Atendimento Clinico

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A Terapia Afirmativa é uma psicoterapia dirigida as pessoas LGBTQI+ com o objetivo de promover o bem-estar, autoestima, respeitando e validando a sexualidade, identidade de gênero ..., a integridade pessoal, cultural e estilo de vida.

Carnaval e redução de danos⚠️ O perigo de misturar substâncias (inclusive remédios)No Carnaval, muita gente mistura álco...
13/02/2026

Carnaval e redução de danos

⚠️ O perigo de misturar substâncias (inclusive remédios)

No Carnaval, muita gente mistura álcool, dr**as recreativas e medicamentos achando que “não dá nada”. Dá, sim — e pode ser sério.

Por que misturar é perigoso?

Porque as substâncias somam ou multiplicam efeitos no cérebro e no corpo, sobrecarregando:
sistema nervoso
fígado
coração
respiração

O risco não depende só da quantidade, mas da combinação.

Misturas mais perigosas

🍺 Álcool + remédios
Ansiolíticos (Rivotril, Xanax, Diazepam)
→ risco de apagão, coma, parada respiratória
Antidepressivos
→ pode causar náusea intensa, confusão, queda de pressã
Estimulantes (Venvanse, Ritalina)
→ sobrecarga cardíaca, ansiedade extrema, arritmia
Analgésicos comuns (paracetamol)
→ lesão grave no fígado com álcool

Dr**as + remédios
M**A + antidepressivos
→ risco de síndrome serotoninérgica (febre, confusão, convulsão)
Co***na + estimulantes prescritos
→ risco alto de infarto e AVC
Dr**as + remédios pra dormir
→ depressão respiratória (a respiração pode “falhar”)

Mito comum

“Se é remédio, é seguro.”

Errado.
Remédio fora de prescrição, em dose errada ou misturado com álcool/dr**as vira risco, não cuidado.

Redução de danos na prática

Se a pessoa vai usar, algumas orientações salvam vidas:
❌ Não misture substâncias
🍽️ Coma e se hidrate
💤 Durma
🧍‍♂️ Não use sozinho
🚑 Mal-estar estranho = procure ajuda

A espiritualidade não substitui o psicólogo porque ela opera em outro campo.Ela oferece sentido, pertencimento, co***lo ...
11/02/2026

A espiritualidade não substitui o psicólogo porque ela opera em outro campo.
Ela oferece sentido, pertencimento, co***lo e valores. Isso é potente.
Mas não é tratamento psicológico.

Psicoterapia lida com:
• trauma
• padrões emocionais repetitivos
• mecanismos de defesa
• sofrimento psíquico
• relações adoecidas
• sintomas que atravessam o corpo e a mente

Nada disso se resolve só com fé, oração ou energia positiva.

Quando alguém tenta substituir psicoterapia por espiritualidade, o que geralmente acontece é:
• culpa no lugar de elaboração (“não melhorei porque não tive fé suficiente”)
• repressão emocional (“não posso sentir isso, é fraqueza espiritual”)
• espiritualização do trauma (“isso é prova, não dor”)
• e adiamento de cuidado real

Espiritualidade pode acompanhar o processo terapêutico.

Pode fortalecer, sustentar, dar chão existencial.
Mas não investiga o inconsciente, não nomeia padrões, não reconstrói a história emocional.

Não é disputa.
É limite de função.

Fé não é clínica.
Psicólogo não é líder espiritual.
E confundir os dois costuma custar caro — em sofrimento silencioso.

🌍 1. Somos mais parecidos do que pensamos — união acima do ódioNo Super Bowl de 2026, Bad Bunny fez um dos recados mais ...
10/02/2026

🌍 1. Somos mais parecidos do que pensamos — união acima do ódio

No Super Bowl de 2026, Bad Bunny fez um dos recados mais claros de sua carreira: na tela estava escrito “The only thing more powerful than hate is love” — “a única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”. 
Isso é uma afirmação psicológica forte: as conexões humanas positivas e o amor são mais fortes que divisões, medo e hostilidade — um convite para escolher empatia em vez de raiva. 

💛 2. Valorize o presente e as pessoas ao seu redor

Em shows e entrevistas, Bad Bunny frequentemente pede que as pessoas vivam o momento, apaguem distrações como o celular e prestem atenção às experiências e às relações humanas. 
Isso toca diretamente a psicologia do bem-estar: estar presente aumenta a felicidade e reduz arrependimentos.

🧠 3. Autenticidade e autoaceitação

Ele falou em entrevistas sobre a importância de mostrar quem ele realmente é, e que o sentido de sua carreira é expressar sua identidade e cultura sem medo. 
Esse recado psicológico inspira muitas pessoas a aceitarem sua história, imperfeições e origem, reforçando que ser autêntico é um caminho para a realização pessoal.

🏳️‍🌈 4. Respeito, igualdade e mensagem social

Bad Bunny usou sua plataforma para apoiar grupos marginalizados — incluindo mensagens de respeito à comunidade trans e contra discriminação. 
Em termos psicológicos, isso aponta para vulnerabilidade, empatia e responsabilidade social como componentes essenciais de uma sociedade saudável.

🇵🇷 5. Identidade cultural e pertencimento

Em seu álbum Debí Tirar Más Fotos e nas performances, ele celebra sua cultura porto-riquenha e latina como um ato de amor e de afirmação. 
Psicologicamente, isso reforça o valor de pertencimento e orgulho cultural como pilares saudáveis da autoestima e identidade.

📸 6. Reflexão sobre a vida e os arrependimentos

A música “DtMF” (Debí Tirar Más Fotos) traz um recado emocional forte: valorize as memórias e os momentos com as pessoas que você ama, porque o tempo passa rápido. 
Esse é um convite para praticar gratidão e presença, que a psicologia associa com menor arrependimento e maior bem-estar geral.

Relação aberta sob a ótica da Psicologia TerapêuticaNa clínica, relação aberta não é um modelo relacionalé um arranjo ps...
09/02/2026

Relação aberta sob a ótica da Psicologia Terapêutica

Na clínica, relação aberta não é um modelo relacionalé um arranjo psíquico que expõe, intensif**a e organiza conteúdos já existentes no sujeito e no vínculo.

1. O que a relação aberta mobiliza no psiquismo

Ela toca diretamente em quatro eixos centrais:
Apego
Pessoas com apego inseguro tendem a vivenciar a abertura como ameaça constante de abandono, mesmo quando racionalmente concordam com o acordo.
Regulação emocional:
A relação aberta exige capacidade de sustentar desconforto sem controle , punição, retraimento ou vingança emocional
Narcisismo e autoestima:
O desejo do outro por terceiros frequentemente ativa feridas narcísicas:
“Se sou suficiente, por que o outro deseja alguém além de mim?”
Comunicação simbólica:
Não basta “contar o que fez”.
É preciso elaborar o que aquilo significou para cada um.

2. Um ponto clínico fundamental (e pouco dito)

Relação aberta não cura crises conjugais.
Ela amplif**a o funcionamento do casal.
Casais com diálogo consistente → tendem a negociar melhor.
Casais com conflitos evitados → tendem a colapsar mais rápido.

Na clínica, a abertura costuma acelerar processos, não resolvê-los.

A pergunta terapêutica correta

A questão não é:

“Você aguenta uma relação aberta?”

Mas sim:

“Você consegue permanecer em vínculo quando o outro frustra suas fantasias de exclusividade?”

Essa resposta define mais do que qualquer acordo.

Indicações e contraindicações clínicas

✔️ Pode funcionar melhor quando há:
identidade emocional consolidada
comunicação clara de limites
desejo genuíno (não imposto)
• responsabilidade afetiva

Tende a gerar sofrimento quando há:
medo intenso de abandono
ciúme patológico
relações de poder assimétricas
abertura usada como fuga de intimidade

5Formulação terapêutica

“Relação aberta não é sobre liberdade sexual.
É sobre tolerância à diversidade .”

Ou, clinicamente:

É a capacidade de amar sem tentar controlar o desejo do outro.

Por que lutamos tanto para ser monogâmicos(as)?A monogamia costuma ser tratada como escolha moral ou regra social, mas, ...
06/02/2026

Por que lutamos tanto para ser monogâmicos(as)?

A monogamia costuma ser tratada como escolha moral ou regra social, mas, do ponto de vista psicológico, ela também cumpre uma função emocional importante.

A monogamia reduz ansiedade

Relações monogâmicas oferecem previsibilidade:
menos comparações, menos incertezas, menos ameaças percebidas ao vínculo.

Para o psiquismo, especialmente em contextos de apego, previsibilidade signif**a segurança emocional.

A exclusividade sustenta a autoestima

Ser “o único” para alguém ajuda a organizar a sensação de valor pessoal.
Essa exclusividade funciona como um amortecedor contra dúvidas internas do tipo:

“Sou suficiente?”
“Posso ser trocado(a)?”

Por isso, questionar a monogamia frequentemente ativa inseguranças profundas — mesmo em pessoas emocionalmente maduras.

3. A promessa simbólica de permanência

Embora nenhuma relação possa garantir que não haverá perdas, a monogamia oferece uma fantasia de proteção contra o abandono.

Essa fantasia não é sinal de fraqueza:
é uma tentativa legítima do psiquismo de lidar com a vulnerabilidade dos vínculos afetivos.

O peso da aprendizagem cultural

Desde cedo aprendemos que:
exclusividade é prova de amor
ciúme é sinal de cuidado
abrir mão de desejos é maturidade

Essas mensagens moldam a forma como entendemos amor, compromisso e segurança emocional.

O desconforto com o desejo do outro

Um dos pontos mais difíceis nas relações é reconhecer que o desejo do outro não se limita a nós.

A monogamia ajuda a organizar esse desconforto, oferecendo limites claros para algo que, por natureza, é imprevisível.

Para concluir

Lutamos para ser monogâmicos(as) porque a monogamia:
organiza a angústia
sustenta a autoestima
oferece segurança simbólica
facilita a regulação emocional

Isso não signif**a que ela seja o único modelo possível nem que funcione para todos.
Signif**a apenas que ela responde a necessidades psíquicas reais.

Na clínica, o mais importante não é o modelo escolhido, mas o quanto ele é coerente com a história emocional, os limites e a capacidade de vínculo de cada pessoa.

O que os estudos mostramPesquisas internacionais indicam que:Pessoas autistas têm maior probabilidade de questionar norm...
04/02/2026

O que os estudos mostram

Pesquisas internacionais indicam que:Pessoas autistas têm maior probabilidade de questionar normas de gênero
• Pessoas trans têm maior prevalência de traços autísticos do que a população geral

⚠️ Importante: isso é correlação, não causalidade.



2️⃣ Autismo ≠ confusão de identidade

Um mito comum (e perigoso) é achar que:

“A pessoa é trans porque é autista”

Isso não tem respaldo científico e já foi usado como argumento transfóbico e capacitista.

O que a ciência aponta é outra coisa 👇



3️⃣ Pessoas autistas questionam mais normas sociais

Pessoas no espectro tendem a:
• Ter menos adesão automática a regras sociais implícitas
• Questionar mais o “sempre foi assim”
• Não performar gênero só para agradar ou pertencer

Ou seja:
👉 menos conformidade, não menos consciência.



4️⃣ Maior auto-observação e nomeação do sofrimento

Muitas pessoas autistas:
• Percebem desconfortos corporais e identitários com mais nitidez
• Nomeiam cedo sensações de inadequação
• Procuram explicações internas para o sofrimento

Isso pode facilitar:
• Reconhecer disforia
• Dar nome à identidade de gênero
• Buscar comunidades que acolham diferenças



5️⃣ Ambientes que excluem… excluem em dobro

Pessoas trans e autistas:
• Sofrem rejeição precoce
• São empurradas para fora da norma
• Criam redes alternativas de pertencimento

Esses espaços (online, coletivos, militância, saúde mental) acabam sendo pontos de encontro — o que aumenta a visibilidade, não a “incidência real”.



6️⃣ O que NÃO é verdade

❌ Autismo não “causa” transgeneridade
❌ Ser trans não é sintoma psiquiátrico
❌ Identidade de gênero não é déficit cognitivo
❌ Transição não é “hiperfoco”



7️⃣ O que a psicologia ética sustenta

✔ Autismo é uma neurodivergência
✔ Transgeneridade é uma variação humana legítima
✔ A intersecção exige escuta clínica qualif**ada, não invalidação
✔ Nenhuma identidade precisa ser “curada”

🧠🌈 Neurodivergência, orientação sexual e identidade de gêneroPessoas neurodivergentes não são menos afetivas, menos dese...
03/02/2026

🧠🌈 Neurodivergência, orientação sexual e identidade de gênero

Pessoas neurodivergentes não são menos afetivas, menos desejantes ou menos conscientes de quem são.
Pelo contrário: pesquisas e a prática clínica mostram que há maior diversidade de orientações se***is e identidades de gênero entre pessoas neurodivergentes do que na população neurotípica.

Isso não é “confusão”, nem “fase”, nem consequência do diagnóstico.
É autenticidade.

A orientação sexual diz respeito a por quem sentimos atração.
A identidade de gênero fala sobre quem somos.(qual gênero nós identif**amos)
E nenhuma dessas dimensões é definida pela neurodivergência — mas pode ser vivida de forma mais consciente quando há menos apego a normas sociais rígidas.

Como psicólogo afirmativo, reforço:
✨ Questionar padrões não é problema
✨ Se identif**ar fora da cis-heteronormatividade não é sintoma
✨ Ser neurodivergente e LGBTQIA+ é existir por inteiro

Cuidado em saúde mental começa pelo respeito, pela escuta e pela validação das vivências — não pela tentativa de “corrigir” quem a pessoa é.

Informação também é cuidado.
Acolhimento também é terapia.


+ SaúdeMental

Diagnóstico não é entretenimentoDiagnóstico psicológico não é opinião, nem leitura de comportamento isolado.👉 No BBB: • ...
02/02/2026

Diagnóstico não é entretenimento

Diagnóstico psicológico não é opinião, nem leitura de comportamento isolado.

👉 No BBB:
• há privação de sono
• pressão constante
• edição
• conflito forçado
• vigilância 24h

Qualquer pessoa f**a estranha nesse contexto.

Transformar isso em “ela é isso / ela tem aquilo” banaliza a clínica.

Isso reforça estigma

Quando o público diz:

“Ela é assim porque tem X”

a mensagem implícita vira:
• pessoas com X são difíceis
• são inconvenientes
• são problema
• são incapazes de convivência

❌ Isso aumenta preconceito, não conscientização.

Diagnóstico sem avaliação é violência simbólica

Psicologia ética exige:
• escuta qualif**ada
• tempo
• contexto
• consentimento
• sigilo

Nada disso existe no BBB.

👉 Diagnosticar Milena “à toa” é invadir, rotular e reduzir uma pessoa a um rótulo clínico.

Fazer isso em massa, no Twitter/Instagram, repete uma violência antiga com linguagem nova.

Neurodivergência ≠ defeito de caráter

Outro risco grave:
Misturar traço de personalidade, reação emocional e conflito social com “transtorno”.

👉 Nem todo comportamento difícil é diagnóstico
👉 Nem todo diagnóstico explica tudo
👉 Nem toda diferença é patologia

O efeito colateral real

Quem assiste pensa:
• “Se eu ajo assim, devo ter algo”
• “Se eu tenho esse diagnóstico, sou como ela?”
• “Melhor esconder meus traços”

Isso afasta pessoas do cuidado, em vez de aproximar.

Em resumo:

📌 Diagnosticar Milena no BBB não ajuda Milena
📌 Não educa o público
📌 Não fortalece a psicologia
📌 Só normaliza rótulo, estigma e violência simbólica

1️⃣ Diagnóstico não é entretenimentoDiagnóstico psicológico não é opinião, nem leitura de comportamento isolado.👉 No BBB...
31/01/2026

1️⃣ Diagnóstico não é entretenimento

Diagnóstico psicológico não é opinião, nem leitura de comportamento isolado.

👉 No BBB:
• há privação de sono
• pressão constante
• edição
• conflito forçado
• vigilância 24h

Qualquer pessoa f**a estranha nesse contexto.

Transformar isso em “ela é isso / ela tem aquilo” banaliza a clínica.



2️⃣ Isso reforça estigma

Quando o público diz:

“Ela é assim porque tem X”

a mensagem implícita vira:
• pessoas com X são difíceis
• são inconvenientes
• são problema
• são incapazes de convivência

❌ Isso aumenta preconceito, não conscientização.



3️⃣ Diagnóstico sem avaliação é violência simbólica

Psicologia ética exige:
• escuta qualif**ada
• tempo
• contexto
• consentimento
• sigilo

Nada disso existe no BBB.

👉 Diagnosticar Milena “à toa” é invadir, rotular e reduzir uma pessoa a um rótulo clínico.



4️⃣ Mulheres já são patologizadas demais

Historicamente:
• mulher firme = histérica
• mulher emotiva = instável
• mulher retraída = doente
• mulher intensa = transtorno

Fazer isso em massa, no Twitter/Instagram, repete uma violência antiga com linguagem nova.



5️⃣ Neurodivergência ≠ defeito de caráter

Outro risco grave:
Misturar traço de personalidade, reação emocional e conflito social com “transtorno”.

👉 Nem todo comportamento difícil é diagnóstico
👉 Nem todo diagnóstico explica tudo
👉 Nem toda diferença é patologia



6️⃣ O efeito colateral real

Quem assiste pensa:
• “Se eu ajo assim, devo ter algo”
• “Se eu tenho esse diagnóstico, sou como ela?”
• “Melhor esconder meus traços”

Isso afasta pessoas do cuidado, em vez de aproximar.



Em resumo:

📌 Diagnosticar Milena no BBB não ajuda Milena
📌 Não educa o público
📌 Não fortalece a psicologia
📌 Só normaliza rótulo, estigma e violência simbólica

“O Glifage não trata a bipolaridade, mas pode ajudar o corpo a não atrapalhar o tratamento do humor.”Por que o Glifage a...
29/01/2026

“O Glifage não trata a bipolaridade, mas pode ajudar o corpo a não atrapalhar o tratamento do humor.”

Por que o Glifage aparece em tratamentos de pessoas bipolares?

Porque muitos remédios usados na bipolaridade:
• dão ganho de peso
• mexem no metabolismo
• causam resistência à insulina

O Glifage entra para proteger o corpo, não a mente diretamente.



Ele ajuda na depressão bipolar?

👉 Não trata a depressão bipolar sozinho.

Mas os estudos recentes mostram algo importante:
• quando a pessoa bipolar tem resistência à insulina
• e essa resistência é tratada com Glifage
• algumas pessoas melhoram da fadiga, da lentidão e da falta de energia

Ou seja:
🟢 melhora o terreno do corpo
🔵 isso pode refletir indiretamente no humor



O que os estudos mais novos dizem (em resumo)

✔️ Ajuda a evitar ou reduzir ganho de peso causado por remédios psiquiátricos
✔️ Pode melhorar disposição e energia em quem tem alteração metabólica
✔️ Pode ajudar em casos de depressão bipolar difícil de tratar, quando existe resistência à insulina

❌ Não substitui:
• estabilizador de humor
• acompanhamento psiquiátrico
• psicoterapia



Então, quando ele faz sentido?

✔️ Pessoa bipolar
✔️ Usa antipsicótico ou estabilizador
✔️ Engordou muito ou ficou metabolicamente alterada
✔️ Exames mostram resistência à insulina

👉 Nesse contexto, o Glifage pode ser um aliado.



O que é importante não confundir

🚫 Glifage não é antidepressivo
🚫 Glifage não trata mania
🚫 Glifage não resolve bipolaridade

Ele cuida do corpo para o tratamento do humor funcionar melhor.

Na psicologia, casos como o do “cão Orelha” (quando envolvem violência ou crueldade contra um animal) costumam ser anali...
27/01/2026

Na psicologia, casos como o do “cão Orelha” (quando envolvem violência ou crueldade contra um animal) costumam ser analisados menos pelo fato em si e mais pelo que ele revela sobre o comportamento humano.

1. Violência contra animais não é “brincadeira”

A psicologia é bastante clara: crueldade animal é um marcador de risco. Não é algo isolado ou neutro. Em muitos estudos, aparece associada a:
• déficits de empatia
• dificuldade de reconhecer o sofrimento do outro
• histórico de violência ou negligência
• maior probabilidade de agressões futuras (inclusive contra pessoas)

2. Não é sinônimo de “psicopatia” (mas também não é normal)

Um erro comum é achar que todo agressor de animal é psicopata.
A psicologia diferencia:
• Transtornos de personalidade (como traços antissociais)
• Imaturidade emocional
• Aprendizagem da violência (ambientes onde a crueldade é normalizada)
• Busca de poder e controle sobre um ser vulnerável

👉 Ou seja: não patologiza automaticamente, mas também não relativiza.

3. A lógica do poder: quem sofre é quem não pode reagir

Animais ocupam uma posição de extrema vulnerabilidade. Psicologicamente, a agressão costuma funcionar como:
• sensação de domínio
• descarga de raiva deslocada
• tentativa de afirmação de poder

Isso é especialmente estudado em contextos de sadismo cotidiano, que não precisa ser extremo para ser grave.

4. O papel da sociedade e da banalização

Quando um caso assim vira piada, meme ou é tratado como “exagero”:
• ocorre dessensibilização emocional
• o sofrimento do outro é minimizado
• reforça-se a ideia de que certas vidas valem menos

A psicologia social chama isso de normalização da violência.

5. O impacto psicológico coletivo

Mesmo quem não participou do ato pode ser afetado:
• indignação
• impotência
• revolta
• angústia moral

Essas reações são saudáveis — indicam que a empatia ainda está funcionando.

Em resumo (sem romantizar nem simplif**ar):
A psicologia entende casos como o do cão Orelha como sinais de alerta, não como episódios isolados. Eles falam sobre empatia, poder, limites sociais e responsabilidade coletiva.

A Psicologia é uma ciência, com método, ética e responsabilidade.Mas, cada vez mais, outras áreas opinam, simplif**am ou...
26/01/2026

A Psicologia é uma ciência, com método, ética e responsabilidade.
Mas, cada vez mais, outras áreas opinam, simplif**am ou “ensinam” sobre saúde mental como se fosse algo intuitivo ou receita de bolo.

🔹 Coaching sem formação clínica
Promete cura rápida, ignora sofrimento psíquico profundo e costuma culpabilizar o indivíduo quando “não funciona”.

🔹 Espiritualidade usada como substituto de tratamento
Fé pode ser apoio — nunca substituição de acompanhamento psicológico quando há sofrimento emocional.

🔹 Influenciadores e gurus da internet
Transformam conceitos complexos em frases prontas, romantizam transtornos e banalizam diagnósticos.

🔹 Opiniões bem-intencionadas, mas perigosas
“É só pensar positivo”, “isso é falta de Deus”, “todo mundo passa por isso” — invalidam a dor e atrasam a busca por ajuda.

👉 Psicologia não é achismo.
👉 Não é motivação rasa.
👉 Não é opinião pessoal.

É cuidado baseado em ciência, escuta qualif**ada e ética.

Saúde mental é coisa séria.
E merece ser tratada por quem estudou para isso.

Banalizar sofrimento psíquico
também é uma forma de violência.

Endereço

Barra Da Tijuca E Copacabana
Rio De Janeiro, RJ

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