Clínica Veterinária SOS Animal

Clínica Veterinária SOS Animal Como cuidar do seu bicho de estimação!

02/02/2026
01/02/2026

Machucar um animal indefeso é uma crueldade que revela o pior do ser humano. A morte do cão Orelha não foi ap***s a perda de um animal, foi o fim de uma vida marcada por lealdade e inocência. Orelha não podia se defender nem pedir socorro. Que sua morte não seja esquecida e sirva como um apelo por respeito, empatia e justiça para todos os animais.

31/01/2026
30/01/2026

Especialistas explicam os principais riscos do verão e orientam sobre prevenção, hidratação, proteção solar e cuidados essenciais para cães e gatos nessa estação.

30/01/2026

O Paraguai aprovou uma nova lei que reconhece os animais como seres capazes de sentir dor, sofrimento, medo e estresse.

A legislação amplia a proteção legal e endurece as punições para maus-tratos. Agora, a dor significativa pode ser considerada prova suficiente, mesmo sem lesões visíveis.

Nos casos mais graves, as p***s podem chegar a até seis anos de prisão por crueldade, tortura ou abandono.

30/01/2026

Em Pelotas, no Rio Grande do Sul, a escritora Denny Dieguez viveu uma situação inesperada quando Holly, uma vira-lata caramelo debilitada, entrou em sua casa e se recusou a sair. O gesto silencioso da cadelinha, que ap***s se sentou e a encarou, chamou a atenção de Denny, que percebeu que aquele era um pedido de ajuda após uma vida marcada por dificuldades nas ruas.

Ao avaliar a condição de Holly, Denny notou sinais claros de abandono e decidiu não devolvê-la, mesmo após alguém afirmar que a cadela teria um tutor. Na clínica veterinária, o diagnóstico confirmou a gravidade da situação: piometra, uma infecção uterina que poderia ter sido fatal se não fosse tratada a tempo. A cadela passou por cirurgia de emergência e começou a se recuperar, recebendo cuidados e carinho pela primeira vez em muito tempo ( Amo Meu Pet).

A história de Holly mobilizou muitas pessoas nas redes sociais, que se uniram para ajudar com os custos do tratamento. Agora, a cadelinha está em recuperação e segue recebendo atenção especial, enquanto Denny procura uma família responsável que possa oferecer um lar definitivo. A jornada de Holly, que escolheu confiar em uma estranha, se transformou em um exemplo de empatia e esperança.

29/01/2026

A morte de um animal companheiro não é uma perda menor, pois é sempre uma ruptura de vínculo importante. Um luto legítimo, com impacto real no corpo, na psique e na vida cotidiana já que não se perde ap***s um animal. Não é “só um cachorro” ou “ ap***s” um gato. Perde-se uma presença que organizava o dia, regulava o afeto e oferecia constância sem julgamento. A ciência do apego é clara: vínculos com animais ativam os mesmos sistemas neurobiológicos envolvidos nas relações humanas significativas e quando esse laço se rompe, o organismo entra em desorganização. O corpo sente antes que a palavra consiga explicar.

Por isso a dor é funda, intensa, permanente. Há tristeza, desorientação, alterações do sono, do apetite, da energia vital. Não por fragilidade emocional, mas porque houve amor. Onde houve vínculo, há luto. Sempre. E não reconhecer essa dor é uma violência que todo mundo deveria se poupar de praticar, pois o sofrimento se intensifica quando essa perda é desautorizada socialmente. Frases que minimizam “era só um cachorro”, “logo você arruma outro” não consolam. Isolam. Transformam a dor em silêncio. E dor silenciada não se resolve; ela se aprofunda.

Há ainda algo íntimo nessa despedida: o animal testemunhou versões nossas que quase ninguém viu. O cansaço, o choro sem plateia, os dias em que só a presença dele sustentava. Sua morte leva também esse espelho silencioso de quem fomos naquele convívio. Não se trata de comparar dores. Dor não disputa lugar. Dor pede reconhecimento. Elaborar o luto por um animal companheiro é um gesto de maturidade afetiva. É respeitar o amor que existiu. Negar essa dor não nos torna mais fortes. Ap***s mais sós e reconhecer e cuidar dessa dor é honrar esse imenso amor que vivemos.

Os vínculos verdadeiros não deixam marcas para ferir, mas para lembrar que o amor mais puro passou por nós.

29/01/2026

Nas últimas décadas, os vaga-lumes vêm sumindo de diversas regiões do planeta, e existe a chance de que a nossa seja a última geração a vê-los com tanta frequência.

A perda de habitats naturais, o excesso de luz artificial nas cidades, o uso constante de pesticidas e os efeitos das mudanças climáticas têm contribuído para uma queda acentuada no número desses insetos.

28/01/2026

A m*rt3 do cão Orelha, que sofreu agr3ss0es em Praia Brava, Santa Catarina, segue mobilizando pessoas em todo o país. No próximo domingo (1º de fevereiro), manifestações em São Paulo e no Rio de Janeiro vão pedir justiça pelo caso.

Em São Paulo, a concentração será no vão do MASP, a partir das 10h, organizada pelo grupo Cadeia Para Maus-Trat0s, defensor da causa animal.

No Rio de Janeiro, duas manifestações estão marcadas: a primeira, às 10h, no Aterro do Flamengo, Monumento aos Pracinhas, com caminhada até o Copacabana Palace, organizada pelo grupo Rio de Janeiro Contra Maus-Tratos, fundado pelo protetor de animais Chris Neri. A segunda será às 16h, no Posto 2, em Copacabana, organizada pelo deputado federal Marcelo Queiroz.

O caso do cão Orelha reforça a importância da proteção aos animais e mobiliza a população a cobrar justiça de forma segura e responsável.

Siga nossa página para mais conteúdos!

28/01/2026

A imagem do cãozinho Orelha, envolto em um pano e cercado por mãos humanas em despedida, não mostra ap***s luto. Ela escancara uma verdade dura sobre a nossa sociedade.

Não é só sobre um cachorro. É sobre falha coletiva.

Quando adolescentes chegam ao ponto de cometer violência contra um ser indefeso, não estamos diante de um “caso isolado”. Estamos vendo o reflexo de uma educação que falha, de valores que não estão sendo formados e de uma sociedade que muitas vezes prefere ignorar sinais graves.

A crueldade contra animais não surge do nada. Ela é um alerta. Um sinal de desumanização precoce, de empatia enfraquecida e de uma violência que vai sendo normalizada aos poucos. E o que assusta ainda mais é o silêncio, a omissão e as tentativas de minimizar o que aconteceu — isso só fortalece a sensação de impunidade.

Orelha não é “ap***s um cão”.
Ele se tornou símbolo de algo maior: um sistema que precisa proteger melhor, educar melhor e responsabilizar dentro da lei.

Pedir justiça por Orelha não é exagero. É defender uma sociedade que valoriza a vida, que não aceita a barbárie como normal e que entende uma coisa simples e séria: quem aprende a ferir um ser indefeso pode, no futuro, banalizar qualquer dor.

28/01/2026

Como você é com os que não tem voz, quando não há ninguém vendo, esse é você.

Endereço

EStrada Rodrigues Caldas 745a
Rio De Janeiro, RJ
22713-372

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00
Sábado 09:00 - 17:00

Telefone

+552124467366

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Clínica Veterinária SOS Animal posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Clínica Veterinária SOS Animal:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria