascido começa a "buscar" o seio) e a amamentação. Procedimentos convencionais como examinar, pesar, medir, aferir temperatura devem ser feitos depois. Qualquer intervenção deve ser evitada. O respeito à "Hora de Ouro" é importante mesmo na cesariana, desde que as condições de saúde da mãe e do bebê permitam. "O que é o medo senão o desconhecido, o absolutamente novo? Aquilo que não podemos reconhecer nem classif**ar? Para que o recém-nascido não sinta medo é preciso revelar-lhe o mundo lentamente, de forma progressiva. Não oferecer mais sensações novas do que ele possa suportar, assimilar. E, assim, é preciso multiplicar as lembranças, as impressões do passado, para que o bebê possa relacioná-las. Até que, no universo totalmente desconhecido e, portanto, hostil, algo familiar venha tranqüilizá-lo, acalmá-lo”, Leboyer. Esse momento lindo, poético, cheio de amor (e evidências cientif**as) deve ser valorizado, respeitado e incentivado.📷:nossa querida enfermeira Ana Luiza Zapponi e o Gustavo na sua hora de ouro.❤️

•Por  • A Equipe Parto Ecológico gosta de estudar a história do parto. A partir dessa viagem interessantíssima através d...
25/04/2019

•Por • A Equipe Parto Ecológico gosta de estudar a história do parto. A partir dessa viagem interessantíssima através do tempo, encontramos muitos fatos relevantes que nos ajudam a entender como se estruturaram os modelos de atenção oferecidos às mulheres e seus bebês na atualidade e como podemos melhorá-los. Sem sombra de dúvida o século passado testemunhou queda expressiva no número de mulheres que morreram por causas relacionadas com a gestação. Entre 1900 e 1930 morreram na Inglaterra 400 mulheres em 100.000 nascimentos, em 1980 essa razão caiu para 9 mulheres em 100.000 nascimentos. O interessante é que em 1920 as chances de uma mulher morrer por causas obstétricas era 3 vezes maior entre americanas do que entre holandesas. Segundo Irvine Loudon, historiador e médico inglês, a causa dessa diferença não se apoiava nas diferenças econômicas e sociais encontradas entre os dois países na época, mas sim na forma como era prestada a assistência durante o trabalho de parto e nascimento. Nos EUA, as parteiras eram marginalizadas e muitas intervenções eram realizadas no parto. Enquanto isso, na Holanda, as parteiras eram treinadas e tradicionalmente inseridas na assistência e poucas intervenções eram feitas. Em 1929, um professor holandês disse a um obstetra americano: “É fácil saber a causa da alta mortalidade materna americana. Vocês interferem demais, nós damos à natureza uma chance.”
​ Apesar desse capítulo da história ter ocorrido há quase 100 anos atrás, ele ilustra muito bem a atual discussão sobre o uso inapropriado das intervenções na assistência ao trabalho de parto e nascimento como fator que aumenta o risco para mulher e para o bebê. Desde de 1985, a Organização Mundial de Saúde contraindica o uso indiscriminado dessas práticas, entretanto, um grande estudo recente revelou que apenas 5% das brasileiras vivenciam o parto sem nenhuma intervenção. 📷:

Endereço

Rua Visconde De Pirajá, 351/1102
Rio De Janeiro, RJ
22410-002

Telefone

+552122474900

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