16/11/2025
O triste lado da Geração Z
A Geração Z carrega uma dor silenciosa que muita gente não enxerga.
É uma geração que nasceu conectada, mas cresceu sozinha.
Que fala com o mundo inteiro, mas quase nunca é realmente ouvida.
Eles aprenderam a resolver tudo no Google, mas não aprenderam a pedir ajuda.
Sabem fazer mil coisas ao mesmo tempo, mas se perdem quando precisam lidar com a própria emoção.
Têm acesso a informações infinitas, mas não sabem filtrar o que serve e o que destrói.
É uma geração que sorri em vídeos de 15 segundos, mas desaba em silêncio aos 15 minutos fora das telas.
Que luta para parecer forte, independente, madura mas por dentro sente um vazio que não sabe explicar.
Foram criados em um mundo rápido demais, competitivo demais, exigente demais e por trás de tanta modernidade, existe um medo gigante:
O medo de fracassar, de não ser suficiente, de não caber em lugar nenhum.
A verdade é dura:
A Geração Z não está perdida, está exausta e o que muitos chamam de “frescura” é, na realidade, um pedido de socorro disfarçado.
Por trás das roupas estilosas, das piadas irônicas e da linguagem rápida, tem um coração que só queria uma coisa:
Acolhimento.
Olho no olho.
Presença de verdade.
Afeto sem julgamento.
E talvez…
Talvez o mais triste seja saber que muitos deles nunca receberam isso.